Pré-escola luta contra estereótipos com boneco assexuado na Suécia Resposta

Bonecos pedagógicos chamados de ¨emotion dolls¨
não possuem distinção de sexo (Foto: AP)
Ambiente é planejado para não criar influência de estereótipos de gênero. Instituição é exemplo de esforço sueco para promover igualdade sexual.

A pré-escola “Egalia”, que fica em Estocolmo, na Suécia, mostrou nesta segunda-feira (20) como seus professores costumam trabalhar para não impor estereótipos de gênero sobre as crianças, fazendo com que elas tenham mais liberdade ao escolher sua orientação sexual.

A instituição, localizada no distrito liberal de Sodermalm, foi aberta no ano passado e está entre os exemplos mais radicais dos esforços suecos para promover a igualdade entre sexos desde os primeiros anos da infância.

Detalhes que vão desde a cor e a distribuição dos brinquedos até a seleção dos livros são pensados para que as cerca de 30 crianças da pré-escola não sejam influenciadas, e assim não passem a reproduzir os estereótipos que já existem na sociedade.

Até bonecos pedagógicos chamados de “emotion dolls”, que não têm qualquer distinção de sexo, são usados na escola.

“A sociedade espera que garotas sejam frágeis, gentis e bonitas, e que garotos sejam machões, ásperos e extrovertidos. A Egalia lhes dá a fantástica oportunidade de serem quem eles quiserem”, afirma Jenny Johnsson, uma das professoras.

Até pronomes como “ele” ou “ela” são evitados na fala dos professores, que preferem usar termos que sirvam para ambos os sexos na língua local.

*Com informações do G1.

A mordaça religiosa Resposta

Por muito tempo em nossa luta que ouvimos dos evangélicos e homofóbicos desse país, que os gays querem colocar uma mordaça na sociedade, impedindo que as pessoas tenham suas próprias opiniões a respeito da homossexualidade.

Afim de tornar crime a homofobia, ativistas e simpatizantes vêm trabalhando duro para que exista uma sociedade de direitos iguais para todos, sem preferências para nenhum lado.
Essa luta começou depois que se percebeu, ainda que tarde demais, que pessoas estavam morrendo no Brasil por serem homossexuais. E as causas da morte não eram por que dividiam a mesma seringa ou porque viviam na promiscuidade da noite, como diz o deputado homofóbico e racista Jair Bolsonaro. O Brasil é um dos países com maiores índices de assassinatos de homossexuais por conta da ignorância e intolerância da maioria das pessoas.
Para alguns, somos minoria. Eu quero dizer que não sei se concordo com este termo, mas afirmo que neste caso, a maioria está errada. Em vários discursos políticos ouvimos as pessoas dizerem que o Brasil é um país laico. Não é. Como os fanáticos religiosos que confundem o Congresso com o templo de suas igrejas dizem, os gays querem botar uma mordaça na sociedade. Os gays querem impedir que os pais ensinem o que é correto para seus filhos. Os gays querem impedir que igrejas condenem a homossexualidade como pecado, como diz a bíblia. Os gays querem isso, os gays querem aquilo.
Agora eu digo o que é que os gays querem. Os gays querem o direito de amar e serem amados sem serem punidos por isso. Os gays querem ter um Deus para seus confortos. Os gays querem ter uma família. Os gays querem ter direitos iguais concedidos à todos da sociedade. Os gays querem respeito.
E por não permitirem os mesmos direitos aos gays, só por que eles amam as pessoas do mesmo sexo, é que eu digo que quem coloca a mordaça nessa história são os religiosos. Um país plural como o Brasil, com diferentes raças e culturas, e diferentes religiões e seitas ou o que quer que seja, os evangélicos e católicos querem colocar uma mordaça nas pessoas para que seja feito apenas o que está escritoi na Bíblia.
Querem fazer do Brasil uma Jerusalém, querem espancar os homossexuais, querem ameaçar o governo. Os religiosos intolerantes e radicais querem calar os nossos direitos, e é por isso que segundo eles, somos minoria. Muitos com medo dessa repressão vivem escondendo sua homossexualidade porque não querem ter que aguentar a viver em uma sociedade dominada pelo preconceito e guiada pela religião.
Não se pode governar um país com fundamentos bíblicos. Os religiosos usam suas bíblias de conveniência porque nem eles mesmos seguem à risca tudo o que diz o ¨livro sagrado¨. Eles dizem que na bíblia é dito que homossexualidade é pecado. Oras, a bíblia também diz que as pessoas podem possuir escravos, que as pessoas podem vender as filhas como escravas, que não podemos usar roupas feitas de dois tipos diferentes de tecido, que a pessoa que trabalhar no sábado deve ser morta, se a pessoa for cega ou ter algum problema de visão, não pode chegar no altar de uma igreja, que homens não podem aparar a barba e que não podemos plantar dois tipos de vegetais em um mesmo terreno.
Citações absurdas que não são seguidas pelos religiosos, porque não convém. Mas ser gay é abominável. Precisamos acordar e retirar essa mordaça imposta pelos religiosos. Temos que ser livres. A bancada religiosa não deve ter o poder de ameaçar toda uma pátria para que seja feita a vontade deles. Nosso governo não pode ceder a essa chantagem e colocar o poder de governar uma nação nas mãos desses fanáticos idiotas! Não somos mais um país de ditadura e não podemos deixar que pessoas como Jair Bolsonaro e família, Silas Malafaia, Magno Malta, Marco Feliciano, entre outros, façam que nosso país volte para o ventre da intolerância e prendam nossas opiniões.

Menino de 7 anos faz doação para entidade gay e apóia a igualdade LGBT Resposta

Malcolm
“Estou enviando este dinheiro, porque eu acho que não é justo que os homossexuais não sejam tratados igualmente. ” 

Esta nota, acompanhada por uma doação de $ 70 dólares, foi recebido pelo Los Angeles Gay & Lesbian Center, e assinada por Malcolm – um menino de 7 anos de idade. A doação de Malcolm o pequeno bilhete foi acompanhado por uma outra nota de sua mãe, onde se lê: 
“Para ensinar a importância de melhorar o mundo ao seu redor, foi dado a Malcolm a quantia de $140 dólares para doar para a caridade de sua escolha. Depois de ouvir uma história no rádio sobre os maus tratos a gays e lésbicas, Malcolm ficou chateado e curiosoo sobre o assunto … para ajudar, ele decidiu dividir o dinheiro entre o LA Gay & Lesbian Center e para a campanha da Fundação dos Direitos Humanos¨.
A carta escrita por Malcolm
Lorrie L. Jean, representate da entidade, chamou Malcolm de pequeno campeão. 
“O presente de Malcolm me deu muita esperança para o nosso futuro”, disse Jean. “A esperança de que quando sua geração atingir a idade adulta, todas essas questões como homofobia, discriminação e abuso que todos nós sofremos todos os dias na comunidade LGBT não existirão mais. ” 
Jean disse que a mãe de Malcolm deu permissão ao centro para compartilhar essa história, e desafiou a organização para levantar mais $27 mil dólares em nome dele. 
O Centro LA Gay & Lesbian fornece uma ampla gama de serviços para a comunidade LGBT, incluindo uma clínica de atendimento especial que oferece acesso gratuito e de baixo custo à saúde, saúde mental, testes de HIV / DST e prevenção. 
O Centro também oferece serviços jurídicos, sociais, culturais e educacionais, com programas para idosos, famílias e jovens, incluindo um programa para jovens que vivem sem abrigo.
Um exemplo de família, que ensina desde cedo para seu filho como devemos respeitar o próximo e fazer diferença no mundo. Parabéns pela iniciativa e parabéns ao menino Malcolm.

Vamos mudar em 2011 Resposta

O ano começou com duas situações constrangedoras. Na primeira, uma amiga foi me visitar, ela é negra, estávamos conversando, de repente toca o interfone. Era o porteiro. “Seu Rafael, chegou uma correspondência, estou sozinho, pede pra menina pegar no elevador”. “Menina? Você está achando que ela é minha empregada?” “Desculpe, eu pensei…” “Ela tem a mesma origem humilde que você, é negra feito você, mas não veio aqui trabalhar pra mim. Ela é minha amiga. Não se subestime tanto. Quando puder, eu pegarei a correspondência.”

Outra situação, festa da virada, chego no apartamento de um amigo, cumprimento um rapaz (feio, diga-se de passagem) e, depois de um tempo, quando eu estava sozinho, ele veio com cara de raiva e de poucos amigos: “Chega aqui, quero falar com você! Não tenho nada contra você, mas se não quiser, nunca mais aperte a minha mão, só que quando for apertar, não fica alisando.” Fiquei surpreso com tanta agressividade e disse: “Mas eu não fiz nada”. “Você sabe muito bem do que estou falando, não aperte mais a minha mão.”
O ano começa e acho que tenho uma missão: ajudar a torná-lo mais tolerante e amoroso. Vamos respeitar o outro, vamos deixar de julgar as pessoas pela cor da pele, pelo modo de se vestir, pela orientação sexual. Somo todos iguais, todos filhos de Deus, só, como já diz a música “não falamos a mesma língua”.

Deputado Jair Bolsonaro continua sua luta contra os LGBT Resposta

Bolsonaro: luta contra os LGBT continua

Navegando em busca de informações para alimentar o blog, me deparei com a coluna do jornalista Marco Eusébio, colunista do site “MS Aqui”. Era uma nota sobre o kit anti-homofobia (materiais didáticos) que o Ministério da Educação (MEC) pretende distribuir, a princípio em 6 mil escolas públicas. Ao final da nota, havia um link e a seguinte chamada: “Veja ‘Encontrando Bianca’ do kit contra homofobia”. Na verdade, trata-se de um vídeo editado pelo deputado federal ultraconservador Jair Bolsonaro (PP-RJ), que continua a sua campanha contra a luta contra a homofobia, agora em seu canal no YouTube.






Como você pode ver, o vídeo postado pelo depuado Bolsonaro é totalmente editado, manipulado. Um deputado que diz que homossexualidade se cura a base de porrada não tem credibilidade. Gostaria de ver o vídeo inteiro.

Hoje, quem voltou a se manifestar contra o kit anti-homofobia, foi o presidente da Câmara dos Vereadores de Campo Grande e pré-candidato à prefeitura, Paulo Siuf (PMDB-MS). A uma rádio da capital do Mato Grosso do Sul, o político disse que o “kit gay” incentiva a homossexualidade infanto-juvenil.


Falando em kit anti-homofobia, está rolando um abaixo-assinado contra e outro a favor. Então, galera, vamos enviar mensagem ao Congresso Nacional, expressando o nosso apoio à essa iniciativa fundamental para a construção de um novo Brasil, com mais respeito e menos ódio e ignorância. Assine o “Abaixo Assinado Apoio ao Kit de Combate à Homofobia nas Escolas clicando aqui. E lembre-se de divulgar para os amigos!

Inquéritos investigarão homofobia em universidade do RS Resposta

Nos últimos tempos, notícias relacionando universidades à homofobia têm tomado conta dos noticiários e não é só em São Paulo.
A Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) instaurou uma comissão de sindicância e a Promotoria de Defesa dos Direitos Humanos instaurou um inquérito civil para investigarem a origem de um e-mail com conteúdo homofóbico que circulou entre os alunos da instituição.
A mensagem, supostamente enviada por um aluno da instituição por meio de uma conta de e-mail coletiva, depois que uma chapa com dois integrantes homossexuais venceu a eleição para o centro acadêmico, no fim de novembro, sugere que os futuros médicos tomem atitudes para, pouco a pouco, acabar com o que considera uma peste. “No momento da consulta de uma bicha, ou recuse-se (pelos meios cabíveis em lei) ou trate-o erroneamente”, propõe o texto.
A reitora Miriam da Costa Oliveira disse ao portal “Estadão” que a universidade está preocupada em dar uma resposta à sociedade no que se refere ao preconceito, contrário à pluralidade da instituição, e manifestou-se preocupada com a possibilidade de existir um só aluno da área da saúde que possa admitir dar mau atendimento a um paciente. Lembrou ainda que a missão da UFCSPA é formar estudantes comprometidos com o juramento de nunca usar a profissão para favorecer o crime.
O blog espera que as investigações cheguem ao ou aos culpados e puna exemplarmente. É realmente assustador imaginar que alguém possa ser tratado diferente por causa de sua orientação sexual. Estou aqui pensando, será que nas faculdades de Medicina eles possuem aulas de educação sexual ou algo do gênero, que os ensinem a tratarem com respeito todos, independente de orientação sexual ou identidade de gênero? É espantoso que alguém precise disso ao chegar na faculdade com idade suficiente para saber o que significa respeito, educação sexual deveria acontecer nas escolas, mas já que não acontece. Não temos aula de, por exemplo, ética, nas faculdades? Por que um universitário não pode ter aula de educação sexual?
*Com informações do “Estadão” e do jornal “Zero Hora”