Jogador de futebol americano se assume e ironiza técnicos que acham que não existem gays em seus times Resposta

kevin

 

Parece que virou moda assumir ser homossexual no mundo do esporte. Depois do jogador de basquete Jason Collins que causou alvoroço ao assumir sua homossexualidade no mês passado, agora a vez é de Kevin Grayson. O rapaz é jogador do time de futebol americano Parma Panthers da Itália e já foi considerado um dos melhores atletas universitários de um time de futebol americano nos Estados Unidos.

Grayson concedeu uma entrevista ao canal TV CBS na qual revelou que já sofreu preconceito até mesmo por parte dos colegas que não acreditam em sua homossexualidade pela forma física e postura do rapaz. “As pessoas não acreditavam que eu sou gay por ser um atleta. Elas pensavam: o Kevin joga futebol, basquete, pratica corrida… sem chance”, afirmou o jogador.”Esse é o tipo de coisa que, se eu pudesse, voltaria no tempo e perguntaria: por que eu não posso ser um atleta? Por que eu não posso ser um astro do esporte? Por que eu não posso ser o cara que ajuda meu time a vencer e, ao mesmo tempo, ser um homem homossexual?'”, contou o jogador.

Ele revelou ainda na entrevista que os técnicos das seleções de futebol americano são muito ingênuos em acreditar que não existam gays em seus times, e diz ainda ter se divertido muito com as situações já enfrentadas. “As pessoas dizem ‘pare de ser uma princesa, pare de ser um marica… Há técnicos que são muito ingênuos por acharem que não há um atleta gay em seu time. Muitas vezes dei risada disso e me perguntava como seria engraçado se eu contasse para ele da minha orientação”, brincou.

Fonte: Lado A

Jogador da NFL fará trabalho voluntário após declarações homofóbicas Resposta

Chris Culliver dá declarações antes do Super Bowl; jogador entrou em controvérsiaFoto: Getty Images

Chris Culliver dá declarações antes do Super Bowl; jogador entrou em controvérsia
Foto: Getty Images

Cornerback ( jogador de secundária ou também defensive back field do futebol americano) do San Francisco 49ers, o americano Chris Culliver terá de fazer trabalho voluntário e frequentar aulas de reeducação depois do Super Bowl (jogo do campeonato da National Football League (NFL) americana que decide o campeão da temporada do ano anterior) que opôs a equipe e o Baltimore Ravens pelo título da NFL neste domingo, em Nova Orleans. O jogador em questão se envolveu em uma controvérsia por declarações homofóbicas.

Culliver se tornará um voluntário do Trevor Project, organização sem fins lucrativos que trabalha com esforços na prevenção de suicídio entre jovens gays, lésbicas, bissexuais travestis e transexuais.

Segundo informou à agência AP o representante de relações públicas de Culliver, Theodore Palmer, o atleta “é muito apaixonado pela juventude e pelo conforto das pessoas” e “está empolgado para aprender” com o projeto.

A decisão foi tomada porque na última terça-feira (29/1), questionado pelo comediante Arte Lange se havia jogadores gays no elenco dos 49ers, o cornerback negou e disse que, se houvesse algum , deveria sair da equipe.

Bastante criticado pelas declarações, Culliver pediu desculpas, por meio de um comunicado divulgado pelos 49ers. “Esses sentimentos discriminatórios não estão realmente no meu coração”, disse ele.