Grindr cria gaymojis para usuários Resposta

gaymoji

O criador do Grindr, Joel Simkhai, resolveu disponibilizar 500 novos ícones que representam expressões e símbolos comuns entre a comunidade LGBT.

Segundo Joel, os símbolos hoje são bastante limitado (e são mesmo!) e não evoluíram com seus usuários (não mesmo!). “Se eu quero dizer alguma coisa relacionada a sair para dançar, eu preciso usar a mulher de vestido vermelho. Por que não existe uma cara dançando? Isso sempre foi estranho para mim”, explicou Simkhai

“O que está por trás dos emojis, ou gaymojis, é que eles tiram a pressão de ter que dizer alguma coisa em uma conversa online”, explicou a linguista Gretchen McCulloch, em uma conferência do festival SXSW, um dos maiores na área da tecnologia.

“É tipo: ‘Segue aqui uma imagem legal para eu não ter que criar uma frase espirituosa’. A pessoa não está tentando comunicar nada em particular mas quer deixar claro que deseja continuar a conversa. É como dizer: ‘Hey, ainda estou aqui!’”, disse McCulloch.

Doug Myers, professor do Departamento de Mulher, Gênero e Sexualidade da Universidade de Virgínia, alerta para o problema de se ter uma linguagem que não foi criada organicamente por uma minoria. “Ter gírias comuns pode beneficiar um grupo, mas também pode excluir pessoas, criando formas particulares e normativas de pensar sobre sexo”, disse ele ao “New York Times”.

Muito bacana a ideia!

Grindr, aplicativo de pegação gay, aceita propaganda de partido homofóbico e xenófobo na Itália 4

Propaganda Gay

O partido italiano Liga do Norte está usando o Grindr, aplicativo de pegação gay, para pedir votos através de propaganda. Detalhe: o partido é claramente homofóbico.

A ação é pela vitória de Roberto Maroni para o governo da região da Lombardia.

O partido, que deseja a separação da Itália e tem viés xenófobo, é repleto de líderes com afirmações homofóbicas. Exemplos: “É melhor ter um filho adotivo marroquino do que uma filha lésbica” e “Gays que se beijam em público deveriam ser multados porque isso é algo insano.”

Ativistas LGBT do país têm se pronunciado contra a ação e alertado gays para que não se deixem “seduzir” pela campanha.

Absurdo é o aplicativo permitir propaganda de um homofóbico! Os italianos deveriam boicotar o Grindr. Imagina se a moda pega e nós passemos a ser obrigados a conviver com Magno Malta (PR-ES), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Anthony Garotinho (PR-RJ), José Serra (PSDB-SP) e outros políticos homofóbicos embaixo de bofes lindos. Broxante, não?