Emissora de TV coloca câmera escondida e põe filho assumindo ser transexual para a mãe. Veja a reação das pessoas: Resposta

Um adolescente assume para a mãe sobre a necessidade que ele sente em mudar de sexo. A mãe reage contra a essa decisão, não apóia o filho. Os dois discutem dentro de um restaurante e as pessoas ao redor prestama tenção na conversa. 

O menino e a mãe são dois atores contratados pela rede de TV americana ABC, e toda a conversa é gravada para o progama ¨What Would You Do?¨ (¨O que você faria?¨, em tradução livre).
O programa foi ao ar na semana passada e mostra a reação das pessoas que dão total apoio ao jovem e tentam educar a mãe para que ela entenda melhor a condição de seu filho. Um dos casais, inclusive, faziam parte de uma assoicação da Flórida em defesa de gays, lésbicas e transexuais. A interessante coinscidência do casal no restaurante, os levou a conversar com a suposta mãe e tentar mostrar um caminho de entendimento para que ela pudesse entender seu filho, que queria mudar de sexo.
Assista ao vídeo em inglês do programa:


Para a Rede Globo, gays só servem para ser piada. Emissora veta abordagem homossexual em Insensato Coração. Resposta

Crime homofóbico pode. Amor entre gays não pode! Essa é a Globo. 

Chamados para uma reunião com o diretor geral de entretenimento da Rede Globo, Manoel Martins, os autores da novela Insensato Coração, Gilberto Braga e Ricardo Linhares, foram proibidos de continuar abordando a homofobia na novela, e inclusive de defender a lei que criminaliza a homofobia. 

Manoel Martins pediu que o romance entre Eduardo e Hugo, personagens vividos por Rodrigo Andrade e Marcos Damingo, respectivamente, fosse esfriado na trama. 

Em nota, a Rede Globo informou que ¨a televisão é um veículo de massa que precisa contemplar todos os seus públicos e faz parte do papel da direção zelar para que isso aconteça¨. 

O interessante é que o assassinato de um jovem gay cometido por um homofóbico não foi tema da reunião. A cena continua, os ataques homofóbicos continuam, mas o amor e a relação entre dois homens não pode continuar. 

Acho que está chegando a hora de fazer um boicote também na emissora hipócrita que é a Rede Globo. A intenção dos autores foi a melhor possível, inclusive sempre é. Mas a alta direção da emissora sempre vem e corta a possibilidade de fazer com que esse país evolua. Principalmente por ser a televisão um veículo de massa, formadora de opiniões, é que ela tem a obrigação de ajudar na evolução da sociedade, de mostrar os caminhos que levam à uma sociedade mais igualitária e melhor. 

Quem iria imaginar que em pleno ano de 2011, um simples beijo gay seria causa de CENSURA na televisão? O mundo gay está na nossa cara o tempo todo, nos jornais, em programas de humor (fazendo dos gays motivo de piada), nas rádios, na internet. Os gays estão nas ruas, em paradas gays que levam 4 milhões de pessoas para uma das avenidas mais importantes do país. E agora qual o motivo de essas emissoras criarem essa polêmica toda em torno de algo que todo mundo já está cansado de saber que existe há muito tempo? 

A emissora tida como poderosa, justifica essas atitudes colocando a culpa no telespectador que, segundo ela, NUNCA ESTÁ PREPARADO para ver tal cena. E pelo visto, se depender da Rede Globo, nunca vai estar. 

Uma vergonha ver que ao invés de estimular o pensamento e contribuir para uma convivência melhor entre as diferenças, o que a televisão está fazendo a cada dia, é alienar a população, e mostrar que gay só serve para ser piada nos humorísticos ou mortos por homofóbicos.

Mais de cem homossexuais são presos por realizarem festa ¨depravada e decadente¨, em Bahrein Resposta

Cerca de centro e vinte pessoas, em sua maioria homossexuais, foram presos na cidade de Manama, em Bahrein, por causa da realização de uma festa tida como ¨depravada e decadente¨.

Os organizadores alugaram um centro esportivo de Al Hidd, uma aldeia conservadora na ilha de Muharraq, no norte de Bahrain, e realizaram uma festa que trouxe vários homens gays dos países do Golfo Pérsico.
A maioria dos gays tinham entre 18 e 30 anos. Os vizinhos reclamaram do barulho noturno que vinha da festa e alertaram a polícia, que enviou uma patrulha para verificar as reivindicações dos moradores. Um agente disfarçado pagou 20 dinares e entrou na festa, onde viu dezenas de travestis bebendo e fumando narguile. Outras patrulhas foram chamadas e mais de cem pessoas foram presas.
As investigações iniciais revelam que os gays eram cidadãos do Golfo, que foram para Bahrein por causa da festa e pessoas que já viviam lá. Os organizadores foram presos separadamente. Os responsáveis pelo clube disseram que vão analisar o caso.
A homossexualidade é proibida em Bahrein, como nos outros cinco países do Conselho de Cooperação do Golfo (Omã, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Qatar e Kuwait), e os estrangeiros presos por conta das atividades homossexuais são deportados após cumprirem penas de prisão.

Peru: Candidatos à Presidência discutem o casamento gay Resposta

Susana Villarán: Prefeita de Lima contou com apoio fundamental dos gays
Com pouco mais de dois meses para as eleições presidenciais no Peru, candidatos dedicam a atenção deles para uma preocupação social que não tem sido uma questão muito discutida no centro da política nacional. 

O foco na casamento do mesmo sexo vem, principalmente, depois dos comentários depreciativos feitos em 24 de janeiro pelo Bispo da cidade de Chimbote, Luis Bambaren, que foram dirigidos à comunidade LGBT, como por exemplo, afirmando que a discussão sobre ¨coisas inúteis como o casamento gay¨ foi uma manobra política para angariar mais votos. 
Atualmente na liderança da pesquisa, o ex presidente do Peru, Alejandro Toledo, do partido Peru Posible, fez declarações sugerindo que ele está aberto às uniões civis e de trabalho “em direção a uma sociedade inclusiva.” Tanto o candidato Pedro Pablo Kuczynski do partido Alianza por el Gran Cambio como o candidato Keiko Fujimori da Fuerza 2011, declararam ser a favor das uniões civis. 
Segundo pesquisas, Toledo está na liderança por apenas alguns pontos percentuais sobre Luis Castañeda, do partido Solidaridad Nacional e Keiko Fujimori em terceiro lugar. Declarações semelhantes foram feitas por Manuel Rodríguez Cuadros, do partido Fuerza Social. Cuadros declarou que ele é a favor da reforma das leis do Peru para permitir casamentos do mesmo sexo. 
Porém, outros candidatos não foram muito longe. Catañeda, por exemplo, classificou a pretensão de mudar a legislação vigente para permitir uniões do mesmo sexo como ¨uma idéia louca¨.
Analistas políticos sugerem que o voto gay no Peru desempenhou um papel fundamental na recente eleição de Susana Villarán como prefeita de Lima, e assim passaram a desempenhar um papel semelhante na eleição presidencial. Segundo Fernando Vivas da BBC Mundo, o papel crescente do voto gay no Peru tem ajudado a elevar o questão dos direitos dos gays e outros tópicos como a erradicação do analfabetismo e da pobreza no debate eleitoral.

Gay Friendly: Conheça as marcas amigáveis aos homossexuais Resposta

C&A: A marca mais citada por ser gay friendly (Foto: Reprodução)
Pesquisa indica que um a cada dois brasileiros considera importante que as empresas adotem postura afirmativa em relação à homossexualidade.

Um a cada dois brasileiros considera importante que as marcas sejam amigáveis aos homossexuais. É o que indica um estudo feito pela Market Analysis. Segundo o levantamento, no entanto, apenas um entre 10 entrevistados afirmaram conhecer marcas com atitudes positivas em relação ao público homossexual. Entre as empresas mais citadas aparecem, principalmente, as de cosméticos e moda, como C&A, Riachuello e Johnson & Johnson.

O destaque da pesquisa é a necessidade de uma posição afirmativa em relação ao público homossexual por parte das marcas, assim como a compreensão de que estes não são consumidores marginais e que merecem atenção. Por outro lado, é importante evitar exageros para não errar a dose.

Cada vez mais, as empresas devem dar uma atenção maior a produtos e serviços que sejam adequados a homossexuais, o que não significa, necessariamente, o desenvolvimento de uma linha específica. O importante é que a marca como um todo transpareça o posicionamento de tolerância em relação à homofobia.

Clientes respondem por 15% do consumo

Só assim as companhias entenderão o potencial deste mercado. A estimativa da Market Analysis é de que estes clientes respondam por uma fatia de 15% do mercado de consumo e a maioria pertença às classes A e B. “Ainda é um nicho, mas o poder de compra desses 15% é bem superior ao de outros 15% quaisquer da população”, explica Fabián Echegary, Diretor da Market Analysis, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A primeira edição da pesquisa sobre marcas “Gay Friendly” teve como objetivo entender a necessidade de uma orientação específica para despertar a compreensão sobre a oportunidade existente com foco nestes consumidores. O levantamento faz parte do Estudo sobre Sociedade e Tolerância, realizado pela Market Analysis, que entrevistou 800 pessoas, entre 18 e 69 anos, residentes em nove capitais brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia e Brasília).

Dos entrevistados, metade (50%) afirmou que é importante que as marcas que gostam sejam amigáveis aos homossexuais, enquanto 54% disseram ser necessária a existência de produtos e serviços com esta orientação. Apenas 9% dos pesquisados, no entanto, disseram conhecer empresas que tivessem uma postura afirmativa em relação ao tema.

C&A é a mais lembrada

Entre as marcas citadas, a C&A foi o destaque, com 12,6%, por ter uma linha de roupas que é percebida como não exclusiva ao homossexual e também pelas ações sociais realizadas pelo Instituto C&A. Em seguida, aparecem Oi (5,3%), Riachuello (3,6%) e Johnson & Johnson (2%). A lista conta também com salões de beleza (4,7%), TV Globo (3,4%), call centers (3,2%) e hospitais (3%). Marcas de moda em geral também foram lembradas por 3,2% dos consumidores, assim como as de cosméticos (2,9%).

As marcas ligadas ao varejo de moda são as mais bem posicionadas. Este mercado, entretanto, deve estar na mira de outros segmentos. “O próprio setor de varejo alimentício poderia ter uma presença clara a partir de uma proposta que combine com conceitos de saúde, estilo de vida e abrace também a ideia de uma orientação sexual aberta”, acredita Echegary.

Outra surpresa do levantamento foi o fato de nenhuma empresa vinculada aos setores de turismo, entretenimento e lazer ter sido citada. Neste caso, a oportunidade de aproveitar o potencial de consumo é mais clara ainda. “Para serviços, em particular, fica muito mais fácil criar uma categoria que atenda ao setor. Há uma necessidade de um posicionamento claro. Já em relação aos produtos, não é necessário desenvolver uma linha específica”, ressalta o Diretor da Market Analysis.

Segmentos como o de cosméticos, por exemplo, já contam com produtos que atendem às necessidades destes consumidores. Para não errar o tom, é importante fugir do esteriótipo e do discurso de que a marca é orientada ao tema. “As empresas devem mostrar que abraçam diferentes estilos de vida ligados à natureza, à vida urbana, à cultura, sem precisar se declarar necessariamente como marca gay”, diz o executivo.

*Com informações do Mundo do Marketing

Ativistas criam campanha contra ¨estupro corretivo¨ na África do Sul Resposta

Milicent Gaika: espancada e estuprada para ser ¨curada¨ da homossexualidade
Foi lançada uma campanha com o intuito de acabar com a onda de estupros denominada ¨correção lésbica¨, na África do Sul.


A campanha foi lançada depois de Milicent Gaika, de 30 anos, ter afirmado que foi vítima de um estupro e espancada por cinco horas para que fosse ¨curada¨ do seu lesbianismo. O processo contra seu agressor foi adiado para fevereiro. 

Infelizmente, o caso de Gaika não é raro no país. Alarmante, o estupro corretivo ‘é um crime recorrente na África do Sul. Só em Cape Town, tem sido relatado mais de um estupro corretivo por dia, mas ninguém jamais foi condenado pelo crime. 

O estupro corretivo refere-se a noção de que as lésbicas podem, e devem, ser estupradas
para que se tornem heterossexuais e não é classificado como um crime de ódio na Africa do Sul. 

Geralmente, as maiores vítimas do estupro corretivo são as mulheres negras e pobres, no entanto, em 2008, uma ex jogadora da seleção feminina de futebol, Eudy Simelane, foi estuprada e morta. 


Agora, um grupo de ativistas está tentando acabar com o problema. O grupo fez um apelo ao Ministro da Justiça e conseguiu um enorme apoio com 140 mil assinaturas, que foi adicionado à petição. 

Por conta da reação de milhares de pessoas, o ministro se viu obrigado a fazer um pronunciamento nacional na televisão.

Ele afirmou que o estupro corretivo é uma coisa que deixa a todos muito preocupados e que ele está preparado para manter contato com a Comissão de Reforma das Leis da África do Sul, a fim de olhar mais para esta questão muito mais, porém nenhuma atitude foi tomada até o momento. 

A campanha ganhou o apoio de todo o mundo e a cantora americana Kelly Osbourne publicou esta semana, um link para a campanha em sua página no Twitter.

México ganha cerveja para gays Resposta

Empresários da cidade de Guadalajara, no centro-sul do México, lançaram as primeiras cervejas dedicadas à comunidade gay do país.

A “Salamandra” e a “Purple Hand” (mão púrpura, em tradução literal), da fabricante Minerva, são totalmente orgânicas, produzidas com malte e mel. Por enquanto, só 500 caixas foram fabricadas e já estão esgotadas. Os fabricantes afirmam que a procura é grande até em outros países, como Argentina, Equador, Chile, Colômbia, Japão e Estados Unidos.
As cervejas Salamandra e Purple Hand são totalmente orgânicas. A Minerva pretende, no entanto, primeiro atender o mercado doméstico.
O diretor criativo da empresa, Dario Rodriguez Wyler, afirmou que a empresa foi criticada “por não incluir heterossexuais no público-alvo”.
“Os produtos são totalmente direcionados à comunidade gay e lésbica. Nunca tivemos a intenção de que os chamados “bugas”, como são chamados os heterossexuais, bebessem o produto.”
A Minerva calcula que o mercado homossexual da Cidade do México, Riviera Maya (região mexicana da costa do Mar do Caribe) e de Puerto Vallarta (cidade na costa do Pacífico) movimente cerca de US$ 8 bilhões. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
*Com informações do Estadão

Alunos transexuais e travestis podem escolher nome que vão usar na USP Resposta

Decreto visa diminuir preconceito e prevê adoção de nome social em órgãos públicos.

A USP (Universidade de São Paulo) aprovou uma regra que permite que alunos transexuais e travestis possam escolher o nome que querem usar nos registros da instituição.
Na prática, isso vai permitir que eles adotem nomes femininos ao invés dos masculinos, com o qual não se identificam, ou vice-versa (no caso de transexual nascido no sexo feminino).
A mudança cumpre um decreto do Estado de São Paulo, assinado em 17 de março de 2010 pelo ex-governador José Serra.
A legislação, de número 55.588/10, diz que todos os órgãos de administração estadual direta ou indireta devem tratar os funcionários “trans” (travestis e transexuais) pelo nome social, ou seja, o nome pelo qual ele se identifica.
Inicialmente, o registro vai valer para os diplomas fornecidos pela USP. No futuro, a ideia é que o uso do nome social seja permitido também em sala de aula, nas listas de chamada e no vestibular.
Toni Reis, presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), afirma que medidas como essa ajudam a diminuir o número de faltas e o abandono escolar dessa parcela da população.
– Um dos grandes problemas nas escolas é o desrespeito com a identidade do aluno, mais até do que o desrespeito à opção sexual. Normalmente os gays são vítimas de piada e chacota no ambiente escolar. Os “trans” [sofrem] mais ainda, e vários acabam abandonando os estudos. A maioria acaba vendo na prostituição a única alternativa de trabalho.
A nova regra segue o exemplo de colégios, hospitais, secretarias e outros órgãos do governo paulista. Normas similares, de uso do nome social por transexuais e travestis (os chamados “trans”), já valem para escolas de 14 Estados – Pará, Goiás, Paraná, Alagoas, Piauí, Santa Catarina e Pernambuco, entre outros. Maranhão foi o último a aderir. 
Os “trans” que trabalham em órgãos federais também têm o direito garantido de usar o nome social – uma portaria do Ministério do Planejamento regulamentou a decisão.
Ódio contra gays
Em 2010, a USP (considerada a melhor do Brasil por rankings internacionais) viveu polêmicas ligadas a homofobia e ódio contra gays. Um jornal produzido por estudantes continha piadas que incitavam outros universitários a jogar fezes em homossexuais.
Em outubro, um casal gay foi agredido durante uma festa organizada por alunos da USP. Henrique Peres, uma das vítimas, foi alvo de socos e chutes vindos de três agressores.
*Com informações de O Rio Branco

Revista gay da Índia provoca revolução Resposta


Quando os primeiros exemplares da revista gay “Fun” chegaram na banca em Nova Delhi, Ram Naresh, dono da banca, exibiu as revistas discretamente para evitar uma ofensa, mas os clientes têm esgotado as edições a cada mês.


A publicação lustrosa, lançada em julho do ano passado, combina fotos de modelos jovens posando apenas de cueca com artigos sobre o que vestir em um encontro, discute sobre problemas sexuais e os últimos lançamentos de carros. Naresh disse que sempre fica sem nenhum exemplar, e que pede mais revistas o tempo todo. 

Essa cultura homossexual continua a ser chocante para a maioria dos índianos, que muitas vezes tratam o assunto como um grande tabu. Mesmo indianos de alto nível social não são abertamente gays ou lésbicas, inclusive nos domínios do esporte, política ou entretenimento. O sexo gay foi legalizado em 2009 e o perfil dos homossexuais na Índia tende a aumentar à medida que o país rapidamente abraça muitos aspectos do estilo de vida ocidental. 

O sucesso da revista “Fun” contrasta com o de “Bombay Dost (Amigo de Bombay), a primeira revista gay da Índia, que sobreviveu por 12 anos a partir de 1990, mas fechou até um recente relançamento. Outros pequenos sinais da crescente importância da comunidade gay foi incluir personagens do mesmo sexo em cartões do dia dos namorados e o filme de Bollywood, ¨Dostana¨, em que uma mãe acolhe o suposto namorado de seu filho na casa dela. 


Existem hoje, pelo menos oito impressos e revistas on-line destinados a lésbicas e gays na Índia, incluindo a “Jiah” (Coração), uma publicação na Internet que Ápia Kumar, de 26 anos, começou no ano passado.

“Eu queria um meio de comunicação, não para que eu pudesse empurrar anúncios e vender 
batom “, disse Ápia. ¨As pessoas escrevem me pedindo para que eu as envie a revista. O anonimato da internet ajuda imensamente em fazer com que as pessoas se sintam seguras e 
parte de uma comunidade.¨

Jiah, que é composta por voluntários, fica longe de fotografias de nu e fantasias sexuais, e aposta na poesia e em guias de viagem gay-friendly. “Eu não quero incluir qualquer conteúdo visivelmente sexual, uma vez que temos bastante jovens leitores, quero que os pais deles também sejam capazes de ler¨, finalizou Kumar. 

Marchas do orgulho gay tornaram-se eventos anuais bem-humorados em várias cidades, mas Kumar disse que muitos de seus leitores vêm de cidades onde as pessoas conservadoras 
acreditam que a homossexualidade é uma doença. 

As páginas da moda de “Fun” dificilmente são material de campanha militante, mas Manvendra Singh Gohil, editor da revista, acredita que seu tom confidente também ajuda na causa da igualdade homossexual. 

“Revistas indianas sempre ostentaram o corpo feminino, agora é hora de exibir o corpo masculino “, disse Gohil, um descendente gay de uma família real no Oeste da Índia. “As coisas estão mudando gradualmente. Quando eu me assumi gay em 2006, minha família me deserdou. Hoje, eu vejo os pais juntos com seus filhos nas marchas do orgulho gay¨, finalizou.

Candidato a Presidente do Peru defende união civil de casais homossexuais Resposta

Depois que o Cardeal Juan Luis Cipriani disse que o debate sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo no Peru é “um erro”, o partido Peru Posible (PP) emitiu um comunicado reafirmando que seu compromisso de defender este tipo de união é uma questão que está em seu plano de governo. 

“Dadas as declarações de Cipriani, informamos que o Plano de Governo do PP inclui na sua proposta a união civil entre pessoas do mesmo sexo por um questão de princípio, que visa reconhecer os plenos direitos civis dos cidadãos e ser um passo entre muitos, para alcançar a inclusão social de todos os peruanos “, diz o documento. 
Além disso, o partido que nomeia Alejandro Toledo para presidente , disse que sua proposta significa que “o Estado vai reconhecer e conceder a proteção da segurança social e o direito de herança aos casais homossexuais.” 
No entanto, esclareceu que o partido não está propondo que se instaure no país o matrimônio gay, que é um conceito jurídico diferente.

Europeus elegem os 10 carros preferidos do público gay em 2010 Resposta

A European Gay Car, premiação que elege desde 2005 os carros mais gays da Europa, divulgou os vencedores de 2010. Concorreram os modelos que entraram no mercado de entre 1º de janeiro e 31 de dezembro do ano passado, comercializados na Europa. 

O resultado do que a European Gay Car chamou de uma “perseguição virtual selvagem entre Peugeot RCZ e Citroën DS3” foi a vitória do RCZ com 450 votos, apenas um de vantagem sobre o DS3.


O campeão Peugeot RCZ

Para os organizadores, o Peugeot mereceu. O carro, segundo eles, é sexy e viril, e a “traseira lembra os quadris de um atleta”. 

A votação é promovida pelo site Ledorga, voltado a entusiastas dos automóveis entre o público homossexual. Confira os outros colocados:


2º : Citroën DS 3



3º ; Alfa Romeo Giulietta




4º : Audi A1



5º : Renault Wind



6º : Nissan Juke



7º : Mini Countryman



8º : Mercedes Benz SLS



9º : Audi R8 Spider



10º : Maserati Grancabrio


*Com informações do R7

Mais um jovem gay comete suicídio por ser vítima de bullying Resposta

Lance Lundsten

Mais uma vida chega ao fim. No último sábado (15/01), o jovem gay Lance Lundsten, de 18 anos, se matou após sofrer ataques de bullying por conta de sua homossexualidade. Ele era estudante e segundo amigos, sofria ataques extremos de bullying e assédio por parte de pessoas na escola durante anos, no estado de Minnesota nos EUA.
Por volta das 10 horas da noite de sábado, o gabinete do xerife respondeu a uma chamada de emergência na residência da família. Quando os policiais chegaram, descobriram que Lance necessitava de cuidados médicos de emergência. Lance foi transportado para o Douglas County Hospital, onde morreu mais tarde.


O escritório do xerife confirmarou que eles acreditavam que a morte do jovem foi um suicídio. O xerife não quis confirmar a natureza da emergência médica. Lundsten tinha revelado no Facebook que ele era gay, e alguns alunos do seu colégio disseram que ele foi muito criticado por sua orientação sexual.
Os amigos de Lance criaram um novo grupo no Facebook após a notícia da morte dele. Mesmo a escola não ter ajudado Lance a sobreviver ao assédio moral, o grupo de amigos está fazendo pressão para fazer a sua parte. A página diz: “Aqui é para ajudar quem precisa de defesa. O pessoal da escola não está nos protegendo, cabe aos estudantes se ajudarem mutuamente. “

São Francisco terá museu de história LGBT Resposta


Reconhecido internacionalmente como um centro de lésbicas, gays, bissexuais e cultura transgêneros, a cidade de San Francisco, na Califórnia, em breve vai acolher mais uma instituição inovadora: O Museu de História LGBT.

Um projeto do GLBT Historical Society, o novo museu será o primeiro do tipo nos Estados Unidos. A inauguração está marcada para a noite de 13 de janeiro de 2011. 

“O Museu de História LGBT está localizado no coração do Castro, bairro visitado não só pela população local, mas também por dezenas de milhares de turistas a cada ano que vêm em busca da cultura gay “, disse Paul Boneberg, diretor executivo da Sociedade Histórica. “No nosso museu, eles vão descobrir os tesouros de nossos arquivos que refletem histórias fascinantes que abrange quase um século de vida LGBT. Fomos todos para fora para criar um museu tão rico, diverso e surpreendente como a comunidade gay em si. ” 

O espaço inclui duas galerias, uma área de recepção e uma loja do museu. De acordo com Scott Wiener, o novo supervisor do distrito, uma vez representado por Harvey Milk, “A abertura do Museu de História LGBT é um marco para o Castro, para a cidade de San Francisco e para o país como um todo¨.

O curador Amy Sueyoshi acrescenta que os visitantes da exposição “irão testemunhar como as partes mais íntimas de nossa vida podem criar uma mudança do público. Itens preservados
e recolhidos da comunidade LGBT contam uma história vibrante de luta, força e auto-determinação em nosso novo museu.

O Museu Histórico GLBT junta-se ao Museu Schwules, o museu gay fundada há 25 anos, em Berlim, como um dos dois únicos autônomos museus de grande escala dedicado à história de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros.

Série holandesa ajuda jovens a assumirem homossexualidade Resposta

Uma série produzida na Holanda ajuda jovens homossexuais a saírem do armário para suas famílias e amigos. O programa chama-se ¨Sair do Armário¨, e mostra jovens no seu dia a dia, até o momento que decidem contar a todos sobre suas preferências.


No programa de estréia, a série contou a vida de Theo, de 20 anos, que reuniu a família em um jantar para contar que ele é homossexual. Em uma carta, ele disse emocionado que gosta de meninos:

– Faz muitos anos que eu luto com isso. E sempre eu soube que era diferente dos garotos da minha idade. E eu nunca pude aceitar isso. Mas agora está na hora de ser sincero comigo e com vocês. Porque só assim eu posso construir uma vida feliz. O que eu quero contar para vocês é que eu gosto de homens.

Após a revelação, a câmera mostra a reação da família, em especial a do pai, que não imaginava que o filho fosse homossexual.

Quem apresenta o programa é Arie Boomsma, que chegou a ganhar um prêmio pela sua contribuição para a aceitação de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais em grupos religiosos. Ele diz que quer fazer programas que tratem do que atualmente está em jogo, e nota que a homossexualidade é um tema importante na sociedade. E completa:

– Acho estranho meus amigos dizerem que até mesmo em Amsterdã eles não tem coragem de andar de mãos dadas. Por isso você precisa fazer programas de televisão que façam com que as pessoas pensem no assunto e também para viabilizar a homossexualidade.

Segundo pesquisas, os homossexuais estão satisfeitos com o programa, mesmo que alguns questionem a decisão de Theo de mostrar na televisão um momento tão ítimo e emotivo. Ele, por outro lado, disse que a TV o ajudou a se expressar.

A Holanda sempre teve um papel pioneiro para a emancipação dos homossexuais. É o primeiro país a aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Isso aconteceu em 1º de abril de 2001, há quase 10 anos. Diversos países seguiram o exemplo holandês.

O editor do Jornal Gay, Henk Krol, acredita que o programa de TV também tem um papel pioneiro. Ele tem certeza de que, com o programa, muitos homossexuais se sentem apoiados para mostrar seus sentimentos e acreditam que haverá mais compreensão para com a situação deles.

Krol espera que o programa também seja retransmitido e adaptado em muitos outros países.

E você, concorda que é importante o gay sair do armário e se assumir para levar uma vida mais feliz?

Confira o episódio de estréia da série:

Adolescentes gays e héteros não são tão diferentes assim, aponta pesquisa nos EUA 1

Uma nova pesquisa contradiz algumas antigas crenças sobre ser um adolescente gay. Basicamente, de acordo com o artigo de Jane Brody no New York Times, os adolescentes gays não são muito diferentes dos heterossexuais.

Pesquisas recentes encontram mais semelhanças do que diferenças entre os adolescentes gays e heterossexuais. Por exemplo, estudos em Salt Lake City feitos por Lisa Diamond, professora associada de psicologia e estudos de gênero da Universidade de Utah, descobriu que jovens gays tinha tantos amigos e eram tão populares e socialmente conectados como outros adolescentes.


Ela observa, porém, que a composição de suas amizades é um pouco diferente. Os adolescentes homossexuais tendem a fazer amizade com jovens de outras raças ou aqueles que são estigmatizados por sua aparência. Mas para os adolescentes gays e heterossexuais, ela acrescenta que, a principal fonte de estresse é a mesma: “a ansiedade de estar sozinho como um adulto, sobre encontrar o tipo de parceiro que eles querem.”

O artigo também apontou que o bullying não acontece exclusivamente para as crianças gay, mas qualquer um que seja percebido como diferente, dizendo que o bullying reage à não-conformidade, e pega as fraquezas das pessoas.”

EUA: Criado o ¨Out Military¨, uma espécie de Facebook para soldados gays Resposta

O que antes era uma política de ¨Não Pergunte, Não Diga¨, agora está se tornando o contrário, quando alguns membros do exército americano querem o ¨Pergunte, Diga¨ e também encontrar e fazer amigos em uma rede social conhecida como ¨Out Military¨.

Criado há pouco mais de uma semana, o site que é uma espécie de Facebook permite que soldados gays possam interagir e dividir experiências que vivem ou viveram em relação à política que impedia gays de se assumirem  no exército americano, criado no governo de Bill Clinton.

No momento, o site tem um pouco mais de 50 usuários, mas este número pode aumentar nos próximos meses segundo os responsáveis do site, quando a revogação da lei entrar definitivamente em vigor. Atualmente, o exército americano está estudando as regras e o dia para implementar a nova política. Mesmo assim, alguns membros dizem que não estão esperando e não tem medo da possibilidade de perder o trabalho militar.

Depois de ver um anúncio no Facebook, Kristin Orta, que serve na Guarda Nacional da Flórida, decidiu participar do site e disse que ¨isso dá para as pessoas uma plataforma social de comunicação¨. Orta, que se alistou em agosto disse que entrar nas forças armadas durante o congresso americano que debatia o ¨Não Pergunte, Não Conte¨ foi pura coinscidência, e que esse fato foi um passo na direção certa de permitir membros de servirem abertamente.

Outro membro do ¨Out Military¨. Bill Royal, que é veterano do Vietnã, disse que foi vítima de abuso sexual durante seu tempo no exército e espera que o site possa ajudar outros que sofram da mesma experiência:

– Eu entrei, mais do que qualquer coisa, para que talvez eu pudesse ajudar alguém.

O site foi criado pelo web designer John McKinnon, para dar suporte a outros que talvez estejam procurando por amigos ou por um serviço de contato com outros soldados gays e lésbicas. Ele teve a idéia depois que o debate sobre gays no exército voltou à cena nos últimos meses.

John está encorajando as pessoas a serem membros do site, mas enquanto alguns militares, como Orta, não têm medo de assumirem sua sexualidade, ele também diz para as pessoas não revelarem algumas informações antes que a revogação entre completamente em vigor.

Ator de Hollywood diz que é contra a atores assumirem homossexualidade Resposta


Richard Chamberlain, ator de Hollywood conhecido por trabalhos como ¨Pássaros Feridos¨ e ¨As Minas do Rei Salomão¨, disse em entrevista que não aconselha a atores homens assumirem que são gays, principalmente os que possuem um porte mais másculo.
Tudo isso porque ele acredita que, quando um ator assume que é gay, ele pode perder uma oportunidade de fazer algum trabalho em que o personagem seja hétero por conta do preconceito. 
Segundo Chamberlain, que assumiu sua homossexualidade em 2003 na autobiografia ¨Shattered Love¨, é uma coisa estúpida, imoral e atrasada, mas infelizmente ainda existe homofobia na cultura do entretenimento, e completa:
– Para um ator estar trabalhando é um milagre, porque muitos atores não estão. Por isso é simplesmente imbecil um ator que está em atividade dizer, ¨Ah, eu não me importo se as pessoas sabem que eu sou gay¨, principalmente se você for um ator de sucesso. Pessoalmente, eu não aconselharia um ator do tipo másculo e de sucesso a sair do armário.
Richard Chamberlain tem 73 anos e atualmente mora com seu companheiro, o agente e produtor Martin Rabett, no Havaí.

Estrela lésbica de ¨Glee¨ se pronuncia sobre os direitos dos gays e diz não se impressionar com Obama Resposta

Jane Lynch, que interpreta a durona treinadora da série-febre ¨Glee¨, lésbica assumida e que casou este ano com sua parceira Lara Embry, disse em entrevista para a revista americana Newsweek que não se impressiona com a performance do presidente Barack Obama na área dos direitos dos homossexuais. 


Segundo ela, todos achavam que a grande esperança de Obama iria magicamente mudar tudo, mas parece que as coisas não estão sendo muito avançadas, por existirem ainda muitas batalhas para serem vencidas.

Jane também falou sobre a campanha ¨It gets Better¨ (Vai Ficar Melhor, em tradução livre), que começou para dar um apoio aos jovens gays que sofrem ataques por conta da sociedade e familiares :

– Eu comecei depois de ler sobre um suicídio que aconteceu em Greensburg e depois no suicídio de Justin Aaberg em Minessota no último verão. Eu estava escrevendo sobre eles no meu blog e desejando que eu pudesse ter falado com aqueles jovens, para dizer a eles que as coisas iriam melhorar. Mas eu nunca teria permissão de falar com estes meninos, porque em lugares como aqueles – onde jovens sofrem bullying não só nas escolas, mas também de familiares e líderes religiosos – eles nunca teriam permissão de ouvir um conselho de um adulto que é gay assumido. E esta permissão eu não precisava mais, tendo o YouTube e podendo divulgar esta campanha.

A atriz também relembrou como foi que ela se assumiu homossexual, e disse que isso aconteceu em dois momentos de sua vida. Primeiro com 21 e depois quando tinha 32, quando disse para sua família que era homossexual:

– Se eu tivesse falado para meus pais quando eu tinha 18, seria uma história diferente, porque naquele tempo ninguém era abertamente homossexual. Eu achava que era uma doença. Lembro ter escutado a palavra gay e pensado ¨Meu Deus, eu tenho isso¨.

Sobre sua personagem em Glee nunca ter tido um interesse amoroso por ninguém, ela explica que Sue Sylvester é uma guerreira e faz qualquer coisa para ter poder.

Conheça todos os personagens gays de Insensato Coração Resposta

Comos já era de se esperar e foi noticiado nos principais veículos de comunicação (inclusive aqui no ¨Entre Nós¨), a próxima novela das 8 Insensato Coração, de Gilberto Braga, terá um núcleo gay. A coluna de Leonardo Ferreira no Extra Online publicou todos os personagens que irão compor a trama ¨colorida¨ da novela. Confira:


Leonardo Miggiorin será o afetado e estiloso Rony:


Wendell Bendelack, o fofoqueiro Chicão, vai trabalhar no quiosque gay da personagem de Louise Cardoso:



Marcos Damigo vai interpretar o personagem Hugo Abrantes:



Edson Fieschi será um advogado:



E Rodrigo Andrade interpretará um jovem que se descobre homossexual no decorrer da trama:



Essa turma promete!!


*Com informações da coluna de Leonardo Ferreira do Extra Online.

Coral Gay emociona em homenagem às vítimas de bullying Resposta

Aconteceu na tarde do último sábado (18) uma performance do “Gay Men’s Chorus of Los Angeles”, um coral formado por homens gays, em tributo aos jovens que cometeram suicídio por sofrerem bullying por conta de sua homossexualidade. A homenagem contou também com a participação de alguns estudantes recém formados das escolas locais do Ensino Médio.

Os membros do coral colocaram uma única rosa vermelha em um banco branco, em homenagem aos homens e mulheres que foram atormentados por serem gays e que, mais tarde, se mataram. Um estudante de 19 anos da ¨Glendale High School¨ disse que a performance mostra um senso de orgulho e conhecimento e frisa que a atitude é de grande necessidade, especialmente na cidade de Glendale, que não tem uma discussão pública sobre os casos de ataques contra os gays.


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O estudante recém formado Areg Hoshiar, de 18 anos, atribuiu a falta de uma comunidade abertamente gay em Glendale à grande população de religiosos e imigrantes. E completou:

– Acaba sendo extremamente hostil para qualquer um que é lésbica, gay, bissexual, transexual ou até mesmo para aqueles que estão na dúvida. Eu acho que essa grande homofobia é baseada na total ignorância.

A mensagem principal do coral formado por gays é dar esperança a todos os homens e mulheres, ajudando assim a criar uma conexão entre todos.

Confira uma apresentação do ¨Gay Men’s Chorus of Los Angeles”, realizada na igreja Immanuel Presbyterian Church, em Los Angeles: