RJ: Parque Madureira recebe debate sobre homofobia Resposta

O Parque Madureira recebeu, na última terça-feira, a 1ª edição do ciclo de debates “Discutindo a Homofobia”, promovido pela Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual.

O debate contou com a participação do coordenador especial da Diversidade Sexual, Carlos Tufvesson; Luciana Mota, defensora pública e coordenadora do Núcleo da Defesa da Diversidade Sexual e dos Direitos Homoafetivos (NUDIVERSIS) Mario Luiz da Silva, delegado titular da 77ª Delegacia de Icarai; e Loren Alexsander, presidente do Movimento de Gays, Travestis e Transformistas (MGTT) e organizadora da Parada LGBT de Madureira. A mediação ficou por conta do jornalista Thiago Araujo.

O objetivo do encontro é levar ao público o entendimento sobre a questão da homofobia e debater sobre o aumento do número de crimes contra homossexuais.

O delegado Mario Luiz disse que a polícia está se preparando para este novo cenário da sociedade, já que nenhum policial se forma sem aprovação em disciplinas relativas à diversidade, orientação e identidade sexual.

Carlos Tufvesson, destacou que “não é preciso ser negro para lutar contra o racismo, não é preciso ser mulher para lutar contra o machismo, nem ser gay para lutar contra a homofobia”.

Fonte: SRZD

Muitos casos de homofobia não chegam ao Judiciário, diz defensora pública Resposta

A coordenadora do Núcleo da Defesa da Diversidade Sexual e dos Direitos Homoafetivos (Nudiversis)  da Defensoria Pública Geral do Estado do Rio de Janeiro, Luciana Mota, disse nesta terça-feira (3) que o Judiciário está preparado para atuar nos casos de homofobia. O que ocorre, segundo ela, é que muitos deles não chegam à Justiça.

“Muitas pessoas não têm conhecimento dos seus direitos. Muitas têm vergonha de denunciar, porque se sentem humilhadas com aquela situação”, disse Luciana. Ela alertou também que há casos em que o agredido não tem como provar a violação, porque “quando a pessoa vai ofender alguém, dificilmente o faz na presença de testemunha”. Com isso, a vítima acaba perdendo a ação por falta de provas. “É um problema que a gente tem [na Defensoria Pública]”, disse.

Há ainda casos em que o homossexual agredido se sente inibido para fazer uma denúncia de agressão por medo de represália. “O homossexual é vulnerável por natureza. Ele vive em uma sociedade que o oprime, que é preconceituosa. Ele já se sente, de alguma forma, constrangido, porque sabe que vai sair na rua e vai ouvir piadinha, vai sofrer agressão e vai ser ofendido. Por isso, fica sem coragem de denunciar”, diz Luciana.

Segundo Luciana Mota, é preciso mudar a mentalidade da sociedade. As pessoas têm que ser orientadas sobre as consequências de uma conduta homofóbica. “Se praticar homofobia, vai receber uma punição”. Do mesmo modo, ela diz que o homossexual, sofrendo discriminação, deve ser orientado da importância de levar isso às autoridades competentes.

Luciana participou na noite de terça da primeira edição do ciclo de debates Discutindo a Homofobia, que a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (Ceds) da prefeitura do Rio promove no Parque Madureira, zona norte da cidade, com transmissão ao vivo pela internet para todo o país. O evento foi criado em função do crescimento de 46,6% dos crimes de caráter homofóbico no Brasil entre 2011 e 2012, segundo dados de um relatório da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH-PR) divulgado em junho.

O aumento foi definido por Luciana como uma “questão de educação da população em relação aos direitos humanos”. Para ela, as pessoas têm que aprender a respeitar a dignidade do homossexual. “Ele tem que ser respeitado como ser humano. Acho que é uma questão de educação da população”.

A defensora pública defendeu o aumento de políticas públicas do estado para divulgar os direitos da população LGBT e, do lado do Judiciário, que as leis sejam aplicadas com rigor para que o cidadão que pratica crime de homofobia seja punido e sirva de exemplo para os demais, para que não venham a ter a mesma conduta. A defensora pública reiterou que o problema da intolerância está vinculado de forma direta à educação.

Luciana diz que os próprios homossexuais não têm conhecimento, muitas vezes, dos seus direitos, porque não recorrem à polícia para fazer denúncias e queixas de agressões. Muitas pessoas também praticam homofobia sem saber, enquanto outras têm noção do que fazem e não são punidas por esse crime.

A presidenta do Movimento de Gays, Travestis e Transformistas (MGTT), Loren Alexsander, também participará do debate promovido pela Ceds. Loren celebrou a iniciativa, em entrevista à Agência Brasil. “Não é só uma boa iniciativa. É uma necessidade. Essa inclusão da sociedade civil e do poder público, que contribui junto ao governo do estado, que nada faz para nós, é muito importante para a sociedade ver as lutas contra a homofobia que cada vez vem matando mais gays e travestis”.

A presidenta do MGTT considerou que as ações de política pública e da sociedade privada vão beneficiar todos os segmentos da população e não apenas os homossexuais.

Miss Paraíba Gay 2012 tem cinco candidatas nesta terça; veja atrações Resposta

Lydia Rangel, a Miss Paraíba Gay 2011, veste trajes
típicos em desfile (Foto: Divulgação


Cinco candidatas vão concorrer ao título de Miss Paraíba Gay 2012 em um evento na noite desta terça-feira (19) no Theatro Santa Roza, em João Pessoa. A festa começa às 20h e, além dos desfiles das candidatas em trajes típicos e de noite, a noite terá sete shows.


O concurso é dividido em dois momentos. No primeiro, as candidatas vão desfilar em trajes típicos. Em seguida, vão exibir os trajes de noite. As concorrentes da noite estão representando as cidades de João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Mari e Itabaiana.
Segundo a organização do evento, a noite terá shows das melhores drag queens da noite paraibana: Perlla Rachely, Ashley Hunter, Isabela D-Pack, Victoria D-Pack, Yasmin Casiragui, Waleska Casiragui e Layse Killary. Quem também já confirmou presença no evento desta terça foi a atual Miss Mundo Paraíba, Laryssa Almeida.


A grande vencedora da noite vai ser escolhida por 11 jurados. A campeã vai representar a Paraíba no Miss Brasil Gay 2013, em Juiz de Fora, Minas Gerais. O público também pode opinar através do site do evento, onde acontence uma votação que vai eleger a Miss Internet.
Depois da competição da noite desta terça, ainda será promovido um baile de coroação em julho, onde a vencedora vai ser oficialmente entitulada Miss Paraíba Gay 2012. O evento contará com a presença da atual Miss Brasil Gay, Raika Bittencourtt, e do atual Mister Paraíba Diversidade, Darwin Leles.


De acordo com o organizador do concurso, Hermanny Cruz, a previsão era que houvesse dez candidatas concorrendo na edição deste ano, mas, devido a um boato de que o concurso seria cancelado, algumas atrasaram a inscrição. Na verdade, o que foi cancelado foi a etapa nacional do concurso, que aconteceria em agosto, devido a falta de patrocínio.


Os ingressos para quem quiser acompanhar o evento podem ser adquiridos no Theatro Santa Roza ou no Ed. Nações Unidas, na Rua Padre Meira, no Centro de João Pessoa pelos preços de R$ 40 (inteira) e R$ 20 (estudante).


Serviço

Miss Paraíba Gay 2012
Quando: 19 de junho

Hora: 20h

Onde: Teatro Santa Roza, em João Pessoa

Ingressos: R$ 40 (inteira) R$ 20 (estudante) no Theatro Santa Roza ou no Sindicato dos Artistas, na Rua Padre Meira, 63, sala 204, no Centro de João Pessoa

Mais informações: (83) 8868 4575

Léo Áquilla revela que vive discriminada e que está feliz com declaração de amor de Vavá 1


A transformista Léo Áquilla revelou na madrugada deste sábado (16), que está surpreendida e já se emocionou com o carinho e respeito dos peões de “A Fazenda 5” (Record). “Preciso de tão pouco, e o Felipe Folgosi me deixou super feliz só porque perguntou sobre a minha roupa”, disse. “Ele nem sonha como eu me senti feliz, é horrível se sentir desprezada”, completou.
Robertha Portella e Simone Sampaio estavam interessadas sobre uma homenagem feita por Vavá para Léo. “Ele foi na cama me beijar, disse que me ama e tudo”, explicou. Léo também falou que acredita no pagodeiro apesar do clima da festa. “Mesmo bêbado, não importa”, disse. “Se o Vavá disse que me ama, me ama mesmo”, afirmou Léo.
Depois de contar sobre Vavá, Léo falou sobre o dia-a-dia de uma transformista. “Eu me acostumei tanto a ser maltratada que, quando um homem me trata bem, eu desconfio, porque estou calejada”, revelou. “Ninguém me convida pra uma macarronada no domingo, ninguém me leva pra conhecer os pais, isso não existe na minha vida, é a realidade que vivo”, desabafou.
Apesar das revelações, Robertha Portella disse que Léo é respeitada por todos os peões porque conquistou os participantes. “Você é uma mulher delicada e elegante, e eles te enxergam e te tratam como tal”, disse Robertha. A bailarina ainda disse que chamaria Léo para comer uma macarronada com o marido e voltou a confortar a transformista. “Aqui é a vida real, não é novela”, disse. “Você tem que se acostumar com essa nova realidade”, completou.


*Com informações do UOL

Diva gay: Whitney Houston morre aos 48 anos Resposta

Terminou na noite deste domingo (12/02) a autópsia do corpo de Whitney Houston, de acordo com o site TMZ. Os resultados só devem ser divulgados entre quatro e seis semanas devido aos exames toxicológicos que foram realizados pela perícia.

De acordo com o site, a polícia não encontrou drogas no quarto em que a artista estava no Beverly Hilton, apenas medicamentos controlados. Dentre eles o Xanax, para ansiedade e depressão. O TMZ afirma que Whitney costumava tomar a medicação antes de se apresentar ao vivo. A polícia de Beverly Hills, hotel de Los Angeles, encontrou cerca de seis frascos de remédios no quarto dela.

Citando fontes não identificadas, o TMZ afirma que a cantora pode ter morrido afogada na banheira. Quando os paramédicos chegaram, segundo o site, o corpo já havia sido retirado da banheira. As mesmas fontes afirmam que não havia sinais de que Whitney estava bebendo álcool no quarto.

Whitney morreu neste sábado (11/02) aos 48 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada, apenas se sabe que ela foi encontrada morta por um integrante de sua equipe na banheira de uma suíte no quarto andar do Beverly Hilton.

A artista chegou a ser ressuscitada pelos paramédicos, mas foi declarada morta às 21h55 (horário de Brasília), sendo retirada do hotel às 6h deste domingo.

Ela estava hospedada no local para se apresentar em uma festa de Clive Davis, empresário que a descobriu quando tinha apenas 11 anos de idade.

Ela foi vista publicamente pela última vez na quinta (9/02), em uma casa noturna de Hollywood ao lado do namorado, o cantor e produtor Ray-J. Nas imagens, ela aparecia com o pulso arranhado e com a  perna aparentemente sangrando. Houston deixa uma filha, Bobbi Kristina, de 18 anos.


Trajetória de sucesso e ostracismo
Houston fez muito sucesso nos anos 1980 e 90 e se tornou uma das artistas de maior vendagem da história. Dentre seus maiores hits estão “How will I know”, “It’s not right but’s ok”, “Saving all my love for you”, “My love is your love”, “I wanna dance with somebody” e “I will always love you”, trilha do filme “O guarda-costas”, o álbum mais vendido de uma artista feminina na história. Por conta da turnê mundial da trilha deste longa, Whitney se apresentou no Brasil em janeiro de 1994, em um show solo no estádio do Morumbi e outro no festival Hollywood Rock, no Rio (veja o vídeo abaixo).




Ela vendeu 200 milhões de álbuns em sua carreira e chegou 30 vezes ao topo das paradas da Billboard, além de ter ganho seis Grammys e 22 American Music Awards. Ela lançou sete discos de estúdio e tinha um previsto para este ano. Também estava previsto para agosto o filme musical “Sparkle”, remake do trabalho de 1976 inspirado na história do grupo feminino The Supremes.

Seu último filme foi a comédia “Um Anjo em minha vida”, de 1996. Ela também estava cotada para ser jurada do programa musical “The X factor”, de Simon Cowell.

Nas duas últimas décadas, a artista teve diversas passagens por clínicas de reabilitação para tratar seu vício de álcool e de drogas. Em 2009, ela precisou interromper sua turnê europeia devido a problemas de saúde.


A artista foi número um em vendas nos EUA com seu último álbum, “I look to you” (2009), o primeiro lançado por ela em sete anos, um período no qual sua imagem foi prejudicada por seu uso de substâncias químicas e as constantes polêmicas com seu ex-marido, o cantor Bobby Brown, com quem se casou em 1992 e se separou em 2007.

Há três anos ela deu uma entrevista à apresentadora Oprah Winfrey e afirmou que sua mãe a salvou, obrigando-a a frequentar um programa de tratamento para viciados.

Em 2006, a cantora também admitiu enfrentar problemas financeiros. Por conta de uma dívida de US$ 1 milhão, na época ela colocou em leilão sua casa, avaliada em US$ 6 milhões.

Carreira premiada


Whitney Elizabeth Houston nasceu em Newark, em 9 de agosto de 1963. Além de se destacar como cantora de r&b e soul, ela também atuou no cinema e fez carreira como modelo. Mas foi na música que a artista ganhou fama e bateu recordes – ela venceu 415 prêmios ao longo da vida.


Whitney era prima de Dionne Warwick e tinha Aretha Franklin como madrinha. Aos 11 anos, quando começou a atuar ao lado de sua mãe Cissy em casas noturnas na cidade de Nova York, ela foi descoberta por Clive Davis, empresário da Arista Records.

Seu álbum de estreia, “Whitney”, foi lançado em 1985 e se tornou o álbum de estreia mais vendido por uma artista feminina, com 25 milhões de cópias ao redor do mundo graças aos sucessos “Saving all my love for you” e “How will I know”.


Nos cinemas, seu primeiro papel foi no filme “O Guarda-costas” (1992), em que dividia cena com Kevin Costner e cantava na trilha sonora. É do longa a música “I will always love you”, seu maior sucesso e cover de Dolly Parton.

Com seu estilo inspirado no canto gospel, a cantora inspirou uma geração de cantoras, de Mariah Carey a Christina Aguilera. Porém, no auge do sucesso, ela se tornou notícia por suas polêmicas fora do palco, o que incluia comportamentos estranhos em público. Por diversas vezes ela confessou ser viciada em cocaína, maconha e medicamentos controlados. Segundo a cantora, com o passar dos anos isso a fez perder seu timbre de voz, que não alcançava mais as altas notas de outrora.



O jornal “The New York Times” descreveu Whitney Houston como “uma das melhores vozes gospel de sua geração”. Segundo a publicação, “ela evitava os maneirismos típicos do gênero e usava frases evangélicas com moderação. Em vez de projetar vulnerabilidade e compaixão, comunicava força e auto-confiança, criando baladas pop majestosas”.


Homenageada no Grammy 2012

Aberta com uma apresentação do músico Bruce Springsteen, a cerimônia do O  O Grammy que aconteceu na noite deste domingo não demorou a entrar nas homenagens a Whitney Houston. O cantor LL Cool J, apresentador da cerimônia, abriu seu discurso dizendo que “tivemos uma morte na família”, e dando início a uma prece para Whitney Houston. “Nosso Pai Celeste, obrigado por ter nos dado nossa irmã Whitney Houston”. A oração foi seguida por um vídeo da própria cantora interpretando seu hit “I will always love you” em outra edição do Grammy.

Diva gay

Dificilmente, nos anos 1990 e parte dos anos 2000, você não tenha visto alguma drag queen interpretando-a ou você não tenha dançado ao som de várias músicas delas!

Abaixo, a vencedora do primeiro Ru Paul’s Drag Race, BeBe Zahara, faz cover de um medley de Whitney Houston.