Silas Malafaia se fodeu 1


Nestas eleições o grande derrotado chama-se Silas Malafaia. Com todo o respeito as demais, São Paulo é a maior cidade do País e muito da eleição municipal lá, tem a ver com eleição presidencial.

Além disso, a eleição municipal de São Paulo virou simbólica, quando José Serra (PSDB) começou a atacar o kit anti-homofobia, que já havia sido sepultado pela presidenta Dilma Rousseff, quando Fernando Haddad (PT) era  seu ministro da Educação. Depois de um tempo Haddad saiu, para ser preparado para concorrer à Prefeitura. José Serra Poderia ter falado dos problemas no Enem, por exemplo, mas não, a eleição ficou restrita ao tal kit, que nunca existiu em âmbito federal, quando o pastor fundamentalista Silas Malafaia entrou, dizendo que iria acabar com o candidato do “kit gay”. Serra, tadinho, disse que agradecia o apoio do pastor, mas que kit era coisa do MEC.

Depois descobriu-se que José Serra, enquanto governador de São Paulo, implementou o kit com dois filmes iguais aos que seriam distribuídos pelo governo Dilma. Dilma que em seu discurso de posse disse que seria implacável com relação aos direitos humanos, mas que tem se calado em diversos episódios internacionais e parece não ligar para o fato de o Brasil ser apontado como um dos países mais homofóbicos do mundo. Ela mesma teve a sua orientação sexual questionada durante a eleição presidencial e assinou um termo de compromisso com as igrejas evangélicas, sentiu na pele o preconceito, mas parece fingir que ele não existe. Mas voltando ao kit, o kit do Serra foi elaborado pela Ecos, uma ONG especializada em comunicação em sexualidade que atua na área há cerca de 20 anos na produção de materiais educativos e pesquisas, muitos deles usados pelo poder público. Ecos é a mesma ONG que ajudou a produzir os vídeos do governo federal.

Para piorar a história, a prefeitura de São Paulo cortou mais da metade da verba do Programa de Combate à Homofobia, ação do Executivo paulistano que pretende atuar exclusivamente contra o preconceito e a discriminação em razão da orientação sexual, às vesperas da eleição. 

Segundo dados oficiais da execução orçamentária da Prefeitura, o orçamento atualizado do Programa de Combate à Homofobia passou de R$ 700 mil em 2011 para R$ 262 mil neste ano. Desse total, o governo Gilberto Kassab (PSD), que apoiava a candidatura Serra, autorizou o gasto de R$ 199 mil – 0,2% dos gastos da Secretaria de Participação e Parceria, à qual a ação está vinculada. Com receitas de cerca de R$ 40 bilhões neste ano, a Prefeitura previa inicialmente investir R$ 330 mil no programa em 2012. O valor foi revisto, e agora o orçamento prevê os R$ 262 mil. Logo Kassab, que já foi questionado várias vezes sobre a sua suposta homossexualidade. Assim como Dilma, ele sentiu na pele o preconceito, mas parece não se importar com isso.


Alguém pode vir aqui e dizer que Haddad teve apoio da Igreja Universal, o que não é verdade. O partido da Universal optou por não apoiar ninguém, após Russomanno ser derrotado logo no primeiro turno. Divulguei na página do Facebook, a lista com o manifesto de todas as igrejas evangélicas que apoiaram o Haddad (veja aqui). Espero que não tenha nada a a ver com o termo que Dilma assinou na campanha pela Presidência. Além disso, Haddad também teve o apoio do Chalita, é verdade, isso eu não gostei, mas o jogo político é assim, pelo menos enquanto não houver uma Reforma Política.

Outros poderiam vir aqui e dizer que Soninha Francine apoiou o Serra. Gente, mas quem é Soninha Francine? Aquela que nunca ganha? Aquela que ficou do lado do Malafaia?

O fato é que o “candidato do kit gay”, que iria ser derrotado pelos evangélicos ganhou! Claro que Haddad apelou, disse que ele também vetou o kit, mas para o Brasil ficou assim: Silas Malafaia (Homofobia) 0 X Haddad (o candidato do kit anti-homofobia) 1. Por isso, temos motivos para comemorar!

Depois de descoberta a farsa sobre kit anti-homofobia, José Serra se recusa a falar sobre propostas contra a homofobia Resposta


O material anti-homofobia distribuído, em 2009, para escolas pelo governo do Estado de São Paulo na administração do tucano José Serra (2007-2010), candidato a prefeito de São Paulo, tem pelo menos dois vídeos iguais ao chamado “kit gay”, como o tucano pejorativamente gosta de chamar o kit, do MEC (Ministério da Educação), elaborado na época da gestão do petista Fernando Haddad, que também concorre à prefeitura.

Segundo o UOL, os filmes para os kits de Serra e Haddad foram produzidos pela ONG (organização não governamental) Ecos. O guia sobre preconceito e discriminação na escola do governo Serra indica vídeos e textos da entidade, que foi uma das responsáveis pelo projeto Escola sem Homofobia do MEC/Secad (Ministério da Educação/Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade), que ficou conhecido como “kit gay”.

A Ecos é uma ONG especializada em comunicação em sexualidade que atua na área há cerca de 20 anos na produção materiais educativos e pesquisas, muitos deles usados pelo poder público.
Dois vídeos recomendados aos professores pelo kit tucano, “Boneca na Mochila” e “Medo de quê?”, foram produzidos pela Ecos e faziam parte da primeira versão do material elaborado para o MEC.
“A Ecos sempre trabalhou na gestão do Serra, ele está cuspindo no pote (sic) que comeu. O material que fizemos para o MEC tem 80% do material do Estado de São Paulo. É um absurdo se utilizar do preconceito para ganhar voto”, afirmou Toni Reis, presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) ao UOL, que também fez parte da elaboração do projeto Escola sem Homofobia.
Reis afirmou que os professores do país não sabem lidar com violações dos direitos dos homossexuais.

“É isso que precisa ser discutido. Nossa causa é apartidária e não pode ser usada para ataques. Tem de discutir cidadania, educação, mas distorceram nossa causa e virou baixaria”, disse o presidente da associação.

O tucano nega que o material seja o mesmo e chegou ao desespero de dizer que é tudo mentira, inventada por José Dirceu. Serra trouxe o assunto para a campanha no primeiro turno, atacando Haddad, que junto de ONGs e outros ministérios, havia criado o kit em 2011, mas a presidenta Dilma Rousseff suspendeu o kit, que faria parte do programa Escola sem Homofobia, após pressão da bancada fundamentalista no Congresso, sob a liderança do deputado Anthony Garotinho (PR). Na semana passada, o tema foi objeto de um vídeo do pastor homofóbico Silas Malafaia – da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo – que passou a apoiar Serra, ainda no primeiro turno, para evitar que “o candidato do kit gay” fosse para o segundo turno, mas ele não conseguiu. 



Haddad dispara nas pesquisas

Haddad não só está no segundo turno, como a sua vantagem sobre Serra aumenta cada dia mais. 

O Ibope divulgou, nesta quarta-feira (17), a segunda pesquisa de intenção de voto sobre o segundo turno da disputa pela Prefeitura de São Paulo neste ano. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo.

Em relação à pesquisa anterior, Haddad foi de 48% para 49%, e Serra, de 37% para 33%.

Nesta segunda-feira, Haddad disse que o tucano mentiu ao atacar o material do MEC sem dizer que o seu governo tinha produzido algo semelhante.

Serra se recusa a responder sobre kit anti-homofobia

O repórter da “Folha” lembrou casos de agressão a homossexuais na região da avenida Paulista e tentou perguntar se havia alguma política para o tema no programa de governo do tucano – Serra, no entanto, interrompeu o jornalista antes que ele concluísse a pergunta. Para ver o vídeo do piti do do Serra, clique aqui.

“Eu não vou entrar nesse tema agora, se não vira pauta permanente, posta pela imprensa. E depois os adversários dizem que fui eu que botei na pauta”, disse Serra após visita a conjunto habitacional em Heliópolis, na zona sul da capital.

O tucano, que já criticou o kit anti-homofobia produzido pelo MEC (Ministério da Educação) na época em que Fernando Haddad  – seu adversário no segundo turno – estava à frente da pasta, distribuiu material semelhante aos professores da rede estadual de São Paulo em 2009, quando era governador.

Serra argumenta que o conteúdo dos materiais é diferente e que aquele produzido em sua gestão era voltado apenas aos professores, “e não a alunos acima de 11 anos”.

Além disso, depois que o material tucano foi revelado pela imprensa, na última segunda-feira, Serra passou a adotar um discurso em que o foco das críticas são os “R$ 800 mil pagos [pelo material do MEC] sem nenhum retorno”–o material do MEC não chegou a ser distribuído porque, após pressão da bancada evangélica do Congresso, a presidente Dilma Rousseff suspendeu o projeto.

Serra está desesperado e culpando a imprensa por “colocar” em pauta a homofobia, na corrida pela Prefeitura de São Paulo, quando foi ele mesmo quem fez isso, atacando o Fernando Haddad e chamando o pastor Malafaia que, enntre outras coisas, diz que homossexualidade é doença, para sua campanha, achando que pudesse derrubar o petista. Hipócrita e mentiroso esse Serra. E Malafaia vai ajudar na campanha como, agora, Serra?

Veja outro piti do candidato, sobre o kit anti-homofobia, agora com o repórter Kennedy Alencar, da Folha de São Paulo, da CBN e da Rede TV!.


"É tão mentirosa que só pode ter o José Dirceu por trás", diz Serra, desesperado, sobre reportagem do "kit gay" tucano Resposta


José Serra, candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, disse nesta segunda-feira (15) que é “mentira” que o material contra a homofobia distribuído nas escolas estaduais de São Paulo quando era governador do Estado, em 2009, seja semelhante àquele idealizado pelo MEC na gestão de seu rival Fernando Haddad (PT), hoje alvo de críticas do tucano.


“É mentira que é parecido. O nosso material é correto e dirigido aos professores, não aos alunos acima de 11 anos”, disse Serra durante visita ao bairro Cidade Ademar, zona sul da capital paulista.

Reportagem aponta que o material distribuído em 2009 recomendava aos professores um vídeo igual ao que foi criticado na época em que o material do MEC seria lançado – após pressão da bancada evangélica do Congresso, a presidente Dilma Rousseff suspendeu o material.

“Não são iguais [os vídeos], é outra mentira da matéria. Ela é tão mentirosa que só pode ter o José Dirceu por trás. Não tem nada a ver com o desastrado kit gay do Fernando Haddad (…) Não é um material só voltado à questão sexual, é um material correto”, disse.

De acordo com Serra, o material tucano é “voltado ao fortalecimento da família”. “É também voltado à questão do preconceito de classe, do preconceito religioso. Enfim, é um material correto. Tanto que na época ninguém reclamou.”

E agora, Malafaia

Tanto criticou, tanto criticou o tal “kit-gay”, como ele faz questão de chamar o kit anti-homofobia, e fez um igual. Mas é muita cara de pau, hein, José. E agora, José? E agora, Malafaia?


Gays são o grupo mais intolerante da pós-modernidade, diz Silas Malafaia em resposta ao GGB 2


O pastor evangélico fundamentalista Silas Malafaia respondeu à recente ameaça de nudez do Grupo Gay da Bahia (GGB), dizendo que eles são o grupo mais intolerante da pós-modernidade.

“A comunidade gay é que é o grupo social mais intolerante da pós-modernidade. Eles querem ter direito de xingar e achincalhar, mas qualquer um que fale alguma coisa é logo tachado de homofóbico. Eu tenho uma opinião contrária e ela não pode ser cerceada”, disse Silas Malafaia, segundo A Tarde Uol.

O GGB fez as ameaças por ser contra a entrega de um título de Cidadão de Salvador ao pastor que está programada para acontecer no dia 27 de setembro e foi proposta pelo vereador Heber Santana (PSC).

“Eu não tenho medo deles e vou estar aí para receber meu título. Estou só esperando as eleições passarem”, afirmou Silas Malafaia. “Eu estou gostando dessa polêmica. Vai ficar provado quem são os verdadeiros intolerantes, quem é que não suporta crítica”, completou.

O fundador do grupo GGB, Luiz Mott, alega que o pastor Silas não prestou serviços relevantes à sociedade e o considera o “maior inimigo dos LGBTs do Brasil”.

O grupo recebeu o apoio do deputado federal Jean Wyllys e da Comissão de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (AOB).


Eu acho que uma pessoa que propaga o ódio aos gays, como é o caso do pastor Silas Malafaia, não merece receber qualquer título de cidadão de nenhuma cidade do Brasil. Mas se ele vai receber, é porque um vereador, eleito pelo povo, teve essa ideia. Deixa ele receber em paz!

 O que temos que ter é atenção na hora de eleger alguém: ele recebe apoio de fundamentalista? quais são suas propostas para os LGBTs?. 

Além disso, muitos LGBTs precisam estar conscientes de quem são de verdade. Leio muitos escrevendo “homossexualismo” e “opção sexual”. Procurem se informar, para ter argumento suficiente contra os homofóbicos. Procurem no Google, leiam livros. E sempre que algum fundamentalista fizer uma cagada, espalhe pelas redes sociais.


Informação e educação são as melhores armas contra os homofóbicos. E devemos, também, pressionar o Congresso, para que o PLC 122 seja aprovado. É preciso que a homofobia se equipare ao racismo. Isso calaria a boca de muita gente, feito o Malafaia. Assim como um racista não pode falar dos negros, um homofóbico não poderá falar dos gays.


LGBTs prometem tirar a roupa na Bahia contra Silas Malfaria Resposta


Fundador do GGB (Grupo Gay da Bahia), Luiz Mott, disse que se até o dia 27 de setembro, data marcada para concessão do Título de Cidadão de Salvador ao pastor Silas Malafaia, líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, a proposta não for invalidada pela Câmara Municipal, os membros LGBT vão tirar a roupa em protesto na frente do parlamento

Em entrevista ao site Bahia Notícias, o fundador do GGB (Grupo Gay da Bahia), Luiz Mott, disse que se até o dia 27 de setembro, data da solenidade, a proposta não for invalidada pela Câmara Municipal, os membros LGBT vão tirar a roupa em protesto na frente do parlamento.

“A manifestação com o nudismo é a última tentativa do movimento LGBT baiano contra o acinte de se conceder uma honraria desta ao maior inimigo dos LGBTs do Brasil”, afirmou Mott. O fundador do GGB disse ainda que o grupo pretende intensificar as manifestações até a data da honraria. “Antes, vamos tentar impugnar a titulação, já que o regimento da Câmara exige relevantes serviços prestados à cidade, o que não aconteceu com ele (Malafaia)”.

O presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, com o consentimento de todas as 257 organizações que integram a associação, enviou ofício à Câmara Municipal solicitando a retirada do projeto.

Sob o argumento de que faz parte do Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas, a ABGLT se diz na missão de “promover ações que garantam a cidadania e os direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, contribuindo para a construção de uma sociedade democrática, na qual nenhuma pessoa seja submetida a quaisquer formas de discriminação, coerção e violência, em razão de suas orientações sexuais e identidades de gênero”.

A ABGLT argumenta que o título a Silas Malafaia contrariaria essa diretriz, pelo fato de o pastor ter feito declarações no programa televisivo “Vitória em Cristo”, em seu site na internet e em audiências públicas na Câmara dos Deputados, consideradas ofensivas aos gays.

Citam entre elas: “a homossexualidade é uma rebelião consciente contra o que Deus estabeleceu na Criação” e “Se toda prática deturpada, pecaminosa, imoral for legalizada, onde vai parar a nossa sociedade? Se a sociedade legalizar suas aberrações, ela se destruirá. Um erro moral nunca pode ser um direito civil”.

Beleza a ABGLT e o GGB têm toda a razão e o direito de protestar contra a concessão do título de Cidadão de Salvador ao pastor fundamentalista Silas Malafaia. Mas o Luiz Mott chamou Claudia Leitte para ser madrinha da Parada Gay deste ano, em Salvador. É um pouco contraditório.

Silas Malafaia sobre Parada Gay: “Ativistas inflavam os números para pressionarem a sociedade por privilégios” Resposta

Silas Malafaia
O público presente na última edição da Parada Gay em São Paulo, realizada no último domingo, 10, na Avenida Paulista foi abaixo do pretendido pelos organizadores do evento, e provocou manifestações de evangélicos fundamentalistas, que contestavam os números divulgados nas edições anteriores.
O instituto de pesquisa Datafolha, que realizou a medição dos participantes do evento, divulgou que a Parada Gay atraiu apenas 270 mil pessoas, aproximadamente 7% do número que a organização almejava, 3,5 milhões de pessoas.
O pastor Silas Malafaia afirmou em seu site que a organização do evento sempre exagerou na quantidade de pessoas presentes na Parada Gay: “Há muito tempo eu sei que os ativistas gays inflam os números para pressionarem a sociedade e os políticos, afim de que seus privilégios sejam estabelecidos”, e emendou dizendo que “De agora em diante não dá mais para mentir. A verdade está aí, nua, crua e patente”.

Julio Severo 
O blogueiro homofóbico Julio Severo publicou a notícia sobre a baixa quantidade de participantes do evento e afirmou que “sem dinheiro de patrocinadores e do governo, a farra murcha”, referindo-se ao orçamento da Parada Gay, que esse ano, foi inferior aos anteriores.
Severo disse ainda que “meios de comunicação sérios já vinham apontando, desde 2007, que atribuir milhões de participantes à parada gay de São Paulo era um inchamento impraticável”.
Guerra de números
A estimativa de público da Parada Gay deste ano, realizada no domingo na Avenida Paulista, virou uma guerra de números. Organizadores do evento informaram ontem que foram 4,5 milhões de participantes, das 12h às 18h. O total é 16,6 vezes maior que o estimado pelo Datafolha Instituto de Pesquisas, que calculou 270 mil. Já o Metrô divulgou que, das 11h às 19h, 72 mil pessoas cruzaram as catracas das estações da Linha 2-Verde, que servem a região.
“Para mim, essa é uma estimativa bastante equivocada”, afirmou Fernando Quaresma, presidente da Parada, referindo-se à contagem do Datafolha. Sua justificativa é que, de cima do trio elétrico, ele conseguia ver “a Paulista e a Consolação repletas de gente”. Segundo o Datafolha, porém, só 65 mil pessoas realizaram todo o percurso da Parada.
No domingo, a organização havia dito que não faria nenhuma estimativa neste ano. Ontem, para justificar o número estimado por Quaresma, informou que, além da Paulista, costuma contabilizar participantes em vias próximas, como as Ruas Vergueiro, Frei Caneca e Maria Antonia.
A Polícia Militar não divulgou estimativa de público. Informou apenas que deixaria a informação a cargo da organização e não contestaria o Datafolha. “Havia bem menos gente que em 2011 (4 milhões, segundo organizadores)”, palpitou coronel Marcelo Prado. Desde 2006, quando anunciou 2,5 milhões de participantes, a Parada Gay de São Paulo é considerada a maior do mundo.

Com informações de “Veja” e “Gnotícias”

Associação de ex gays presidida por ex travesti, defende declarações homofóbicas de Silas Malafaia 1

Joide Miranda, presidente da Associação de ex gays
quando ainda era um travesti. (Reprodução)
Sim, existe uma associação de pessoas que se dizem ex-homossexuais. A ¨ABEXLGBTT¨, Associação Brasileira de Ex Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Trangêneros, é presidida pelo ex-travesti Joide Miranda. Em seu blog pessoal, Joide se entitula ¨(De)Novo Homem, e faz críticas massivas ao PLC-122 e ao kit anti-homofobia nas escolas. 

Depois de ter sido travesti por anos, e ter vivido uma vida de prostituição e drogas, hoje Joide é casado e diz que Deus lhe libertou. Agora, a ABEX lançou uma nota em que presta total apoio ao Pastor Silas Malafaia e condena o que chama de ¨perseguição contra qualquer pessoa que pacíficamente se posicione contra a homossexualidade¨. 
Joide Miranda (Reprodução)
A nota de repúdio foi direcionada ao Procurador Federal Jefferson Aparecido Dias, que condenou a atitude de Silas Malafaia e exigiu uma retratação pública quando o mesmo fez afirmações homofóbicas em seu programa de TV, também abriu um processo disciplinar contra o procurador para que ele explique os motivos que o levou a considerar as afirmações de Silas Malafaia, homofóbicas. 
Leia a nota de repúdio oficial na íntegra, assinada por Joide Miranda e pelo Dr. Matheus Sather, no dia 10 de Março em Brasília:
Nesse sentido, declara que está tomando as devidas medidas legais junto ao Conselho Nacional do Ministério Público para dar início a um pedido de abertura de processo administrativo disciplinar em relação à atuação do procurador Jefferson Aparecido Dias para que explique na ótica do direito positivo pátrio de onde tirou a tipificação alienígena de “declaração homofóbica” em relação a fala do pastor Malafaia.
Por fim, vem declarar com profundo pesar que é extremamente preocupante uma autoridade da República Federativa Brasileira, livre e democrática, estar aparentemente utilizando um órgão tão estimado como o Ministério Público para atuar em prol de um pequeno grupo intolerante e que não aceita as diferenças de opiniões com relação a homossexualidade.
O que nos parece é que uma doutrinação totalitária da sociedade brasileira está aos poucos tentando ser implementada. Mas que com a atuação de homens de coragem, que não temem a própria morte e não se curvam frente ao mal, não evitarão esforços para impedir que tal doutrinação sem base racional e científica venha a ocorrer.

Pastor Silas Malafaia anuncia que apresentará programa especial com “denuncias graves contra a ditadura gay” Resposta

Silas Malafaia (Reprodução)
O pastor Silas Malafaia anunciou que dedicará uma edição do programa Vitória em Cristo para fazer denúncias ligadas ao ativismo homossexual e ao que chamou de “ditadura gay”.

Silas Malafaia tem sido um dos principais opositores dos projetos de lei e ações tomadas por ativistas gays que visam punir pessoas que pensem e opinem de forma diferente dos anseios dessa parcela da população.
Segundo informações do site Verdade Gospel, Silas Malafaia classificou o programa como “imperdível” e disse que as informações que divulgará são extremamente importantes.
Dirigindo aos evangélicos e católicos, Malafaia afirmou que a “ditadura gay” quer fazer com que opositores a seus princípios sejam calados e convocou os fiéis a divulgarem nas redes sociais a veiculação das denúncias em seu programa, que irá ao ar no dia 07/04: “Será um programa esclarecedor tanto para os evangélicos como para os católicos praticantes. Querem a todo custo calar a voz do povo de Deus”.

Silas Malafaia é alvo de uma ação do Ministério Público, que quer que o pastor conceda direito de resposta aos ativistas gays e se retrate com relação às suas declarações de protesto contra atitudes de participantes da Parada Gay, que segundo ele, teriam profanados símbolos católicos durante o evento. Na ocasião, Malafaia afirmou que a Igreja Católica deveria “entrar de pau em cima desses caras” e “baixar o porrete” em reação à manifestação durante a Parada Gay.

* Com informações do Gospel Mais.

PRDC quer que programa evangélico exibido pela Band veicule retratação por comentários homofóbicos Resposta


Pastor Silas Malafaia defendeu “baixar o porrete” em participantes da Parada Gay; retratação deve ter, pelo menos, o dobro do tempo usado no comentário preconceituoso

A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo quer que o programa “Vitória em Cristo”, exibido pela Rede Bandeirantes, veicule uma retratação pelos comentários homofóbicos feitos pelo pastor Silas Malafaia, no programa de 02 de julho de 2011. Utilizando gírias de baixo calão, o pastor defendeu “baixar o porrete” e “entrar de pau” contra integrantes da Parada Gay. A retratação deverá ter, no mínimo, o dobro do tempo utilizado nos comentários preconceituosos. A ação foi proposta hoje e tramitará em uma das varas cíveis da Justiça Federal de São Paulo.
“Os caras na Parada Gay ridicularizaram símbolos da Igreja Católica e ninguém fala nada. É pra Igreja Católica ‘entrar de pau’ em cima desses caras, sabe? ‘Baixar o porrete’ em cima pra esses caras aprender (sic). É uma vergonha”, afirmou o pastor evangélico, durante o programa. A associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais protocolou reclamação no Ministério Público Federal, o que motivou a abertura, pela PRDC, de um inquérito civil público para apurar o caso.
No curso do inquérito, Malafaia explicou à PRDC que tinha feito uma “crítica severa a determinadas atitudes de determinadas pessoas desse segmento social, acrescida também de reflexão e crítica sobre a ausência de posicionamento adequado por parte das pessoas atingidas”. E defendeu que as expressões “baixar o porrete” ou “entrar de pau” significam “formular críticas, tomar providências legais”.
Para o Procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, as gírias têm claro conteúdo homofóbico, por incitar a violência em relação aos homossexuais. “Mais do que expressar uma opinião, as palavras do réu em programa veiculado em rede nacional configuram um discurso de ódio, não condizente com as funções constitucionais da comunicação social”, disse.
Durante o inquérito, Silas Malafaia pediu a seus fiéis, através do site “Verdade Gospel”, que enviassem e-mails em sua defesa ao procurador da República responsável pelo caso. Centenas de e-mails e correspondências foram, então, enviados ao gabinete de Dias. “Da mesma forma que seus seguidores atenderam prontamente o seu apelo para o envio de tais e-mails, o que poderá acontecer se eles decidirem, literalmente, “entrar de pau” ou “baixar o porrete” em homossexuais?”, questiona o procurador.
Dias afirma que, como líder religioso, Malafaia é formador de opiniões e moderador de costumes. “Ainda que sua crença não coadune com a prática homossexual, incitar a violência ou o desrespeito a homossexuais extrapola seus direitos de livre expressão”, argumentou. Por isso, a importância da retratação de seus comentários homofóbicos diante de seus telespectadores, além da abstenção de veicular novas mensagens homofóbicas.
A ação também é movida contra a TV Bandeirantes, a quem cabe evitar que outras mensagens homofóbicas sejam exibidas, além de veicular a retratação pedida pela PRDC. “A emissora é uma concessionária do serviço público federal de radiofusão de sons e imagens e deve compatibilizar sua atuação com preceitos fundamentais como o direito à honra e à não discriminação”, defende a ação.
“Ainda que haja a liberdade de culto e a liberdade de expressão, também previstas na Constituição Federal, a manifestação do pensamento não pode ser utilizada como justificativa para ofensa de direitos fundamentais alheios”, afirma o procurador.
A PRDC pede que seja concedida liminar para que Silas e Band sejam obrigados a se abster de exibir novas agressões verbais. Ao final da ação, uma vez condenados o pastor e a emissora, o MPF requer que o programa evangélico e a emissora sejam condenados a exibir, imediatamente, a retratação. 
Dias lembra que a TV está presente em pelo menos 90,3% dos municípios brasileiros. “Trata-se de número enorme de pessoas expostas ou passíveis de exposição a manifestações de cunho homofóbico ou que incitem a violência de homossexuais”, afirma. Para ele, a demora judicial pode permitir que o réu continue “propagando tais mensagens, atentando continuamente contra direitos fundamentais de homossexuais”.
A ação também pede que a União seja condenada a, por meio da Secretaria de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, fiscalizar a referida exibição.
*Informações da Procuradoria da República em São Paulo.

Petistas manifestam apoio à criminalização da homofobia em congresso Resposta

O projeto de Lei que criminaliza a homofobia no Brasil ganhou apoio no 4º Congresso Extraordinário do PT, realizado em Brasília durante o fim de semana. Os delegados presentes aprovaram uma moção de apoio ao PLC 122/06, já aprovado pela Câmara dos Deputados e em tramitação no Senado.

O projeto, que tem como relatora a senadora Marta Suplicy (PT-SP), na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), define penas de prisão para diversas situações consideradas discriminatórias. Ele tramita no Congresso Nacional há dez anos e não há consenso sobre ele. Os defensores afirmam que sua aprovação ajudará a reduzir a violência e a discriminação contra homossexuais. Os que se opõem argumentam que ele restringirá as liberdades de expressão e de culto.
O texto havia sido arquivado com o fim da última legislatura em janeiro de 2011, mas foi desarquivado, após ter ganho diversas assinaturas necessárias para que a matéria voltasse a tramitar no Senado.
O projeto em exame na CDH é um substitutivo aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). O texto também terá que passar pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) antes de ir ao Plenário. Caso aprovado pelo Senado, a proposta volta à Câmara, por ter sido modificada.
O novo texto tem o PLC 122 como base e está sendo relatado em conjunto com o senador Marcelo Crivela (PRB-RJ) e a Associação LGBT. A minuta foi entregue à Frente Parlamentar LGBT e a outras entidades ligadas ao movimento, que contribuíram com 62 sugestões de emendas.

Na teoria, tudo muito lindo, mas na prática, o governo da presidenta Dilma Rousseff continua se mostrando conservador, como no lamentável episódio da suspensão do Kit Escola sem homofobia. Na prática, tanto governo, quanto oposição são, em grande parte, contra o PLC 122. Caso contrário, já teria sido aprovado, já que o argumento que fere a liberdade de expressão é inconsistente. 

Não existe liberdade de expressão para discriminar negros e judeus, por exemplo. Não faz sentido que igrejas – algumas, pois temos, por exemplo, além de diversas igrejas cristãs inclusivas, o movimento Diversidade Católica, então não dá para generalizar – continuem discriminando e disseminando o ódio impunimente. Até quando lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais terão que suportar aberrações como a entrevista com Silas Malafaia na revista “Piauí”? Já passa da hora de nos conscientizarmos, para votarmos melhor nas próximas eleições!


Com informações do portal Vermelho

Quase 200 mil pessoas protestam contra o PLC 122/06 no Centro do Rio de Janeiro 2

Milhares de pessoas participaram, neste sábado, na cidade do Rio de Janeiro, da Marcha para Jesus, evento organizado por pastores de igrejas evangélicas. A caminhada teve início às 13h, e reuniu cerca de dez trios elétricos. Os participantes seguiram em direção à Cinelândia, onde um palco foi montado para a apresentação de mais de 20 atrações gospel.

De acordo com o presidente do Conselho de Ministros do Estado do Rio de Janeiro, Pastor Marcos Gregório, o objetivo da marcha é proclamar as palavras de Deus e continuar a luta contra a PL 122/06. Os participantes exibiram diversas faixas, algumas delas criticando o projeto de lei que criminaliza a discriminação contra os homossexuais.

Presente no primeiro trio elétrico, o pastor Silas Malafaia gritava palavras de ordem aos fiéis: “A PL 122 é inconstitucional”.

Pitty afirma que Malafaia e Bolsonaro deveriam ser presos por crime contra a humanidade Resposta


Em entrevista para o portal UOL a cantora Pitty falou sobre diversos assuntos, como seu novo trabalho, sexualidade, política e se mostrou irritada com a ligação da religião com a política, além de afirmar que o Pastor Silas Malafaia e o deputado Jair Bolsonaro deveriam ser presos por crimes contra a humanidade.

Pitty também se mostrou indignada com a proibição do kit Escola sem Homofobia feito pela presidenta Dilma Rousseff, “me sinto no século passado. Política não tem que ter vínculo com religião, somos um país laico, não há o menor sentindo envolver religião em uma discussão como essa”. Para a cantora o Brasil é um país atrasado e arcaico em questões sobre homossexualidade.

Quando perguntada sobre a posição do deputado Jair Bolsonaro e do Pastor Silas Malafaia sobre a homossexualidade a cantora foi enfática: “Esses caras deveriam ser depostos dos seus cargos e julgados por crimes contra a humanidade. Preconceito é crime!”, Pitty se mostrou a favor da criminalização da homofobia: “Ainda não criminalizaram a homofobia, mas eu considero um crime”, mas ponderou: “Gostaria mesmo é que essa lei não precisasse existir, queria que as pessoas tomassem consciência por si só.”

A roqueira também comemorou o reconhecimento da união homoafetiva estável pelo Supremo Tribunal Federal (STF), além de afirmar que não deveria haver qualquer ligação entre a políticos e religião: “Vivemos em um país laico e não acho certo poder eleger um candidato que representa uma doutrina. […] Eu acho que uma coisa que prega o respeito e o amor ao próximo não pode, ao mesmo tempo, pregar o preconceito e o racismo. Por isso religião e política não podem andar lado a lado”, acredita a cantora que afirma ter tentado seguir algumas religiões, mas “todas as vezes que tentei seguir me deparei com os dogmas e não consigo seguir em frente”.

Parlamentares fundamentalistas pedem agilidade para projeto contra união estável homoafetiva 1


Manifestantes ligados a movimentos religiosos também querem a rejeição de projeto que criminaliza a homofobia. Foto de Gustavo Lima.
O coordenador da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), deputados e senadores que compõem a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Família e o pastor da Igreja de Cristo Silas Malafaia pediram à Mesa Diretora da Câmara agilidade na análise do Projeto de Decreto Legislativo 224/11, que susta a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em favor da união estável homoafetiva.
Eles foram recebidos nesta quarta-feira (01/06) pelo 2º vice-presidente da Câmara, deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), e também pediram a realização de uma comissão geral para discutir o ativismo judicial do STF. Os parlamentares participaram de uma manifestação organizada por Silas Malafaia que reuniu milhares de pessoas em frente ao Congresso contra o projeto que criminaliza a homofobia (PLC 122/06, em tramitação no Senado).

Homofobia

A intenção do encontro, segundo João Campos, é mostrar para o Parlamento a contrariedade em relação ao texto, que pode criminalizar a atuação de líderes religiosos contrários à homossexualidade. “Nós queremos consolidar, junto à sociedade, o entendimento de que esse projeto é inconstitucional, é uma aberração que ofende princípios fundamentais da democracia, como livre expressão, inviolabilidade do pensamento e liberdade de crença”, esclareceu o deputado.

A proposta está em análise no Senado e os parlamentares discutem a possibilidade de apoiar um texto alternativo sugerido pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ). “Eu ainda não li o texto do Crivella, mas pela experiência que ele tem no meio evangélico, eu penso que deve ser um bom texto e a frente deve aprová-lo”, disse o líder do PR, deputado Lincoln Portela (MG).

O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) ressaltou que foram entregues ao presidente do Senado, José Sarney, mais de um milhão de assinaturas contrárias ao projeto. “É a manifestação da sociedade brasileira, do povo, que quer a família da forma que Deus criou”, disse o deputado, que criticou o reconhecimento, pelo STF, da união homoafetiva.
*Informações Agência Câmara

Procuradora instaura inquérito contra Silas Malafaia por homofobia 1

Cartaz com conteúdo homofóbico,
espalhado pelo estado do Rio de Janeiro, pelo pastor Malafaia,
pichado por ativistas gays
Quando pensamos em religião, pensamos em respeito, tolerância, amor, correto? Pelo menos assim deveria ser. Entretanto, sabemos que muitas pessoas usam a religião para pregar o ódio, a intolerância e até mesmo justificam inúmeros atos de violência em nome de um suposto deus. Pois bem, no início de fevereiro, a procuradora da República, Ana Carolina Araújo Roman, instaurou um inquérito contra o pastor Silas Malafaia, uma das maiores lideranças da Assembleia de Deus, por homofobia. Homofobia, aliás, em uma audiência pública na Câmara dos Deputados, na qual se discutiu o chamado Estatuto das Família.
O encontro realizado em maio de 2010, foi marcado para discutir mudanças no Direito de Família. Malafaia fez um discurso contrário à união homoafetiva. Na sessão, o pastor chegou a dizer que se fosse concordar com a união civil entre homossexuais, deveria concordar também com a liberação da zoofilia e da necrofilia.
Veja o que disse o pastor:
Fico particularmente feliz, ao noticiar que um inquérito foi instaurado contra este senhor, sobretudo quando lembro que o Rio de Janeiro foi emporcalhado por cartazes atacando os homossexuais, durante a campanha eleitoral. Campanha em que o pastor Malafaia apoiou o candidato derrotado José Serra.
É bom lembrar que a Câmara dos Deputados já foi palco de outros discursos homofóbicos. Por exemplo, em dezembro de 2010, o deputado Jair Bolsonaro usou a tribuna da Câmara dos Deputados para agredir os homossexuais. Mas ele tem imunidade parlamentar, então, de lá, pode dizer o que quiser. Se bem que, depois da eleição do deputado Jean Wyllys, dificilmente qualquer ataque contra os LGBT (lésbica, gay, bissexual e transexual) ficará sem resposta.