Lula é eleito o ¨Papai Noel dos Gays¨ Resposta

Em uma cerimônia realizada no Palácio do Planalto nesta quarta feira (15), o Presidente Luís Inácio Lula da Silva recebeu líderes de diferentes movimentos sociais do país, inclusive um dos líderes do movimento LGBT, Toni Reis, que recebeu um prêmio de Direitos Humanos do governo e encheu Lula de elogios, o chamando inclusive de ¨Papai Noel dos Gays¨.

Eu até sou favorável ao governo do presidente Lula, mas independente disso não acho que o Brasil tenha evoluído muito no que diz respeito aos direitos dos homossexuais. Não é culpa do Lula, claro. É culpa do governo em geral, dos partidos e líderes políticos que estão na Câmara criando e vetando projetos de lei. Um governo religioso e sujo que impede que as pessoas tenham direitos iguais.

A maioria dos direitos que os gays conquistaram até hoje, não foi Lula que deu de presente. Para conseguir adotar crianças, para incluir parceiros no Imposto de Renda ou no INSS, os gays tiveram (e ainda tem) que lutar muito nos tribunais. Se não é a força que os gays têm de lutar por seus direitos, e não estou falando da palhaçada da Parada Gay, mas de iniciativas reais que alguns tomam para mostrar que merecem respeito, os gays nunca iriam progredir.

Acredito sim que, se Lula pudesse, ele faria muito mais. Mas ele é obrigado a liderar com base nas porcarias que existem dentro do governo brasileiro. Mas a verdade tem que ser dita, os gays lutam muito para conseguir o mínimo de igualdade e tentar fazer com que as pessoas não governem e não criem leis baseadas no que a pessoa faz ou deixa de fazer na cama. Lula tem um papel importante quando diz que é favorável as causas homossexuais. Mas ainda falta muito para que possamos eleger o ¨Papai Noel dos Gays¨ e o mais importante agora é dar o crédito a quem realmente merece: aos gays que botam a cara no tribunal e lutam para que tenham seus direitos garantidos!!

Foto: Reprodução.

Homofobia em festa da Vivo 1

Seguranças da casa noturna curitibana Liqüe ou contratados pela Vivo são acusados de homofobia. Eles expulsaram um casal de rapazes que se beijou durante a festa patrocinada pela operadora Vivo, Vivo Conectado, na última sexta-feira (10/12). Um amigo dos rapazes tentou filmar a confusão, mas teve o seu aparelho arrancado de suas mãos e em seguida foi expulso da festa.

Já do lado de fora da casa noturna, a confusão recomeçou quando outros rapazes foram expulsos da festa. Uma pessoa conseguiu registrar esse momento. No vídeo, um segurança tenta tomar o celular da mão da pessoa que estava filmando. Os rapazes gredidos tiveram hematomas. Convidados em redes sociais para o evento da operadora Vivo, os leitores agredidos querem processar a empresa e a casa noturna. Segundo relato, uma pessoa que se identificou como Rafael Mueller, teria dito que não queria gays se beijando em “sua” festa.

Na úlima segunda-feira, no Twitter, a Liqüe (@lique) se defendeu, dizendo que um dos rapazes colocou a mão dentro da calça do outro e afirmou que as imagens divulgadas pelo YouTube são da confusão que se deu por um dos rapzes fumar em local proibído. Na página do Twitter do evento (@vivo_conecato), a organização atesta a declaração da casa e afirma que os rapazes tiveram “um comportamento inadequado e contra a lei para um ambiente público”.

Um dos agredidos, um publicitário de 23 anos, afirma que os seguranças usaram de força exagerada. O casal fez uma denúncia ao Ministério Público do Paraná.

Essa não é a primeira vez que a Liqüe é acusada de homofobia. Em 2008, um casal gay foi expulso da casa por se beijarem lá. Na ocasião, a casa se defendeu dizendo que não tem preconceito. Um grupo promete para amanhã um beijaço na frente do clube em protesto.


*Com informações do Lado A.



David Bowie lidera lista dos 100 discos mais gays de todos os tempos Resposta

A revista norte americana ¨Out Magazine¨, voltada para o público gay, fez uma pesquisa entre mais de 100 atores, comediantes, músicos, escritores, artistas e dj´s, perguntando qual a opinião deles sobre os 10 álbuns mais gays da história. Com base nas respostas enviadas por personalidades como Boy George, Cindy Lauper, Indigo Girls, o blogueiro gay Perez Hilton e outros, a revista divulgou a lista com os 100 álbuns mais gays de todos os tempos.

A lista surpreende colocando os Beatles com o álbum ¨Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band¨ na posição de número 100, Pet Shop Boys com o álbum ¨Behavior¨na posição 40 e The Smiths com 4 posições, sendo duas no top dez da lista. Madonna garantiu cinco posições com os álbuns ¨Madonna¨, ¨Confessions On a Dance Floor¨, ¨Erotica¨, ¨Ray Of Light¨ e a coletânea ¨The Immaculate Collection¨, que atingiu o oitavo lugar do ranking.

Já David Bowie obteve 3 colocações, incluindo o topo da lista, tido como o maior álbum gay de todos os tempos com ¨The Rise and Fall of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars¨. A lista com os 10 primeiros colocados ficou assim:

1º David Bowie – ¨The Rise and Fall of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars¨ (1972)
2º The Smiths – ¨The Smiths¨(1984)
3º Tracy Chapman – ¨Tracy Chapman¨ (1988)
4º Indigo Girls – ¨Indigo Girls¨ (1989)
5º Judy Garland – ¨Judy at Carnigie Hall¨ (1961)
6º The Smiths – ¨The Queen is Dead¨ (1986)
7º Elton John – ¨Goodbye Yellow Brick Road¨ (1973)
8º Madonna – ¨The Immaculate Collection¨ (1990)
9º Cindy Lauper – ¨She’s so Anusual¨ (1983)
10º Antony and The Johnsons – ¨I Am a Bird Now¨ (2005)


Confira abaixo uma das apresentações de David Bowie em 1972:

Carta aberta ao deputado Jair Bolsonaro Resposta

Segue email que enviei ao deputado Jair Bolsonaro no dia 1 de dezembro de de 2010, quando vi o vídeo que publiquei no post anterior pela primeira vez.

O ciberativismo funciona, mande você também email protestando. O email do deputado é

dep.jairbolsonaro@camara.gov.br



Senhor Deputado Jair Bolsonaro,


Gostaria de manifestar o meu repúdio às suas palavras na tribuna da

Câmara dos Deputados. Tudo isso por que o governo quer educar as
criancas a respeitar a diversidade. É vergonhoso e lamentável que um
deputado discurse proferindo o ódio, a intolerância e o desrespeito às
minorias. Não adianta dizer que o Brasil é um dos países onde mais se
mata homossexuais. Graças à imunidade parlamentar, o senhor certamente
não responderá por crime de preconceito. Mas me causou espanto, asco,
repulsa e medo a sua postura. O beijo homossexual é uma manifestação
de amor como outra qualquer. Só mesmo alguém com uma mente pervertida
pode ver tanta maldade e dizer o que o senhor disse. O mais triste é
que o senhor representa uma parcela da população. Já distribuí nas
redes sociais e estou enviando o meu email como protesto. O senhor
deveria saber que os LGBT são seres humanos como outro qualquer. O
Brasil precisa de PAZ, amor, união. Talvez se o senhor tivesse um
parente homossexual entenderia melhor a situação. Mas, depois do que
ouvi, acho mesmo que não adianta tentar argumentar nada com o senhor.
Uma pena.

Rafael Zveiter

Jair Bolsonaro: o deputado homofóbico 1

Um adolescente que tentava gostar de futebol para agradar o pai, mas nunca conseguiu se sair bem no esporte é o pano de fundo da narrativa do curta “Encontrando Bianca”, produzido por uma empresa para o Ministério da Educação (MEC). O vídeo, ainda em análise em uma comissão da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do MEC, deverá fazer parte de um kit (composto de mais outros dois vídeos e um guia de orientação aos professores) que será enviado a 6 mil escolas de ensino médio no ano que vem. A proposta do material é combater a homofobia nos colégios do País.

José Ricardo, o adolescente em questão, decide assumir uma nova personalidade. Ele se torna Bianca. No vídeo ao qual o portal “iG” teve acesso, afirma que as roupas, as brincadeiras e o universo masculino como um todo nunca se pareceram com o que sente ou gosta. A personagem conta que decidiu enfrentar o preconceito da família e dos colegas porque, por outro lado, recebe apoio de amigos e sonha se tornar uma professora e contribuir para um mundo melhor.

Exibido junto com os outros dois curtas para especialistas e parlamentares em seminário sobre o tema realizado na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados há 15 dias, os filmes causaram a revolta do deputado federal homofóbico Jair Bolsonaro (PP-RJ). Em sessão realizada no Plenário da Câmara dos Deputados após o seminário, Bolsonaro mostrou toda a sua homofobia, usando palavras e expressões absurdas para se referir aos LGBT e à iniciativa louvável do Governo Federal. Bolsonaro pediu que os parlamentares o ajudassem a impedir a circulação do material, que segundo ele seria distribuído e exibido a crianças com menos de 10 anos, o que não é verdade, já que o MEC diz que o público alvo são os alunos do ensino médio. Em uma tentativa de desvirtuar o assunto principal, a homofobia e, baseado em suposições sem base nenhuma, o deputado disse que os vídeos incentivariam os estudantes a se tornarem homossexuais, os descreveu de maneira diferente dos originais e afirmou sentir “asco e nojo” da Comissão de Direitos Humanos. Todos nós sabemos que não existe nada que incentive um jovem a ser gay. Pelo contrário, é muito difícil ser gay, sobretudo quando sabemos que vamos nos deparar com figuras preconceituosas e asquerosas como o nobre deputado, que nos agride verbalmente e profilera o ódio e a intolerância, resguardado pela imunidade parlamentar. Qualquer parlamentar pode falar a besteira que for dentro do Congresso que nada acontece.



Deputado agride LGBT, incentiva a violência e mente na Câmara

Bolsonaro já havia chocado e indignado as pessoas por ter afirmado, em evento para os deputados sobre a Lei da Palmada, que se tivesse um filho gay, daria umas palmadas para corrigi-lo. No discurso em plenário, ele tornou a defender essa opinião. A Comissão de Direitos Humanos da Câmara vai estudar providências contra o deputado, mas ainda não decidiu o que fazer. Tomara que faça algo mesmo. O secretário da Secad, André Lázaro, teme que as declarações do parlamentar reforcem a homofobia. “A defesa que ele faz da agressão é um absurdo. Lamento muito as declarações”, afirmou.


O secretário apresentou ao “iG” os curtas ainda inéditos, que não terminaram de ser avaliados internamente no ministério. Segundo Lázaro, as próprias organizadoras do material, contratadas pelo MEC em parceria com a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, apresentaram os vídeos durante o seminário. Participavam do evento militantes de diferentes entidades que defendem o fim do preconceito contra gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e transgêneros. “Foi bom ter mostrado. Assim há muita gente para dizer que o material não tem nada de desrespeitoso”, pondera.


Os outros dois filminhos – que têm cerca de cinco minutos de duração – falam de outros temas relacionados à diversidade sexual. “Torpedo” conta a história de duas amigas que se apaixonam. Em uma festa, elas trocam carinhos (mãos no cabelo uma da outra, troca de olhares e sorrisos, um abraço mais carinhoso) e são fotografadas por colegas, que publicam as fotos na internet e fazem chacotas das duas. Elas decidem, então, assumir o que sentem. O vídeo termina com um abraço entre elas no pátio do colégio. Sem nenhum beijo (como descrito pelo deputado Bolsonaro). Mas é bom lembrar que, mesmo que tivesse beijo gay, não teria nada demais, afinal a classificação etária para esse tipo de carinho entre pessoas do mesmo sexo ou não na TV é livre.

O último, chamado de “Probabilidade”, mostra as dúvidas e conflitos vividos por um jovem de 15 anos, Leonardo. Quando se descobre vivendo o primeiro amor, o rapaz tem de mudar de cidade, por conta do trabalho do pai. Na nova morada, faz amizade com um menino que é muito atencioso com ele desde o primeiro dia de aula. Aos poucos, os dois se tornam amigos e viram alvos de piada, porque o amigo, chamado Mateus, é gay. Leonardo sabe disso, mas não se importa. Nunca houve nada entre os dois. Certo dia, eles vão a uma festa, e Mateus apresenta um primo a Leonardo. Os dois conversam a noite toda e descobrem afinidades. Na hora de ir embora, Leonardo sente vontade de beijar o rapaz e se espanta com isso, mas nada acontece. Já em casa, passa a noite pensando nos próprios sentimentos. No dia seguinte, durante a aula, observa o quanto também se sente atraído por uma amiga. Nesse instante, ele “percebe” que não quer lutar contra o que sente e acha que pode gostar de pessoas, independentemente do sexo.

“Queremos que a sociedade perceba que não podemos deixar ninguém fora da escola”, afirma o secretário. Ele explica que muitas crianças e adolescentes perdem o interesse pelos estudos por causa do preconceito sexual. O material foi desenvolvido pensando em dar oportunidade para os jovens discutirem o tema e os conflitos gerados por ele. Educadores concordam que o debate precisa ser feito nas salas de aula de todo o País com urgência, mas defendem que só o material não adianta. “É preciso garantir formação continuada para esses professores”, destaca Angela Soligo, professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).


Para Angela, as histórias refletem situações vividas todos os dias nas escolas brasileiras. Por isso, considera uma decisão acertada falar sobre elas no ensino médio. Com as crianças, ela acredita que o debate sobre a homofobia também deve acontecer, mas sob a perspectiva de que todos merecem respeito, independentemente se são diferentes ou iguais às crianças. “Há meninas namorando com meninas nas escolas, meninos que assumem uma personalidade feminina e querem usar o banheiro delas. É importante discutir isso na escola. Essas pessoas estão sofrendo com as próprias dificuldades e os preconceitos dos colegas”, adverte.


Angela ressalta que a escola precisa fazer com que a discriminação não permaneça naturalizada. O material é uma boa estratégia para abordar o assunto, mas os professores têm de estar atentos para não reproduzir os próprios preconceitos. Nos últimos cinco anos, o MEC realizou capacitação para tratar de temas de gênero e raça com 70 mil professores.



Os casos de violência contra homossexuais cada vez mais constantes tornam o tema diversidade sexual ainda mais urgente nos currículos, na avaliação da professora e doutora na área Claudia Bonfim, que é pesquisadora da Unicamp. “As pessoas precisam entender, primeiro, que a homossexualidade não é uma escolha. É fruto da genética, da educação e da cultura que receberam ou resultado das relações que nem elas têm consciência. Só assim passarão a respeitar essas pessoas”, pondera.

Claudia defende que a educação sexual seja inserida formalmente nos currículos das escolas, tanto no ensino fundamental quanto no ensino médio, assim como no das licenciaturas e pedagogia. “Não há uma disciplina obrigatória sobre esse tema na formação dos professores. Eles não estão preparados para lidar com ele. E a educação sexual precisa transcender o caráter biológico da sexualidade”, ressalta. Para ela, a produção de materiais para os alunos também é importante. “Não há um material sequer sobre o tema”, critica.


*Com informações do portal “iG”.

Igreja é atacada por aceitar homossexuais como fiéis Resposta

Deus é para todos? É com essa pergunta que gostaria de começar este post a respeito de fé, valores e crenças. Não é novidade para ninguém o quanto os homossexualismo é tidos por algumas pessoas como uma doença. Mais precisamente, segundo as igrejas, os gays sofrem algum tipo de influência demoníaca, que precisa ser curado e expulsado do corpo. Eu lembro que, desde pequeno, fui várias vezes levado para a Igreja Universal por ter membros da família trabalhando para esta empresa, e sei o quanto o gay é marginalizado, direta e indiretamente pelas igrejas em geral.

Não somente a igreja evangélica, mas também a católica, mesmo tendo um número considerável de padres pedófilos e homossexuais, critica a prática do homossexualismo, impedindo assim aqueles que confiam em Deus e querem ter uma ligação maior com a espiritualidade, frequentem essas igrejas.

Pensando nisso, o Pastor Justino Luiz com mais dois amigos decidiu criar uma igreja inclusiva onde os gays pudessem praticar sua fé sem serem recriminados ou ouvirem histórias de que eles têm uma doença que precisa ser curada em nome de Deus. Se nas empresas religiosas os gays não poderiam ir, logo muitos decidiram ter o espaço da “Comunidade Cristã Nova Esperança” para louvarem o nome de Deus sem e não sentirem-se culpados por serem gays e nem pensarem que seus destinos é o inferno.

Eles não incomodam as pessoas que vão a essa igreja. Héteros também são bem vindos. Acontece que agora as pessoas passaram a se sentir incomodadas com a igreja deles, que nem placa de igreja tem na porta, porque segundo uma das líderes, é para não expor as pessoas e não causar tumulto. Eles se preocuparam inclusive em não perturbar a fé alheia.

Mas na sede da igreja em Fortaleza, as pessoas estão pichando as paredes com palavras do tipo ¨viado e sapatão¨, atacando aqueles que estão ali sem fazer mal a ninguém. Pessoas passam pelo local e jogam pedras, urina, fazem ameaças de queimarem a igreja. Quem são essas pessoas para decidirem o que é certo para Deus e o que não é? Não estou aqui defendendo religiões, mas acho absurdo pessoas não aceitarem os gays em suas igrejas e também não querer que eles tenham o seu próprio local para praticarem a religião. É triste ver que as pessoas se prestam a um papel tão baixo de juízes da moral e bons costumes e impeçam que outros sejam felizes! Vão cuidar de suas igrejas e deixem a fé dos outros em paz!

Quantas pessoas serão presas em 2022 no Qatar? Resposta

Depois das declarações de que homossexuais devem evitar fazer sexo durante os jogos da Copa do Mundo do Qatar, o Presidente da FIFA, Joseph Blatter, recebeu algumas críticas de alguns homossexuais e/ou simpatizantes. Blatter fez o comentário depois de ser questionado como ficará a questão dos gays que forem ao mundial no Qatar, sabendo-se que o país condena o homossexualismo em até 5 anos de prisão.


A escolha do Qatar para sediar o mundial de futebol tem sido bastante discutida, tendo em vista a diferença gritante de cultura nos países do Oriente Médio. E engana-se quem pensa que gay não gosta de futebol. Essa lenda de que futebol é esporte de “macho”, já está ultrapassada. E muitos gays acompanham os jogos da Copa do Mundo.

O Qatar está entre os 11 países do Oriente Médio que condenam o homossexualismo, e quatro destes países aplicam (oficialmente) a pena de morte para pessoas que tem relacão sexual com o mesmo sexo: Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Iémen e Irã. No Iraque, declarações de líderes religiosos e do governo, afirmam que “os que cometem sodomia têm de ser mortos da maneira mais dura possível”.

Não vejo as declarações do Presidente da FIFA como algo que atinja os gays. Acho até que ele está certo. Quem é que vai querer passar 5 anos preso no Qatar? Ele falou isso tudo em um tom de brincadeira, mas a verdade é que será muito importante gays tomarem cuidados na hora de pensarem ir a este mundial. São 12 anos que nos separam da Copa do Mundo no Qatar. Segundo Blatter, até lá muita coisa irá mudar. Será mesmo? Levando-se em consideração que estamos no ano de 2010/2011, existe esperança para uma mudança radical no Oriente Médio? Quantas pessoas serão presas por beijarem seus “parceiros” na hora que seus países fizerem um gol? Na dúvida, risquei o Qatar da minha lista de viagem.

Faustão condena homofobia diante de padre e pastora Resposta

O apresentador do programa “Domingão do Faustão” (Globo), mais uma vez, levantou a bandeira da luta contra a intolerância, condenou a homofobia e ainda perguntou a dois líderes religiosos muito populares: padre Fábio de Melo e a pastora Ludimila. Ambos os líderes religiosos se manifestaram contra a intolerância aos LGBT. 


Achei importante a atitude do apresentador. Importante e corajosa. Não é qualquer um que aborda um tema que é tão delicado para algumas religiões, diante de dois líderes religiosos. Que a fé seja usada para o bem e não para “santificar o crime”, como bem disse o charmoso padre.

Acontece que, infelizmente, homossexuais assumidos serão sempre discriminados entre alguns religiosos que praticam religiões onde a homossexualidade é considerada pecado. Até aí tudo bem, cada um faz o que quer e interpreta a Bíblia da sua maneira. O que não dá pra aguentar são religiões que dizem “curar” a homossexualidade. Pelo menos, não estamos mais vivendo na época em que pessoas eram queimadas em nome de religião nenhuma. Pelo menos aqui no Brasil. Em alguns países fundamentalistas, ainda se condenam pessoas a morte por serem gays.

Amar, nem sempre quer dizer respeitar. Aceitar, dentro de algum limite, não é aceitar de verdade. Por isso, independente de opinião de líder religioso, o importante é que o PLC 122/06 seja aprovado, evitando manifestações homofóbicas e constrangimentos e dando a mesma proteção aos gays.


Veja o vídeo:

Tolerância na USP Resposta

A pró-reitoria da USP aprovou um programa para combater a intolerância e a homofobia. A ideia, segundo Maria Arminda Arruda, pró-reitora de Cultura e Extensão, é promover ações educativas, debates, palestras e conferências na universidade para uma “ampla discussão” sobre diversidade sexual, racial e religiosa.

Há cerca de um mês, um estudante do Instituto de Biociências da USP, que é homossexual, foi agredido numa festa da ECA (Escola de Comunicações e Artes), da mesma universidade.

Repúdio

O programa também será “exportado” para escolas públicas e instituições que queiram debater o tema. O conselho de cultura e extensão aprovou ainda uma moção de repúdios a manifestações de homofobia como as da avenida Paulista e as que ocorreram na festa da ECA.

*Nota publicada no jornal Folha de S.Paulo, caderno Ilustrada – coluna de Mônica Bergamo, 13/12/2010

Gays na TV Resposta

Li sobre a discussão a respeito da homofobia que está rolando no série teen “Malhação” (Rede Globo), em um site gay e hoje (13/12) resolvi acompanhar.

Na trama, o personagem Cadu (Bruno Ferrari) resolveu sair do armário e causou um alvoroço na escola. O único que ficou ao lado dele foi o seu amigo Eric (Duam Socci). Isso foi motivo suficiente para muitos acharem que eles são um casal gay. O capítulo de segunda-feira acabou com os dois amigos surpreendidos pelos demais colegas da escola, antes de entrarem na piscina. Todos estão olhando para eles, com risos de deboche. Isso tudo porque um aluno tirou foto dos dois se abraçando e resolveu divulgar, via celular.

No mesmo capítulo de ontem, Lurdes (Sandra Corveloni), dona de uma loja fica chocada ao saber que seus funcionários: Toni e Fabiano (ao sei os nomes dos atores, nem achei nos créditos da série) são casados. Ela diz coisas do tipo: eu acho que não é normal, por mim tudo bem, desde que vocês não andem de mãos dadas pelo shopping.

Ainda tem a personagem Duda (Nathalie Jourdan), com um visual masculinizado, que joga futebol bem e aprendeu a lutar. Mas não se assumiu lésbica. Nem sei se é.

Acho louvável que a homofobia esteja sendo tratada em u programa que passa nos fins de tarde, na maior emissora aberta do Brasil. Acho mais bacana ainda que um dos envolvidos na trama, mesmo que, até agora, indiretamente, seja o galã Bruno Ferrari. Mas será que a série vai tratar da vida amorosa e sexual de Cadu? Será que ele, por exemplo, beijará na boca de um outro coleguinha? Acho improvável, sobretudo depois do beijo gay ter sido vetado – mais uma vez – recentemente, em uma produção que passa depois das 22h. Na MTV, já rolou beijo gay pra qualquer idade, há tempos. Em inúmeros seriados dos EUA também.

Aqui no Brasil, depois de esperar pelo beijo gay entre Júnior (Bruno Gagliasso) e Zeca (Erom Cordeiro) em “America” (2005), novela de Glória Perez, nunca mais esperei por nada. Se rolar um dia, rolou. Antes, já havia torcido por beijo gay inúmeras vezes. Aliás, torcia inclusive para ter um personagem gay em novelas. Em “Malhação”, na temporada de 2000, Erik Marmo foi Sócrates, mais um gay “padrão globo”.

A própria Record já teve casais gays em produções. Lembro-me que, antes da Globo colocar algum casal que tenha me chamado a atenção, a Record colocou em uma novela. Eu acompanhei a novela inteirinha, pois adorava ver o casal. Pena que não me lembro o nome da novela.

Na novela das 19h15 “Ti-ti-ti” (Globo), de Maria Adelaide Amaral, temos o personagem Julinho (André Arteche). Um dos personagens gays mais bem construídos e bem resolvidos de todos os tempos da TV aberta. Mas falta alguma coisa, falta desejo, falta realidade. As cores ainda são muito fracas e tudo é muito sutil. Na minissérie “Queridos Amigos” (Globo, 2008), de Maria Adelaida Amaral, a Globo exibiu o primeiro beijo entre dois homens. Antes, acho que no “Programa do Jô”, já tinham mostrado, mas não na teledramaturgia da Globo. Mas não tratou-se de um beijo gay, afinal, só o Benny (Guilherme Weber) era gay, o Pedro (Bruno Garcia) foi surpreendido e não era gay. Não houve amor, cumplicidade, nada disso. Foi um beijo tenso e com final triste.

Para se enxergar na TV, por enquanto, só mesmo pela TV fechada. O que não falta são opções!

Beijaço contra a homofobia agita centro de São Paulo 1


Cerca de 200 pessoas se reuniram na tarde do último domingo (12/12), no Centro de São Paulo, para protestar contra os últimos episódios envolvendo agressões a gays na capital e exigir a aprovação do projeto de lei complementar que criminaliza a homofobia (PLC 122/06, para assinar o abaixo-assinado, exigindo que ele seja aprovado no Senado, clique aqui). O protesto foi marcado pela internet.

Os participantes do protesto se reuniram em frente a uma doceria onde um casal, segundo eles, foi discriminado porque se abraçou em público. A manifestação pacífica contou com cartazes, apitos e beijaços e com a cobertura da mídia. Estiveram presentes uma equipe do programa de humor e jornalismo “CQC” (Band) e o jornalista Leão Lobo.

Os manifestantes se dirigiram até um local da Avenida Paulista, onde um jovem gay foi agredido. Duas motos e uma viatura da Polícia Militar, acompanharam o protesto.

No dia 14 de novembro, por volta das 03h, na avenida Paulista, uma das principais da cidade de São Paulo, um homem de 23 anos teria levado socos no rosto. Quando estava no chão, seu celular e sua carteira teriam sido levados pelos agressores.

Na sequência, segundo o boletim de ocorrência, um fotógrafo e um estudante de 19 anos, que estavam juntos em um ponto de taxi, foram atacados. Quando o grupo de agressores se aproximou, teria dito que eles eram “um casal”, os chamado de homossexuais e agredido os dois com socos na cabeça.
O fotógrafo conseguiu correr para uma estação de Metrô e permaneceu no local até que os agressores fossem embora. Já o estudante de 19 anos não conseguiu fugir e foi espancado. Uma lâmpada fluorescente foi usada no espancamento, provocando cortes graves. Ele foi encaminhado para o Hospital Oswaldo Cruz, medicado e liberado.
A polícia também investiga duas outras vítimas do grupo, uma que teria sido roubada e outra que disse ter sido agredida em uma festa, no mesmo dia dos ataques na avenida Paulista.
Semanas após os ataques, um rapaz que não quis se identificar prestou depoimento à Polícia Civil afirmando ter sido vítima de agressão pelo mesmo grupo de jovens, em 14 de março, na rua Augusta. Ele disse que reconheceu dois dos agressores por meio de imagens veiculadas na mídia. Segundo investigação da polícia, esta é a sexta pessoa que prestou depoimento no 5º Distrito Policial (Aclimação) afirmando ter sido vítima do grupo.
Segundo depoimento à polícia, o rapaz disse que levou vários socos do único jovem maior de idade que integra o grupo e que foi imobilizado por um menor. “Ele me deu vários socos. Tive uma dilaceração dos ossos do globo ocular e vou para a segunda cirurgia de reparação”, afirmou.
Com informações do Terra Brasil e G1

Homofobia ou Exagero? Resposta

Uma companhia aérea da Nova Zelândia retirou do ar um vídeo sobre segurança de vôo após reclamação de clientes que consideraram uma das cenas com conteúdo homofóbico.

A cena: um comissário de bordo pede um beijo na bochecha a um jogador de rugbi, que por sua vez recusa e sai sem falar nada.

Ora, acho muito legal a iniciativa da empresa em realizar um vídeo que abrange todos os segmentos da sociedade. Também acho de ótima iniciativa demonstrar que a companhia é gay friendly, e que não só contrata, mas também mostra que existe uma política de aceitação de homossexuais assumidos como empregados. O jogador de rugbi mostra ser heterossexual, e ele não é obrigado a beijar o comissário de bordo. Eu, particularmente, não achei o vídeo com conteúdo homofóbico.

Já é de grande avanço a companhia aérea realizar o vídeo sem discriminar a sexualidade do rapaz. E foi algo tão natural e justo, que no fim da cena, o vídeo mostra um heterossexual recusando beijar o comissário gay. Poderia ser também uma comissária. Ninguém é obrigado a beijar ninguém. Acho que houve um exagero. Qual a sua opinião?

Veja o vídeo:

Será que ele é? Resposta

E mais uma vez surgem rumores envolvendo a sexualidade de John Travolta. A atriz Carrie Fisher voltou a afirmar que sempre soube da homossexualidade do famoso ator de Grease, mas que nunca se importou sobre o assunto. E completa: “Sinto muito que ele sinta-se desconfortável com isto”.

Não é de hoje que John é chamado de homossexual. Inclusive, o escritor Robert Randoph afirma que o ator é um viciado em sexo, e diz já ter ouvido várias histórias de homens que tiveram experiências sexuais com John Travolta ou que já o viram transando em alguma sauna ou vestiário.

O curioso é que John Travolta é adepto da seita Cientologia, que demoniza a homossexualidade.



Foto: Reprodução.

Arnaldo Jabor mete a boca no trombone Resposta

O telejornalismo vem me surpreendendo positivamente nos últimos tempos. Vi uma bela reportagem a respeito da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, na “GloboNews”, com direito até a citação do PLC 122/06 que visa criminalizar a homofobia (você não conhece? então acesse: http://www.naohomofobia.com.br, leia sobre ele e assine, exigindo que seja aprovado pelos senadores), vi também reportagens interessantes sobre a agressão a jovens homossexuais em São Paulo e ao tiro em um jovem gay, depois da Parada do Orgulho LGBT do Rio de Janeiro, tiro disparado por um membro do Exército Brasileiro!


Mas, poucas vezes, ou melhor dizendo, acho que nunca havia visto um grande jornalista opinar sobre tais agressões. Veja o vídeo que foi veiculado no “Jornal da Globo”, em que o jornalista e cineasta Arnaldo Jabor dize que… bom, é de arrepiar. Veja e tire as suas próprias conclusões!





Já passa da hora de nós, LGBT reagirmos, de maneira inteligente, com coragem, a essas agressões! Quantos precisarão morrer? Você precisará ser a próxima vítima ou o seu namorado ou melhor amigo, para acordar?

Inquéritos investigarão homofobia em universidade do RS Resposta

Nos últimos tempos, notícias relacionando universidades à homofobia têm tomado conta dos noticiários e não é só em São Paulo.
A Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) instaurou uma comissão de sindicância e a Promotoria de Defesa dos Direitos Humanos instaurou um inquérito civil para investigarem a origem de um e-mail com conteúdo homofóbico que circulou entre os alunos da instituição.
A mensagem, supostamente enviada por um aluno da instituição por meio de uma conta de e-mail coletiva, depois que uma chapa com dois integrantes homossexuais venceu a eleição para o centro acadêmico, no fim de novembro, sugere que os futuros médicos tomem atitudes para, pouco a pouco, acabar com o que considera uma peste. “No momento da consulta de uma bicha, ou recuse-se (pelos meios cabíveis em lei) ou trate-o erroneamente”, propõe o texto.
A reitora Miriam da Costa Oliveira disse ao portal “Estadão” que a universidade está preocupada em dar uma resposta à sociedade no que se refere ao preconceito, contrário à pluralidade da instituição, e manifestou-se preocupada com a possibilidade de existir um só aluno da área da saúde que possa admitir dar mau atendimento a um paciente. Lembrou ainda que a missão da UFCSPA é formar estudantes comprometidos com o juramento de nunca usar a profissão para favorecer o crime.
O blog espera que as investigações cheguem ao ou aos culpados e puna exemplarmente. É realmente assustador imaginar que alguém possa ser tratado diferente por causa de sua orientação sexual. Estou aqui pensando, será que nas faculdades de Medicina eles possuem aulas de educação sexual ou algo do gênero, que os ensinem a tratarem com respeito todos, independente de orientação sexual ou identidade de gênero? É espantoso que alguém precise disso ao chegar na faculdade com idade suficiente para saber o que significa respeito, educação sexual deveria acontecer nas escolas, mas já que não acontece. Não temos aula de, por exemplo, ética, nas faculdades? Por que um universitário não pode ter aula de educação sexual?
*Com informações do “Estadão” e do jornal “Zero Hora”

Essa tal sociedade… Beijo Gay Resposta

Estreou recentemente na Rede Globo a série “Clandestinos”, baseada na peça de João Falcão. O seriado é basicamente norteado pelo sentimento de confiança que temos em nós mesmos e que, através dessa autoconfiança, podemos atingir o sucesso. E desde a estreia tem sido noticiado que a série mostraria um suposto beijo gay.

Primeiro gostaria de esclarecer a você que, de repente, pode estar reclamando do outro lado: “Mas pra que beijo gay? Esse assunto está chato e batido! Não precisamos disso para mostrar algo a alguém.” Sim, você está correto em pensar dessa forma. Acontece que as obras de ficção têm como um dos seus principais objetivos, chegarem próximo da realidade. Temos sempre o político corrupto, a prostituta, o carinha que faz de tudo pra virar presidente de uma grande empresa. E temos sempre um personagem gay. Mas nunca tivemos retratados na TV a realidade dos gays como realmente é. E sempre que tentaram incluir a cena de um beijo entre dois homens ou duas mulheres, a alta direção da TV decide que ainda, a sociedade brasileira não está preparada para isso.

A sérieClandestinos” é baseada em uma obra teatral. Ora, quem não sabe que o mundo do teatro é repleto de homossexuais? Pensando nisso, e também por ter no elenco atores que não são conhecidos pela grande mídia, um beijo gay seria uma coisa que viria naturalmente.
Vários veículos de comunicação começaram a noticiar que o “tão esperadobeijo gay na TV aberta brasileira iria acontecer ontem, no episódio em que Fabio (Fabio Henriquez) reencontra seumelhor amigo” da adolescência, Hugo (Hugon Leão).

Logo no início do episódio, Fabio fica visivelmente emocionado ao reencontrar o antigo companheiro no teste para elenco de sua peça. E ele corre para o palco, feliz por poder rever seu melhor amigo e relembrar os velhos tempos. Com inúmeros cortes de câmera, tudo deu a entender que os dois deram um beijo. Mas isso ficou mais uma vez em nossa imaginação, porque a cena real desse beijo não foi mostrada em nenhum momento. Percebese que entre os dois existe (ou existiu) algo mais que amizade. A tal sociedade que ainda não está preparada para esse tipo de cena, percebe que existe uma relacão homossexual por trás daquela amizade colorida. Mas daí a querer ver um beijo entre dois homens seria um pouco demais, ?!

Será que até o fim da série que fala de teatro, liberdade e confiança, ainda teremos a chance de ver o “tão esperadobeijo gay?

O vídeo com a cena do beijo foi parar no YouTube:


Olá Resposta

Adorei a ideia do meu amigo Douglas, de criarmos este blog. Na verdade, já tivemos um blog que era um apanhado de notícias do mundo LGBT. A intenção agora é um pouco diferente. Além das notícias, o espaço será de opinião. Então, não surpreenda-se se, de vez em quando, a chapa esquentar. A intenção é essa.

Queremos, dentro de nossas limitações: espaço físico (ele mora nos EUA, eu no Brasil), pouco conhecimento a respeito de informática – por exemplo, a gente queria colocar uma foto pequena de cada um, com o nosso perfil por aqui e não sabe como (rs rs rs) – despertar em você, leitor(a) um certo incômodo. Queremos despertar em você uma vontade de mudar, não o mundo, não a situação dos LGBT em países fundamentalistas, mas as suas atitudes. Queremos que você levante a bunda da cadeira e haja! Está na hora! Podemos, sim, mudar a situação vexatória em que o nosso Brasil se encontra. É o país, segundo dados não oficiais, onde mais se mata gays no mundo!

Você pode até questionar os métodos de quem divulga os números da violência contra os LGBT no Brasil. Mas, se você parou neste espaço, é porque certamente se sente incomodado com algo. Então, acredito que, se a gente mudar a nossa atitude nos pequenos acontecimentos do dia a dia, deixará de passar por constrangimentos e de presenciar crimes contra pessoas, simplesmente, por elas terem uma orientação sexual ou identidade de gênero diferente da do agressor.

Sei que o início de um blog é difícil e a sensação é de falar com as paredes. Por isso, peço que você perca um tempinho e comente algo. Dê a sua opinião. O que você quer ver por aqui.