Maceió (AL) tem casamento homoafetivo coletivo Resposta

Doze casais homoafetivos oficializaram união em casamento coletivo em Maceió — Foto: Adeildo Lobo/Arquivo Pessoal

Doze casais homoafetivos oficializaram a união nesta nesta quarta-feira (18) no Museu Théo Brandão, em Maceió, capital de Alagoas. O casamento coletivo foi um ação do programa Justiça Itinerante do Poder Judiciário de Alagoas. A cerimônia foi realizada em parceria com o Grupo Gay de Alagoas. 

A aposentada Maria das Graças e a funcionária pública Josy de Oliveira formam um dos casais que realizou o sonho de oficializar a união. Elas estão juntas há 10 anos. 

“Família, amigos e colegas de trabalho veem de forma diferente da gente, aí quando a gente tem pessoas que juntam, que somam, a gente fica muito feliz. Era bom que todo mundo conseguisse somar com a gente. O que importa é o amor. Já tive um relacionamento de 20 anos e não tive nada do que tenho hoje em dez”, disse Josy de Oliveira. 

O coordenador da Justiça Itinerante, o juiz André Gêda, explicou que o objetivo principal da ação é resguardar os direitos para os casais com a oficialização da união. Ele disse que o casamento com pessoas do mesmo sexo é um fato social importante. 

“No Direito Previdenciário, muitas vezes o nubente vem a falecer e o outro procura o órgão para habilitar uma pensão por morte e é exigida justamente a certidão de casamento. No Direito Sucessório, a pessoa convive com a outra, morre e um familiar do falecido, usando da expertise, tenta se apropriar de bens que não foram construídos por eles, mas sim pelo casal e para evitar isso a pessoa prejudicada tem que ingressar com uma ação para configurar a união estável”, disse o juiz.

O presidente do Grupo Gay de Alagoas (GGAL), Nildo Correia, disse que mais importante que a simbologia do casamento, é propor uma série de direitos que só os casais heterossexuais tinham até 2011. 

“Entre as vantagens da oficialização do casamento LGBT estão o direito à renda conjunta para aquisição de imóveis e direito à pensão por morte, onde antigamente a família vinha e tirava tudo que era construído há décadas, conhecemos casos de 40 anos de convivência. É garantir o direito à seguridade dos bens, garantir a questão da adoção, inclusão no plano de saúde e seguro de vida. Não é só a questão da simbologia. Não é só o bolo e a cerimônia, é garantir direitos para essa população”, explicou Correia. 

Nildo Correia também falou que existe uma proposta de realizar outras ações em parceria com a Justiça que ajudem as pessoas a conseguiram mudar o nome em documentos oficiais e a obter orientações da Justiça sobre adoção. 

“São parceiros como o Tribunal de Justiça que fortalecem essa bandeira de luta do movimento LGBT aqui no estado, encabeçada pelo Grupo Gay de Alagoas”, disse o presidente do GGAL.

Com informações do G1

Sobrinho-neto de Malafaia anuncia casamento com outro homem e pastor se revolta Resposta

Leandro Buenno e Rodrigo Westermann, sobrinho-neto de Malafaia

O modelo Rodrigo Westermann, sobrinho-neto do líder evangélico, Silas Malafaia, está noivo e vai se casar com o ex-‘The Voice’ Leandro Buenno. A família do modelo, no entanto, como era de se esperar, não aprova a união.

Segundo o modelo, que tem 29 anos, eles não aprovam o casamento de duas pessoas do mesmo sexo. “Sou parente do Silas Malafaia e tenho uma família bem evangélica. Eu nunca o conheci, ele não é próximo. É meu tio-avô. Eu postei (sobre o casamento) nas redes sociais onde todos me acompanham e eles simplesmente ignoraram pelo fato de abominarem a união de duas pessoas do mesmo sexo. Não recebi nem meia mensagem de apoio ou felicidade, nem um ‘legal’ ou ‘parabéns’. Eles ignoraram como fazem com tudo que sai do que é correto para eles. Ignoram ou julgam”, contou Rodrigo.

Veja o desabafo de Rodrigo no Instagram:

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Eu fui criado no evangelho, quem me conhece a muito tempo sabe muito bem, meu nome é Rodrigo Westermann M a l a f a i a último nome do qual é difícil de me descer na goela. Cresci apanhando e ficando de castigo por tudo, inclusive por estar com sono as 7 da manhã e não querer ir na igreja. Ok, serviu como disciplina, me considero uma pessoa bem disciplinada. Mas esse suposto cuidado de vocês poderia ter me levado a tantos lugares ou mesmo me tirado a vida. Com 13 anos entrei em coma alcoólico por 2 dias depois de inúmeras doses de insulina acordei do nada, um milagre de um Deus que me ama como eu sou, é claro, segui bebendo e muito e sim eu tinha apenas 13 anos. Prometi mil vezes mudar, arrumei namoradas de mentira, fugi de casa, apanhei mais muitas vezes. Mas um Deus (longe do Deus vocês pregam) me tirou dessa vida hipócrita, mentirosa e cheia de preconceito e ódio. E acreditem esse meio evangélico é muito pesado, não é só o mundo como é pregado. Eu sozinho me forçei a parar de achar todo mundo errado, menor, endemoniado, ou qualquer coisa do tipo. A igreja pregou TODOS os preconceitos a mim, com ódio. Assim como meu parente vive pregando, o qual não preciso nomear. Eu sou muito abençoado de ter saído disso SOZINHO, ou melhor, por Deus. A minha conexão com Deus é muito maior do que vocês ditam. Passei por depressão, perdi o maior amor da minha vida, sofri um relacionamento abusivo, fui ameaçado de morte, sobrevivi, depois de me sentir seguro e melhor tive crises de ansiedades bem fortes que poderiam ter me levado a morte, e é isso mesmo A MORTE. E nunca duvidei ou me revoltei com ele. Mas ninguém da minha família estava lá, ninguém soube (além do meu irmão que eu pedi ajuda) e da minha mãe que cuida de mim TODOS OS DIAS. A religião cega vocês e o amor que vocês pregam é infelizmente FALSO. Isso não é amor. E graças a Deus, eu tenho muito amor em mim e ao meu redor. Eu vou casar com a pessoa que mais cuida de mim e me faz feliz na vida e não recebi um LEGAL de ninguém da minha família. Quer saber? Com toda educação: FODA-SE sua crença.

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No Twitter, Silas Malafaia abordou o assunto revoltado:

Absurdo é o seu preconceito, Silas!

França celebrou mais de 40 mil casamentos gays em quatro anos Resposta

Vincent Autin e Bruno Boileau foram o primeiro casal do mesmo sexo a casar na França (Foto: BORIS HORVAT/AFP/Getty Images)

Só em 2017 (os dados são de 2013 a 2017) foram realizados 7.244 casamentos entre pessoas homossexuais na França, realça o documento divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística francês, sublinhando que o número é 1,8% superior ao registado em 2016.

No total, desde que a lei sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi aprovada, em meados de 2013, realizaram-se 40 mil registos.

O Instituto Nacional de Estatística de França especifica que 21 mil foram casamentos entre homens e 19 mil entre mulheres.

Família real britânica tem seu primeiro casamento gay Resposta

Casamento

INSTAGRAM, @IVAR_MOUNTBATTEN

Lorde Ivar Mountbatten fez história, este fim de semana, ao ser o primeiro membro da família real britânica a casar com alguém do mesmo sexo. O primo distante da rainha casou-se no sábado com James Coyle, na sua mansão em Devon, no Sudoeste de Inglaterra.

A cerimónia ocorreu longe dos holofotes. “Foi um dia maravilhoso, apesar do horrível clima britânico”, partilhou o nobre no Instagram. Não se sabe ao certo quem esteve presente. Contudo, sabe-se que os duques de Cambridge estiveram, nesse dia, no casamento de uma grande amiga de Kate Middleton, Sophie Carter, que é madrinha da princesa Charlotte.

Mountbatten casou-se pela primeira vez em 1994 com Penelope Vere Thompson, com quem teve três filhas, com idades entre os 15 e os 22 anos. Divorciaram-se em 2011, de forma amigável, e cinco anos depois o lorde assumiu publicamente a sua homossexualidade. Aliás, no sábado, foi Penelope quem levou o ex-marido ao altar.

O casamento entre pessoas do mesmo sexo entrou na lei em Inglaterra e no País de Gales em Março de 2014. Num discurso ao Parlamento, em 2017, a rainha apoiou os direitos LGBT. “O meu executivo vai fazer novos avanços para lidar com as diferenças salariais e discriminação contra pessoas com base na sua raça, religião, gênero, deficiência ou orientação sexual”, disse.

Brasil resiste em ampliar direitos dos LGBTs Resposta

Casamento entre pessoas do mesmo sexo e tipificação do crime de homofobia não devem tão cedo virar realidade no Brasil

Casamento entre pessoas do mesmo sexo e tipificação do crime de homofobia não devem tão cedo virar realidade no Brasil

Casamento entre pessoas do mesmo sexo e tipificação do crime de homofobia não devem tão cedo virar realidade no Brasil. Bancada religiosa do Congresso é um dos empecilhos para que LGBTs tenham mais direitos. Depois de Uruguai e Nova Zelândia, a França se tornou o 14º país do mundo a legalizar, no final de abril, o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Mas leis como esta, e a que penaliza os crimes de homofobia, estão, de acordo com especialistas, longe de se tornarem realidade no Brasil, também devido à ação da bancada religiosa no Congresso.

– A legislação para o grupo homossexual é praticamente inexistente. O que ocorre são pequenas normas isoladas que regulamentam questões mais pontuais, como por exemplo, o direito previdenciário – afirmou Suzana Viegas, professora de Direito Civil da Universidade de Brasília (UnB).

Mesmo com o reconhecimento da união estável homoafetiva pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em maio de 2011 considerado um avanço dos direitos dos homossexuais e bissexuais a garantia do casamento civil igualitário em âmbito nacional só será realmente possível após a aprovação de legislação específica pelo Congresso brasileiro.

Viegas explica que, mesmo tendo sido reconhecida a legitimidade da união homoafetiva pela mais alta corte brasileira, o STF, a sua conversão automática para o casamento depende do Judiciário de cada estado federal e, muitas vezes, prevalece o entendimento de que isso não é possível. “Claro que pode haver uma resistência desde o cartório até mesmo eventualmente de um juiz. Como não está padronizado no Brasil, isso gera uma insegurança jurídica muito grande.”

Tratamento contraditório

A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) disse que a decisão do STF foi uma vitória para a comunidade, mas que é necessário que se reconheça também o casamento entre pessoas do mesmo sexo, já que a união estável garante menos direitos do que o casamento.

Em alguns estados, como São Paulo, Piauí e Distrito Federal, é possível converter a união civil estável em casamento. “O país está muito aquém de outros países no âmbito internacional, principalmente na América Latina, quanto à legislação que garanta os direitos da comunidade homossexual”, acrescentou Carlos Magno, presidente da ABGLT.

A tipificação dos crimes de homofobia – popularmente conhecida como Projeto de Lei (PLC) 122/06 – foi aprovada pelos deputados e agora está na mão dos senadores. Esta é outra bandeira importante, segundo Carlos Magno. “Defendemos a aprovação da PLC 122/06, porque vivemos em um país com extrema violência [contra os LGBTs].”

Viegas afirma ainda que o crime de racismo é punido severamente, já a homofobia não tem o mesmo tratamento. “Há carência de regulamentação de direitos [dos LGBTs], que lhe são devidos como condição humana e para a dignidade. São coisas muito delicadas, que no Brasil estão sendo tratadas de maneira contraditória”, explicou Viegas, da UnB.

Bancada religiosa no Congresso é empecilho

Os parlamentares ligados a instituições religiosas já representam um quinto do Congresso brasileiro e especialistas dizem que as bancadas religiosas são uma das barreiras para a implementação das leis defendidas pela comunidade LGBT, como a do casamento entre pessoas do mesmo sexo e as contra a homofobia.

– Não são todos os religiosos, mas os que se aliam ao setor conservador da sociedade para barrar todas as nossas conquistas. Ao reconhecer direitos da comunidade, ninguém perde direitos. Além de não querer aprovar as nossas leis, alguns deputados têm apresentado projetos, por exemplo, que instituem casas de recuperação para homossexuais – criticou Carlos Magno, da ABGLT.

Viegas se diz preocupada ao ver que o deputado federal Marco Feliciano ainda está à frente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados (CDH). “Isso é sinal de que as coisas não vão bem. Ele foi eleito legitimamente para o cargo. Não é obrigatório estar no lugar um militante dos direitos dos homossexuais, mas sim uma pessoa mais consciente, de forma geral, dos direitos de grupos sociais mais vulneráveis.”

O professor de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Antonio Carlos Malheiros, diz que o Congresso não deve estudar em breve a legislação sobre casamento homossexual, já que é um assunto sensível e que tira muitos votos dos parlamentares.

– A situação estará completamente resolvida, não por legislação, mas sim pela normatização [da união estável em casamento] pelas Corregedorias-Gerais de cada estado brasileiro. Eu tenho minhas dúvidas se esse tema iria ser aprovado pelo Congresso, pelo fato de grande parte da sociedade não aceitar a questão e o legislador não querer se envolver nela – concluiu Malheiros.

*Informações: Correio do Brasil

Veja em que países o casamento gay já foi aprovado Resposta

casamento gay

O Parlamento francês aprovou hoje o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo e a adoção por casais homossexuais, o que torna a França o 14º país a reconhecer a união gay.

Abaixo, o estado da legislação sobre o casamento homossexual no mundo:

– Holanda: após ter criado, em 1998, uma união civil aberta aos homossexuais, a Holanda foi, em abril de 2001, o primeiro país a autorizar o casamento civil de pessoas do mesmo sexo. Os direitos e deveres dos cônjuges são idênticos aos dos membros de casamentos heterorossexuais, entre eles o da a adoção.

– Bélgica: os casamentos entre homossexuais são autorizados desde junho de 2003. Os casais gays têm os mesmos direitos que os casais heterossexuais. Em 2006, conquistaram o direito a adotar.

– Espanha: O governo de José Luis Rodríguez Zapatero legalizou, em julho de 2005, o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Estes casais, casados ou não, também têm a possibilidade de adotar.

– Canadá: A lei sobre o casamento de casais homossexuais e o direito a adotar entrou em vigor em julho de 2005. Anteriormente, a maioria das províncias canadenses já autorizavam a união entre pessoas do mesmo sexo.

– África do Sul: Em novembro de 2006, a África do Sul se tornou o primeiro país do continente africano a legalizar a união entre duas pessoas do mesmo sexo através do “casamento” ou da “união civil”.

– Noruega: Uma lei de janeiro de 2009, põe em pé de igualdade os casais homossexuais, tanto para o casamento e a adoção de crianças quanto para a possibilidade de beneficiar-se de fertilização assistida. Desde 1993, contavam com a possibilidade de celebrar união civil.

– Suécia: Pioneira no direito de adoção, desde maio de 2009 a Suécia permite a casais homossexuais se casarem no civil e no religioso. Desde 1995 eram autorizadas a se unir por “união civil”.

– Portugal: Uma lei, que entrou em vigor em junho de 2010, modifica a definição de casamento, ao suprimir a referência a “de sexo diferente”. Exclui o direito à adoção.

– Islândia: A primeira-ministra islandesa, Johanna Sigurdardottir, casou-se com sua companheira em 27 de junho, dia da entrada em vigor da lei que legalizou os casamentos homossexuais. Até então, os homossexuais podiam unir-se legalmente mas a unuão não era um casamento real.

– Nos Estados Unidos, cinco estados autorizaram o casamento gay: Iowa, Connecticut, Massachussetts, Vermont e New Hampshire, bem como a capital, Washington, enquanto no México só está habilitado no distrito federal, onde vivem oito milhões de pessoas.

– Argentina: no dia 15 de julho de 2010, a Argentina se tornou o primeiro país da América Latina a autorizar o casamento homossexual. Os casais do mesmo sexo têm os mesmos direitos que os heterossexuais e podem adotar crianças.

-Uruguai: em 10 de abril, se tornou o segundo país latino-americano a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, após a Câmara dos Deputados ratificar o projeto de lei do “matrimônio igualitário”.

– Outros países adotaram legislações referentes à união civil, que dão direitos mais ou menos ampliados aos homossexuais (adoção, filiação), em particular a Dinamarca, que abriu em 1989 a via para criar uma “união registrada”, a França ao instaurar o PACS (Pacto Civil de Solidariedade) (1999), Alemanha (2001), Finlândia (2002), Nova Zelândia (2004), Reino Unido (2005) República Tcheca (2006), Suíça (2007), e o Brasil a União Estável entre pessoas de mesmo sexo (2011).

Fonte: AFP

Em tempos de treva, Daniela Mercury posta foto com sua mulher: “É minha família” 7

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Daniela Mercury e sua mulher, Malu Verçosa

 

Em tempos de pastor Marco Feliciano eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, de pastor Silas Malafaia receber a maior medalha de honra do Estado do Rio de Janeiro, da Câmara dos Vereadores, do deputado Jair Bolsonaro xingar ministra de “sapatona”, a cantora  Daniela Mercury resolveu sair do armário e postar fotos de seu novo amor. A diva baiana usou o Instagram para assumir um novo relacionamento com uma mulher, a jornalista Malu Verçosa, editora da Rede Bahia, e fez uma verdadeira declaração de amor a ela.

+ Maria Gadú se recusa a opinar sobre casamento gay

Ricky Martin fala sobre casamento gay e mostra família na ‘Vanity Fair’ espanhola

 

“Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar”, escreveu Daniela, que aparece muito sorridente nas fotos e mostra que já está até usando aliança.

Ontem, postei fotos enviadas pelo ex-presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, Toni Reis, comemorando 23 anos de casado, é de exemplos assim que precisamos, não? Aliás, outros artistas lésbicas, gays e bissexuais poderiam fazer o mesmo, não?

Toni Reis comemora 23 anos de casado e mostra ao blog como foram as Bodas de Palha Resposta

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O dia 29/03 foi um dia muito especial para mim (Toni) e David. Completamos 23 anos de casados. Comemoramos as Bodas de Palha. Na ocasião também comemoramos os 21 anos do Grupo Dignidade (14/03) e os 55 anos do David (10/03).

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Estamos muito felizes com o nosso filho Alyson, que é motivo de orgulho, com raros momentos de estresse. Também estamos felizes com os nossos cachorrinhos, o Vitor e a Honey (nossa neta!).

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Recebemos em casa algumas pessoas amigas que não viajaram na Páscoa. Fizemos um belo estrogonofe de peixe, como manda a tradição cristã! Alyson fez fondue de chocolate. Hoje (30/3) de manhã recebemos uma bela e suculenta cesta de café de manhã de nossa amiga Araci. Mesmo que o Feliciano fale que nossos sentimentos são podres, não acreditamos nisso. Somos felizes e ele não nos representa. Felicidade é estar com quem você gosta a e ama.

Toni, David e Alyson

Faça como o Toni Reis, ex-presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, e entre em contato com o blog pelo email oblogentrenos@gmail.com

Defensores do casamento gay fazem protesto durante homilia do Papa Resposta

Ativistas gays fazem protesto contra homofobia em Roma neste domingo (16) (Foto: AFP)

Ativistas gays fazem protesto contra homofobia em Roma neste domingo (16) (Foto: AFP)

Defensores dos direitos dos LGBTs e de casamentos entre homossexuais protestaram perto da Praça de São Pedro, no Vaticano, neste domingo (16), durante a homilia do papa Bento XVI, que atacou recentemente, mais uma vez, as bodas entre pessoas do mesmo sexo.

Quinze pessoas exibiram corações onde se lia mensagens como “Casamento gay”, “O amor não tem barreiras” ou “Ame o seu próximo”, mas foram impedidas de chegar à praça, onde dezenas de milhares de pessoas estavam reunidas para o Angelus.

Na mensagem que lerá em 1º de janeiro, por ocasião da Jornada Mundial da Paz, divulgada antecipadamente na sexta-feira (14) pelo Vaticano, o Papa diz que “a estrutura natural do casamento deve ser reconhecida e promovida como a união de um homem e uma mulher, frente às tentativas de equipará-lo de um ponto de vista jurídico com formas radicalmente diferentes de união que, na verdade, danificam e contribuem para sua desestabilização, ofuscando seu caráter particular e seu papel insubstituível na sociedade”.