Dia Histórico #FinalamoràVida Resposta

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Hoje é um dia histórico para a TV brasileira e para os LGBTs! O primeiro beijo entre homens da TV brasileira foi na minissérie “Queridos Amigos” (Rede Globo), da Maria Adelaide Amaral, mas foi entre um heterossexual e um gay. Hoje foi diferente.  Espero que um dia o beijo entre iguais (homoAFETIVO) deixe de ser um “beijo gay” e seja apenas um beijo. Parabéns, Walcyr Carrasco, parabéns, Mauro Mendonça Filho, parabéns, Rede Globo e principalmente, parabéns a todos os LGBTs que não são alienados e lutaram por isso há décadas.

Quero um beijo gay apaixonado em “Amor à Vida” Resposta

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Quero um beijo apaixonado entre Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso) em “Amor à Vida”, novela de Walcyr Carrasco, exibida às 21h pela Rede Globo. Sei que a Globo já exibiu um beijo gay antes, na minissérie “Queridos Amigos”, de Maria Adelaide Amaral. Mas foi um beijo entre um heterossexual e um homossexual e não um beijo homoafetivo. Sei que outros beijos gays já rolaram na TV aberta: no programa “Beija Sapo” (MTV) e em um reality show que está sendo exibido na Band, apresentado pela Adriane Galisteu. Sei que existem duas lésbicas se beijando na atual edição do BBB, que não estou acompanhando. Sei, também, que já houve um selinho lésbico em uma novela do Manoel Carlos. Também me lembro do beijo lésbico em “Amor e Revolução” (SBT). Foi um beijo lindo, profundo, mas a direção vetou o beijo entre homens. É que o beijo entre mulheres agrada a uma parcela da população, muitos homens se sentem excitados com isso, já o beijo entre homens desagrada, causa repulsa. Só que desta vez pode ser diferente. O autor Walcyr Carrasco construiu uma história de amor entre o Niko e Félix, fazendo com que ambos sofressem bastante, até caírem nas graças dos telespectadores. O Niko com a história do Fabrício. Ele sempre foi tão fofo na novela, mas tão fofo, que os telespectadores acabaram por torcer para que o Fabrício ficasse com ele e não com a Amarilys (Danielle Winits), mesmo antes de descobrir que o bebê de fato é dele. Já o Félix foi rejeitado por todas as personagens da novela, menos a Márcia (Elizabeth Savalla) e o Niko. E ele pôde ajudar o Niko, mostrar que existia um Félix bom, que tornou-se um monstro por ter sido rejeitado pelo pai. Eu, pessoalmente, acho que nada justifica jogar uma criança na caçamba, mas o autor da novela conseguiu convencer os telespectadores e todos passaram a ver o Félix, não como um vilão, mas como uma vítima.

Durante grande parte da novela, com o Eron (Marcelo Anthony) separado do Niko e o Félix sem o seu Anjinho (como é mesmo o nome do ator que fez a personagem?) na cadeia, os gays ficaram sem companheiros. Mas o autor colocou na boca da Aline (Vanessa Giácomo), da Amarilys e do César (Antonio Fagundes) frases homofóbicas, fazendo com que o telespectador entrasse em contato com a sua própria homofobia e refletisse sobre o assunto. A família brasileira tem, pelo menos até hoje, o último capítulo de “Amor à Vida”, a companhia de sete personagens gays e uma travesti. Só faltou uma lésbica, para que os LGBTs fossem todos representados, pois até a bissexualidade o Walcyr Carrasco abordou.

Eu quero um beijo homoafetivo entre dois homens, não porque foram mostradas cenas de traições, assassinato, suicidio e tentativa de assassinato, porque eu acho que não dá para comparar cenas de violência com cena de amor, que é o que uma cena de beijo representa. Eu quero um beijo gay, porque a história entre o Félix e o Niko só estará completa com o beijo. Eu quero um beijo gay, para que uma porta seja aberta para outros beijos gays, até que não se use mais o termo “beijo gay” e sim beijo, como outro qualquer.

Capítulo de “Amor à Vida” foi mais importante do que uma Parada Gay 2

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O que eu vi na novela “Amor à Vida”, na noite da última quinta-feira (01/08) foi surpreendente. Eu já esperava que o autor Walcyr Carrasco fosse tratar da questão da homossexualidade de maneira primorosa, tendo em vista a maneira ousada como ele abordou o tema em “Morde & Assopra”, até dois homens deitados na mesma cama ele conseguiu colocar, às 19h, claro que um dos personagens não era gay. Mas a cena me chamou muito a atenção. O que eu não esperava era que a direção da Rede Globo fosse permitir que se falasse em orientação sexual, entre outros assuntos.

O assunto foi praticamente a homossexualidade. O texto na boca de atrizes experientes e queridas do público como Nathalia Timberg e Susana Vieira deram mais credibilidade ainda à novela. O diálogo entre avó, mãe e filho (um Mateus Solano perfeito) foi emocionante. E o que dizer da hipocrisia de César, que trai a mulher, conversando com a sua amante sobre a homossexualidade do filho. Ambos reprovando, naturalmente. Quando César (Antonio Fagundes dando show, novidade) perguntou ao filho quem era a mulher da relação, ele falou o que muitos brasileiros pensam, mas não têm coragem de dizer.

Os capítulos de quinta-feira e sexta-feira, valeram mais do que uma Parada Gay, pois uma novela das nove atinge milhões de telespectadores, de classes sociais e credos diferentes. Parabéns à direção da Rede Globo, parabéns ao autor Walcyr Carrasco, aos seus colaboradores e a todos os atores envolvidos nesta trama. Só falta liberar de uma vez por todas o beijo gay.

‘Sangue Bom’ terá casal gay e pretende surpreender o público Resposta

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Os autores Maria Adelaide Amaral (autora do prrimeiro beijo gay na TV brasileira) e Vicenti Villari são conhecidos por ousar nas novelas. E não será em “Sangue Bom” que será diferente.

Nos próximos capítulos da trama, um novo casal será formado, mas por dois homens. Filipinho (Josafá Filho) finalmente vai se assumir gay, com isso o assistente da Luxury, Peixinho (Julio Oliveira) vai se envolver com o Famosinho da Casa Verde.

“Ele vai se apaixonar por um garoto, que vai brigar com a mãe por causa disso. Será uma grande mudança na novela”, antecipa Julio, que não quis entregar o nome de Filipinho.

Na trama, Filipinho soube da intenção de Peixinho através de Lara (Maria Helena Chira). Foi ela quem contou ao Famosinho da Casa Verde que o assistente do Luxury está a fim dele. Confuso e perturbado, Filipinho desabafou com Xande (Felipe Lima) e ele percebeu que o filho da garçonete ficou perturbado.

“Sangue Bom” já tem entre suas personagens uma travesti: Mulher Pau de Jacu, interpretada por Luiz André Alvim.

Caco Ciocler beija Gero Camilo em campanha contra homofobia 1

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Os atores Caco Ciocler e Gero Camilo estampam a primeira de uma série de fotos de beijos que fazem parte da campanha “Liberdade na Vida e na Arte”, divulgada na sexta edição da revista Antro Positivo, editada pelo diretor Ruy Filho em parceria com a designer Patrícia Cividanes.

A série, assinada pelo fotógrafo Alex Silva, mostra beijos de atores, tanto mulheres quanto homens, que não são necessariamente gays. Além dos dois atores, Lavínia Pannunzio com Maria Manoella e Gustavo Haddad com Kiko Bertholini também participaram da campanha – que faz parte das manifestações contra a posse de Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

Confira o vídeo de divulgação da campanha, que foi visto mais de 16 mil vezes: 

Wolverine e Hércules trocam beijo em nova HQ da Marvel 2

Reprodução da HQ alternativa "X-Treme X-Men 10", da Marvel, que mostra a cena de beijo entre os heróis Wolverine e Hércules

Reprodução da HQ alternativa “X-Treme X-Men 10”, da Marvel, que mostra a cena de beijo entre os heróis Wolverine e Hércules

A Marvel lançará uma edição alternativa com um beijo gay de Wolverine e Hércules. A informação foi publicada pelo site de notícias Huffington Post na última terça-feira (26).

Na HQ X-Treme X-Men 10, os dois se per­dem em rea­li­da­des alter­na­ti­vas e terão con­tato com per­so­na­gens em diver­sas épocas e mundos. O beijo acon­tece na Grécia antiga.

A página divul­gada da HQ mos­tra o texto: “Nós fomos os mai­o­res heróis de nos­sos mun­dos. E no dia em que mata­mos o pior mons­tro que ame­a­çou o Domínio do Canadá Nós reve­la­mos nosso amor”. A edi­ção chega às bancas em setembro.

A editora lembra que os personagens Wolverine e Hércules, que se revelam como namorados nesta edição, são versões alternativas dos heróis e pertencem a um outro universo, distinto das histórias regulares da dupla.

A Marvel e a DC Comics têm mos­trado rela­ci­o­na­men­tos gays em seus gibis. A pri­meira retratou o casamento do mutante Estrela Polar na revista Ashtonishing X-Men 51.

Já a DC tem a Batwoman, uma vigi­lante de Gotham City que assumidamente se relaciona com outras mulheres.

Fonte: Folha de São Paulo

Jovem gay diz ter sido proibido de beijar namorado em bar de Fortaleza 1

Homofobia em Fortaleza

Uma denúncia de homofobia em um bar de Fortaleza repercutiu nas redes sociais esta semana. De acordo com relato do estudante Tel Cândido, de 25 anos, ele e um grupo de quatro amigos, estavam no bar na noite do sábado (15) e foram advertidos pela garçonete de que não era permitido troca de beijos e outras formas de carinho no estabelecimento. Questionada se a regra valia para todas as pessoas, a garçonete disse, segundo Cândido, que nas “normas da casa” a proibição se restringia aos casais do mesmo sexo. O post escrito pelo estudante em seu perfil no Facebook teve centenas de compartilhamentos durante a semana.

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Por telefone, uma das proprietárias do bar, o Suvaco de Cobra, Sheila Nogueira, disse ter havido um mal-entendido. Segundo ela, aconteceu foi um certo “exagero” na troca de beijos do casal e que de maneira nenhuma teve a intenção de cometer um ato de homofobia. “Depois do acorrido, conversei com o rapaz, pedi desculpas e expliquei que o que estava sendo questionado era a intensidade das carícias e até pedi que eles tivessem um pouco de bom senso, já que estávamos em um ambiente frequentado por pessoas de todas as idades. Se um casal heterossexual tivesse se comportado da mesma maneira, nós também os teríamos abordado”. Engraçado que os donos de estabelecimentos homofóbicos sempre usam a mesma justificativa: carícias excessivas.

Para o estudante, houve um clássico ato de preconceito por parte da administração do bar. “É isso que dói, mesmo quando um pedido de desculpas vazio tenta mascarar os preconceitos que sustentaram esse episódio. É mais do que um beijo, é mais do que o direito a consumir, é, sobretudo, ver-se julgado como inferior, como anormal, como imoral, sujo. É isso que nenhum pedido de desculpas repara”, disse.