Família real britânica tem seu primeiro casamento gay Resposta

Casamento

INSTAGRAM, @IVAR_MOUNTBATTEN

Lorde Ivar Mountbatten fez história, este fim de semana, ao ser o primeiro membro da família real britânica a casar com alguém do mesmo sexo. O primo distante da rainha casou-se no sábado com James Coyle, na sua mansão em Devon, no Sudoeste de Inglaterra.

A cerimónia ocorreu longe dos holofotes. “Foi um dia maravilhoso, apesar do horrível clima britânico”, partilhou o nobre no Instagram. Não se sabe ao certo quem esteve presente. Contudo, sabe-se que os duques de Cambridge estiveram, nesse dia, no casamento de uma grande amiga de Kate Middleton, Sophie Carter, que é madrinha da princesa Charlotte.

Mountbatten casou-se pela primeira vez em 1994 com Penelope Vere Thompson, com quem teve três filhas, com idades entre os 15 e os 22 anos. Divorciaram-se em 2011, de forma amigável, e cinco anos depois o lorde assumiu publicamente a sua homossexualidade. Aliás, no sábado, foi Penelope quem levou o ex-marido ao altar.

O casamento entre pessoas do mesmo sexo entrou na lei em Inglaterra e no País de Gales em Março de 2014. Num discurso ao Parlamento, em 2017, a rainha apoiou os direitos LGBT. “O meu executivo vai fazer novos avanços para lidar com as diferenças salariais e discriminação contra pessoas com base na sua raça, religião, gênero, deficiência ou orientação sexual”, disse.

Uruguai pode aprovar casamento civil igualitário nesta quarta-feira Resposta

Uruguai

Os senadores do Uruguai marcaram para esta quarta-feira (26/12) a votação em plenário do projeto de lei que, entre outras medidas, permite o casamento civil igualitário. O texto foi aprovado na Câmara no início do mês com os votos de todos os deputados da Frente Ampla, partido do presidente José Mujica, e de grande parte dos opositores.

Se a expectativa de aprovação no Senado se comprovar, a lei segue para sanção do presidente e pode entrar em vigor já no início do ano. Junto com a matéria, os senadores votarão outros nove projetos. A sessão desta quarta-feira foi convocada extraordinariamente para discutir esses projetos.

Nos últimos seis anos, o Uruguai legalizou a união homoafetiva estável e a adoção de por parte desses casais, além de autorizar a mudança de nome e sexo nos documentos e permitir o ingresso de gays nas Forças Armadas. O projeto que será votado pelos senadores equipara em direitos e deveres os casais homossexuais e heterossexuais. O texto diz que “o casamento é a união permanente entre duas pessoas de sexos diferentes ou iguais”.

Se a lei for aprovada, o Uruguai será o segundo país da América Latina – depois da Argentina – a legalizar o chamado casamento igualitário.