Madonna vai apresentar prêmio LGBT 2

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A cantora e o jornalista Anderson Cooper irão apresentar o prêmio da ONG americana Aliança de Gays e Lésbicas Contra a Difamação, que monitora a representação de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros em produtos audiovisuais.

O anúncio foi feito na manhã deste sábado (2/3).

Herndon Graddick, presidente da GLAAD (sigla da ONG em inglês), disse que Madonna e Cooper são amigos de longa data e que ambos utilizam suas carreiras para apoiar as lésbicas, os gays e os transexuais.

Jornalista da CNN, Cooper revelou publicamente que é gay em julho do ano passado.

“O fato é: sou gay, sempre fui e sempre serei e não poderia estar mais feliz, confortável comigo mesmo e orgulhoso”, disse ele, na ocasião.

A 24ª edição do prêmio GLAAD acontece em 16 /3, em Nova York.

Mais de 150 obras foram indicadas, em categorias que vão de filmes e peças a jornalismo e música.

Uma vez rainha, sempre rainha: Madonna teve a turnê mais lucrativa de 2012 Resposta

Madonna: diva continua absoluta

Madonna: diva continua absoluta

Entra ano, sai ano e Madonna continua reinando. A turnê da Rainha do Pop (sim, rainha, os números falam por si só), MDNA foi a mais lucrativa de 2012, arrecadando mais de US$ 228 milhões em todo mundo. Foram 72 apresentações com ingressos esgotados, 18 a mais que o segundo colocado, Bruce Springsteen, que arrecadou US$ 199 milhões. Madonna vendeu este ano 1,635,176 ingressos para seus shows. O ex-Pink Floyd Roger Waters, com a recriação da turnê “The Wall”, ficou em terceiro lugar com US$ 186 milhões e 51 shows lotados. Os números são da Billboard.

Veja abaixo as 25 turnês mais lucrativas:

1. Madonna (US$ 228 milhões)

2. Bruce Springsteen and the E Street Band (US$ 199 milhões)

3. Roger Waters (US$ 186 milhões)

4. Michael Jackson: THE IMMORTAL World Tour by Cirque Du Soleil (US$ 147 milhões)

5. Coldplay (US$ 147 milhões)

6. Lady Gaga (US$ 124 milhões)

7. Kenny Chesney and Tim McGraw (US$ 96 milhões)

8. Van Halen (US$ 54 milhões)

9. Jay-Z & Kanye West (US$ 46,9 milhões)

10. Andre Rieu (US$ 46,7 milhões)

11. Dave Matthews Band (US$ 41 milhões)

12. Barbra Streisand (US$ 40 milhões)

13. Jason Aldean (US$ 39 milhões)

14. Lady Antebellum (US$ 38 milhões)

15. Red Hot Chili Peppers (US$ 33,9 milhões)

16. Brad Paisley (US$ 33,7 milhões)

17. Nickelback (US$ 33,7 milhões)

18. Trans-Siberian Orchestra (US$ 33,3 milhões)

19. Elton John (US$ 32 milhões)

20. Justin Bieber (US$ 30,6 milhões)

21. Rod Stewart (US$ 30,1 milhões)

22. Neil Diamond (US$ 29 milhões)

23. Pearl Jam (US$ 27 milhões)

24. Taylor Swift (US$ 26,3 milhões)

25. Rascal Flatts (US$ 26,1 milhões)

Madonna é vaiada em show no Rio de Janeiro 13

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O relógio marcava mais de três horas de atraso quando Madonna decidiu subir ao palco do Parque dos Atletas, no Rio de Janeiro, para dar início a turnê brasileira de seu novo show, “M.D.N.A.”, na noite de domingo (2). O motivo do atraso? Muitos apostam no caminhão de equipamentos que tombou horas antes da apresentação. Lembrando que esta não é a primeira vez que a loira se atrasa em uma apresentação do Brasil. Lembrando, também, que ela não explicou o motivo do atraso e não e desculpou. O resultado é que Madonna e sua trupe receberam cinco ondas imensas de vaia, até que às 23h07 ela finalmente subiu ao palco. A “rainha do pop” surgiu vestida de santa em uma cátedra gótica e entoou os versos de “Girl Gone Wild” com os dançarinos vestidos de monges e levou a plateia ao delírio.

Daí para frente, a estrela mostrou o mesmo repertório apresentando em mais de 70 países e só agitou os fãs, quando tocou suas antigas músicas conhecidas. Detalhe, ela confundiu Rio de Janeiro com São Paulo, foi quando alguns cariocas que estavam no show voltaram a vaiá-la.

Falta de sorte

A loira não tem tido muita sorte: durante apresentação na França foi vaiada e chamada de vadia, por causa do tempo do show: 45 minutos; na Colômbia, levou um soco no rosto (sem querer) de um dos dançarinos e cantou sangrando e ainda foi eleita pela revista GQ, a terceira personalidade menos influente do mundo.

Segurança

O esquema de segurança em frente ao hotel Fasano, no Arpoador, Rio de Janeiro, era tão grande, que espantou os fãs, até uma patrulha da PM tinha, para proteger a diva, resultado: apenas um rapaz estava lá, para tentar se despedir de Madonna.

 

Confira um pouquinho do show:

*Com informações do MSN Entretenimentos

Madonna: uma história de vida feita de polêmicas 4

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Assim como Gabriel García Márquez fez em sua famosa autobiografia “Viver para Contar”, a carreira de Madonna também poderia resumir-se sob essa máxima, que, em inglês, intitula uma de suas mais famosas músicas, “Live To Tell”, origem de uma de suas muitas e famosas polêmicas.

Até a recente denúncia do partido francês Frente Nacional contra uma montagem audiovisual apresentada em seu último show em Paris, que destacava a política Marine Le Pen (líder da legenda ultradireitista) com uma suástica na testa, muitas são as polêmicas que envolvem a chamada “ambição loira”.

Além das questões puramente eróticas, Madonna também ambienta sua música em outros pontos de muita discussão, como a homossexualidade, o catolicismo, os símbolos nacionais e o antiamericanismo. Alguns atribuem seu compromisso com a liberdade, e outros com a máxima: “Que falem mal de mim, mas falem”.

Com o single “Papa, Don’t Preach”, de 1986, Madonna acendeu ao mesmo tempo os ânimos dos setores conservadores e dos progressistas. A canção, que fala de uma adolescente grávida, fugia claramente da rígida moralidade dos anos 1980, enquanto as feministas consideravam que a cantora banalizava um tema delicado.

Alguns anos depois, em 1989, Madonna lançou o clipe de “Like a Prayer”, considerado o mais escandaloso da história da MTV. Nele, a cantora se refugia dentro de uma igreja onde, com um provocante decote, aparece para dar vida a uma estátua de um Cristo negro.

Embora a artista tenha declarado que não pretendia brincar com a religião, aquela foi a primeira vez que uma de suas músicas foi considerada como uma blasfêmia. Na ocasião, a marca de refrigerantes que patrocinou o lançamento do clipe cancelou uma campanha similar poucos dias depois.

A partir de então, os confrontos da rainha do pop com os setores mais ortodoxos do Cristianismo foram contínuos e chegaram a um ponto extremo durante a Confessions Tour, realizada em 2006, quando a cantora interpretou “Live To Tell” descendo dos céus, pregada em uma cruz e com uma coroa de arame farpado, enquanto rostos de crianças sofrendo apareciam por trás.

A artista recebeu ameaças de sequestro da máfia russa, protestos liderados pelo ex-presidente da Polônia Lech Walesa e até uma tentativa de boicote por um sacerdote protestante holandês de 63 anos, que reconheceu ter sido o autor de uma falsa ameaça de bomba durante uma apresentação da loira em Amsterdã.

Além disso, no show dessa mesma turnê em Roma, Madonna incluiu imagens de Bento 16 em uma projeção que mostrava personagens como Hitler, George W. Bush, Benito Mussolini, Vladimir Putin, Osama Bin Laden e Saddam Hussein.

Já em 2003 – em plena Guerra do Iraque, liderada pelo ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush -, Madonna lançou o controvertido clipe de “American Life”, que trazia imagens de conteúdo bélico em um desfile de moda. “Me sinto muito patriota e muito orgulhosa de ser americana, mas me chateia ver que um país com tanto poder e influência esteja obcecado e motivado por valores errôneos”, disse então a cantora, que criticou a “obsessão dos americanos pelas aparências”.

Suas críticas aos políticos conservadores continuaram durante a turnê de “Sticky and Sweet” em 2008. Na ocasião, a cantora queimou imagens do então candidato republicano John McCain, assim como a de Adolf Hitler e de Robert Mugabe, o presidente do Zimbawe, ao som de “Get Stupid”.

Isso sem falar nos desafortunados episódios relativos a alguns símbolos nacionais. Os porto-riquenhos não viram com bons olhos o fato de a cantora nova-iorquina ter passado a bandeira deste “Estado Livre Associado” aos EUA entre as pernas durante um show em Bayamon em 1993.

Na Argentina, a cantora encontrou uma inflamada oposição à sua famosa interpretação de Eva Duarte de Perón em “Evita”. Nesta época, o então presidente Carlos Menem disse que sua escolha “não seria tolerada pelo povo argentino”. Posteriormente, Madonna também declarou que se identificava com sua personagem, com exceção desta ser “uma mulher disposta a tudo para assegurar sua ascensão social”.

Não há dúvidas de que Madonna possui tantos anos de polêmica como de carreira. O próximo episódio desta lista, por exemplo, poderá ocorrer já no próximo mês de agosto, quando a cantora se apresentará em São Petersburgo.

Ícone da comunidade gay, Madonna foi ameaçada pelas autoridades russas com uma multa caso ela venha a infringir a controvertida lei que proíbe “a propaganda homossexual” no país. “Não fujo da adversidade. Durante minha atuação, eu vou falar sobre essa ridícula atrocidade”, advertiu a cantora, que provavelmente deverá ter que pagar a quantia de US$ 170 por conta dessa advertência.

Pois é, em se tratando de Madonna, tudo é esperado. É babado, gritaria e confusão, como diria Preta Gil. Você se lembra de alguma outra controvérsia protagonizada pela rainha do pop?

*Com informações da EFE

Confira as polêmicas da atual turnê de Madonna 1

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Na estrada desde maio, a “MDNA Tour”, atual turnê mundial da cantora Madonna, chega ao País nesta semana. A etapa brasileira começa neste domingo (2 de dezembro), no Parque dos Atletas, no Rio de Janeiro. Na sequência, vai para São Paulo, nos dias 4 e 5, no estádio do Morumbi, e se despede em Porto Alegre, no estádio Olímpico, em 9 de dezembro.

Leia também: Madonna chega ao Rio de Janeiro com o maior show já produzido para um artista solo

Além das canções que fizeram de Madonna a “rainha do pop”, a turnê, como não poderia deixar de ser em se tratando de Madonna, acumula algumas polêmicas. O iG compilou as mais marcantes. Veja mais fotos, clicando aqui.

Suástica no telão

No primeiro show da turnê, realizado em Tel Aviv, Israel, Madonna aproveitou a música “Nobody Knows Me” para colocar no telão uma imagem da presidente da Frente Nacional da França, a política de direita Marine Le Pen, com uma suástica sobreposta em seu rosto.

Após o ocorrido, o partido ameaçou processar a cantora caso a imagem fosse utilizada na etapa francesa da turnê. Para evitar problemas legais, Madonna colocou uma interrogação no lugar do símbolo nazista.

Nudez no palco

Durante a apresentação em Istambul, na Turquia, em 7 de junho, Madonna levou o público ao delírio ao  mostrar o seio durante a canção “Human Nature” . Apesar das críticas, que apontam a nação muçulmana como um local pouco apropriado para esse tipo de controvérsia, a cantora não parou por aí.

No show realizado em Roma, poucos dias depois, Madonna abaixou a calça e mostrou o bumbum durante a mesma música. Em suas costas a pop star exibia a frase “no fear” (“sem medo”, em português). No mês seguinte, em Paris, ela voltaria a exibir o seio e o bumbum.

Armas de fogo

Na primeira parte do show da “MDNA Tour”, Madonna utiliza armas de foto durante três canções. Em “Girl Gone Wild” ela usa um rifle para quebrar um confessionário de vidro. Depois, em “Revolver”, suas dançarinas empunham metralhadoras. Por último, na música “Gang Bang”, ela atira em seus dançarinos (com direito a sangue de mentira jorrando).

O ato recebeu diversas críticas, principalmente após o tiroteio na cidade norte-americana de Aurora , em que um rapaz abriu fogo contra a plateia de um cinema que assistia ao filme “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” . Mesmo assim, Madonna não mudou essa parte do show.

Provocando Lady Gaga

Apesar de não travar uma guerra declarada, Madonna não deixa de provocar a cantora Lady Gaga nas apresentações de sua atual turnê. Aproveitando as comparações feitas pela crítica da canção “Born This Way”, de Gaga, com o seu hit “Express Yourself”, Madonna misturou as duas em um remix.

A cutucada acaba quando Madonna encaixa na sequência a música “She’s Not Me” (“Ela não sou eu”, em tradução livre). Apesar de tudo, Lady Gaga hasteou a bandeira de paz ao dizer durante uma apresentação que “as coisas estão bem diferentes do que eram 25 anos atrás. Não precisamos nos odiar mais”.

Protestos na Rússia

Durante a passagem da “MDNA Tour” pela Rússia, Madonna aproveitou seus shows para se posicionar a favor da banda de rock Pussy Riot , cujas três integrantes haviam sido presas após um protesto contra Vladmir Putin.

Em Moscou e em São Petersburgo, a cantora usou um capuz semelhante aos utilizados pelas integrantes do grupo, além de escrever “Pussy Riot” em seu corpo. “Sei que todos nesse auditório, todos os meus fãs, acreditam quem elas merecem ser libertadas”, afirmou.

Desgostosas com o ocorrido, autoridades russas xingaram Madonna pelo apoio dado à banda. “Conforme fica velha, toda ex-p… tenta dar lição de moral nos outros, especialmente durante viagens ao exterior”, escreveu o vice-primeiro-ministro da Defesa, Dmitri Rogozin.

Soco na cara

Durante a passagem da “MDNA Tour” pela Colômbia, na quarta-feira (28), Madonna foi atingida com um soco dado por um de seus dançarinos durante performance da música “Gang Bang”. Normalmente neste momento do show ambos simulam uma briga.

Porém, o soco de mentira acertou em cheio o rosto da cantora e abriu um corte perto de seu olho. Apesar do acidente, Madonna continuou a apresentação até o fim, sem interrupções, mesmo sangrando.

Madonna chega ao Rio de Janeiro com o maior show já produzido para um artista solo 1

Além do Rio, Madonna leva sua turnê a São Paulo (Estádio Morumbi) nos dias 4 e 5. E desembarca em Porto Alegre (Foto: Divulgação)

Além do Rio, Madonna leva sua turnê a São Paulo (Estádio Morumbi) nos dias 4 e 5. E desembarca em Porto Alegre (Foto: Divulgação)

Em vez de desfrutar da fortuna amealhada com os mais de 300 milhões de discos já vendidos ao longo das três décadas, a popstar que deu origem à série de duplicatas que habitam as paradas atuais decidiu que vai morrer outro dia. Entre todas as atividades a que se dedica, como sociedades em empresas que nada têm a ver com música, e o pé na indústria do cinema (agora como diretora e produtora), Madonna ainda encontrou tempo para idealizar e liderar o show “MDNA”, megaespetáculo pop que o público carioca poderá conferir neste domingo, no difícil, distante e complicado espaço do Parque dos Atletas, na Barra.

Além do Rio, Madonna leva sua turnê a São Paulo (Estádio Morumbi) nos dias 4 e 5. E desembarca em Porto Alegre (Estádio Olímpico) dia 9. “MDNA” é a nona turnê mundial de Madonna e leva ao palco a historinha contada no homônimo 12º álbum da estrela, lançado em março deste ano. Não sem uma boa polêmica, é claro. Enquanto o leitor ingênuo entendeu que as letras do título do álbum se referiam às iniciais do nome artístico de Madonna Louise Ciccone, o público afeito às pistas de dança foi rápido em associar a sigla ao princípio da droga ecstasy, descrito quimicamente como MDMA (metilenodioximetanfetamina). Pronto. Estava armada a primeira controvérsia da loura. Este ano. Madonna sempre soube atrelar à sua expressão artística aquela calculada dose de polêmica, combustível responsável por boa parcela da sua longevidade pop. A experiência como adolescente integrante de um grupo de teatro nos tempos da escola em Detroit (EUA) e no papel da dançarina que corria de teste em teste para disputar espaço nos musicais da Broadway, no início dos anos 80, lhe ensinou que extrapolar os limites do que se costuma considerar “normal” pode ser alvo fácil de preconceitos de toda a sorte. Com os excluídos na mira, uma fita cassete na mão e a vontade de “dominar o mundo”, como ela mesma disse à MTV americana em 1984, Madonna, então uma desconhecida, percorria clubes noturnos de Nova York pedindo a DJs para tocar “a sua música”. Numa dessas, a sorte lhe deu aquele sorriso maroto. O DJ Mark Kamins se entusiasmou com a resposta da pista a “Everybody”, gravada num estúdio independente, e apresentou Madonna ao presidente da gravadora Sire Records. Eles se deram bem, e, pouco depois, o single “Everybody” seria lançado mundialmente.

Devidamente abençoado pelas paradas e pelas pistas, o compacto simples abriu caminho para o álbum “Madonna”, em 1983. Era o primeiro LP da artista que, décadas mais tarde, seria aclamada por crítica especializada, pares artísticos e público como “a rainha do pop”, com números de vendas e catálogo de hits que a posicionam na categoria de ícones como Elvis Presley e Michael Jackson, ou seja, na mais alta casta da indústria da música comercial. A diferença é que ela sobreviveu ao preço pago pela fama e pela riqueza e ainda não descansou no aconchegante território do show sem riscos. “MDNA” é grandioso, feérico, o maior show já produzido para um artista solo. ê como se ela tivesse decidido dar um passo à frente das neodivas que trafegam pela estrada que já desbravou. O show no estilo “ópera pop” (formato criado por ela nos anos 90, certamente para encobrir suas deficiências vocais) mostra a trajetória de uma personagem que pede perdão a Deus por “seus pecados” antes de embarcar numa viagem sangrenta, violenta, pesada. Uma “descida ao inferno”, como ela definiu nas entrevistas que concedeu à imprensa internacional. Pense nas “vixens” do cineasta Russ Meyer (as poderosas fora-da-lei de “Faster Pussycat, kill kill”, por exemplo) e na violência dos filmes de Quentin Tarantino, e você terá acertado na mosca as referências de “MDNA”.

Espere uma abertura vigorosa em “Girl gone wild”, logo após os cantos gregorianos do trio francês de música basca Kalakan, convidado especial da turnê. Em “Bang bang”, um motel de beira de estrada é o cenário para coreografias de luta que já deixaram a popstar com hematomas no rosto, nos ensaios da turnê, em maio. Depois de um primeiro bloco barra-pesada, tudo clareia para o segmento “líder de torcida”, em que Madonna debocha do pop “bubble-gum” contemporâneo. Tira onda em “Give me your luvin’” dizendo que “…todos os discos soam iguais/ você precisa entrar no meu mundo”. Entre percussionistas que flutuam e dançarinas frenéticas, preste atenção nos monstrinhos projetados no telão, no mash-up de “Express yourself” com “Born this way” (faixa de Lady Gaga descrita como plágio da música de 1991), arrematado com “She’s not me”, refrão da canção de 2008 em que Madonna se dizia surpresa ao conhecer uma moça que começa a “ler seus livros, roubar seus ‘looks’ e usar sua lingerie”. Premonição? O bloco que começa com “Vogue” mostra o momento “vou pegar geral” da historinha contada por Madonna em “MDNA”. A entrada triunfal com todos os elementos fashion que a música evoca — como a releitura do espartilho de Jean Paul Gaultier (na foto aqui ao lado esquerdo), feita pelo próprio — cede lugar à desconstrução do personagem que se joga em um bordel, em “Candy shop”. Ela vai se despindo aos poucos para culminar com uma versão triste e lenta de “Like a virgin”, acompanhada apenas por um piano. Na temporada americana, Madonna incluiu neste segmento a faixa “Love spent”, que carrega o verso “Me abrace do mesmo jeito que você abraça meu dinheiro” (”Hold me like you hold my money”), cantado para o bailarino que divide com a loura a bela, porém desconcertante, cena que tem a popstar de roupas íntimas, imperfeições do corpo à mostra, cabelo desarrumado e maquiagem borrada. Ah, sim: neste momento, Madonna pede que as pessoas joguem gorjetas no palco. Ela cata todo o dinheirinho arremessado. Com gosto. Aliás, Madonna nunca foi de deixar dinheirinho algum dando sopa por aí. Se o pulso forte na parte artística da sua carreira sempre se manifestou por meio do perfeccionismo dos shows milimetricamente planejados (em tempo: os espetáculos de Madonna não têm bis, ela defende que entrega uma “obra músico-teatral com começo, meio e fim”), a porção empresária também sempre esteve presente. Além de controlar como poucos artistas os direitos de suas músicas, Madonna mais recentemente se associou a parceiros na Rússia, no México e na Austrália para abrir a rede de academias Hard Candy Fitness; autorizou o uso de suas marcas em dois perfumes; apostou alto ao comprar parte da marca Vita Coco, de água de coco, e começa a se aventurar na produção executiva de cinema ao lado do seu empresário Guy Oseary (que é um dos produtores executivos da saga “Crepúsculo”), além de, claro, dirigir filmes como o fracasso de bilheteria “W.E. – O romance do século”. Apesar do fiasco, ela conseguiu sair com o Globo de Ouro de Melhor Canção Original, por “Masterpiece”.

No show que você verá no domingo, Madonna canta a faixa na parte acústica do espetáculo, quando ela também conversa com o público e entoa uma versão sincopada de “Open your heart” e (tomara) “Holiday”, ao lado do filho Rocco Ritchie. O pré-adolescente de 12 anos e os outros três filhos de Madonna (Lourdes Maria, 16; Mercy James, 6; e David Banda, 7) a acompanham na turnê mundial e são educados por professores particulares e babás. A produtora Live Nation, responsável mundial pela turnê de Madonna, ainda tem contrato com a diva para o lançamento de dois álbuns e duas turnês. Se ela seguir o exemplo de predecessoras pop como Tina Turner e Cher, que atravessaram os 60 anos de idade encarando a estrada, ainda veremos Madonna aprontando bastante por aí. Mas o que será, afinal, que ela tem na manga para os anos vindouros? Há quem jure que o cinema será o caminho de Madonna. Mas não como atriz. Depois de filmes como “Evita” (1996), “Sobrou pra você” (2000) e “Destino insólito” (2002), ela teria desistido de atuar.

A experiência como diretora de “W.E.”, no entanto, teria sido mais recompensadora, apesar do achincalhe mundial da crítica. Há quem aposte numa temporada “de luxe” com ingressos a preços estratosféricos, para endinheirados, em lugares pequenos. A verdade é que, ao longo de três décadas, Madonna ensinou ao mundo que ela pode tirar uma grande ideia da cartola a qualquer momento. A conferir. A única certeza, no entanto, é que Lourdes Maria já tem 16 anos, vai morar sozinha e… sabe como é… qualquer dia desses ela começa a namorar e chega em casa cantando “mamma, don’t preach”.

Fonte: Agência O Globo

Madonna leva soco no rosto durante apresentação na Colômbia 3

Madonna

A maré não anda boa para a diva Madonna. Depois de ser eleita a terceira personalidade menos influentes de 2012 (saiba mais aqui), a diva deu um passo errado e levou um soco no rosto, que deixou seu supercílio sangrando. Na verdade, a cantora deveria levar um soco falso durante a performance de uma música. Mas tudo saiu errado, tadinha! Mesmo sangrando, Madonna não perdeu o rebolado e fez questão de continuar a apresentação. Isso que é demonstração de respeito ao público, não? O incidente rolou na Colômbia.

Quarenta e sete mil pessoas acompanhavam o show, quando Madonna foi atingida no olho esquerdo. Ela continuou cantando, como se nada houvesse acontecido, abafa!

Madonna já chegou ao Brasil, para apresentar-se. O figurino da loira tem mais de 700 elementos. Além disso, a diva exigiu que três fisioterapeutas ficassem de prontidão para atender os seus dançarinos e também, que fossem colocados 16 tipos de molhos de sala diferentes para o jantar dela e de toda a sua equipe.

Madonna fará quatro shows no Brasil. O primeiro no domingo (2) no Rio de Janeiro, nos dias 4 e 5 em São Paulo e no dia 9 em Porto Alegre.

Madonna: “Ajudei grupos marginalizados, como as mulheres e os gays, a mostrarem quem são” 1

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Expondo sua intimidade ao receber Luciano Huck (41) no banheiro de seu quarto de hotel em Miami, Madonna (54) fez um convite irrecusável para o apresentador do Caldeirão do Huck e para a presidente Dilma Rousseff (64). “Será inspirador para as mulheres e divertido para os homens”, brincou a cantora ao formalizar o convite. Durante uma conversa informal, enquanto Madonna tomava sopa após uma desgastante noite de show (“Estou exorcizando meus demônios nessa turnê”, contou a artista), Luciano comentou que ela sempre deu voz às mulheres e que, hoje, é uma vitória o Brasil ser comandado por uma. “Eu tenho muito orgulho de ter feito as pessoas se orgulharem de si mesmas”, declarou a diva. “Ajudei grupos marginalizados, como as mulheres e os gays, a mostrarem quem são”, ressaltou.

A paixão pelo Brasil permeou boa parte da entrevista. Madonna, que fará uma série de shows em terras tupiniquins, declarou amor pelas favelas brasileiras. “Adoro as favelas do Rio de Janeiro e de São Paulo”, revelou. “Acontecem loucuras por lá, mas existe uma beleza, um talento, um amor que as tornam únicas no mundo”. Um dos desejos da cantora é realizar um documentário sobre as favelas. “Mas eu preciso de tempo para isso”, explicou.

Férias, aliás, é o que a estrela mais quer no momento. “Estou desesperada por descanso”, disparou. “Depois da turnê, eu vou tirar duas semanas de férias. O destino é segredo de estado”, disse com bom humor. Um lugar que Madonna adoraria passar suas férias no Brasil é Angra dos Reis, no litoral do Rio, embora a presença dos paparazzi a incomode muito. “Em todo lugar novo que eu vou, eles estão por lá. Acho que eu morasse muitos anos no Brasil, eles enjoariam de mim”, riu. Questionada sobre as surpresas que ela levará aos shows no país, ela brincou: “Se eu te contar, não será surpresa. Não sei se terá uma surpresa, seria bom, né? Mas acho que a minha presença já é uma grande surpresa”, afirmou, antes de fazer o anúncio em português: “Brasil, eu estou chegando!”.

Assista à entrevista toda, clicando aqui.

*Fonte: Caras

Madonna é considerada uma das pessoas menos influentes de 2012 6

Embora seja a Rainha do Pop, Madonna não parece exercer grande influência. Em ranking que lista as pessoas menos influentes de 2012, a cantora aparece em terceiro lugar.

A revista GQ, autora do ranking, criticou Madonna pelo uniforme de líder de torcida que ela usa em seus shows da turnê MDNA. “Essa roupa não te deixa mais jovem, Madge”, indicou a revista.

Incrivelmente o primeiro lugar da lista ficou com o ex-candidato à presidência dos Estados Unidos, Mitt Romney, derrotado por Obama em uma eleição bastante apertada. Em segundo vem a atriz Amanda Bynes, que teve recentemente problemas de conduta.

E você, concorda com a revista?