Jogo do Bahia ganhou bandeiras arco-íris de escanteio em ato contra homofobia Resposta

O Esporte Clube Bahia foi o protagonista no último fim de semana de uma campanha de promoção dos direitos humanos. O time baiano fez uma manifestação pública no último domingo (15) contra a homofobia durante uma partida contra o Fortaleza.

A ideia da campanha é combater o preconceito e discriminação contra a comunidade LGBTQe diminuir a agressividade, sejam elas físicas ou verbais nas arquibancadas. Diversas bandeiras do arco-íris estiveram presentes nas linhas de escanteio durante a partida, que terminou empatada (1 a 1 ), válida pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Bahia também usou uma hashtag de promoção à campanha nas redes sociais, além de produzir um vídeo e divulgar um manifesto coletivo. Os torcedores puderam acompanhar online toda a preparação para o evento seguindo a hashtag #LevanteBandeira.

No vídeo, um torcedor homossexual expõe os preconceitos que vivencia devido à sua orientação sexual. Ele relata sua história enquanto costura uma bandeira arco-íris para ser usada em campo.

Em seguida, explana sobre a importância da igualdade e do respeito mútuo. “Sempre que alguém disser onde acaba meu campo, eu levantarei bandeira”, diz o rapaz no vídeo. O vídeo termina com a frase “Não existem linhas que limitem o amor. Diga não a homofobia”.

Homofobia nos estádios

Neste ano, vários clubes brasileiros têm organizado campanhas de repúdio e combate aos gritos homofóbicos disparados nos estádios.

Reações preconceituosas são punidas com desconto de pontos no campeonato. O Vasco, por exemplo, está sendo investigado por conta de músicas que a torcida cantou durante a partida contra o São Paulo em 25 de agosto.

Para acompanhar a mudança, o Bahia fez uma reestruturação do departamento de marketing e realizou diversas ações nos últimos meses em defesa de temas direitos humanos. Ele já se manifestou contra o racismo ao lado do Grêmio.

Altivo, o clube também fez ações contra a violência no futebol, em favor da demarcação das terras indígenas e contra a LGBTfobia. Também tornou mais acessível ao público torcedor denunciar o assédio sofrido nos estádios após saberem de um caso através das redes sociais. E fez uma ação em sua loja oficial oferecendo a realização de exames de DNA em campanha sobre abandono paterno.

Fonte: Meia Hora e Razões para acreditar.

RJ: Atores e chefe da Polícia Civil participam de campanha pela criminalização da homofobia no Brasil Resposta

Depois de acompanhar o aumento das agressões e mortes de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros o ator e diretor Aloísio de Abreu resolveu iniciar uma campanha pela criminalização da homofobia. Ele reuniu personalidades como os atores Marcelo Serrado, Beth Goulart e Cissa Guimarães, a apresentadora Fernanda Lima, o diretor de Tv Ricardo Waddington e a chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Martha Rocha, em um vídeo com depoimentos e questionamentos sobre a falta de punição para este tipo de crime no Brasil.

A ideia do ator ganhou força depois da divulgação do último relatório da violência contra gays, lésbicas, transsexuais e travestis, divulgado pela Secretaria de Direitos Humanos de Presidência da República. De acordo com o levantamente, os crimes motivados por homofobia tiveram um aumento de 46% .

Aloísio de Abreu: luta contra a homofobia Foto: Guga Melgar / O Globo

Aloísio de Abreu: luta contra a homofobia Foto: Guga Melgar / O Globo

– Criei a campanha porque realmente me questionei e perguntei a algumas pessoas o porquê da homofobia não ser criminalizada e não ouvi resposta. Juntei então algumas pessoas importantes e outras com quem lido no meu dia a dia para fazer o vídeo e iniciar a campanha – contou.

Além dos vídeos, Aloísio lançou também a página “Sente muito, Brasil!”, no Facebook. A ideia é convocar os brasileiros a debater o tema. Serão divulgados 4 filmes por semana, lançados às quintas-feiras.

– Já tivemos mais de 500 likes em apenas 5 dias, mais de 3.000 vizualizações e dezenas de compartilhamentos – comemorou.

Fonte: Extra

Uma medalha para Malafaia? Não! Resposta

Portia Simpson Miller

Está funcionando a campanha do All Out: quatro vereadores cariocas solicitaram a suspensão da medalha de honra dada a Silas Malafaia! Mas, para que a decisão volte a ser votada, eles precisarão que mais 12 vereadoras e vereadores apoiem a iniciativa – e eles só farão isso se perceberem que milhares de eleitores em potencial também são contra esse prêmio absurdo.

Mais de 10 mil pessoas já assinaram a petição. Você daria uma força e nos ajudaria a chegar a 12 mil assinaturas, mil pra cada um dos vereadores que podem mudar essa história? Compartilhe, tuíte, fale dessa campanha pra alguém.

Acesse http://bit.ly/14tWnpK e assine!

Entenda

A Câmara Municipal do Rio de Janeiro escolheu o pastor Silas Malafaia para receber a medalha Pedro Ernesto, “a principal homenagem que o Rio de Janeiro presta a quem mais se destaca na sociedade brasileira ou internacional”.

Malafaia é conhecido por suas declarações absurdas e pelas mentiras que usa para promover a discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

Não importa onde você mora: exija que a Câmara Municipal do Rio de Janeiro revogue essa homenagem agora!

Campanha anti-homofobia lança teste para saber se as pessoas têm preconceito contra LGBT 2

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Uma campanha do Ministério da Justiça de Quebec, no Canadá, lançada esta semana, questiona se as pessoas realmente não têm preconceito contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

Nomeada como “Really Open” (em tradução livre, “Realmente aberto”), a campanha foi lançada através de comerciais na TV e também com um site interativo onde o usuário é levado a diferentes cenários e situações.

Com o objetivo de tirar as pessoas da sua “zona de conforto”, são feitas perguntas como: “Quando você vê dois homens se beijando, isso incomoda muito, um pouco ou nem um pouco?”

Depois de respondidas todas as perguntas, a pessoa é convidada a compartilhar o resultado do teste em suas redes sociais.

A campanha lança uma provocação para que as pessoas parem para pensar se de fato têm a mente aberta ou só pensam que têm.