Thiago Thomé se diverte com cantadas de mulheres e de gays Resposta

Thiago Thomé

Instagram: @thiagothome

 

No ar como Radu, o segurança bonitão da mocinha Clara, na novela das 21h, “O Outro Lado do Paraíso” (Globo), Thiago Thomé falou sobre assédio feminino e masculino à revista Tititi.

Segundo Thomé, o público feminino se manifesta “muito (risos).Mas é normal, há toda uma exposição nacional de um personagem sério, misterioso, agora cuidadoso, educado… Assim fica fácil para Radu conquistar todos os corações (gargalhadas)”.

Thiago conta que “os gays são bem mais assanhados (gargalhadas)! Levo na boa, respondo a todos com carinho e respeito”.

E para a tristeza de muito, Thiago dá o recado “Sou casadíssimo com uma baiana arretada, a Camila Lima (gargalhadas).

José Mayer é afastado de novela após acusação de assédio Resposta

 

josé mayer

José Mayer é afastado de novela

Após as acusações de assédio sexual (leia clicando aqui) feitas pela figurinista Su Tonani na Folha de São Paulo, a Rede Globo resolveu dar um descanso à imagem do ator José Mayer. O galã estava reservado por Aguinaldo Silva para “O Sétimo Guardião”, novela para o ano que vem. A avaliação da emissora é de que será necessário tempo fora do ar para evitar desgaste. Além disso: personagens sedutores nunca mais.

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Figurinista Su Tonani acusa José Mayer

 

O ator nega a acusação. “Respeito muito as mulheres, meus companheiros e o meu ambiente de trabalho e peço a todos que não misturem ficção com realidade. As palavras e atitudes que me atribuíram são próprias do machismo e da misoginia do personagem Tião Bezerra, não são minhas. Nesses 49 anos trabalhando como ator sempre busquei e encontrei respeito e confiança em todos que trabalham comigo.”, disse Mayer em nota.

Não é o que diz Letícia Sabatella. Em sua conta no Facebook, a atriz da Globo escreveu: “José Mayer não se emenda, hein? Su Tornani, sinta-se apoiada em sua denúncia.” Letícia foi a única artista a se manifestar.

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Letícia Sabatella sai em defesa de Su

O texto diz que a emissora não comenta assuntos internos. No entanto, o canal diz que é contra a qualquer tipo de preconceito, violência e desrespeito. Além disso, uma das metas da empresa é zelas pelas relações entre os seus funcionários, a fim de que o trabalho sempre aconteça em um espaço de harmonia. “Todas as questões são apuradas com rigor, ouvidos todos os envolvidos, em busca da verdade”. “As medidas necessárias estão sendo tomadas”, finaliza a emissora.

 

Vamos aguardar a apuração do caso pela TV Globo, já que a figurinista não denunciou à polícia, e ver quais providências serão tomadas pela emissora, já que afastar de novela não é propriamente punição.

Itamaraty prorroga prazo para investigar diplomatas acusados de assédio e homofobia Resposta

O ex-cônsul-geral do Brasil em Sydney (Austrália), Américo Fontenelle, e o ex-adjunto dele, Cesar Cidade, ganharam mais tempo para se defender na comissão processante que investiga as acusações sobre eles relativas à discriminação, homofobia e assédio. No boletim interno do Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, foi publicada nesta segunda (2/9) portaria de continuidade determinando mais 60 dias para a conclusão das apurações. O prazo havia acabado no último dia 30.

A comissão processante, que reúne três membros, apura “possíveis irregularidades referentes aos atos e fatos”, segundo o texto publicado no boletim interno. O processo é reservado, de acordo com o Itamaraty, e não foi informada a razão da prorrogação do prazo. Segundo diplomatas, a decisão foi tomada porque a comissão concluiu que os dados levantados até o momento são insuficientes.

Há pouco mais de três meses, Fontenelle recebeu ordens para deixar o posto e foi aberto um  processo administrativo disciplinar contra ele e Cidade. Os dois diplomatas são denunciados, por funcionários, de assédio moral e sexual, homofobia e desrespeito. Inicialmente, a previsão era que as investigações iam durar 60 dias.

As investigações são conduzidas por três embaixadores, com experiência consular e questões administrativas. Ao final das apurações, os dois diplomatas podem ser condenados com uma simples advertência oral ou até exonerados de suas funções. Ao Itamaraty, Fontenelle e Cidade negaram as acusações.

As denúncias surgiram a partir de acusações feitas por funcionários do Consulado de Sydney, que informaram ao Itamaraty situações em que foram humilhados e houve abuso de autoridade por parte do cônsul e do adjunto dele. Desde então, o ministério passou a apurar as informações.

No último dia 28, ao assumir o cargo, o novo chanceler Luiz Alberto Figueiredo Machado disse que não vai tolerar qualquer tipo de discriminação ou assédio na pasta. “Nesta casa [Itamaraty] tampouco há lugar para discriminação nem assédio. Comportamentos desse tipo não serão tolerados”, destacou Figueiredo, na presença de diplomatas estrangeiros e brasileiros, durante a cerimônia de transmissão de cargo no Palácio Itamaraty.