Casal de pinguins gays ‘sequestra’ filhote de casal hétero em zoo Resposta

Pinguins

Pinguins gays com filhote ‘sequestrado’ Foto: Reprodução/Facebook (Odense Zoo)

O zoológico de Odense (Dinamarca) está vivendo uma situação inédita e inusitada. Um casal de pinguins gays “sequestrou” o filhote de um casal hétero quando os rivais deixaram o bebê sozinho e saíram para nadar.

“Os pais sumiram e o filhote foi simplesmente sequestrado. Os responsáveis são um par de machos gays”, disse à emissora DR Sandie Hedegård Munck, que é veterinária no zoo.

“Quando eles viram o filhote sozinho, provavelmente pensaram: ‘Isso é péssimo, vamos pegá-lo’. Achei que os pais voltariam e exigiriam o filho de volta, mas o pai ficou andando por aí e se exibindo como se não tivesse um filhote”, acrescentou ela.

A direção do zoo deixaria o filhote com o casal gay se o casal hétero não se esforçasse em recuperá-lo. Mas, após um dia, os pais originais enfrentaram os pinguins gays e, com a ajuda de Sandie, tiveram o filhote de volta.

O final feliz também contemplou o casal gay. Veterinários deram a eles um ovo de uma mãe que não tinha como cuidar dele. Em breve, a família vai aumentar.

Para ver o vídeo clique aqui.

Fonte: Jornal Extra

Juiz autoriza que menina seja adotada por um gay e duas lésbicas 1

1360356658908-juiz

Um bebê de um ano e 11 meses tornou-se nesta sexta-feira (8/2) filha de três pessoas no estado da Flórida, nos EUA. Na certidão de nascimento da criança, serão registrados os nomes do casal de lésbicas Maria Italiano e Cher Filippazzo, e do pai biológico Massimiliano Gerina, que doou o esperma. De acordo com o “Miami Herald”, as duas se casaram em Connecticut e teriam passado por inúmeras tentativas fracassadas de engravidar. Por isso, pediram a contribuição do amigo para que pudessem ter um bebê.

– Nós estamos criando um novo conceito de família. Se duas mulheres querem o reconhecimento da maternidade, listadas como número 1 e número 2, isso não exclui que o homem seja listado como o pai – disse Karyn J. Begin, representante de Gerina na Justiça.

A inseminação foi doméstica e, meses depois, Maria descobriu que estava grávida. Segundo as leis da Flórida, doadores não tem nenhum direito ou responsabilidade em relação à criança gerada. No entanto, Gerina fez questão de não abrir mão da paternidade.

– Quando me deram os documentos que me fariam perder todos os meus direitos com o bebê, eu não assinei – afirmou Gerina.

Antes de posar para fotos com os três pais e a bebê, o juiz Antonio Marin aprovou o pedido de Gerina submeteu os documentos com a nova paternidade para um funcionário do tribunal de adoção local. Segundo o pai, as mulheres estarão no comando, mas ele vai ajudar tomando conta da menina e passando tempo com a filha.