Ativistas LGBTs são agredidos e presos na Rússia Resposta

Protesto Rússia

Mais uma vez, a Rússia dá um show de homofobia e desrespeito aos direitos humanos.

Ativista dos direitos LGBT foram agredidos durante um protesto contra a aprovação de um projeto que proíbe  manifestação a favor dos LGBTs. Pessoas homofóbicas atiraram ovos nos manifestantes, que defendiam mais liberdade na Rússia. O protesto foi em frente à Duma (Parlamento), em Moscou. Além das agressões, vários ativistas foram presos. Os ativistas garantem que, mesmo com a proibição, os protestos vão continuar.

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Justiça de São Paulo reconhece casamento civil igualitário Resposta

Casamento Civil Igualitário

Todos os cartórios do Estado de São Paulo terão de habilitar obrigatoriamente homossexuais para o casamento civil. O Diário Eletrônico da Justiça publicou ontem alterações nas Normas de Serviço da Corregedoria-Geral que aplicam ao casamento ou à conversão de união estável em casamento de pessoas do mesmo sexo as regras exigidas de heterossexuais. A medida entra em vigor em 60 dias.

Os casais homossexuais não precisarão mais ter de registrar primeiramente a união estável para depois solicitar a conversão em casamento. Nem terão de recorrer à Justiça para garantir o casamento ou a conversão da união. Basta ir diretamente ao cartório de registro de pessoas naturais e solicitar a habilitação para o casamento.

O procedimento da Corregedoria pacifica decisões judiciais. Em setembro, um acórdão do Conselho Superior da Magistratura determinara o registro de casamento entre pessoas do mesmo sexo em São Paulo em todos os cartórios.

A norma administrativa terá efeito vinculante. “Agora, há a dispensa de provocação judicial. Os cartórios terão a obrigação de cumprir a regra”, explica Alberto Gentil de Almeida Pedroso, juiz assessor da Corregedoria. Recusas serão revistas pelo juiz-corregedor do cartório.

O vice-presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), Luis Carlos Vendramin Junior, diz que a entidade apoia a medida. “Desde o reconhecimento da união estável homoafetiva (no Supremo Tribunal Federal em maio de 2011), a Arpen defende o registro do casamento homossexual. Não precisa nem mudar a lei, porque o STF já disse que é inconstitucional negar a união”, diz Vendramin.

Direito justo. Para José Fernando Simão, professor de Direito Civil da USP, a norma representa o direito sem preconceitos. “É o reconhecimento de um direito que chegou tarde, é a aquisição de um direito justo”, afirma.

A advogada Maria Berenice Dias, presidenta da Comissão da Diversidade Sexual da OAB, disse que a norma da Corregedoria da Justiça paulista abre precedente para a mudança das normas em outros Estados. “Essa resolução vai gerar reflexos. Servirá de referência por eliminar qualquer resistência nos cartórios de registro de pessoas naturais”, afirma Maria Berenice. Cartórios de Alagoas, Paraná, Piauí e Sergipe já habilitam homossexuais para o casamento civil.

Maria Berenice defende principalmente mudanças na lei, como uma nova redação do Código Civil nos artigos sobre casamento, e a criação do Estatuto da Diversidade Sexual para eliminar controvérsias e garantir segurança jurídica no País.

E o Mundo Não se Acabou – Carmen Miranda Resposta

Carmen Miranda interpretando lindamente uma música de Assis Valente. Vamos ensaiar os passinhos até à meia-noite, ou melhor, às quatro da madrugada ( meia-noite na Guatemala, terra dos maias)? Que o fechamento do 13° baktun (período de 1444 dias, correspondente a um dos ciclos do calendário maia) seja o início de uma nova era no planeta Terra. Que possamos nos respeitar e aceitar as diferenças. Viva a pluralidade!

Paulo Paim é novo relator de projeto que criminaliza a homofobia Resposta

Senador Paulo Paim

Senador Paulo Paim

Entre em contato com o senador Paulo Paim, dizendo que você é a favor da aprovação do PLC 122/06! Não se esqueça de colocar o seu nome completo, cidade e estado. A sua participação é muito importante. Mande mensagem para:

1) Página pessoal do senador: http://www.senadorpaim.com.br/contato.php;

 2) Twitter do senador: https://twitter.com/paulopaim;

 3) Telefone do gabinete do senador:  telefones: (61) 3303-5227/5232 e FAX: (61) 3303-5235;

4) Correio eletrônico: paulopaim@senador.gov.br.

O senador Paulo Paim (PT-RS) informou que será o novo relator do PLC 122/06, na Comissão de Direitos Humanos (CDH). O projeto inclui a homofobia entre os crimes punidos pela lei de racismo, que já criminaliza a discriminação por religião, etnia e procedência nacional. O senador disse que vai buscar o consenso para levar o projeto à votação e aprovação na CDH.

A relatora do projeto na comissão era a senadora Marta Suplicy (PT-SP),  que deixou a relatoria do PLC 122 quando assumiu o Ministério da Cultura em setembro. Paim disse que desde então vem sendo pressionado por grupos favoráveis e contrários à criminalização da homofobia para indicar um relator.

Como forma de facilitar o entendimento, o senador acabou optando por tomar para si a função. Ele lembrou que não se trata de um projeto fácil de aprovar e que a matéria não foi votada antes a pedido da relatora, Marta Suplicy, que não via condições políticas de aprovação da matéria.

– Se o PL 122 fosse fácil de votar, nós já teríamos votado há muito tempo. Só a senadora Marta Suplicy, que foi vice-presidente do Senado, ficou com ele dois anos. Não é falta de boa vontade da comissão. O projeto não foi colocado em votação por outros presidentes, porque toda vez que foi colocado em votação, da forma que estava, o projeto seria derrotado – afirmou Paim.

O senador gaúcho disse vai tentar construir um acordo e que se não houver acordo o novo presidente da CDH no próximo ano poderá indicar outro relator para o projeto.

Em pesquisa feita em outubro pelo DataSenado sobre a reforma do Código Penal, 77% dos entrevistados se disseram favoráveis à criminalização da homofobia (saiba mais, clicando aqui).

Caso aprovado na CDH, a proposta ainda será votada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e pelo Plenário do Senado. No Senado, a matéria foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais em 2009, na forma de substitutivo da então senadora Fátima Cleide. O projeto havia sido aprovado na Câmara dos Deputados em 2006.

*Reportagem: Silvia Gomide, da Agência Senado

UFC ganha sua primeira lutadora lésbica assumida Resposta

Liz Carmouche

Liz Carmouche

O campeonato Ultimate Fighting Championship (UFC) vai ganhar a sua primeira competidora lésbica assumida.

A lutadora Liz Carmouche assinou contrato com o UFC na semana passada e promete ferver o octógono.

Liz tem 28 anos, lutou no exército americano na guerra do Iraque e costuma usar algum acessório com as cores arco-íris nas competições. A fofa já surgiu até com uma proteção de dentes com as sete cores.

No dia 23 de fevereiro ela faz a sua primeira luta na competição e enfrenta Ronda Rousey. O apelido de Liz é “Gil-Rilla”. Estamos na torcida!

*Fonte: Dykerama

Juiz de Goiás usa Facebook para chamar casamento civil igualitário de “aberração” 6

Juiz homofóbico

Quando a gente acha que já viu tudo no Facebook, lembra do caso de um conhecido cantor do Norte do País que chamou o casamento civil igualitário de “boiolagem escancarada” (para saber mais, clique aqui). Agora foi um juiz, isso mesmo, um juiz, uma pessoa que decide sobre a vida de outras milhares, detalhe, ele disse coisas bem mais graves, como você pode ler na imagem acima. Entenda melhor o caso:

O juiz Platão E. Ribeiro, que atua em Anápolis (50 km de Goiânia) usou o Facebook para se manifestar contra o casamento civil igualitário e provocou a reação da Comissão de Direito Homoafetivo da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Goiás (OAB-GO) e de entidades de defesa dos direitos dos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).

Ao comentar no Facebook a imagem de um bolo de festa com bonecos do sexo masculino, em comemoração ao casamento civil igualitário aprovado pela Câmara dos Deputados do Uruguai (saiba mais, clicando aqui), o magistrado postou que “a chamada realidade não passa de uma aberração. Desses matrimônios nascerão cocôs, pois serão concebidos pela saída do esgoto”.

Após a publicação do comentário na última quarta-feira (12), o Conselho Estadual de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBTT) de Goiás decidiu por unanimidade divulgar uma nota oficial contra a postura do juiz.

O magistrado não foi localizado pela reportagem para comentar o caso.

Em nota, a presidente da Comissão de Direito Homoafetivo da OAB-GO, Chyntia Barcellos, lamentou o comentário de baixo calão feito pelo magistrado. Segundo ela, tal atitude, além de ser incompatível com o Estado Democrático de Direito, é atentatória à dignidade e igualdade de milhares de cidadãos brasileiros, preceitos consagrados pela Constituição Federal de 1988.

Chyntia disse ainda que a Comissão irá tomar medidas contra a postura do juiz, entre elas o encaminhamento do fato à Corregedoria do TJ-GO (Tribunal de Justiça de Goiás). Ela reforça que o TJ-GO tem histórico de posicionar-se a favor das famílias homoafetivas mesmo antes da decisão do Supremo Tribunal Federal, que reconheceu a união homoafetiva como entidade familiar, equiparando-a em direitos e obrigações à união estável entre o homem e a mulher em maio de 2012.

Para Chyntia, a atitude do juiz é incompatível com a nova dinâmica social e os direitos adquiridos ao longo dos anos pelos homossexuais. Na nota, a presidente da Comissão de Direito Homoafetivo da OAB-GO informou que o primeiro casamento homossexual de Goiás será realizado nesta sexta-feira, 14, no 2º Cartório de Registro Civil e Tabelionato de Notas, em Goiânia.  O casamento de Michele Generoso e Thaíse Prudente foi autorizado pelo juiz Sival Guerra Pires, da 3ª Vara de Família e Sucessões de Goiânia, no final de setembro.

Aposentadoria já

Espero que a Corregedoria do TJ-GO puna este magistrado exemplarmente. Ele não honra a toga que veste e demonstrou que não pode continuar a exercer o cargo de juiz. O Conselho Nacional de Justiça deve agir imediatamente.

Esgoto é o cérebro desta criatura que proferiu palavras repugnantes ao se referir aos homossexuais.

*Com informações de Lourdes Souza, do UOL

Rio Grande do Sul será o segundo estado a ter Comitê de Enfrentamento à Homofobia Resposta

Rio Grande do Sul

Para enfrentar os entraves no registro dos crimes de ódio que já tiraram a vida de quase 300 homossexuais ao longo de 2011, a Coordenadoria Nacional de Diversidade está instalando comitês de combate à impunidade nos estados.

O Rio Grande do Sul será o segundo estado a receber o Comitê Estadual de Enfrentamento à Homofobia, que deve ser lançado até a próxima semana. A previsão inicial era realizar o lançamento em cerimônia no Palácio Piratini, nesta sexta-feira (14), com a presença da ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário. Porém, o governador está em viagem com a presidenta Dilma Rousseff na Europa e o conflito de agenda não havia sido solucionado até o fechamento desta matéria.

No último dia 7, o estado do Acre foi o primeiro a inaugurar o Comitê proposto pelo governo federal (saiba mais, clicando aqui). A intenção é que o espaço seja um instrumento de mobilização para prevenção da violência contra a população LGBT e de cobrança das autoridades públicas sobre a devida investigação criminal dos crimes por homofobia.  “Isso não é algo que deve ficar apenas na luta dos movimentos LGBT. É um problema de toda a sociedade. Os principais problemas para o enfrentamento da homofobia são a invisibilidade dos crimes motivados pelo preconceito por orientação sexual e a falta de confiança dos homossexuais nos órgãos de segurança pública”, explica o coordenador Nacional de Diversidade Sexual, Gustavo Bernardes.

O governo federal apoia institucionalmente a criação dos Comitês de Enfrentamento à Homofobia, que serão mantidos pelos estados. A proposta é reunir os atores públicos e dialogar sobre as práticas de prevenção e criminalização da homofobia. “Estamos trabalhando para desconstruir a ideia dos crimes de ódio não serem registrados como tal. As polícias devem estar preparadas para atuar neste tipo de caso. Também vamos trabalhar com estes comitês para mobilização da aprovação do PLC 122”, falou o coordenador sobre o texto engavetado no Congresso Nacional há 10 anos e que prevê o crime por homofobia.

Observatório de entidades acompanhará trabalho do governo

Para acompanhar o trabalho do governo gaúcho neste tema, a Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) reuniu 60 entidades, entre universidades, movimentos sociais e instituições públicas. Nesta sexta-feira (14), em uma audiência pública, no auditório da Escola Superior de Magistratura, será lançado um Observatório Contra a Homofobia. A iniciativa se somará ao trabalho do Comitê Estadual proposto pelo governo federal.

“Nós estivemos em reunião com a ministra Maria do Rosário, que reconheceu a nossa intenção. Nós não vamos atuar de forma a interferir no trabalho de promoção de políticas públicas, que é tarefa do estado: vamos acompanhar o encaminhamento deste tema pelo governo”, explica o vice-presidente Administrativo da Ajuris, Eugenio Couto Terra.

O tema do encontro será “A Homofobia e as Instituições” e será abordado pelo professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Henrique Nardy. Serão expostos dados científicos sobre a homofobia e haverá o relato pessoal de dois homossexuais que tiveram uma experiência positiva na conquista de direitos sociais. “Precisamos fomentar este debate na sociedade porque o preconceito é uma construção cultural que precisa ser modificada. Não temos ambiente de discussão sobre esta discriminação e a falta de conhecimento é, muitas vezes, a razão do preconceito”, fala Couto.

A motivação da Ajuris em liderar uma articulação das entidades, instituições e universidades partiu de um caso similar ao do jovem Lucas Fortuna. “Duas jovens foram assassinadas em Viamão, com possível motivação homofóbica. Conversamos com o delegado que disse que o caso se tratava de crime de assalto. Resolvemos seguir este debate com as entidades e promover alguma ação conjunta em relação a isso”, fala.

Desde abril deste ano o grupo passou a se reunir na sede da Ajuris e constituiu como primeira ação concreta a criação do Observatório Contra a Homofobia. O foco das ações e o tipo de atuação ainda serão discutidos na audiência de lançamento. Integram o grupo a ONG Somos, a Associação de Travestis e Transexuais do RS, Brigada Militar, Polícia Civil, Ordem dos Advogados do Brasil, Famurs, Serviço de Auxílio Jurídico Universitário da UFRGS (Saju), Ministério Público do Trabalho, Tribunal de Justiça do RS, cinco secretarias do governo gaúcho, entre outras entidades.

*Reportagem: Rachel Duarte, do Sul 21, com edição do blog.

Google e Bing tiram celebridades do armário? Resposta

Curioso

Ninguém duvida que a orientação sexual das pessoas desperta muita curiosidade. Que o assunto é tratado durante o cafezinho no trabalho ou nas mesas de bar, todos sabem. E agora sabemos que o fascínio em relação ao tema também está ‘gravado’ em sites como Google e Bing, o motor de busca da Microsoft .

Perguntas frequentes nos dois motores incluem: ‘Quando será o fim do mundo?’ ‘Neil Armstrong é muçulmano?’ E … ‘Era George Washington gay?
As perguntas vêm do recurso de preenchimento automático, que o Google chama de ‘autocomplete’, e a Microsoft de ‘autosuggest’. O complemento das palavras é baseado em perguntas feitas por outros usuários.

‘Seu motor de busca é seu melhor amigo e você fala com ele sobre tudo, mesmo coisas que você não pode falar a seus melhores amigos reais’, diz Danny Sullivan, editor-chefe do Search Engine Land.

‘Elton John é gay?’ ‘Paul Ryan é gay?’ ‘Michael Bloomberg é gay?’ A questão surge, muitas vezes, também ao iniciar pesquisas sobre George Clooney, a atriz Ellen Page, Genghis Khan, vários personagens de desenhos animados e até mesmo o papa. Embora não apareçam o tempo todo, surgem com frequência surpreendente.

Para Nick In’t Ven, gerente do programa em busca da Microsoft, os preenchimentos automáticos refletem curiosidades coletivas. Ele não disse, no entanto, quantas vezes as pessoas têm que digitar a pergunta para acionar o recurso.

Especialistas em motores de busca não descartam a hipótese _ que eles próprios acham pouco improvável _ de haver algum erro no sistema.
O recurso, que acelera a velocidade da busca, poupa o usuário de digitar algumas palavras. Google e Microsoft investiram bilhões em pesquisas mais rápidas para atender aos impacientes.

Aqui no Brasil, resolvi fazer umas pesquisas colocando apenas os nomes de algumas celebridades. O Google parece mais interessado na orientação sexual deles, do que o Bing. Veja que curioso. Só para deixar claro, não escolhi ninguém baseado em nada, as celebridades simplesmente surgiram em meus pensamentos. Confira:

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*Com informações do Globo e do New York Times

‘Não tenho dúvidas que é gay’, diz irmão de Bruno sobre Macarrão 1

Para irmão de Bruno, Macarrão é gay

Rodrigo Fernandes, irmão do ex-goleiro Bruno, voltou a dominar o noticiário local e concedeu entrevista nesta sexta-feira (23/11) para o programa ‘Balanço Geral’, apresentado por Douglas Cordeiro, na Tv Antena 10, afiliada da TV Record no Piauí.

Convencido de que o irmão é inocente, afirmou que só acreditará no assassinato de Eliza se o corpo aparecer. Além disso, fez acusações e deixou subentendido que Bruno estaria sofrendo uma perseguição “É uma marcação da Justiça para cima dele”, disse.

Sobre as suspeitas de um envolvimento amoroso entre Bruno e Macarrão, Rodrigo disse que “nunca percebeu atitudes homossexuais” no irmão. Mas quanto à Macarrão ele é categórico ao afirmar “Alguém que escreveu aquela frase nas costas, eu não tenho dúvidas que é gay”, opinou.

Relação com a família

Segundo Rodrigo, o irmão rejeitou a mãe por ela ser lésbica “disse que se ela deixasse a pessoa com que vive poderia procurá-lo, senão nunca mais”.

Também afirmou que Bruno chorou ao ser surpreendido com a visita que ele o fez na prisão “Não esperava, chorou muito e disse que estava arrependido de ter abandonado a mãe e os irmãos”, concluiu.

Que babado, hein…

Lindsay Lohan fala pela 1ª vez sobre namoro com Samantha Ronson Resposta

Lindsay Lohan fala pela 1ª vez sobre relacionamento com Samantha Ronson

Se existe um romance que causou barulho em Hollywood com certeza foi o de Lindsay Lohan e Samantha Ronson. Por volta de 2007, o namoro das duas durou cerca de dois anos entre idas e vindas; em 2011, elas tentaram reconciliar-se no meio de muitas discussões públicas, mas sem sucesso.

Depois surgiram muitos rumores e acusações dos dois lados, Lindsay agora decidiu falar pela primeira vez sobre o fim do relacionamento. Numa entrevista para a US Weekly, Lindsay revelou o que toda a gente queria saber: “Eu preciso me amar primeiro antes que de amar alguém, e naquele momento eu estava passando por uma série de problemas. Duas pessoas dependentes químicas não podem ficar juntas. Fim da história.

Lindsay e Samantha, na época do namoro.

“Somos amigas agora. Simples assim, como tudo começou e como deveria ter continuado”. Antes de se relacionarem, as duas eram amigas inseparáveis. Ainda na entrevista, a atriz comentou que assumir um relacionamento lésbico não é fácil: “Eu fui corajosa o suficiente para dizer: ‘Sim, eu gosto de uma mulher!’ Isso a colocou numa situação em que ela passou a ser atacada todos os dias, e não foi justo.

“Como eu fiquei? Com o coração partido. Isso foi há três anos, foi o meu último relacionamento sério”. Terminanda a entrevista, a estrela ainda falou de quem é a culpa de ela ser uma “menina que só arranja confusões”: “Os jovens passam por altos e baixos, começam a fumar cigarros, em um momento eu parei para pensar: ‘Porque é que permito amigos falsos e tantas más influências ao meu redor?’.

“Eu estava sozinha e não percebi isso. É por isso que eu voltei para minha casa em Nova Iorque. Nunca me sinto sozinha lá. Posso ver a minha família e tenho pessoas boas na minha vida”.

Já sobre um conselho que daria para si mesmo se tivesse 16 anos de idade, Lindsay, atriz de ‘Liz & Dick’, mostra que amadureceu muito: “Não beba e dirija. E tem cuidado com quem anda!”.

Democrata lésbica favorita à Prefeitura de Nova Iorque 2

Fotografia © REUTERS/Eduardo Munoz

Christine Quinn, uma democrata lésbica de 46 anos, poderá suceder a Michael Bloomberg caso este não se volte a apresentar à Câmara de Nova Iorque, segundo uma sondagem publicada na terça-feira (20).

Presidente do Conselho Municipal, Christine Quinn surge em primeiro lugar no estudo da universidade Quinnipiac, com 32% das intenções de voto nas primárias previstas para setembro de 2013. Mais do que a soma dos seus quatro adversários.

O candidato democrata, seja ele qual for, ganharia frente aos republicanos apontados como candidatos á presidência da Câmara de Nova Iorque, revela a mesma sondagem.

Michael Bloomberg, independente desde 2007 depois de ter sido republicano, é mayor de Nova Iorque desde janeiro de 2002. Reeleito duas vezes, não pode disputar um quarto mandato.

Apesar de nenhum ser oficial, fala-se numa dúzia de possíveis candidatos à sua sucessão, entre democratas e republicanos. Quinn é a favorita do lado democrata e Ray Kelly, o chefe da polícia da cidade, de 71 anos, é o republicano com mais intenções de voto.

*Reportagem: Helena Tecedeiro, do DN Globo

Tivemos uma semana repleta de casamentos civis igualitários 2

Depois de sete anos juntas, Célia (esq.) e Grazielle (dir.) resolveram se casar. (Foto: Pedro Cunha/G1)

Na tarde de quinta-feira (8), o juiz de paz do Cartório de Registro Civil de Nova Lima fez a união de mais de 15 casais, entre eles o de Grazielle Cristina Pimenta, de 31 anos, e Célia Silva de Melo, de 52 anos. Depois de sete anos de namoro, as comerciantes resolveram selar na Justiça aquele que se torna o primeiro casamento entre pessoas do mesmo sexo na cidade de pouco mais de 80 mil habitantes, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

À espera da noiva, em uma ladeira íngreme onde são realizadas as cerimônias de casamento civil em Nova Lima, Célia disse que a expectativa era grande e que, naquele momento, um sonho estava sendo realizado. “Escolhi essa mulher porque é a mulher para eu viver para sempre. Por isso que eu quero casar”, disse sorrindo, rodeada de familiares e amigos.

Como manda a tradição, Grazielle chegou depois, com um longo vestido branco, e abraçou a companheira. “Eu estou muito feliz. Muito feliz mesmo. Eu esperava há tanto tempo isso. [Célia] é uma pessoa que eu quero estar para sempre. Eu amo muito. Gosto muito da vida que a gente tem. Somos muito felizes. E isso está sendo um sonho”, contou.

‘Encontrei a felicidade’

As duas se conheceram há pouco mais de sete anos, quando Célia trabalhava em frente a casa de Grazielle, em Belo Horizonte. Em um primeiro momento, a relação entre elas foi de amizade. Só depois que as companheiras sentiram o desejo de se casarem.

Célia nunca teve dúvida de sua sexualidade. A mineira conta que, desde a infância, já sabia que era homossexual. “Desde que nasci, a minha opção (SIC) sexual já estava escolhida. Eu não virei homossexual por acaso. Nasci homossexual. (…) E eu não sou diferente de ninguém não. Eu sou igual a qualquer um”, disse Célia.

Já Grazielle manteve, por cerca de 12 anos, um relacionemto com um homem, com quem teve dois filhos, uma menina de oito anos e um menino de 12. Mas, segundo ela, a relação não deu certo. Somente quando encontrou Célia, é que Grazielle conta que se sentiu realizada. “Pra mim era aquilo que eu queria. Foi aonde eu me encontrei. Onde eu encontrei a felicidade”.

Duas mães

As duas crianças são filhas biológicas de Grazielle, mas Célia não deixa de ser uma mãe coruja. “Eu tenho duas crianças que eu crio, que são dela, e que estão comigo, uma desde um ano e meio, e a outra com quatro anos veio pra mim. Então são meus filhos. São mais meus do que dela, na verdade. A realidade é essa”, brinca.

Para Grazielle e Célia, os quatro já são uma família há muito tempo. Mesmo antes de surgir o desejo de se casarem. “Eu já tenho uma família constituída. É só viver agora. Trabalhar muito e fazer deles grandes homem e mulher”, disse Célia.

Para o futuro, o casal planeja continuar em Nova Lima, pois, segundo Célia, a cidade é o melhor lugar para se criar os filhos. “Eu sou cria de Nova Lima. O melhor lugar para se viver, e para criar uma criança ainda é Nova Lima”.

Lésbicas se casam no civil  após autorização da Justiça em Indaiatuba

Nathalia da Silva e Tabata Penteado oficializaram
união (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)

A vendedora Nathalia Batista da Silva e a industriária Tabata Cristiane Kakishita Penteado oficializaram na manhã do último sábado (10) o primeiro casamento civil entre pessoas do mesmo sexo em Indaiatuba (SP), que tem 200 mil habitantes. A união foi selada às 10h30 pelo juiz de paz do Cartório de Registro Civil de Pessoas Naturais da cidade e cerca de 60 pessoas, entre familiares e amigos, prestigiaram o casamento.

Nathalia e Tabata namoram há um ano, mas se conhecem há sete anos quando foram apresentadas por amigos em comum. Após alguns anos de relacionamento, elas consideraram a possibilidade de oficializarem a união. “A gente nunca imaginou que fosse se casar”, reconta Nathalia, entre risos. “Mas virou amor”, completa.

Conquista

A vendedora afirma que, no momento em que assinou o contrato, se sentiu lisonjeada. “É uma conquista muito grande. Todo mundo ficou bem emocionado, foi muito lindo”, disse. O casal pretende fazer uma celebração, ainda nesta tarde, com as famílias.

De acordo com Nathalia, todos os familiares apoiaram o casamento e quiseram estar presentes para a ocasião. Alguns até viajaram de outras cidades, como São Paulo (SP), para não perder a festa. Além da comemoração, as noivas pretendem fazer uma viagem de lua-de-mel em breve. Filhos, no entanto, ainda não estão nos planos a curto prazo. “Daqui a uns três anos a gente pensa sobre isso”, afirma.

Justiça

Seis meses atrás Nathalia e Tabata entraram com um processo de habilitação de casamento, sob orientação do cartório. O pedido foi encaminhado para a juíza Corregedora da Comarca que, após parecer favorável da Promotoria, e em vista das decisões do Conselho Superior da Magistratura do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), que permitiu recentemente uniões do tipo, autorizou o casamento.

Nathalia reconta com emoção o momento em que, no fim de outubro, receberam a ligação avisando de que a união fora aprovada. Embora afirme que o casal nunca tenha sofrido qualquer discriminação, acha que a união servirá para ajudar os outros casais homossexuais a conquistarem seus direitos. “Acho que [o casamento] abriu muitas portas, para todo mundo ter o mesmo espaço na sociedade”, explica.

Rihanna e Kate Moss apostam em produção lésbica e sadomasoquista Resposta

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Rihanna e Kate Moss são as estrelas de uma produção muito ousada que vai sair na próxima edição da revista de moda V Magazine.

A cantora e a top model aceitaram participar numa encenação sadomasoquista e lésbica para a revista. Segundo a imprensa, a ideia partiu de Kate Moss, que já confessou ser fã de Rihanna.

Em topless ou com lingerie de renda preta, as duas mulheres, conhecidas por gostarem de provocar, apostam em poses que apelam ao sexo e à sensualidade, com abraços e chicotadas à mistura.

A produção foi realizada, segundo o site B. Scott, num local secreto de Londres.

Rihanna, que está preparando o lançamento do seu novo disco, Unapologetic – no próximo dia 19 –, publicou fotos da produção nas redes sociais. As imagens estão fazendo sucesso entre os fãs das duas celebridades.

Aluna lésbica é espancada por família em Goiás 6

Aluna é espancada dentro de sala de aula

O vídeo (forte) a seguir mostra como a homofobia pode ser ensinada em casa. Uma estudante espanca sua colega de 15 anos, com a ajuda da mãe e do avô. Motivo: a aluna teria cantado a colega. O crime ocorreu na sala de aula de uma escola estadual na cidade de Bela Vista, região metropolitana de Goiânia (GO).

O vídeo foi feito por celular e mostrado por reportagem da emissora Serra Dourada.

O que mais choca é que a cena de selvageria tenha sido protagonizada por uma família e em uma escola. Isso mostra o quão arraigada está a homofobia em nossa cultura.

Ivete Sangalo diz que ser lésbica é algo extremamente natural e tem de ser respeitado Resposta

 

Numa entrevista para a revista Playboy, a diva Ivete Sangalo respondeu sobre diversos bafos envolvendo seu nome. Um deles é o boato de que ela teria feito sexo com a apresentadora Xuxa. Sobre essa questão, a cantora baiana respondeu: “Como é que vou dizer: ‘minha gente, nunca transei com a Xuxa?’ Eu tenho vergonha de ter de falar isso. Por mais que eu desminta, não vai ser suficiente para suprimir essa necessidade do boato que vende. São vários problemas que uma fofoca dessas traz. Primeiro porque ela é minha amiga. Segundo porque eu não sou lésbica. Mas, se eu fosse, isso teria de ser respeitado”, disse a baiana.

Ivete acredita que o boato surgiu por causa da forte amizade entre as duas. “É uma das grandes amigas que tenho até hoje. A gente se abraça, se beija, e ela é muito dengosa, né?”. Para ela, Xuxa é uma de suas melhores amigas. “Uma amiga maravilhosa, amiga pra pau, pedra, chuva e sol. Eu acho essa questão muito leviana porque uma mulher se relacionar com outra é extremamente natural. Quando uma mulher ama outra, isso tem de ser respeitado. E o assunto é tratado de forma pejorativa.”

A  questão da sexualidade sempre foi tratada com naturalidade na casa da baiana, contou a artista. “Eram quatro homens em casa, meu pai e três irmãos. Então, esse negócio de sexualidade não era uma coisa ‘oh!’ A gente via homem nu dentro de casa desde pequena, aquilo era uma coisa tranquila. O assunto sexo era muito em voga porque meus pais eram bem sexuais. A gente ouvia a transa do quarto. A cama quebrava, mamãe gritava”, contou ela à revista.

Ivete também falou sobre sua primeira transa. “Bicho, foi tarde demais. Eu já era mulher, tinha consciência do meu corpo. Estava amadurecida para compartilhar comigo mesma, só. Foi com um namoradinho fofo, mas não foi ‘eu te amo'”. Hoje, acha que vale tudo quando está com quem se ama. “Quando eu digo ‘toda mulher é quenga’, é na jurisprudência em que cabe aquilo; dentro de quatro paredes, com o homem dela”.

Ivete não é lésbica e se fosse, isso iria mudar em que a vida de seus fãs? Acho triste quando uma cantora é lésbica e nunca se manifesta contra a homofobia. Temos casos na MPB e não preciso citar nomes. Mas ficar querendo tirar do armário quem não é gay é, como Ivete bem disse, tratar o assunto de forma pejorativa. O importante é que Ivete é o maior nome do Axé brasileiro e uma musa gay. É um furacão que, se Deus permitir, ainda vai encher muito esse Brasil de alegria. Axé!