Homofóbica? (relembre os casos lendo a postagem), Joelma anuncia apresentação em boate LGBT. A casa está quase lotada 2

Joelma

Joelma, a cantora homofóbica (?), que já tentou mudar a orientação sexual de um fã (veja vídeo abaixo) e se disse contra o casamento gay, se apresentará em uma boate LGBT em Recife.

A rede social não perdoa:

Joelma Homofobia

No Instagram, os perfis dos fãs-clubes de Joelma que anunciam o show bloquearam os comentários. Apesar das manifestações contrárias, os ingressos para a apresentação estão quase esgotados. Pelo palco da boate, já passaram nomes como Gretchen, Pabllo Vittar, Lia Clark, Karol Conka e Valesca Popozuda, entre outras musas do público LGBT.

Joelma Homofóbica

Para quem não se lembra, Joelma havia declarado, em entrevista ao programa “Roberto Justus +” que acredita na recuperação dos homossexuais, comparando esse processo ao dos drogados: “É como um drogado tentando se recuperar”.

O que esses fãs LGBTs têm na cabeça? Será que a fofa vai tentar converter todos eles? Eu, hein…

Na época, Joelma se defendeu:

Então tá…

Facebook censura vídeo postado por filho de Bolsonaro, a pedido de Alckmin, onde tucano aparece com movimento LGBT Resposta

CHUVA / CAOS EM SP

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), moveu uma ação contra o Facebook para retirar do ar um vídeo postado pelo perfil atribuído ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) do Rio de Janeiro. Na ação, Alckmin pede que o vídeo seja excluído da rede social e que o Facebook quebre o sigilo dos dados de quem fez a postagem.

Na última sexta-feira (2), a Justiça Estadual de São Paulo negou, em caráter liminar, os pedidos de Alckmin. Mas, após Alckmin recorrer, o vídeo foi banido.

O vídeo que a Justiça excluiu, a pedido de Alckmin, foi postado em 25 de dezembro de 2017. Nele, Alckmin aparece celebrando a criação do secretariado de diversidade tucana, uma instância dentro do PSDB voltada para a discussão de políticas públicas voltadas para a comunidade LGBT. O vídeo foi editado e mescla momentos em que Alckmin aparece discursando com fotos de manifestações promovidas por integrantes da comunidade LGBT.

Junto ao vídeo, o perfil, claro, critica Alckmin. “Como se não bastasse estar metido na Lava-Jato e tantos outros escândalos de corrupção, mais esta do candidato que querem induzi-lo (sic) a acreditar que é de centro-direita, mas em conluio com a militância que você já conhece. Este que a mídia diz que ganhará as eleições de 2018”.

Para o advogado Fábio de Oliveira, que defende Alckmin, o vídeo dele com ativistas tucanos LGBTs ridicularizaria o candidato à Presidência do Brasil.

O Facebook retirou o vídeo, alegando que ele fere os padrões da comunidade. A decisão aconteceu, mesmo depois de a Justiça de São Paulo negar, em caráter provisório, ter liberado o vídeo.

Na tarde da última segunda-feira, Carlos Bolsonaro utilizou sua conta no Twitter para acusar o Facebook de retirar o vídeo do ar. Ele aproveitou a postagem para publicar o vídeo novamente.

Informações: UOL

Bancada fundamentalista trabalha no Congresso Nacional contra o kit anti-homofobia do governo federal Resposta

O kit contra homofobia, que o Ministério da Educação (MEC) pretende distribuir em escolas públicas do ensino médio está mobilizando lideranças fundamentalistas no Congresso Nacional. Passados 10 dias da posse da presidenta Dilma Rousseff, os evangélicos agem nos bastidores para barrar o envio do material que tem por objetivo, educar alunos contra práticas homofóbicas, comuns nas escolas brasileiras. Também lideram o grupo, políticos conservadores, como o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ).


O grupo de políticos religiosos afirma que desempenhou papel decisivo na eleição de DIlma e agora cobra nova fatura. Na reta final da campanha, eles pressionaram a então candidata petista a assumir compromissos de que não formularia políticas públicas sobre temas como casamento gay e aborto. A petista cedeu.

O que podemos fazer contra isso? Nos unir! Está rolando um abaixo-assindado a favor do kit contra a homofobia! Vamos mostrar a nossa força. Se você ficar calada/calado, pode ter certeza de que vamos perder essa luta. A luta que é por educação e contra a homofobia, o ódio que levam a diversas mortes, suicídos e causam traumas para o resto da vida.

Nós, lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT), precisamos mostrar a nossa força. É interessante, também, que a gente converse com amigos, familiares, heterossexuais e explique o que esse kit é de verdade. Para isso, precisamos estar informados. Para rebater mentiras. Mentiras que fazem com que a o projeto de lei complementar (PLC) 122/06 esteja arquivado no Senado.

Participe e divulgue. Assine o abaixo-assinado a favor do kit contra a homofobia: clique aqui!

Inquéritos investigarão homofobia em universidade do RS Resposta

Nos últimos tempos, notícias relacionando universidades à homofobia têm tomado conta dos noticiários e não é só em São Paulo.
A Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) instaurou uma comissão de sindicância e a Promotoria de Defesa dos Direitos Humanos instaurou um inquérito civil para investigarem a origem de um e-mail com conteúdo homofóbico que circulou entre os alunos da instituição.
A mensagem, supostamente enviada por um aluno da instituição por meio de uma conta de e-mail coletiva, depois que uma chapa com dois integrantes homossexuais venceu a eleição para o centro acadêmico, no fim de novembro, sugere que os futuros médicos tomem atitudes para, pouco a pouco, acabar com o que considera uma peste. “No momento da consulta de uma bicha, ou recuse-se (pelos meios cabíveis em lei) ou trate-o erroneamente”, propõe o texto.
A reitora Miriam da Costa Oliveira disse ao portal “Estadão” que a universidade está preocupada em dar uma resposta à sociedade no que se refere ao preconceito, contrário à pluralidade da instituição, e manifestou-se preocupada com a possibilidade de existir um só aluno da área da saúde que possa admitir dar mau atendimento a um paciente. Lembrou ainda que a missão da UFCSPA é formar estudantes comprometidos com o juramento de nunca usar a profissão para favorecer o crime.
O blog espera que as investigações cheguem ao ou aos culpados e puna exemplarmente. É realmente assustador imaginar que alguém possa ser tratado diferente por causa de sua orientação sexual. Estou aqui pensando, será que nas faculdades de Medicina eles possuem aulas de educação sexual ou algo do gênero, que os ensinem a tratarem com respeito todos, independente de orientação sexual ou identidade de gênero? É espantoso que alguém precise disso ao chegar na faculdade com idade suficiente para saber o que significa respeito, educação sexual deveria acontecer nas escolas, mas já que não acontece. Não temos aula de, por exemplo, ética, nas faculdades? Por que um universitário não pode ter aula de educação sexual?
*Com informações do “Estadão” e do jornal “Zero Hora”