Jairo Bouer: “Pai pode proteger filhx LGBT de efeitos nocivos da discriminação” Resposta

Crédito: Fotolia

Gays, lésbicas e bissexuais que já sofreram discriminação, mas têm o apoio paterno, têm níveis mais baixos de um marcador inflamatório que está ligado a doenças cardiovasculares. A descoberta, feita por cientistas norte-americanos, revela como a presença do pai pode ter efeito protetor sobre o estresse enfrentado pelas minorias sexuais.

O trabalho, publicado no periódico Psychoneuroendocrinology, foi feito por uma equipe da Faculdade de Saúde Pública Global da Universidade de Nova York.

Os cientistas encontraram uma forte associação entre episódios de discriminação e níveis mais altos de proteína C reativa, um marcador associado a risco mais alto de infartos e derrames. Isso mostra como o preconceito pode levar a população LGBTQIA a ter uma condição pior de saúde.

Mas eles perceberam que os indivíduos que tinham o apoio dos pais apresentavam níveis mais baixos que aqueles que não tinham esse privilégio. Curiosamente, as mães não exerceram esse tipo de papel protetor.

A equipe utilizou dados de um grande estudo com adultos de 24 a 33 anos, que tinham passado por exames médicos e respondido questões sobre relacionamento com os pais e discriminação. Os pesquisadores se concentraram em 3.167 que relataram se dar bem com os pais e 3.575 que se davam melhor com as mães.

Para os autores, os resultados sugerem que as pessoas têm negligenciado o papel dos pais no bem-estar de minorias sexuais. De qualquer forma, eles ressaltam que o apoio social é fundamental para essa população, qualquer que seja a fonte.

Jairo Bouer

Fonte: Blog do Jairo Bouer

Filme baseado na obra de Thalita Rebouças, com Maisa Silva, terá beijo gay Resposta

O filme conta com participações especiais, como da apresentadora Fernanda Gentil

Beijo gay foi um tema muito comentando na imprensa e nas redes sociais nas última semanas. O assunto surgiu com força após o prefeito Marcelo Crivella censurar uma HQ de Vingadores na Bienal do Livro, no Rio de Janeiro. O povo não aceitou e teve até protesto dentro da Bienal.

Depois o assunto volto à tona, quando foi anunciado que o filme “Minha mão é uma peça 3”, de Paulo Gustavo, não terá beijo gay durante o casamento entre o personagem Juliano (Rodrigo Pandolfo) e Thiago (Lucas Cordeiro), assim como em sua união com o médico dermatologista Thales Bretas. Muito internautas criticaram a opção de Paulo Gustavo e ele teve que se explicar no Instagram.

Nesta segunda (16), Ela Disse, Ele Disse foi exibido para a imprensa. Trata-se do novo filme estrelado por Maisa Silva, inspirado no livro de Thalita Rebouças. É a história de Rosa (Duda Matte) que, em novo colégio, precisa se enturmar. Vive, então, as dores e os amores da adolescência, se apaixonando por Léo (Marcus Bessa), fazendo novas amigas e rivalizando com a antagonista, papel de Maisa.

O beijo em Ela Disse, Ele Disse aparece de todas as formas: entre menino e menina, menino e menino e menina e menina.

A troca de carinho entre os jovens gays aparece de forma delicada e rápida entre outros beijos em uma cena onde os alunos da Escola Integrada Rebouças fazem uma campanha para impedir a advertência dos protagonistas Léo e Rosa, que se beijaram no corredor do colégio e foram dedurados por Julia para a diretora conservadora Madalena (Maria Clara Gueiros). Solícitos, os colegas criam a #correntedobeijo e acabam amolecendo o coração da diretora durona.

Thalita Rebouças. Foto: Reprodução

Thalita falou sobre como ela inclui a temática LGBTQ+ em suas obras, sem gerar polêmica. “Ninguém nunca criticou. O que eu mais escuto dos leitores é sobre a leveza que trato os temas. Não quero dar lição de moral em ninguém. Abordo muitos assuntos polêmicos com naturalidade, de forma bem leve”, declarou em entrevista ao UOL.

“Tenho um livro LGBTQ+, que inclusive o Felipe Neto comprou para distribuir na Bienal, o Confissões de Um Garoto Tímido, Nerd e (Ligeiramente) Apaixonado. Sempre incluo diversidade nas minhas obras. Sou a favor do amor”, defende.

A autora acompanhou de perto a escolha do elenco, que conta com as participações da apresentadora Fernanda Gentil e a influenciadora digital Bianca Andrade, mais conhecida como Boca Rosa.

O filme estreia dia 03 de outubro.

Deputados pedem impeachment de ministros que votaram a favor da criminalização da homofobia 1

Deputados com pedido de impeachment de ministros. (Foto: Reprodução / Twitter)

Parece piada de mau gosto, mas não é. Deputados entregaram nesta ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), pedido de impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que votaram a favor da criminalização da homofobia.

O pedido pede a destituição de Celso de Mello, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Alexandre de Moraes.

Encabeçado por Bia Kicis (PSL-DF), o texto afirma que os ministros atuaram “em desacordo com a separação dos Poderes, na medida em que legislam no lugar dos parlamentares eleitos diretamente pelo povo para o exercício dessa função”.

O pedido diz que a decisão não tem a ver com o mérito da questão julgada. “Relevante ressaltar que, com a presente denúncia, não se pretende discutir o mérito da aludida decisão judicial, mas a conduta dos julgadores”, afirma.

O documento é assinado por parlamentares de bancadas conservadoras, como Marco Feliciano (Pode-SP), Alexandre Frota (PSL-SP) e Marcio Labre (PSL-RJ).

Estão em julgamento dois processos que pedem que o STF reconheça a omissão do Congresso ao deixar de criminalizar a homofobia. Os autores são a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais (ABGLT) e o PPS, que acionaram o tribunal em 2012 e 2013.

Para que o tribunal atinja maioria são necessários seis votos. Até o momento, quatro ministros votaram por enquadrar a homofobia e a transfobia na lei que define os crimes de racismo até que o Congresso aprove uma legislação específica para punir quem discriminar, ofender ou agredir homossexuais e transexuais por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero.

*Com informações do site CNI

Paula, do BBB 19, diz que teve experiência gay na adolescência Resposta

Paula, ao conversar com Danrley, Hariany e Gabriela no confinamento do BBB 2019, revelou que quando tinha 15 anos de idade passou por uma experiência lésbica. De acordo com mineira, uma prima a qual ela não tinha muita convivência foi a responsável por despertar nela o desejo de se relacionar com outras garotas.

“Todo mundo falava que era linda. Conheci ela no aniversário da minha avó. Eu tava com meu namoradinho Tonhão, ele era inocente de tudo. Me mostraram quem era a menina, achei ela maravilhosa, a cara da Carolina Dieckmann. Eu fiquei olhando e curiosa, eu queria beijar ela”, contou.

“O Tonhão foi ajudar a preparar as coisas para minha avó. Aí não teve jeito, chegou ela. Eu vendo aquela mulher maravilhosa e falei para o irmão dela que eu queria. Eu tinha 14 anos, não… eu tinha 15 anos. Ele falou alguma coisa com ela e eu não respondi nada. Eu fui dar uns perdidos no Tonhão, fui andando lá para fora. Ela chegou em mim, eu tremia”, continuou a loira.

“Gente do céu, a mulher com cigarro na boca e bebendo cerveja. Era um máximo, ela tinha uns 23 anos e já chegou me beijando. Eu peguei no cabelo e pensei: ‘Que delicado’. Não sabia mais o que estava fazendo. Na outra semana ela voltou para Lagoa Santa e a gente foi para uma boate, mas o Tonhão veio também. O irmão dela me falava que ela tava me esperando no banheiro. Eu ia e pá… pegava ela. Tonhão percebeu e achou ruim eu ficar com um mulher. Mas trair com mulher não é traição, só é com homem”, disse.

Ao fim do relato, a bacharel em direito revelou que chegou a dizer para sua mãe que era homossexual. “Aí eu cheguei em casa e falei para a minha mãe: ‘Eu sou gay’. Eu achei que tava apaixonada, aquela mulher era maravilhosa, mas depois eu fui colocando a minha cabeça no lugar e acertando as coisas”, concluiu.

Diferente do que alguns órgão de imprensa estão veiculando, Paula não assumiu ser lésbica e nem disse estar em dúvida a respeito de sua orientação sexual. Ela apenas relatou uma experiência muito comum entre adolescentes.

França celebrou mais de 40 mil casamentos gays em quatro anos Resposta

Vincent Autin e Bruno Boileau foram o primeiro casal do mesmo sexo a casar na França (Foto: BORIS HORVAT/AFP/Getty Images)

Só em 2017 (os dados são de 2013 a 2017) foram realizados 7.244 casamentos entre pessoas homossexuais na França, realça o documento divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística francês, sublinhando que o número é 1,8% superior ao registado em 2016.

No total, desde que a lei sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi aprovada, em meados de 2013, realizaram-se 40 mil registos.

O Instituto Nacional de Estatística de França especifica que 21 mil foram casamentos entre homens e 19 mil entre mulheres.

TSE manda retirar da rede fake news de Bolsonaro sobre “kit gay” Resposta

Fake

O ministro Carlos Horbach, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a remoção de seis postagens no Facebook e no YouTube em que o candidato do PSL à Presidência da República,Jair Bolsonaro, faz críticas ao livro Aparelho Sexual e Cia. e afirma que a obra integraria material a ser distribuído em escolas públicas na época em que Fernando Haddad (PT), também candidato à Presidência, comandava o Ministério da Educação.

No vídeo, Bolsonaro afirma que o livro é “uma coletânea de absurdos que estimula precocemente as crianças a se interessarem pelo sexo”. “No meu entender, isso é uma porta aberta para a pedofilia”, diz o candidato do PSL, que ainda afirma que “esse é o livro do PT”. Em nota, o Ministério da Educação (MEC) já afirmou em diversas oportunidades que não produziu nem adquiriu ou distribuiu Aparelho Sexual e Cia., esclarecendo que o livro é uma publicação da editora Companhia das Letras publicada em dez idiomas.

“É igualmente notório o fato de que o projeto ‘Escola sem Homofobia’ não chegou a ser executado pelo Ministério da Educação, do que se conclui que não ensejou, de fato, a distribuição do material didático a ele relacionado. Assim, a difusão da informação equivocada de que o livro em questão teria sido distribuído pelo MEC gera desinformação no período eleitoral, com prejuízo ao debate político, o que recomenda a remoção dos conteúdos com tal teor”, concluiu Horbach.

Os advogados do PT afirmam que, em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, no dia 28 de agosto, Bolsonaro mentiu e difundiu a falsa ideia de que o livro seria distribuído em escolas públicas. “O candidato vem proferindo esta grave mentira há mais de dois anos. A informação de que o livro seria distribuído em escolas públicas começou a ser difundida por Bolsonaro no dia 10 de janeiro de 2016 por meio de um vídeo que publicou no Facebook”, observa a coligação de Haddad.

Em outra representação, o ministro negou um pedido do PT para remover uma entrevista de Bolsonaro concedida ao programa Pânico, na qual o deputado federal faz referência ao material didático do projeto ‘Escola Sem Homofobia’ como sendo o “kit gay”, atribuindo a responsabilidade pela sua elaboração a Fernando Haddad.

“É possível concluir que os representantes buscam impedir que o candidato representado chame o material didático do projeto ‘Escola sem Homofobia’ de ‘kit gay’. Tal pretensão, caso acatada pelo Poder Judiciário, materializaria verdadeira censura contra o candidato representado, que estaria impedido de verbalizar, de acordo com suas concepções, críticas à gestão do concorrente à frente do Ministério da Educação”, observou Horbach.

Reportagem: Veja

Casal é vítima de ataque homofóbico em shopping de Fortaleza Resposta

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Um casal foi vítima de ataque homofóbico em shopping de Fortaleza nessa sexta-feira, 12. Em publicação no Facebook, a vítima que estava com a companheira, relatou ter sido abordada por dois homens enquanto as duas passeavam pelo local de mãos dadas.

“Atravessávamos a alameda do shopping, de mãos dadas, como sempre fizemos e fazemos, quando dois homens na faixa dos 40 anos esbarraram em mim e um deles disse: ‘Sapatona tem que morrer’”, lembrou.

A vítima que diz ser delegada afirmou ter sido a primeira vez que sofreu uma agressão lesbofóbica desde que se assumiu quando tinha 15 anos.

“Eu já contribuí tanto e contribuo diariamente com esse País, já coloquei na cadeia pedófilos, feminicidas, estupradores, tirando da sociedade uma escória de criminosos que poderiam estar nas ruas colocando em risco a vida de inúmeras famílias, inclusive a desses criminosos cretinos que me ameaçaram hoje!”, desabafou.

Por meio de nota enviada pela sua assessoria ao portal O Povo Online, o shopping afirmou que “repudia qualquer ato de preconceito”, além de tratar em “posição de respeito à diversidade“. Informando ainda que nestes casos, a administração recomenda que se procure a equipe de segurança para que seja dado o suporte necessário.

Haddad pede ao TSE direito de resposta sobre “kit gay” que nunca existiu Resposta

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O candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad, entrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com pedido de direito de resposta contra o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, afirmando que a divulgação do suposto ‘kit gay’ é conteúdo falso propagado de maneira criminosa pelo adversário; a defesa da campanha de Fernando Haddad ainda requer que o TSE determine a retirada de postagens que teriam mensagens inverídicas no Facebook, Twitter e YouTube.

O candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad, entrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com pedido de direito de resposta contra o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, afirmando que a divulgação do suposto ‘kit gay’ é conteúdo falso propagado de maneira criminosa pelo adversário. A defesa da campanha de Fernando Haddad ainda requer que o TSE determine a retirada de postagens que teriam mensagens inverídicas no Facebook, Twitter e YouTube.

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que “os advogados do PT afirmam que, em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, no dia 28 de agosto, Bolsonaro mentiu e difundiu a falsa ideia de que o livro ‘Aparelho Sexual e Cia’ seria distribuído em escolas públicas. ‘E que, segundo vídeo que circula em redes sociais, seria inadequado para crianças e jovens brasileiros’, afirmam”.

Segundo a defesa de Haddad, o livro ‘não fez parte de qualquer kit escolar’, nem do material que o candidato do PSL chama de ‘kit gay’, ‘que, por sua vez, era parte de um programa do governo chamado Escola Sem Homofobia, e que nunca chegou a ser posto em prática”.”

O jornal ainda afirma que “na ação, que está sob relatoria do ministro Carlos Horbach, a defesa do petista ressalta que a informação foi desmentida pela editora do material e pelo Ministério da Educação.”

O trecho do requerimento explica: “o candidato vem proferindo essa grave mentira há mais de anos. A informação de que o livro seria distribuído em escolas públicas começou a ser difundida por Bolsonaro no dia 10 de janeiro de 2016 através de um vídeo que publicou no Facebook”.

O candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad, entrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com pedido de direito de resposta contra o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, em torno da divulgação do suposto ‘kit gay’, que, segundo a campanha do petista, é conteúdo falso propagado pelo oponente na disputa presidencial. A defesa ainda pede que o TSE determine a retirada de postagens que teriam mensagens inverídicas no Facebook, Twitter e YouTube.

Os advogados do PT afirmam que, em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, no dia 28 de agosto, Bolsonaro mentiu e difundiu a falsa ideia de que o livro “Aparelho Sexual e Cia” seria distribuído em escolas públicas. “E que, segundo vídeo que circula em redes sociais, seria inadequado para crianças e jovens brasileiros”, afirmam.

Segundo a defesa de Haddad, o livro “não fez parte de qualquer kit escolar”, nem do material que o candidato do PSL chama de ‘kit gay’, “que, por sua vez, era parte de um programa do governo chamado ‘Escola Sem Homofobia’, e que nunca chegou a ser posto em prática”.

Na ação, que está sob relatoria do ministro Carlos Horbach, a defesa do petista ressalta que a informação foi desmentida pela editora do material e pelo Ministério da Educação.

“O candidato vem proferindo essa grave mentira há mais de anos. A informação de que o livro seria distribuído em escolas públicas começou a ser difundida por Bolsonaro no dia 10 de janeiro de 2016 através de um vídeo que publicou no Facebook”, observam.

São apontadas também postagens de Bolsonaro e de seus filhos, Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, que falaram sobre o material nas redes sociais.

“As manifestações das representadas atacam Fernando Haddad com informações inverídicas, difamatórias e injuriantes, sem qualquer legitimidade ou fundamento, constituindo-se em um verdadeiro manifesto político que agride o partido representante, sem qualquer possibilidade de contraditório, contraponto ou debate”, assinala a defesa.

 

Karol Lannes, a Ágata de “Avenida Brasil”, revela que é lésbica Resposta

Mudança

Ana Karolina Lannes (18), que ficou conhecida na infância por interpretar Ágata, filha de Carminha (Adriana Esteves), em “Avenida Brasil”, assumiu publicamente que é lésbica:

“Eu sempre me aceitei em relação a tudo – meu corpo, minha sexualidade, sempre respeitei minhas decisões, e meus pais também. Tive mais sorte que a maioria da comunidade. Eu não sofri discriminação em casa, recebi apoio.”

Ela diz que por ter um pais homossexuais (um casal gay) enfrentou julgamentos ainda antes de se descobrir. “Ouvi de muitas pessoas, antes mesmo de eu explorar a minha sexualidade, que eu viraria gay por conta dos meus pais.

“Mas, se dependesse da influência deles, eu seria uma princesinha. Sempre fui mais meninona mesmo, até no jeito de me vestir.”, conta Karol. Ela disse na mesma entrevista que roubava roupas dos pais para se vestir como queria.

Karol, que é DJ em uma casa noturna hoje em dia, disse que chegou a ficar com alguns meninos no início da adolescência. Ela contou também que ficou com a primeira menina com uns 15 anos.

Se em casa não havia discriminação, na escola a situação era diferente:

“No início, alguns meninos da minha sala eram imaturos. Comentários e indiretas maldosas sempre existiram, mas nunca me importei. Eu era miga dos professores (risos), sempre me rodeei de pessoas que pudessem agregar na minha vida positivamente, não pessoas que querem te derrubar”.

Informações: UOL

Ruby Rose deleta conta no Twitter e critica mulheres e comunidade LGBT Resposta

Ruby Rose

Ruby Rose

 

A atriz norte-americana Ruby Rose deixou o Twitter após reação negativa ao anúncio de que ela fará a heroína Batwoman em uma série de mesmo nome na emissora The CW. As críticas vinham desde sua capacidade de ser atriz até mesmo por não ser a atriz lésbica ideal para o papel.

Antes de apagar sua conta na rede social, Ruby fez uma crítica às mulheres e à comunidade LGBT que não gostaram da sua escolha para o papel, alegando que ela não seria lésbica: “Onde surgiu essa conversa de ‘Ruby não é lésbica então ela não pode ser a Batwoman’ – isso deve ser a coisa mais ridícula que eu já li. Eu saí do armário aos 12 anos? Pelos últimos cinco anos tive que lidar com críticas como ‘ela é muito gay’ e agora vocês mudam de opinião assim? Eu não mudei. Queria que nós nos apoiássemos em nossas jornadas”, escreveu a atriz, segundo o site Deadline.

“Quando mulheres e minorias se juntam nós somos imbatíveis… quando nós começamos a nos destruir causamos muito mais danos do que qualquer outro grupo. Só queria que mulheres e a comunidade LGBT se apoiassem mais. Queria que fôssemos um pouco mais gentis. Este está sendo um ano maluco, especialmente este ano”, continuou.

“Estou ansiosa para sair do Twitter e dormir mais do que quatro horas por noite enquanto foco minha energia nos meus dois próximos projetos. Se precisarem de mim, estarei no meu ‘Batfone'”, completou Ruby.

Jair Bolsonaro processa Marcelo Tas, por ter sido chamado de homofóbico (mas é!) e racista Resposta

Jair e Tas

Jair processa Tas e garante não ser homofóbico, nem racista

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) está processando o aprensentador e jornalista Marcelo Tas. Pasmém, porque foi chamado de homofóbico e racista. Jair assegura que não é homofóbico.

Tas teria chamado teria atribuído essas acusações em entrevista ao programa ao Blog do Rica Perrone em 22 de julho de 2017. A ação, segundo o blog TelePadi, corre na 31a Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo e requer R$20 mil de Tas por reparação de danos morais. A ação pede que Tas pague R$10 mil a cada vez que Tas acusar Jair de racista ou homofóbico.

“Lamento que ele se junte a outros parlamentares brasileiros, de direita e esquerda, é bom notar, que não suportam a convivência com a crítica ou com quem pensa diferente deles. Temo que, com a aproximação das eleições, surjam tentativas de intimidação e censura à livre expressão. Isto só vai contribuir para tumultuar o debate a atrasar o aperfeiçoamento da frágil democracia brasileira, diz Tas.

E dispara: “É patético. Os políticos estão mais por baixo que cocô de cavalo de bandido, mesmo assim não abrem mão da blindagem do fórum privilegiado. Não aceitam opiniões contrárias. Querem viver numa redoma, rodeados apenas por quem pensa igual a eles. A atitude do Bolsonaro reforça a minha suspeita: apesar de vender a imagem de novidade na corrida presidencial, ele é um político antigo como qualquer outroÆ.

Bruna Linzmeyer participa de manifestação lésbica no Rio Resposta

Bruna e Namorada

Bruna Linzmeyer participou de uma manifestação pelo Dia Internacional da Mulher na noite desta quinta-feira (8), no Rio. A atriz, que namora Priscila Visman, publicou registros de uma passeata que aconteceu nas ruas do Centro e deu ênfase ao lema da manifestação: “O corpo é da mulher, ela dá pra quem quiser. Inclusive pra outra mulher”.

Nas imagens publicadas por Bruna no Instagram, é possível ver um grupo de moças segurando uma faixa que diz: “Lésbicas resistem e existem. Nenhum direito a menos”. Bruna ainda completou: “Eu vou dar pra quem quiser. Inclusive para outra mulher”.

A atriz, desde que assumiu a sua homossexualidade, bissexualidade ou “liberdade”, se transformou em uma das pessoas mais influentes entre os LGBTs brasileiros.

Parabéns, Bruna!

Homofóbica? (relembre os casos lendo a postagem), Joelma anuncia apresentação em boate LGBT. A casa está quase lotada 2

Joelma

Joelma, a cantora homofóbica (?), que já tentou mudar a orientação sexual de um fã (veja vídeo abaixo) e se disse contra o casamento gay, se apresentará em uma boate LGBT em Recife.

A rede social não perdoa:

Joelma Homofobia

No Instagram, os perfis dos fãs-clubes de Joelma que anunciam o show bloquearam os comentários. Apesar das manifestações contrárias, os ingressos para a apresentação estão quase esgotados. Pelo palco da boate, já passaram nomes como Gretchen, Pabllo Vittar, Lia Clark, Karol Conka e Valesca Popozuda, entre outras musas do público LGBT.

Joelma Homofóbica

Para quem não se lembra, Joelma havia declarado, em entrevista ao programa “Roberto Justus +” que acredita na recuperação dos homossexuais, comparando esse processo ao dos drogados: “É como um drogado tentando se recuperar”.

O que esses fãs LGBTs têm na cabeça? Será que a fofa vai tentar converter todos eles? Eu, hein…

Na época, Joelma se defendeu:

Então tá…

Mulheres que inspiram: Bruna Linzmeyer, Camila Pitanga, Leandra Leal e Taís Araújo Resposta

Atrizes

Leandra, Camila, Taís e Bruna: atrizes feministas poderosas

Durante muito tempo, as mulheres não foram ouvidas e nem eram levadas a sério se ousassem dizer suas verdades sob o poder dos homens, mas esse tempo acabou!” A frase é parte do discurso feito pela apresentadora norte-americana Oprah Winfrey na edição deste ano do Globo de Ouro, realizado na esteira das denúncias contra o megaprodutor Harvey Weinstein.

Além de contundente, a manifestação da apresentadora pode servir como resposta a uma das dúvidas masculinas mais frequentes no debate: qual é, afinal, o papel dos homens no feminismo?

As atrizes feministas Bruna Linzmeyer, Camila Pitanga, Leandra Leal e Taís Araújo, estrelas de capa da revista GQ deste mês, têm uma opinião em comum sobre essa dúvida masculina: “O grande papel do homem agora é escutar”. A declaração, dada por Leandra Leal durante o ensaio para a revista, em uma tarde de fevereiro, em São Paulo, resume o raciocínio de suas colegas.

Taís Araújo

Foto: Instagram (taisdeverdade)

Taís Araújo complementa: “Melhorar a escuta, estabelecer um diálogo honesto e aberto é o primeiro passo. Nesse diálogo, as pessoas vão escutar coisas que não vão gostar, mas é importante saber que não é nada pessoal – é para nos reestruturarmos enquanto sociedade, para ficar bom para todo mundo”. Camila e Bruna seguem o raciocínio. “As mulheres estão perdendo o medo de falar, de reivindicar seus direitos, e estou vendo cada vez mais homens querendo escutar, repensar”, diz a primeira.

“Com certeza, um homem pode ser feminista. Todos podemos. A luta feminista é a luta pela igualdade de gêneros. Mas é importante na perspectiva do homem, mesmo aquele que já se diz feminista, ouvir o que a mulher tem a dizer”, completa a segunda.
Leandra Leal

Foto: Instagram (leandraleal)

Leandra é reconhecida nos debates pró-feminismo. Tem se manifestado publicamente em artigos, entrevistas e em seus perfis nas redes sociais sobre assuntos como direito ao poder de decisão sobre o próprio corpo e ao aborto. “Eu não acho que estou no papel de ensinar algo aos homens”, ela diz.

“Acho que esse novo normal tem de ser construído meio a meio. Mas algumas questões são nossas, femininas, e têm de ser radicais. O direito da mulher ao seu corpo, por exemplo, tem de ser radical. Não dá para uma comissão de 18 homens chegar agora e dizer que a mulher não tem direito a abortar. Simplesmente não dá!”, defende.

A voz de Taís tem sido bastante ouvida nas questões de gênero e raça. Mãe de dois filhos, um menino e uma menina, ela causou comoção ao discursar no seminário TEDXSão Paulo, em agosto do ano passado.

Camila Pitanga

Foto: Instagram (caiapitanga)

“Quando engravidei do meu filho, fiquei muito, mas muito aliviada de saber que no meu ventre tinha um homem, porque eu tinha a certeza de que ele estaria livre de passar por situações vivenciadas por nós, mulheres. Teoricamente, ele está livre. Mas meu filho é um menino negro, e liberdade não é um direito que ele vai poder usufruir.

Se ele andar pelas ruas descalço, sem camisa, sujo, saindo da aula de futebol, ele corre o risco de ser apontado como um infrator, mesmo aos 6 anos de idade. No Brasil, a cor do meu filho é a cor que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam suas bolsas e blindem seus carros. A vida dele só não vai ser mais difícil do que a da minha filha.”

Bruna Linzmeyer

Foto: Instagram (brunalinzmeyer)

Bruna Linzmeyer, por sua vez, que no ano passado declarou-se sem rótulos, tem levantado a bandeira das mulheres homossexuais, bi e trans. E ela tem clara noção do peso de suas manifestações na luta por igualdade. “O fato de eu me declarar mulher lésbica é um ato político”, disse ela em um dos intervalos de sua sessão de fotos, também realizada em São Paulo. “Eu não sou só lésbica, eu não caibo em nenhuma dessas caixinhas.

Sou um ser humano livre. Mas dar nome a essas caixinhas é importante para podermos jogar luz sobre elas. Estamos fazendo uma curva positiva no mundo, e isso passa pela segurança que tenho de estar falando isso tudo agora. Cinco anos atrás, eu não podia, como mulher, como mulher lésbica, falar. Agora posso.”

Camila Pitanga é uma figura agregadora e disseminadora de discursos. Não à toa, abriu as portas de sua casa, no Rio de Janeiro, para aulas semanais sobre temas ligados ao feminismo com a filósofa e ativista Djamila Ribeiro. “Criei esse grupo porque achei que era importante a gente conhecer melhor o feminismo, ter mais referência, trocar ideias, se provocar junto.

Quando teve aquela sinergia do Mexeu com Uma, Mexeu com Todas, diz ela, fazendo referência à campanha que se criou no ano passado com a denúncia de assédio feita pela figurinista Su Tonani contra o ator José Mayer, “achei que era o momento de dar a mão, trocar confidências, não ficar só numa pesquisa intelectual, porque o problema não acontece só nesse campo, acontece na pele, no dia a dia”.

Cada uma à sua maneira, as quatro exercem o feminismo, e essa batalha vai ganhar um novo capítulo em breve. Desde o ano passado, produtores e produtoras, roteiristas, atores, atrizes e entidades ligadas à indústria trabalham na criação do movimento Não Vamos Mais Tapar os Olhos. Depois de meses de debates, a primeira reunião do grupo aconteceu em janeiro. A próxima está agendada para este mês, na sede da Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais (Apro), em São Paulo. Do encontro devem sair as diretrizes finais de trabalho do movimento.

Mais do que reforçar a mensagem pelo fim do assédio sexual, o movimento trabalha na criação de um código de conduta a ser adotado por profissionais, produtoras e contratantes. A ideia é criar uma espécie de modus operandi da indústria do audiovisual, tanto para evitar casos de assédio quanto para agir quando surgir uma denúncia de um episódio do gênero.

“Digamos que você esteja fazendo um filme e seu principal ator assedia uma funcionária da equipe. Que medidas serão tomadas? A quem essa funcionária vai recorrer? É esse tipo de coisa que queremos estabelecer”, diz Betão Gauss, sócio da Prodigo Films e um dos coordenadores do Não Vamos Mais Tapar os Olhos.

O grupo vai produzir um vídeo de orientação para ser distribuído entre os profissionais e produtoras. Com a participação dos principais sindicatos da indústria do audiovisual – a interlocução com as entidades tem sido feita pela Apro  –, o movimento quer que os pontos discutidos na montagem do Não Vamos Mais Tapar os Olhos passem a fazer parte das cláusulas dos contratos do setor. “O assédio não pode mais acontecer em nossa indústria. Ter essas quatro atrizes como parte do movimento dá um peso enorme. A mensagem vai chegar a muito mais gente”, afirma Gauss.

Durante nossa entrevista, em uma manhã de domingo, no Rio de Janeiro, Taís Araújo relembra situações em sua carreira que gostaria de esquecer. “Foi tanta cena que eu fiz e não queria ter feito. Fiz porque achava que ia ser cortada”, conta a atriz.

“A verdade é que aquela única cena não ia definir a personagem, mas eu tinha medo, tinha um sonho. A quantas coisas eu disse sim e me violentei para poder chegar onde estou hoje? Agora percebo: fiz sem a menor necessidade. ‘Essas coisas acontecem porque é assim que é’, eu pensava. Mas não pode mais ser, a gente precisa redesenhar isso”. Afinal, como disse Oprah: Time’s up!

Fonte: GQ

Facebook censura vídeo postado por filho de Bolsonaro, a pedido de Alckmin, onde tucano aparece com movimento LGBT Resposta

CHUVA / CAOS EM SP

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), moveu uma ação contra o Facebook para retirar do ar um vídeo postado pelo perfil atribuído ao vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) do Rio de Janeiro. Na ação, Alckmin pede que o vídeo seja excluído da rede social e que o Facebook quebre o sigilo dos dados de quem fez a postagem.

Na última sexta-feira (2), a Justiça Estadual de São Paulo negou, em caráter liminar, os pedidos de Alckmin. Mas, após Alckmin recorrer, o vídeo foi banido.

O vídeo que a Justiça excluiu, a pedido de Alckmin, foi postado em 25 de dezembro de 2017. Nele, Alckmin aparece celebrando a criação do secretariado de diversidade tucana, uma instância dentro do PSDB voltada para a discussão de políticas públicas voltadas para a comunidade LGBT. O vídeo foi editado e mescla momentos em que Alckmin aparece discursando com fotos de manifestações promovidas por integrantes da comunidade LGBT.

Junto ao vídeo, o perfil, claro, critica Alckmin. “Como se não bastasse estar metido na Lava-Jato e tantos outros escândalos de corrupção, mais esta do candidato que querem induzi-lo (sic) a acreditar que é de centro-direita, mas em conluio com a militância que você já conhece. Este que a mídia diz que ganhará as eleições de 2018”.

Para o advogado Fábio de Oliveira, que defende Alckmin, o vídeo dele com ativistas tucanos LGBTs ridicularizaria o candidato à Presidência do Brasil.

O Facebook retirou o vídeo, alegando que ele fere os padrões da comunidade. A decisão aconteceu, mesmo depois de a Justiça de São Paulo negar, em caráter provisório, ter liberado o vídeo.

Na tarde da última segunda-feira, Carlos Bolsonaro utilizou sua conta no Twitter para acusar o Facebook de retirar o vídeo do ar. Ele aproveitou a postagem para publicar o vídeo novamente.

Informações: UOL

Marília Gabriela desmente ser lésbica: “Sou doida por homens” Resposta

gabi

A jornalista, atriz, cantora e apresentadora Marília Gabriela desmentiu um boato de um suposto envolvimento dela com outra mulher, em entrevista à revista “Brasileiros”.

Marília disse ser heterossexual, mas que não possui nenhum preconceito. Ela disse que muitas vezes teve que passar por certos tipos de insinuações de que ela é lésbica.

“Tudo começou quando me separei do meu ex-marido, lembro que tinha uma jornalista cruel que postou uma manchete dizendo que eu tinha me separado e ido embora para a Europa com uma mulher. Quando li essa notícia fiquei surpresa, mas nunca em minha vida tive interesse por alguém do mesmo sexo, afirmo que sou doida por homens e sempre serei.”

A Lei do Amor termina com recorde de casai gays, mas sem beijo na boca Resposta

ALeidoAmor

“A Lei do Amor”, novela das 21h, de Maria Adelaide Amaral e Vicent Villari, exibiu seu último capítulo nesta sexta-feira (31) com um recorde: o maior número de casais gays de uma novela do horário nobre. Apesar da representatividade maior, com três romances homossexuais, a abordagem foi sutil e não passou nem perto do beijo protagonizado por Mateus Solano e Thiago Fragoso em Amor à Vida.

“Vejo isso como um retrocesso. Quando você mostra um casal gay, mas não se aproxima da realidade em que ele vive, é uma espécie de omissão à homofobia”, opina Agripino Magalhães, líder estadual da Aliança Nacional LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais).

“Dentro do estilo melodramático, considero que ‘A Lei do Amor’ cumpriu a sua função social na teledramaturgia. Também considero que o beijo gay deixou de ser exatamente uma questão”, contrapõe Mauro Alencar, doutor em teledramaturgia brasileira e latino-americana pela Universidade de São Paulo.

Na novela, Zelito (Danilo Ferreira) conquistou o coração de Wesley (Gil Coelho) logo nos primeiros capítulos. O frentista se encantou pelo DJ, que foi assassinado a mando de Tião (José Mayer), e o romance foi abortado tragicamente.

Os autores deixaram para formar os outros dois casais gays só nesta última semana. Aliás, muitos casais gays são formados somente em finais de novela.

No capítulo de segunda (27), Wesley chamou Gledson (Raphael Ghanem) para sair, mas a cena teve só troca de olhares e sorrisos entre os dois, sem carinhos explícitos ou beijo. Por fim, depois de terminar com Misael (Tuca Andrada), Flávia (Maria Flor) aparecereu com uma namorada, Gabi (Fernanda Nobre), mas o romance também não foi explorado.

“Apesar da representatividade maior, o gay ainda é mostrado como aquela pessoa que ‘dá pinta’, que é motivo de chacota, ou muito superficialmente. Normalmente, não são personagens como um bancário, empresário, balconista, por exemplo, uma pessoa que pode constituir uma família e ter direito como qualquer outro”, analisa Magalhães.

Alencar acredita que o núcleo em que os personagens homossexuais são apresentados e a forma como se relacionam está relacionado ao estilo de cada escritor, não à imposição de rótulos. “Qualquer tema abordado na história da ficção mundial é retratado com diferentes intensidades. É isso o que diferencia um autor de outro”, opina.

*Com informações do “Notícias da TV”.

 Opinião

Quem acompanha o blog sabe que eu sempre reclamei da falta de beijo gay em telenovelas. Mas mostrar casais gays, desde que não seja nos últimos capítulos, ou até mesmo uma família homoafetiva é melhor do que nada. No mais, já existem seriados inúmeros retratando de maneira honesta e aberta a homossexualidade.

E para você, beijo gay é importante ou não em uma novela?

Lula manda mensagem a trabalhadores LGBT: “Somos iguais e merecemos respeito” Resposta

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Veja o vídeo clicando aqui

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou um vídeo nesta sexta-feira (31) com uma mensagem aos trabalhadores LGBT pelo apoio ao 4º Encontro de Trabalhadores e Trabalhadoras LGBT, realizado pela CUT de São Paulo entre 30 de março e 1º de abril.

“Eu tenho muito respeito por todos os gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais do nosso querido Brasil. É por isso que uma das primeiras medidas que tomei quando cheguei à presidência da República foi dar à Secretaria dos Direitos Humanos o status de ministério. Assim colocamos os Direitos Humanos no mesmo patamar das outras áreas do Executivo e demos mais espaço aos direitos da população LGBT”, lembrou Lula, citando ainda outras iniciativas de seu governo e da gestão de Dilma Rousseff.

“Mas não podemos parar por aí. Ainda temos muito a conquistar. Estamos só no começo. E eu tenho muito orgulho de lutar ao lado de vocês”, acrescentou Lula no vídeo. “Eu sei que na hora de pagar o Imposto de Renda ou votar ninguém trata o povo LGBT com preconceito, mas duarnte todo o dia tem uma parte da sociedade que trata esse grupo como pária da sociedade”, destacou.

“Vamos à luta porque somos iguais e merecemos tratamento digno nesse país”, finaliza Lula. Assista acima.

Opinião

Houve avanços durante os governos Lula e Dilma, mas quando ele tinha mais de 80% de aprovação e o Congresso “nas mãos”, não moveu uma palha para colaborar para a aprovação da criminalização da homofobia, porque estava aliado aos fundamentalistas evangélicos.

No governo Dilma houve veto do programa Escola Sem Homofobia. Dilma chegou a o kit anti-homofobia de “propaganda de opção sexual”.

Conselho Estadual LGBT critica Crivella Resposta

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Prefeito do Rio, Marcelo Crivella

Deu na coluna da jornalista Berenice Seabra, do jornal “Extra” que o Conselho Estadual LGBT está insatisfeito com o prefeito do Rio, Marcelo Crivella. “Sem recursos não tem como executar políticas públicas. Com uma coordenadoria, não tem status para se articular com outras secretarias”, disse Júlio Moreira, presidente do Conselho.

O coordenador da Diversidade Sexual, Nélio Georgini, da prefeitura do Rio foi elogiado.