Greta: Produtores creditam corte de apoio financeiro da Ancine a homofobia Resposta

Em postagem no Instagram, os produtores do filme “Greta”, estrelado por Marco Nanini, comentaram que a recisão do apoio financeiro da Ancine para a participação do longa no Festival Internacional Queer de Lisboa pode ser motivo de homofobia. E nós do blog sabemos que é.

Na nota oficial, os produtores disseram que ficaram sabendo sobre a rescisão como o público, através da coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo. A justificativa oficial da Ancine, segundo eles, foi um corte de R$ 13 milhões nas despesas gerais da agência.

O filme estreia no Brasil dia 10 de outubro. Vamos todxs!

Segue a postagem:

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Recebemos surpresos, através da coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo, a informação da rescisão de apoio financeiro para dois filmes brasileiros que participariam do Festival Internacional Queer Lisboa. Greta e Negrum3, os filmes atingidos, abordam temas que o governo parece não querer ver nas telas: homossexualidade e negritude. Assim nós, produtores do filme Greta, temerosos de estarmos sendo censurados, procuramos a ANCINE e soubemos que a Agência sofreu um contingenciamento de 24% no orçamento, o que significou um corte de 13 milhões nas despesas. Quando o corte atingiu o Programa de Apoio à Participação em Festivais Internacionais, a diretoria optou por cumprir com os apoios publicadas no DOU referentes a filmes que já estavam no exterior e cancelar os apoios já aprovados e publicados referentes aos dois filmes citados. O ponto difícil de aceitar nessa resolução da Agência, sem entendê-la como censura, é que o nosso apoio foi aprovado há 3 semanas, a decisão retroativa poupou os projetos que participaram dos festivais de Toronto e Veneza, entretanto recaiu sobre dois filmes com temática LGBTQI+ inviabilizando a representação do Brasil num dos maiores festivais do gênero no mundo. Recebemos com confiança as justificativas dadas pela ANCINE, mas não podemos deixar de manifestar nossa profunda preocupação em face aos notórios casos de censura e perseguição à atividade artística e à liberdade de expressão, uma vez que a intenção de controle sobre o conteúdo produzido pelo setor audiovisual é pauta recorrente nos pronunciamentos do governo em relação a ANCINE. Greta teve sua estreia mundial no festival de Berlim, participou de festivais na Ásia, na Europa e na América Latina. Será lançado comercialmente nos EUA, Itália, Alemanha, Holanda, Bélgica e Luxemburgo até o momento. No Brasil recebeu os prêmios de melhor filme, direção para Armando Praça e ator para Marco Nanini, no Cine Ceará, e tem seu lançamento nacional agendado para 10 de outubro próximo.

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Censura de obras LGBT é tentativa de negar que gays são “pessoas normais”, diz autor francês Resposta

Sessão de autógrafos no 4° Salão de Revista em Quadrinhos & Imagens LGBT Paris 05/06/16. O próximo evento acontece no dia 30 de novembro de 2019.

Acostumado a acompanhar polêmicas envolvendo a liberdade de expressão dos LGBTs, o autor e crítico francês Jean-Paul Jennequin, editor da revista LGBT BD, não chega a se surpreender com a tentativa de censura de um quadrinho que continha um beijo gay, na Bienal do Rio de Janeiro. Ele nota que a cada vez que o público LGBT é apresentado como “normal” pelas artes, governos autoritários de viés conservador tendem a reagir com rigor.

Para políticos como Jair Bolsonaro ou o russo Vladimir Putin, o combate ao que consideram uma “propaganda gay” nada mais é do que a tentativa de evitar que os homossexuais e transgêneros sejam vistos como pessoas ordinárias pelo restante da sociedade. “O poder deles é baseado no medo”, ressalta Jennequin, autor de “A História dos Livros de Quadrinhos”.

Leia a entrevista concedida à repórter Lúcia Müzell, da RFI:

Você soube do incidente da proibição dos livros na Bienal do Rio de Janeiro?

Jean-Paul Jennequin: Sim, eu soube vagamente. Não sei dos detalhes, nem conheço a lei brasileira. Mas, na França, temos uma lei de 1949 que já foi utilizada para censurar quadrinhos, muito tempo atrás. Ela regulamenta a proibição da venda, da exposição ou da publicidade e faz muito tempo que não é evocada para proibir uma história em quadrinhos – a última vez foi há mais de 20 anos, quando foi usada para proibir mangas japoneses eróticos. Essa lei ainda existe, mas ninguém mais faz referência a ela.

Para você, o que exatamente são quadrinhos LGBT? Basta ter um beijo gay para ser considerado LGBT?

A minha visão é bastante vasta. Na minha revista LGBT BD, eu publico quadrinhos que tenham temáticas ou personagens LGBT. Para mim, a Marvel Vingadores: A Cruzadas das Crianças tem personagens LGBT e corresponde perfeitamente à minha definição.

A maior parte desses quadrinhos é para o público adulto ou para o público em geral?

Depende. No caso desse livro que gerou problemas no Brasil, são personagens que integram um grupo de jovens super-heróis que foram criados em 2006. Aliás, percebemos que Bolsonaro e sua turma não estão muito atualizados e me parece que sequer leem quadrinhos Marvel, o que é lamentável porque eles teriam cabeças mais abertas. O fato é que são personagens que existem há 13 anos. Praticamente desde o início da série, eles apareceram como personagens abertamente gays.

Jean-Paul Jennequin do Festival de Quadrinhos de Angoulême, um dos maiores do mundo.

Numa feira literária ou nas livrarias, esse tipo de HQ costuma ser acessível a todos ou fica escondido?

Sim, todos podem pegar. É claro. Assim como em qualquer HQ, há os que são para adolescentes, para adultos ou para todos. Por exemplo, o autor francês Hugues Barthe lançou recentemente “Meus anos hétero”, que conta a história de um gay que hoje tem cerca de 70 anos e durante muito tempo viveu “no armário”, fingindo ser hétero. O livro conta a sua vida. Essa história é para o público em geral e pode ser comprada em qualquer livraria. Em Paris, tem uma livraria LGBT imensa, Les Mots à la Bouche, no bairro Marais, onde qualquer um pode entrar, inclusive crianças.

Muita gente ainda pensa que uma literatura LGBT é obrigatoriamente erótica?

Sim, são pessoas que tem 40 ou 50 anos de atraso em relação à realidade. Nos anos 1970, quando começaram os quadrinhos abordando a homossexualidade, os transgêneros etc, com frequência eles eram eróticos, embora nem sempre.

Para muitas pessoas, o fato de que a palavra “homossexual” conter a palavra “sexual” é um problema, como se se tratasse de falar de sexo. Mas eu, por exemplo, vivi 28 anos com o mesmo homem, que faleceu, e agora sou casado com outro. E veja que curioso: passo a maior parte do tempo fazendo coisas banais, como olhar televisão, lavar a louça e arrumar a casa. Não estamos o tempo transando como animais.

A prefeitura do governo do Rio de Janeiro alegou uma preocupação com uma suposta “propaganda LGBT”, um argumento encontrado também em países ultraconservadores, não é?

Sim, como Vladimir Putin na Rússia. Para os inimigos dos LGBT, tudo o que possa dar uma imagem “normal” e ordinária da homossexualidade e das pessoas LGBT significa propaganda. Inclusive, eles usam esse termo fora de contexto, porque a propaganda em geral é feita pelo Estado.

Na França, a lei sobre a censura de 1949 apareceu justamente para proibir uma revista chamada Arcadie, publicada por um grupo que queria normalizar a homossexualidade. O que as pessoas como Putin e Bolsonaro mais temem é que aquelas pessoas que não conhecem homossexuais e só têm uma imagem caricata deles possam passar a ter uma outra imagem dos LGBT, mais “normal”. No fim, o poder deles é baseado no medo. Se as pessoas que têm medo das pessoas LGBT, que representam tipos de monstros que só pensam em sexo, passarem a vê-las como pessoas banais como quaisquer outras, Putin e Bolsonaro não terão mais tanto poder assim. Portanto, os LGBT precisam virar os inimigos a serem combatidos.

Os quadrinhos LGBT contribuem para combater a homofobia?

A partir do momento em que representamos as pessoas LGBT em todo o tipo de papéis, que costumam ser representadas por pessoas não-LGBT – como o super-herói -, sim, estamos lutando contra a homofobia. Estamos fazendo as pessoas se questionarem sobre o fato de que o super-herói não necessariamente precisa ser heterossexual.

Como é a aceitação dos quadrinhos LGBT em países mais conservadores, como os muçulmanos? E nos Estados Unidos de Donald Trump?

É preciso notar que, de uma maneira geral, nem todos os países apreciam quadrinhos. Na Alemanha, por exemplo, tem muitos quadrinhos nas livrarias, mas são todos traduções de franceses, belgas ou americanos; não há uma tradição de autores alemães.

Nos Estados Unidos, os primeiros livros LGBT apareceram nos anos 1970 e, nos anos 1980, surgiu a revista Gay Comics, que durou 18 anos. E pouco a pouco, os personagens LGBT que ficavam restritos aos quadrinhos específicos e para adultos, se difundiram nos quadrinhos em geral. O X-Men, por exemplo, que é superconhecido e vendido, mostrou em 2012 o casamento gay de um dos super-heróis. Desde 2007, DC Comics publica as aventuras de Batwoman, que é lésbica.

Após ser expulsa do Vale, Valesca Popozuda tenta se reconciliar com os LGBTs e lança EP Resposta

Valesca Popozuda e Agustin Fernandez

Após ter show cancelado no último dia 23 e ter sido expulsa do Vale, ou seja, “morrido” para os LGBTs, por defender o maquiador Agustin Fernandez, apoiador de Bolsonaro, Valesca Popozuda se diz arrependida.

Segundo o jornalista Leo Dias, para tentar limpar a barra, Valesca está pedindo para seus amigos LGBTs gravarem vídeos de apoio a ela, mas está sendo ignorada.

No Instagram, Popozuda já tentou se redimir e pediu desculpa aos fãs que se ofenderam. “Desculpa. Meu voto nunca foi Bolsonaro. Eu realmente não tenho a menor ideia do que é o sofrimento que vocês passam, da dor diária que vocês enfrentam por conta da condição humana de cada um. Sou humana, também erro, mas tô aqui de peito aberto pra melhorar e aprender cada dia mais. Tô aqui do lado de vocês. A repressão dos machistas também nos persegue porque somos mulheres e na maioria das vezes esses machistas são os homofóbicos e transfóbicos que matam e agridem gays, transexuais“, escreveu.

Ao jornal Extra, um amigo da artista revelou que ela não está bem com a situação. “Ela está muito triste com toda essa situação e preocupada. Com a escassez de shows, ela está acumulando dívidas, pois sustenta a família inteira”.

Lançamento de EP

A funkeira preparo um EP com a temática do Carnaval. O álbum, intitulado Carnavalesca – De Volta Pra Gaiola, vai ser lançado nesta sexta-feira (1) em todas as plataformas digitais.

Em parceria com três blocos de rua do Rio de Janeiro, Valesca deu cara nova para três músicas que foram lançadas recentemente no EP De Volta Pra Gaiola. A ideia era trazer um ritmo carnavalesco diferente para cada uma das canções.

Os blocos que participaram do EP de Valesca são Amigos da Onça, Calcinhas Bélicas e O Rebu Bloco. Além dos hits carnavalesco, o álbum também traz uma música inédita, Vem Facin.

Informações: O Dia, Extra e R7

Musa trans do carnaval carioca se posiciona contra a criminalização da homofobia Resposta

Priscila Reis, musa transexual da Acadêmicos do Sossego, escola de samba da série A do carnaval carioca, acredita que embora seja importante a militância pela igualdade e por direitos, toda a discussão em torno da criminalização da homofobia pode gerar mais apatia e criar uma segmentação na sociedade.

“Me preocupo muito com essa tentativa de criar leis direcionadas ao público LGBT. Estão criando diferenças e especialidades, e isso pode aumentar a rejeição e o preconceito. Leis contra preconceito já existem, o que acredito é que é necessário mais a conscientização do que a criação de novas leis. Enfatizar muito a diferença, segmentar a sociedade em gays, transexuais e héteros cria ainda diferença e isso é perigoso demais”, disse Priscilla.

A musa virá a frente de um carro alegórico da escola da Acadêmicos do Sossego, que justamente exalta a diversidade, a liberdade religiosa, e protesta contra a intolerância e o preconceito.

“Eu acredito que os grupos LGBTs podem estar sendo influenciados por partidos políticos, e o verdadeiro ideal e propósito da causa está sendo esquecido. O que tem que valer é a premissa de que todos nós, independente de ‘opção’ sexual, cor ou etnia, sejamos iguais perante à Lei. É preciso entender que interesses estão por trás de tanto discurso de ódio e das leis. Todos temos de ser iguais, e não segmentados. Luto pela igualdade, justiça social, e não por um tipo de apartheid LGBT”, afirma, se esquecendo de que opção sexual não existe e, sim, orientação sexual.

Bolsonaro e bolsominions concordam.


Bancada evangélica quer delimitar homofobia Resposta

Bancada evangélica na Câmara dos Deputados

Preocupado com abalos na base durante a tramitação da Reforma da Previdência, o Planalto avisou a bancada evangélica: não será obstáculo à reação ao julgamento do STF que deve criminalizar a homofobia. Os evangélicos ensaiam apresentar projeto especificando o que seria passível de punição. Há consenso de que agressões, físicas ou verbais, não serão toleradas. Mas querem preservar a liberdade religiosa de se negarem a realizar uniões homoafetivas ou para poderem continuar pregando que relação entre pessoas do mesmo sexo é pecado.

A ideia de representantes da bancada é aguardar o resultado no STF para “modular” o que vier do Judiciário. O julgamento foi suspenso com quatro votos favoráveis a enquadrar a homofobia como uma forma de racismo.

Um representante da bancada evangélica e um líder religioso receberam sinalização do Palácio do Planalto de que o governo apoiará a iniciativa.

Para o núcleo mais próximo de Jair Bolsonaro não é bom provocar abalos sísmicos na relação com os evangélicos no momento em que o governo busca apoio para alterar a Previdência.

Fonte: Coluna do Estadão

TSE manda retirar da rede fake news de Bolsonaro sobre “kit gay” Resposta

Fake

O ministro Carlos Horbach, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a remoção de seis postagens no Facebook e no YouTube em que o candidato do PSL à Presidência da República,Jair Bolsonaro, faz críticas ao livro Aparelho Sexual e Cia. e afirma que a obra integraria material a ser distribuído em escolas públicas na época em que Fernando Haddad (PT), também candidato à Presidência, comandava o Ministério da Educação.

No vídeo, Bolsonaro afirma que o livro é “uma coletânea de absurdos que estimula precocemente as crianças a se interessarem pelo sexo”. “No meu entender, isso é uma porta aberta para a pedofilia”, diz o candidato do PSL, que ainda afirma que “esse é o livro do PT”. Em nota, o Ministério da Educação (MEC) já afirmou em diversas oportunidades que não produziu nem adquiriu ou distribuiu Aparelho Sexual e Cia., esclarecendo que o livro é uma publicação da editora Companhia das Letras publicada em dez idiomas.

“É igualmente notório o fato de que o projeto ‘Escola sem Homofobia’ não chegou a ser executado pelo Ministério da Educação, do que se conclui que não ensejou, de fato, a distribuição do material didático a ele relacionado. Assim, a difusão da informação equivocada de que o livro em questão teria sido distribuído pelo MEC gera desinformação no período eleitoral, com prejuízo ao debate político, o que recomenda a remoção dos conteúdos com tal teor”, concluiu Horbach.

Os advogados do PT afirmam que, em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, no dia 28 de agosto, Bolsonaro mentiu e difundiu a falsa ideia de que o livro seria distribuído em escolas públicas. “O candidato vem proferindo esta grave mentira há mais de dois anos. A informação de que o livro seria distribuído em escolas públicas começou a ser difundida por Bolsonaro no dia 10 de janeiro de 2016 por meio de um vídeo que publicou no Facebook”, observa a coligação de Haddad.

Em outra representação, o ministro negou um pedido do PT para remover uma entrevista de Bolsonaro concedida ao programa Pânico, na qual o deputado federal faz referência ao material didático do projeto ‘Escola Sem Homofobia’ como sendo o “kit gay”, atribuindo a responsabilidade pela sua elaboração a Fernando Haddad.

“É possível concluir que os representantes buscam impedir que o candidato representado chame o material didático do projeto ‘Escola sem Homofobia’ de ‘kit gay’. Tal pretensão, caso acatada pelo Poder Judiciário, materializaria verdadeira censura contra o candidato representado, que estaria impedido de verbalizar, de acordo com suas concepções, críticas à gestão do concorrente à frente do Ministério da Educação”, observou Horbach.

Reportagem: Veja

Claudia Leitte se manifesta contra a homofobia e a misoginia Resposta

Claudia Leitte

Claudinha se manifestou contra a homofobia e a misoginia.

A cantora Claudia Leitte declarou na noite de sábado (29/9), durante show no centro de Brasília, ser contra o “ódio” e a “homofobia”.  Sem citar diretamente o nome de Jair Bolsonaro, a artista fez as declarações para os fãs brasilienses presentes no evento. Enquanto ela falava, o público entoava “ele não”, campanha criada na internet contra a candidatura do presidenciável.

Claudia não aderiu a campanha e nem respondeu a Anitta, após ser desafiada por ela, mas deu o seu recado no show.

Agustin Fernandez declara voto em Bolsonaro Resposta

Agustin

Alienado e de olhos fechados para a homofobia

Mais um gay declara apoio ao truculento e homofóbico Jair Bolsonaro. Desta vez foi o maquiador Agustin Fernandez. Agustin fez textão e disse que não consegue ser hipócrita. Em que planeta ele vive, hein????

Após ser desafiada por Anitta, Preta Gil se manifesta sobre Bolsonaro Resposta

Preta e Anitta.jpg

Preta Gil, que já foi alvo do discurso ódio do Jair Bolsonaro, se manifestou a respeito do movimento #EleNão, após ser desafiada pela cantora Anitta a se pronunciar sobre as eleições. A reação de Preta surpreendeu pelo tom nada amigável.

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Não preciso ser desafiada para falar o que já é óbvio, público e notório há sete anos, parece até que se esqueceram desses vídeos, pode até ter edição, mas a intenção de me agredir não teve. Não tem como eu apoiar um candidato que fez agressões gratuitas, calúnias e difamações a mim, a minha família e a tantos outros. Eu já senti na pele a fúria do mesmo e de seus eleitores, e não me intimidei, nem entrei no jogo da violência, segui sendo quem eu sou, lutando pelos meus ideais com amor e respeito e defendendo o que considero certo sem precisar ofender ninguém. Não me sinto no direito de desafiar ninguém a declarar repúdio ou apoio a ninguém, cada pessoa se posiciona ou não, por livre e espontânea vontade e deve ser respeitada. #souelenãohá7anos e sei que está difícil, que estamos cansados, mas não podemos deixar o ódio dominar nossas vidas. Vote em quem quiser, mas não agrida ninguém, não ameace as pessoas, isso não está certo. Sigo aqui na paz lutando por mim e por todos e todas que são diariamente atacados por discursos e atitudes racistas, homofóbicas e machistas!!! PS: vocês que me cobraram posicionamento esses dias, que me xingaram e que me ameaçaram… vocês não me conhecem, já meus fãs conhecem meu caráter e minha índole, eles não me cobram e não me julgam, eles me apoiam!!! #meuambienteélindo

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Dono da mais famosa sauna gay do Brasil afirma que vai votar em Jair Bolsonaro Resposta

Douglas Drumond

Depois de Amir Khader ser filmado beijando Jair Bolsonaro (PSL), agora é a vez de um poderoso empresário postar em sua conta do Twitter apoio ao Coiso. Trata-se de ninguém mais, ninguém menos que Douglas Drumond, dono da mais famosa sauna gay do Brasil, a Chilli Pepper.

Douglas vota em jair

Em sua conta no Twitter, Douglas declara voto no homofóbico Bolsonaro

Jair Bolsonaro é abertamente homofóbico, apesar de agora, candidato, querer fazer as pessoas acreditarem que não.Ele disse que os pais, quando perceberam que os filhos têm tendência a serem homossexuais, basta dá um “couro” – entenda-se surra – que ele “muda”. Ainda, o mesmo declarou, em ocasiões anteriores, que a homossexualidade está atrelada à falta de educação, e que um filho dele jamais seria LGBT porque ele soube “educar”. Porém, na hipótese de ter um herdeiro gay, o militar afirmou que seria incapaz de amá-lo.

Diante da repercussão negativa entre seus clientes, Douglas resolveu apagar tuíte.

Jair Bolsonaro processa Marcelo Tas, por ter sido chamado de homofóbico (mas é!) e racista Resposta

Jair e Tas

Jair processa Tas e garante não ser homofóbico, nem racista

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) está processando o aprensentador e jornalista Marcelo Tas. Pasmém, porque foi chamado de homofóbico e racista. Jair assegura que não é homofóbico.

Tas teria chamado teria atribuído essas acusações em entrevista ao programa ao Blog do Rica Perrone em 22 de julho de 2017. A ação, segundo o blog TelePadi, corre na 31a Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo e requer R$20 mil de Tas por reparação de danos morais. A ação pede que Tas pague R$10 mil a cada vez que Tas acusar Jair de racista ou homofóbico.

“Lamento que ele se junte a outros parlamentares brasileiros, de direita e esquerda, é bom notar, que não suportam a convivência com a crítica ou com quem pensa diferente deles. Temo que, com a aproximação das eleições, surjam tentativas de intimidação e censura à livre expressão. Isto só vai contribuir para tumultuar o debate a atrasar o aperfeiçoamento da frágil democracia brasileira, diz Tas.

E dispara: “É patético. Os políticos estão mais por baixo que cocô de cavalo de bandido, mesmo assim não abrem mão da blindagem do fórum privilegiado. Não aceitam opiniões contrárias. Querem viver numa redoma, rodeados apenas por quem pensa igual a eles. A atitude do Bolsonaro reforça a minha suspeita: apesar de vender a imagem de novidade na corrida presidencial, ele é um político antigo como qualquer outroÆ.

Facebook censura vídeo postado por filho de Bolsonaro, a pedido de Alckmin, onde tucano aparece com movimento LGBT Resposta

CHUVA / CAOS EM SP

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), moveu uma ação contra o Facebook para retirar do ar um vídeo postado pelo perfil atribuído ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) do Rio de Janeiro. Na ação, Alckmin pede que o vídeo seja excluído da rede social e que o Facebook quebre o sigilo dos dados de quem fez a postagem.

Na última sexta-feira (2), a Justiça Estadual de São Paulo negou, em caráter liminar, os pedidos de Alckmin. Mas, após Alckmin recorrer, o vídeo foi banido.

O vídeo que a Justiça excluiu, a pedido de Alckmin, foi postado em 25 de dezembro de 2017. Nele, Alckmin aparece celebrando a criação do secretariado de diversidade tucana, uma instância dentro do PSDB voltada para a discussão de políticas públicas voltadas para a comunidade LGBT. O vídeo foi editado e mescla momentos em que Alckmin aparece discursando com fotos de manifestações promovidas por integrantes da comunidade LGBT.

Junto ao vídeo, o perfil, claro, critica Alckmin. “Como se não bastasse estar metido na Lava-Jato e tantos outros escândalos de corrupção, mais esta do candidato que querem induzi-lo (sic) a acreditar que é de centro-direita, mas em conluio com a militância que você já conhece. Este que a mídia diz que ganhará as eleições de 2018”.

Para o advogado Fábio de Oliveira, que defende Alckmin, o vídeo dele com ativistas tucanos LGBTs ridicularizaria o candidato à Presidência do Brasil.

O Facebook retirou o vídeo, alegando que ele fere os padrões da comunidade. A decisão aconteceu, mesmo depois de a Justiça de São Paulo negar, em caráter provisório, ter liberado o vídeo.

Na tarde da última segunda-feira, Carlos Bolsonaro utilizou sua conta no Twitter para acusar o Facebook de retirar o vídeo do ar. Ele aproveitou a postagem para publicar o vídeo novamente.

Informações: UOL