Batman ‘sai do armário’ em novo livro como um gay ‘egocêntrico’ e ‘perverso’ 1

97888_ext_arquivo

 

O Batman “saiu do armário” e se revelou um homossexual de meia idade que passa algumas noites com rapazes e se senta perto de Elton John em jantares de caridade – pelo menos é o que acontece em uma nova obra.

Os rumores sobre o mascarado que combate crime em Gotham City foram confirmados em “Erotic lives of the superheroes” (Vidas eróticas dos super-heróis, em tradução livre), que retrata Batman e Robin como um casal gay em crise e com uma vida sexual monótona.

Escrito pelo autor italiano Marco Mancassola, o romance imagina como seria as obsessões eróticas do Super-Homem, do Senhor Fantástico e da Mystique enquanto eles envelhecem e seus poderes diminuem. Aclamado na Itália, o livro, que gira em torno de um misterioso assassinato, chega ao Reino Unido nesta semana.

Ao retratar o Batman como um gay assumido, Mancassola explicitou inclinações que existiam sutilmente na história do personagem. Grant Morrison, que escreveu os quadrinhos do herói para a DC Comics, disse que “ele é heterossexual, mas a base de todo o conceito é totalmente gay”. George Clooney, que interpretou o Homem Morcego no fracasso de 1997, “Batman & Robin”, disse que ele teve a intenção de fazer com que o personagem parecesse gay.

A homossexualidade é apenas um aspecto da vida erótica e secreta do Batman, de acordo com Mancassola. Ele afirmou ao “The Independent”: “Batman sempre teve um lado obscuro. O fato de a minha visão sobre o personagem evocar formas estranhas de fetichismo e sexo extremo não deveria causar surpresa.”

“Narcisismo é o seu abismo interior. Ele deixou que sua única história de amor verdadeiro falhasse porque se apaixonou pelo mistério da juventude – aquele tipo de estado inacessível e fugaz que ele enxerga nos olhos dos jovens”, acrescentou.

Os advogados da DC Comics podem não gostar muito da releitura do Batman como um fetichista, mas o autor disse: “Não houve intenção de chocar ou ofender ninguém. ‘Vidas eróticas dos super-heróis’ é só uma tentativa de explorar a complexa humanidade de um grupo de personagens.”

Em outro episódio de diversidade, a DC Comics já reiventou a Batwoman como uma lésbica judia, em uma espécie de remake de 2006. A sexualidade da Mulher-Gato de Anne Hathaway em “O Cavaleiro das Trevas ressurge” também foi tema de discussões.

O autor admite que existem fãs ferrenhos dos quadrinhos que “não conseguem me perdoar pelo que fiz aos seus amados personagens. Isso é verdade especialmente quando se trata do Batman, que é o personagem menos bonzinho do livro. Ele é egocêntrico, ridiculamente vaidoso e perverso em algum nível. Mas, na verdade, eu o retratei do jeito que eu gosto dele. Ele é humano. Ele personifica a tragédia na qual a sociedade contemporência transformou o envelhecimento.”

Capa do livro do italiano Marco Mancassola Divulgação

Capa do livro do italiano Marco Mancassola Divulgação

Em livro, Reynaldo Gianecchini revela origem de fama de gay Resposta

Imagem

Eu, particularmente, acho que essas especulações a respeito de uma suposta homossexualidade do ator Reynaldo Gianecchini já deram pano pra manga. Se ele é hétero, gay ou bi pouco importa. O mais importante é que é um bom ator e, hoje em dia, engajado em campanhas bem bacanas. Mas ainda tem muita gente interessada no assunto, tanto é que está em um livro, né? Então, segue a notícia:

O ator Reynaldo Gianecchini , que completou 40 anos recentemente, mostra sua intimidade na biografia “Giane – Vida, Arte e Luta”, escrita pelo jornalista Guilherme Fiuza , que será lançada na terça-feira (4). O jornal “Folha de S. Paulo” teve acesso à obra e publicou trechos sobre a luta do ator contra o câncer, seus amores e a origem dos rumores sobre sua homossexualidade. Veja dez coisas que você não sabia sobre ele:

1. Gianecchini e Vera Fischer se beijaram na vida real
Durante as gravações da novela “Laços de Família”, em 2000, que marcou sua estreia na TV, ele e a protagonista Vera Fischer se beijaram fora dos sets, durante jantar num hotel no Japão. “Na viagem, tinha pouco texto, muito passeio e bom saquê. O romantismo contagiou os atores”, descreve a biografia.

2. Fama de gay I
Na obra, Fiuza conta que os rumores de que Gianecchini seria gay começaram com uma amante do ator, que era casada, e usou a desculpa para que o marido parasse de rondar o prédio do ator com um revólver.

3. Fama de gay II
Há outra versão que começou no início do namoro com Marília Gabriela, quando Giane ainda era modelo e morava em Paris. Os rumores davam conta de que ele teria um caso com o filho caçula da jornalista, Theodoro, e que, para entrar no triângulo familiar, teve de largar um amante francês.

4. Gianecchini não se perdoa por não ter ficado com Carla Bruni
A ex-primeira dama da França se encantou pelo então modelo num desfile na Suíça, mas ele não aproveitou a oportunidade.

5. Recusou aparecer nu em duas peças de teatro, mas aceitou o desafio no cinema
Sua nudez foi revelada no filme “Entre Lençóis”, ao lado de Paolla Oliveira .

6. Gianecchini quase morreu por conta de erro médico
Ele sofreu uma parada respiratória ao ter uma veia perfurada durante a colocação de um cateter pelo médico Raul Cutait , quando estava internado para tratar do câncer. A mãe do ator diz no livro que ele ficou “desfigurado”.

7. Claudia Raia discutiu a conta do hospital dele
A amiga Claudia Raia discutiu pessoalmente a conta do hospital Sírio-Libanês e disse que o pneumologista não seria pago, já que teria sido chamado apenas para consertar o dano que o erro médico provocara.

8. Encontro com Marília Gabriela era sempre nas luas cheias
No início do namoro com a jornalista, que começou na Copa do Mundo da França, em 1998, eles decidiram que se encontrariam sempre nas luas cheias. Ela pegaria um avião para onde Giane estivesse.

9. Na última noite com Marília Gabriela, um dia antes do ator deixar o apartamento dela em São Paulo, eles arrumaram a mala juntos e dormiram abraçados
A decisão de cada um ir pelo seu caminho foi emocionada, eles choraram na despedida e agradeceram o privilégio da convivência.

10. Aos 34 anos, o ator começou fase festeira e a estreia foi no Carnaval de Salvador, com muita festa, vodca, noites em claro e até mais de duas pessoas na cama.
A fase da balada forte foi interrompida pelo diagnóstico da doença.