Mulher trans interpreta Jesus em peça em Osasco (SP) Resposta

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Dia 22 será encenada no SESC de Osasco (SP) o espetáculo “O Evangelho Segundo Jesus – Rainha do Céu”, da dramaturga transexual Jo Clifford.

Quem interpretará Jesus vai ser a atriz e ativista trans Renata Carvalho.

A identidade de gênero tem papel chave no espetáculo que busca transformação do olhar diante do grupo LGBT e construção de uma sociedade mais inclusiva e igualitária.

Ao recontar algumas parábolas bíblicas, como “ O Bom Samaritano”, “A semente de mostarda” e “A Mulher Adúltera”, o monólogo propõe uma reflexão sobre a opressão e intolerância sofridas por transgêneros e outras minorias e reitera valores cristãos como amor, perdão e aceitação.

Na Escócia

“O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu” estreou na Escócia em 2009 sob ameaças de censura e de ataque à autora.

Desde então, Clifford, que é católica fervorosa e ativista transgênero, recebeu prêmios como o Scottish Arts Club e LGBT Award, alcançando projeção internacional para seu trabalho.

Recepção no Brasil

Assim como na Escócia, a recepção da peça no Brasil teve certa resistência por parte de entidades religiosas.

Na maioria das cidades por onde passou houve alguma manifestação contrária ao espetáculo, seja por parte das comunidades católicas e também das evangélicas. Em Osasco não houve nenhuma tentativa de boicote, por enquanto.

Ingressos a partir de 14/4 na internet, e 15/4 nas bilheterias
22/4, ás 20h
Sesc Osasco: Av. Sport Club Corinthians Paulista, 1.300, Jardim das Flores.
R$ 20

Opinião

Se a intenção é passar uma mensagem de inclusão, tolerância e respeito, escrita por uma cristã ativista, não vejo problema, apesar de não ter assistido à peça. Aliás, mesmo que a autora não fosse cristã, mas houvesse respeito, não teria problema algum.

Quem não se lembra do episódio em que a trans Viviany Beleboni saiu na 19a Parada Gay de São Paulo crucificada? Viviany chegou a ser agredida perto de sua casa, após o episódio, mas, por outro lado, teve os pés lavados pelo padre católico Júlio Lancellotti e o pastor evangélico da Igreja Batista José Barbosa Júnior.

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Padre Júlio Lancellotti e pastor José Barbosa Júnior lavam os pés de Viviany Beleboni

Homem gay enfreta pastor homofóbico e é aplaudido no metrô; assista 3

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Quem nunca se deparou com alguém pregando ideais religiosos em pleno transporte público, né?!

Pois bem, um pastor resolveu entrar em um vagão de metro em Nova York para dizer que ser gay é errado. O que ele não esperava era encontrar um homem gay no caminho, que não topou ouvir aquelas besteiras contra a homossexualidade calado!

Sem revidar com ofensas, mas com educação e civilidade, ele chamou o pastor de “falso profeta” que “ensina o ódio” e é “cheio de medo”! A atitude do rapaz foi aplaudida pelos outros passageiros do metro.

Confira trecho da conversa…

Pastor: “Vocês vêem o que estou dizendo? Você não pode aceitar dois homens juntos. E eles não tem seios, têm pênis. Dois homens tem pênis”

Rapaz: “Eu sou um homem. Eu sou um homem bom. E gay. E Jesus me ama”

Pastor: “Homem gay não. Você é um viadinho”

Rapaz: “Jesus me ama. Jesus me ama”

Assista ao Vídeo: 

Fonte: paraiba.com.br

Pastora que pregava cura gay revela: ‘Fiz tudo o que a igreja mandou para deixar de ser lésbica, não deu certo’ 3

Foto: Gabriel Quintão

Foto: Gabriel Quintão

Ali no número 1600 da avenida São João, no centro de São Paulo, existe uma igreja evangélica em que as pessoas celebram a palavra de Deus, pagam dízimos, cantam em uníssono músicas animadas sobre o evangelho, e, em plena quarta-feira, lotam as cadeiras para acompanhar o culto. Tudo isso seria exatamente igual a qualquer outra igreja, se não fosse o fato de que a Comunidade Cidade de Refúgio se tratasse de uma igreja inclusiva, que recebe de portas abertas gays e lésbicas, sem julgamentos sobre suas orientações sexuais.

Para falar sobre a igreja, é preciso adentrar a história de duas mulheres que tiveram suas vidas completamente modificadas em 2002, quando se apaixonaram: Lanna Holder e Rosania Rocha.

Ex-lésbica e ex-hétero
Lanna sempre soube sua orientação sexual e aos 17 anos teve sua primeira experiência com uma mulher. No entanto, acreditava que sendo lésbica seria condenada ao inferno. Aos 21 anos se converteu à religião evangélica e deixou de lado uma companheira. Pouco depois se casou com um pastor, teve um filho, e a religião passou a ser parte principal de sua vida. Pelas igrejas do Brasil, ela pregava sobre a “cura” a que havia sido submetida e passou a ser vista como um exemplo a ser seguido – e uma prova viva de que seria possível superar a homossexualidade.

Em vídeos disponíveis no YouTube, é possível ver longos sermões da pastora pregando sobre a maldição e o pecado da homossexualidade. Igrejas lotadas de fiéis aclamaram suas palavras e acreditaram estar diante de uma pessoa “regenerada” e “trazida de volta ao caminho do bem”.

Em 2002, no entanto, a história mudou quando Lanna conheceu Rosania em uma igreja evangélica em Boston, nos Estados Unidos. Rosania, que morava na cidade, onde era dirigente de louvor de uma igreja frequentada por brasileiros, era casada com um pastor, com quem teve um filho. Muito conhecida na comunidade evangélica por cantar músicas gospel, iniciou uma grande amizade com Lanna, de quem sempre estava perto nos cultos: onde Lanna pregava, Rosania cantava. Da amizade ao amor bastaram seis meses e suas vidas foram viradas de cabeça para baixo. De celebridades evangélicas adoradas, Lanna e Rosania viraram párias na religião que ajudavam a espalhar.

Confira abaixo a entrevista que o Virgula Lifestyle fez por telefone com as pastoras:

Como foi a sua conversão e o processo para se tornar uma ex-lésbica?

Lanna – Eu tinha 21 anos quando me converti à religião por achar que iria para o inferno por causa de minha orientação sexual. Eu usava drogas, era alcoólatra e quando me converti essa parte da minha vida deixou de existir. A religião funcionou como um processo de restauração na minha vida, mas a minha orientação sexual nunca foi alterada. Eu nunca vivenciei nenhum processo de cura, mesmo assim segui numa busca constante para deixar de ser lésbica. Eu pensava: ‘Deus me libertou das drogas e do alcoolismo e não consegue me libertar da homossexualidade?’. Na igreja, a homoafetividade é apresentada ou como uma possessão demoníaca ou como uma doença. Eu tentava lidar com as duas coisas. ‘Se é uma doença, Deus vai ter que curar e se eu estiver possessa de algum espírito maligno, Deus vai ter que me libertar’. Tentei por sete anos.

A religião faz uma lavagem cerebral contra a homossexualidade?

Lanna – Hoje eu cheguei à conclusão de que a religião demoniza tudo o que ela não explica e não entende. A homossexualidade é uma questão muito cheia de ramificações e interpretações. A própria igreja não chega a um consenso sobre o que pensa a respeito. Enquanto tem uma parte que garante que é uma possessão demoníaca, outra parte tem certeza de que é uma doença. Por mais que no fundo a igreja saiba que a homossexualidade não é abominável, ela se recusa a corrigir um erro. É difícil voltar atrás e reconhecer que errou depois de milênios condenando os homossexuais. É mais fácil manter como está.

Você escondia sua verdadeira orientação sexual ou estava convicta de que havia sido realmente “curada”?

Lanna – Eu divulgava essa tal cura havia sete anos e pregava contra a homossexualidade. As pessoas me conheciam como “A missionária Lanna Holder, ex-lésbica”. Quando fui pra Boston, eu já estava conformada, achando que teria que viver minha vida toda escondendo minha verdadeira orientação sexual. Eu mentia, pois tinha certeza de que a minha orientação sexual era imutável, ao contrário do que eu fazia as pessoas acreditarem. Fiz tudo o que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica: quebra de maldição, cura interior, desligamento de alma, quebra de vínculo. Depois de tudo, minha orientação sexual não mudou e então cheguei à conclusão de que fazia parte da minha natureza. Esconder foi a minha única opção. Fiquei casada com um homem, não porque era o que eu queria, mas porque era o imposto para que eu não fosse para o inferno.

Como foi o momento em que você se viu diante da paixão por uma mulher após tantos anos garantindo ser ex-lésbica?

Lanna – Nos conhecemos e no começo nos tornamos grandes amigas. Tivemos uma associação total na religião e quando chamavam a Rosania para cantar, me chamavam para pregar. A vida nos uniu. Viajamos pelos Estados Unidos juntas e eu confidenciava a ela os problemas que tinha em meu casamento, pois como o “exemplo” que eu era, não podia contar para ninguém o que eu enfrentava. Não falava sobre minha orientação sexual, mas conversávamos sobre diversas questões. Quando me dei conta, tudo o que eu fazia era pensando na Rosania. Eu queria estar ao lado dela e percebi que aquilo que eu sentia não era apenas amizade. Eu chorei muito, orei muito e perguntava a Deus quando aquilo passaria. Minha paixão por ela começou a confrontar com tudo aquilo que eu dizia ser errado em minhas pregações.

Como você encarou a paixão pela Lanna já que nunca havia tido interesse em uma mulher antes?

Rosania – Eu percebi um sentimento diferente por ela e então conversamos e admitimos estar apaixonadas. Choramos muito, pedimos muito perdão a Deus e, como éramos casadas, nos sentíamos muito erradas, pois cometemos adultério. Nosso pecado na verdade não foi o nosso amor, mas sim o fato de sermos casadas e de adulterarmos por seis meses. Quando eu era criança, me sentia um pouco diferente das minhas amigas. Mas nunca tinha tido contato sexual com uma mulher até, de repente, me ver apaixonada pela Lanna. Nada foi planejado, deixei o barco me levar, tentei fugir, ficamos separadas, mas a vida nos uniu. Eu sempre digo que me apaixonei por um ser humano e não necessariamente por uma mulher.

Como foi a reação da igreja ao saber que vocês estavam juntas?

Rosania – Contamos aos nossos maridos e depois aos nossos líderes, que nos aconselharam a não contar nada a ninguém para preservar a imagem da igreja. Confiamos que tudo daria certo, eu pensei que voltaria para meu marido e que a Lanna seguiria a vida dela, já que estava decidida a se separar. Mas assim que viramos as costas, eles (os líderes) pegaram o telefone e começaram a ligar para toda a comunidade evangélica contando a novidade. Eu morei 20 anos nos Estados Unidos e convivi com pessoas na igreja a quem considerava parte de minha família. Quando tudo aconteceu, tudo mudou. Eu entrava no banheiro para passar um batom, e as mesmas pessoas que se diziam minhas amigas, saíam imediatamente. Se tivéssemos nos apaixonado por outros homens e cometido adultério do mesmo jeito, a reação teria sido completamente diferente. Passaríamos por um período de disciplina e nossos “amigos” continuariam por perto. Como me apaixonei por uma mulher, subi ao púlpito e pedi perdão por ser quem eu era, mas nunca mais consegui me encaixar na igreja. Me usavam para pregar sobre pecado e aquilo acabou se tornando um circo.

Muitos nos disseram que não tínhamos caráter por termos assumido nosso amor, mas para ter coragem de enfrentar tudo e todos, foi preciso muito caráter. Eu poderia ter ficado cantando e a Lanna pregando sem nunca ninguém imaginar que tínhamos algo. Muitas pessoas da igreja são hipócritas, pregam uma coisa e fazem outra. Tem gente casada que prega para multidões e sai para pegar as menininhas da cidade, tira a roupa na frente da câmera e coisas do gênero. São pessoas assim que nos massacram. Eu me sinto muito mais em paz com Deus sendo o que sou de verdade.

Lanna – Quando eu me converti, já comecei a pregar que eu era uma ex-lésbica e então me tornei uma referência da cura. Na minha época eu era um Silas Malafaia falando que homossexualidade era coisa do demônio, que os gays iam para o inferno. É interessante perceber como a gente cai do cavalo com as nossas convicções. Eu que tanto perseguia os gays, me tornei uma perseguida com o mesmo discurso que eu usava ao assumir minha homossexualidade.

Como é a relação com seus ex-maridos atualmente?

Rosania – Temos uma relação muito bacana. Ele se casou de novo e será pai mais uma vez. Ele mora nos Estados Unidos e sempre o vejo, pois meu filho mora com ele.

Lanna – Só falo com meu ex-marido sobre assuntos relacionados ao nosso filho.

Como é a relação com seus filhos (Rosania tem um filho de 15 anos e Lanna tem um filho de 11 anos)

Rosania – De toda essa história, a coisa mais legal é a nossa relação com nossos filhos. Somos uma família incrível, agimos de maneira muito natural. Meu filho ama a Lanna e adora conversar com ela. Aliás, ele conta mais coisas pra ela do que pra mim. Não tem como uma pessoa afirmar que uma família constituída por gays não é coisa de Deus. Somos uma família feliz que vive em harmonia.

Como surgiu a ideia da igreja inclusiva?

Lanna – Tentamos frequentar outras igrejas, mas sempre ouvíamos as mesmas afrontas dos pastores no púlpito contra os gays. Começamos a fazer amizade com uma série de ex-evangélicos que também não eram aceitos na igreja por conta de sua orientação sexual. Pensamos em fazer algo em nossa casa mesmo, mas em 2011 inauguramos a igreja com 15 pessoas, hoje temos cerca de 500 membros.

Tirando o fato da igreja inclusiva aceitar os homossexuais, o que mais a diferencia das outras?

Lanna – Nada, se alguém entrar aqui sem saber que é uma igreja inclusiva vai achar que é uma igreja evangélica como qualquer outra. Sexo é só depois do casamento, temos dízimos e ofertas, louvamos a palavra de Deus… A bíblia do gay é a mesma do hétero, a única diferença é que interpretamos diferente a questão da homossexualidade. Não somos ativistas gays, mas acreditamos na inclusão.

Como vocês conquistam novos fieis?

Lanna – O evangelismo mais difícil é o de um gay. Primeiro que você já tem que entregar o folheto da igreja dizendo que ele é aceito como é, caso contrário eles rasgam o papel na nossa cara, jogam no chão… Na abordagem, eles logo acham que somos da igreja do pastor que fala mal, então já nos apresentamos como pastoras casadas antes de fazer o convite. Vamos nos pontos de maior concentração do público gay em São Paulo, que é a região da avenida Paulista, a rua Vieira de Carvalho e outras. Paramos nas portas das boates e fazemos flashmobs, cantando e dançando. Com isso, geramos curiosidade e eles se aproximam para saber de onde somos. Sempre vêm várias pessoas à igreja depois dessas abordagens. Vamos também à Parada Gay, à Feira da Diversidade e à Caminhada Lésbica entregar nossos folhetos.

O que os evangélicos convencionais acham da Comunidade Cidade de Refúgio?

Lanna – Tem pessoas que vêm aqui na porta para nos afrontar, teve uma senhora que quase me agrediu aqui na frente. Nos xingam, dizem que a nossa igreja é Sodoma e Gomorra, que é coisa do diabo. Há quem ligue e fale desaforos, deixe recadinhos mal-educados nas redes sociais… Tem quem pense, obviamente não é todo mundo, que aqui tem imoralidade, promiscuidade, que é um ponto de encontro para achar parceiros sexuais.

O que vocês acham do Silas Malafaia?

Lanna – Não temos nada contra o Silas Malafaia, mas achamos que ele só cresceu na religião baseado em polêmicas, a bola da vez são os homossexuais. Ele tem um discurso prepotente de dono da verdade e usa de muita ira para se referir aos gays. Lamentamos muito isso, porque o Silas Malafaia afasta todos os gays da igreja, pois eles acabam achando que todos os pastores pensam dessa forma. Mas ele não representa a maioria dos pastores. Ele não sabe o que ele fala (se referindo à comparação feita por Malafaia de gays a bandidos). Pregue a palavra de Deus, Malafaia! Pare de fazer polêmica!
E Marco Feliciano?
Rosania – A única coisa que temos a dizer ao Feliciano é: “cresça”! Ele é uma pessoa narcisista e tudo o que ele faz é para ganhar holofotes. Infelizmente ele está conseguindo isso da pior maneira possível.

“Não existe ex-gay, o que existe é opressão da sexualidade”, defende presidente da ABGLT Resposta

A decisão do deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) de colocar em votação o projeto de “cura gay”, na próxima sessão da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, é visto como um “retrocesso” pelo presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Carlos Magno Silva Fonseca.

O projeto, proposto em 2011 pelo tucano João Campos (PSDB-GO), tem como objetivo barrar uma norma da resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), de março de 1999, que impede os profissionais da área de sugerir aos pacientes tratamentos que busquem a cura da homossexualidade.

Em entrevista ao jornal Zero Hora, por telefone, Fonseca reforçou que a homossexualidade não é uma doença e que o deputado Feliciano deveria se empenhar em tratar a homofobia, pois esta, sim, causa transtorno à sociedade. Confira a íntegra da entrevista:

ZH — Como você recebeu a notícia de que o deputado Marco Feliciano vai colocar em votação na Comissão de Direitos Humanos o projeto de “cura gay”?

Carlos Magno Silva Fonseca — É um absurdo. Na verdade, a postura do próprio deputado está só reforçando o que nós já dizíamos, que é um deputado homofóbico e que não está preocupado com os direitos humanos. A homossexualidade não é doença, não existe nenhuma indicação nem no âmbito da medicina, nem do âmbito da psicologia, nem no âmbito da ciência que aponte que a homossexualidade é uma doença, portanto ela não precisa de nenhum tipo de projeto que venha a curar nossa homossexualidade. A única coisa que traz transtorno e sofrimento à comunidade LGBT é a homofobia. Ao invés de ele discutir a questão da cura homossexual, ele devia estar discutindo a cura da homofobia, que é o mal da sociedade. Se o deputado Feliciano tivesse mesmo uma preocupação com os direitos humanos, ele estaria se preocupando com a homofobia, que mata um homossexual a cada 26 horas no país. Ele devia estar se empenhando para que a homofobia acabasse no país, para que o crime de ódio e intolerância ao homossexual fosse aprovado.

ZH — Como você entende a questão do “ex-gay”, a pessoa que resolveu deixar de ser homossexual?

Fonseca — Acho que não existe nem ex-gay, nem ex-heterossexual, na verdade o que acontece é que a pessoa oprime a sua sexualidade por causa do preconceito, mas ele não deixa de ter sua orientação sexual, seus desejos, seus afetos. Ele pode oprimir, mas mudar ele não consegue. Nenhum estudo aponta que é possível mudar sua orientação sexual.

ZH — Você acha que esse projeto é um retrocesso frente a todas as conquistas dos homossexuais nos últimos anos?

Fonseca — É um retrocesso porque essa discussão já era superada pela sociedade. Ninguém mais vê o homossexual como doente. Isso é uma discussão superada no século passado. Quando você vê uma pessoa querendo voltar à patologização da homossexualidade, é um retrocesso em relação a todos os direitos de cidadania da sociedade LGBT. Para nós, isso demonstra que essas pessoas não estão apresentando isso do ponto de vista realmente científico. Na verdade, eles estão apresentando isso do ponto de vista moral e preconceituoso, tentando colocar a gente numa condição de cidadãos de segunda categoria, e agora ainda mais como doentes, que precisam ser tratados. É muita intolerância, porque quando você quer mudar uma pessoa é porque você não aceita como ela é. Isso é uma homofobia da pior forma.

ZH — A ABGLT pretende fazer alguma manifestação em relação ao projeto?

Fonseca — Dia 15 de maio vamos ter uma marcha em Brasília contra a homofobia e em defesa do Estado laico, porque essas posturas têm de fundo um caráter religioso e moral. Isso prejudica a questão do Estado laico, porque hoje são os gays, amanhã são os negros, depois as mulheres e todos os setores que eles não consideram como cidadãos. Essa postura desse grupo é tão fundamentalista que já está tendo posturas fascistas. Esse projeto só reforça a nossa mobilização, que vai ter caravanas do Brasil todo.

Pastor e deputado baiano afirma que seca no Nordeste é o avanço da homossexualidade 5

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O deputado e pastor, Sargento Isidório (PSB-BA), afirmou que a seca no Nordeste, considerada a pior dos últimos anos, é consequência do avanço do pecado.

Isidório é responsável pela Fundação Doutor Jesus, um centro de reabilitação voltado para dependentes químicos e localizado em Candeias, região metropolitana de Salvador.

Identificando-se como “ex-homossexual, ex-drogado (sic) e ex-bandido”, o pastor concedeu entrevista ao Bahia Notícias e afirmou que ficou insatisfeito com a nota de repúdio que seu partido emitiu contra o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), por conta das declarações homofóbicas e racistas.

A nota, segundo o pastor, seria de responsabilidade dos “veados e veadas lá dentro [da direção do partido]“, e que a presidente estadual do PSB, senadora Lídice da Mata, seria uma das incentivadoras dessa postura: “Ela é de Oxum e eu sou de Jesus. Eu também já fui de Oxum quando era homossexual”, revelou, antes de ressaltar não temer represálias dos colegas de partido: “Se essas desgraças [partidos] prestassem, eram inteiros”.

O pastor afirma que a homossexualidade é uma “afronta” a Deus, e isso o estaria irritado, a ponto de Ele impor castigos à humanidade, como a seca no Nordeste do Brasil, as enchentes no Sudeste, os atentados terroristas em Boston e a ameaça de guerra da Coreia do Norte.

Para ele, líderes mundiais deveriam medir suas declarações a fim de evitar mais catástrofes: “A Bíblia fala que, se nos últimos tempos se multiplicasse a iniquidade, aconteceria esses fenômenos. Foi só Barack Obama começar a falar em casamento gay que o bicho começou a pegar, atentado em Boston, ameaça de Coreia do Norte”, enumerou, segundo o jornal A Tarde.

No entanto, o pastor Sargento Isidório afirma que apesar de seu abandono à homossexualidade, ainda precisa se policiar para evitar a tentação: “O pastor é humano. Claro que eu tenho medo de recaída. Eu não posso ficar junto de um homem muito tempo porque a carne é fraca”, avisou.

Opinião

O PSB deveria expulsar um membro como o pastor,  homofóbico e totalmente ignorante. Ele, no fundo, tem desejo homossexual reprimido, porque não existe ex-gay. Tadinho, deve sofrer muito com isso…

Procuradoria-Geral da República defende ação contra Feliciano 2

Em parecer enviado ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República defendeu que a Corte aceite denúncia contra o deputado federal Pastor Marco Felciano (PSC-SP) pelo crime de discriminação.

Feliciano responde por uma fala homofóbica em no twitter. Em 2011, ele escreveu que “a podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime, à rejeição”.

Na época, Feliciano também postou que africanos são amaldiçoados pelo personagem bíblico Noé. “Isso é fato”, escreveu no microblog. O post depois foi deletado.

Na defesa que apresentou ao Supremo, o deputado reafirmou que paira sobre os africanos uma maldição divina e procurou justificar a fala com uma afirmação que, publicamente, tem rechaçado: a de que atrelou seu mandato parlamentar à sua crença religiosa.

Feliciano é acusado de induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, sujeito a prisão de um a três anos e multa. Não existe tipificação penal para homofobia.

Em sua defesa no STF, protocolada no dia 21, Feliciano diz que não é homofóbico e racista.

Reafirma, porém, a sua interpretação de que há a maldição contra africanos.

“Citando a Bíblia […], africanos descendem de Cão [ou Cam], filho de Noé. E, como cristãos, cremos em bênçãos e, portanto, não podemos ignorar as maldições”, afirmou, na peça protocolada em seu nome pelo advogado Rafael Novaes da Silva.

Ao STF, Feliciano não entra em detalhes sobre sua afirmação sobre os gays –diz apenas que não há lei que criminalize sua conduta.

Por favor, se manifestem, ainda está em tempo 2

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Presidenta Dilma Rousseff e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por que se calam diante da aberração que é o pastor Marco Feliciano estar presidindo a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara?

Presidenta, a senhora disse em seu discurso de posse, que seria implacável com relação aos direitos humanos. Veja que ironia, logo no governo da senhora uma coisa dessas acontece. Até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso se manifestou contra o pastor Marco Feliciano.

Será que nós, lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais só servimos na hora de os senhores pedirem votos?

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Manifestantes não poderão acompanhar reuniões da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, ordena pastor Feliciano 1

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É inacreditável, mas a Câmara dos Deputados, que deveria representar o povo, está censurando a voz do povo.

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da (CDHM) Câmara aprovou hoje (3/4) requerimento para restringir o acesso às reuniões do colegiado a deputados, assessores, convidados e à imprensa. De autoria do presidente da comissão, deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), a iniciativa visa a impedir as manifestações durante as sessões da comissão.

Na quarta reunião da comissão sob o comando de Feliciano, mais uma vez manifestantes defensores dos direitos dos homossexuais, dos negros e das mulheres foram impedidos de entrar no plenário. Na semana passada, eles não puderam acompanhar os debates dentro da sala da comissão. As duas primeiras reuniões da CDHM tiveram que ser canceladas devido aos protestos contra o presidente da comissão, que é acusado de homofobia e racismo.

Na noite de terça (2/4), Feliciano encaminhou ofício à presidência da Câmara informando que o acesso ao plenário na quarta seria “aberto, entretanto, com acesso restrito”. “Usei o Regimento Interno, o Artigo 41, Parágrafo 2, em que cabe ao presidente da comissão manter a ordem, e a ordem precisa ser mantida”, disse o presidente da CDHM ao final da reunião de hoje.

Ele argumentou que na semana passada algumas pessoas se machucaram em meio aos protestos contra a sua permanência no cargo. Feliciano negou que a reunião tenha sido fechada, apesar de não contar com a presença de representantes da sociedade.

“Não é a portas fechadas, vocês [da imprensa] estão aqui. Isso aqui não foi reservado, a reunião não foi reservada, não tentem colocar palavras na minha boca. A reunião foi aberta, com restrições. Na semana passada houve tumulto, pessoas acabaram se machucando. Então, cabe a este presidente [tomar providências]”, declarou o pastor.

Feliciano confirmou que pretende participar da reunião do Colégio de Líderes, na próxima terça-feira (9), que vai discutir o futuro dele na comissão. “Fui convidado ontem, porque até então não havia sido convidado formalmente. Estarei junto com o Colégio de Líderes, quero ouvir o que eles têm a falar e vou levar a pauta propositiva que nós temos. Mostrar que a comissão não está parada. Estou feliz demais de poder colocar a pauta da Comissão de Direitos Humanos na pauta do Brasil”, disse.

Perguntado se estaria sensível aos argumentos dos líderes que querem convencê-lo a deixar a presidência da CDHM, pastor Feliciano declarou: “Desde que não seja para eu renunciar, estarei [sensível].”

Na quarta, as manifestações pela saída de Feliciano atrapalharam os trabalhos de outras comissões próximas à CDHM. O diretor-geral da Câmara, Sérgio Sampaio, foi acionado pelos presidentes para tomar providências no sentido de viabilizar as reuniões de outros colegiados. Sampaio informou à Agência Brasil que pretende se reunir com o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para discutir o assunto.

Opinião

Em recente entrevista à Folha de S. Paulo, o pastor Marco Feliciano deu a seguinte declaração:“Eles [o movimento LGBT] colocam 20, 50, 200 pessoas na rua. Se é público que eles querem ver, nós temos 50 milhões (de fiéis) no país”.

Em primeiro lugar, esta é mais uma mentira do pastor racista, misógino e homofóbico que tomou conta de uma importante comissão, de DIREITOS HUMANOS, tão valorizada no passado pela esquerda, hoje esquecida pela mesma, que tem outros interesses. Ele tomou conta da comissão, porque o partido dele, cheio de pastores fundamentalistas, apóia o governo da presidenta Dilma Rousseff, calada sobre o caso até agora, assim como o ex-presidente Lula, até Fernando Henrique Cardoso se manifestou contra feliciano. A mesma presidenta que suspendeu kits educacionais contra a homofobia duas vezes em seu governo. Voltando à mentira, todos sabem, por exemplo, que a Parada Gay de São Paulo leva milhões de pessoas às ruas.

E mesmo que seja verdade que o rebanho do pastor seja bem maior que os LGBTs, ele é presidente da Comissão de Direitos Humanos e MINORIAS da Câmara, a mesma minoria que ele quer calar. Minoria que ele manda prender e agora censura, impede de ter acesso as reuniões da comissão.

Não podemos aceitar a presença nefasta deste pastor presidindo uma comissão relevante para nós, para as mulheres, para os negros, para os índios, só para citar alguns exemplos. Temos que continuar protestando. A Câmara há de nos ouvir.

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Deputada Iriny Lopes pede abertura de processo contra deputado Pastor Marco Feliciano Resposta

Ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos, Iriny considera declaração de Feliciano "inaceitável"

Ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos, Iriny considera declaração de Feliciano “inaceitável”

A deputada Iriny Lopes (PT-ES) apresentou nesta terça-feira (2) um pedido de abertura de processo disciplinar por quebra de decoro parlamentar contra o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) por causa de declarações polêmicas que o parlamentar fez sobre a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDH) da Câmara. O pedido foi encaminhado à Mesa Diretora da Casa.

No fim de semana, o pastor afirmou durante um culto em Passos, no sul de Minas Gerais, que a comissão era “dominada até ontem por Satanás”. “É inaceitável que um deputado faça esse tipo de declaração, ferindo a honra e a imagem dos nobres colegas que atuam com dedicação e firmeza, para a promoção e valorização dos direitos humanos”, escreveu Iriny no documento.

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Para a parlamentar, a declaração demonstra que Feliciano “faltou com respeito com os colegas parlamentares e também com a imagem da instituição, infringindo o que preceitua o Código de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, principalmente com aqueles que já presidiram aquela comissão”. A deputada ressaltou ainda que o código assegura tratar-se de quebra de decoro quando um parlamentar não tratar “com respeito e independência os colegas, as autoridades, os servidores da Casa e os cidadãos”.

Iriny presidiu o colegiado em 2006, tendo sido a primeira mulher escolhida para o cargo. Ela também é ex-ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República do governo Dilma Rousseff.

Cabe à Mesa Diretora analisar e encaminhar o requerimento para a Corregedoria da Casa. Caso o pedido seja aceito, um deputado será designado relator e deverá remeter um relatório para a Mesa Diretora. Ele poderá sugerir punições que vão desde uma advertência a perda do mandato. Se a Mesa Diretora concordar com o parecer, encaminha o processo para o Conselho de Ética da Casa, que escolherá novo relator para analisar o caso. No Conselho, Feliciano poderá apresentar a sua defesa e os deputados integrantes do colegiado votarão pelas punições sugeridas ou pelo arquivamento do processo.

Antes de uma reunião do PSC na tarde desta terça-feira, Feliciano afirmou que está se sentindo “livre para trabalhar”.  O parlamentar explicou que a declaração foi feita em um culto religioso e não foi dirigido a ninguém em específico. “Eu estava em um culto espiritual e falava de situações espirituais. Se as pessoas assistirem o vídeo alguns minutos depois verão que eu falei que aquela comissão no ano passado fez um seminário falando de apologia a sexo para crianças de zero a seis anos. E isso para quem é espiritual não é uma coisa de Deus, é uma coisa que vem do adversário. E Satanás quer dizer adversário”, disse.

Ex-presidentes da CDH estão reunidos neste momento para discutir as recentes declarações de Feliciano. Desde que assumiu a presidência do Conselho, devido a um acordo partidário, o deputado é autor de uma série de declarações polêmicas que lhe renderam acusações de homofobia e racismo. Apesar da pressão para que renuncie ao posto, ele afirma que não irá deixar o cargo.

Deputada diz que atendeu pedido do PSC para ficar em Comissão de Direitos Humanos e Minorias Resposta

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Após ameaçar abandonar a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, a deputada Antônia Lúcia (PSC-AC) disse nesta terça-feira (2/4) que “atendeu a um pedido do partido” para permanecer no cargo.

Vice-presidente do colegiado, ela tinha cogitado deixar o posto após o presidente da comissão, pastor Marco Feliciano (PSC-SP), afirmar que a comissão era dominada por Satanás antes de sua chegada. Antônia Lúcia afirmou ontem que estava ofendida porque participa da comissão nos últimos três anos.

Feliciano disse ontem que ligou para a deputada se desculpando pela afirmação. O pedido foi aceito por Antônia Lúcia. Hoje, os dois participaram da reunião da bancada do PSC na Câmara. “Atendi um pedido do meu partido e do nosso líder”, afirmou. “O pastor pediu desculpas e eu aceitei.”

Questionada sobre a avaliação que fazia sobre a declaração de Feliciano, a deputada desconversou. “Essa pergunta tem que ser feita para ele”, disse.

Vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos diz que vai renunciar

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ACHINCALHADO

Nesta terça-feira, outra frase de Feliciano estremeceu a relação do pastor com seus aliados. Em entrevista à Folha e ao UOL, Feliciano disse que os líderes da Casa querem achincalhá-lo no encontro que vai discutir sua situação na presidência da Comissão de Direitos Humanos. A reunião está marcada para a próxima terça-feira (9).

O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), disse que não tinha lido a fala, mas que, se tiver ocorrido, seria um “erro”.

Alvo de protestos de movimentos sociais há quase um mês, Feliciano é pressionado a deixar a presidência da comissão. Ele é acusado de racismo e homofobia, mas nega.

“Eu não acho que ninguém vai achincalhá-lo. Essa é uma cassa parlamentar, do debate, e debater todo mundo tem direito. O fato de renunciar ou não renunciar é direito dele. Agora, debater todo mundo pode debater”, disse Cunha.

Para o líder do PSC na Câmara, André Moura (SE), a avaliação de Feliciano sobre o encontro com os líderes foi “precipitada”.

“Acho que o fato de ele sentar com o presidente da casa e o colégio de líderes é uma deferência que ele faz ao colegiado. É uma oportunidade que ele vai ter para se defender. Creio que na próxima terça-feira vamos produzir uma reunião que vai ser decisiva para a Comissão de Direitos Humanos”, afirmou.

Na entrevista, Feliciano disse que ainda avalia se vai comparecer ao encontro com líderes.

“Eu não recebi o convite ainda. Estou estudando se eu vou atender. Regimentalmente, não tem o que ser feito. Eu não sei o que faria nesse colégio de líderes. Ir ali para ser oprimido e achincalhado por um grupo de pessoas que, na verdade, deveria defender o Parlamento –e não abrir um precedente como está sendo feito. Acho muito perigoso”, disse o deputado.

PRESSÕES

O encontro com Feliciano foi marcado após o seu partido, o PSC, decidir bancá-lo no cargo mesmo após o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), dar um ultimato para que ele fosse substituído.

Apesar de ter manifestado a colegas insatisfação com a permanência do pastor, o presidente da Câmara tem afirmado que não há margem regimental, como uma intervenção direta, para tirá-lo da presidência. Por isso, apelou à cúpula do partido.

Ao falar sobre a pressão, o deputado disse hoje que está se “sentindo livre para trabalhar”‘.

Feliciano afirmou que vai conduzir normalmente os trabalhos da comissão na próxima reunião. Ele trabalha para aprovar autorização para sua viagem à Bolívia na próxima semana.

A estratégia seria evitar a reunião de líderes da Casa que pretende discutir sua situação. Oficialmente, ele iria ao país vizinho para averiguar a situação de 12 corintianos presos há mais de um mês em Oruro.

“Estou me sentindo livre para trabalhar. Temos muita coisa para fazer nessa semana como deliberar minha ida à Bolívia”, disse.

CRONOLOGIA

Entenda a polêmica sobre a presidência da Comissão de Direitos Humanos na Câmara

27.fev
Partidos dividem cargos nas comissões temáticas da Câmara. Após acordo, o PT abre mão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias e o PSC fica com o direito de indicar o presidente.

4.mar
Cotado para a vaga, o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) é alvo de protestos em redes sociais por ter opiniões consideradas homofóbicas e racistas por ativistas dos direitos humanos. O pastor reage e abre um abaixo-assinado em seu site para reunir apoio por sua indicação à comissão.

6.mar
Indicado pelo seu partido para a vaga, a reunião que o elegeria presidente da Comissão de Direitos Humanos é suspensa após manifestações e adiada em um dia.

7.mar
Em reunião fechada, sem os manifestantes, Feliciano é eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos com 11 votos dos 18 possíveis. Após bate-boca, representantes do PT, do PSOL e do PSB deixaram a reunião antes mesmo de a votação ser convocada.

9.mar
Manifestantes contrários à eleição do pastor para a presidência da comissão vão às ruas pedir a sua destituição do cargo. Só em São Paulo, ao menos 600 pessoas participaram do ato, de acordo com a Polícia Militar.

11.mar
O deputado é alvo de novo protesto, desta vez em Ribeirão Preto, cidade que abriga uma das principais filiais de sua igreja evangélica, a “Catedral do Avivamento”. Manifestantes foram para a frente do templo pedir sua saída da comissão

13.mar
Folha revela que o deputado emprega no gabinete cinco pastores de sua igreja evangélica que recebem salários da Câmara sem cumprir expediente em Brasília nem em seu escritório político em Orlândia (cidade natal dele, no interior de São Paulo, a 365 km da capital).

13.mar
Na primeira sessão da Comissão de Direitos Humanos, Feliciano enfrenta protestos, bate-bocas e questionamentos. Em quase duas horas de sessão, marcada pela intervenção constante de movimentos sociais, o pastor pediu “humildes desculpas” e um “voto de confiança”.

16.mar
Pelo segundo fim de semana seguido, manifestações pelo país pela saída do pastor da presidência da comissão tomas as ruas. Em São Paulo, a passeata começou na avenida Paulista e terminou na praça Roosevelt (centro)

18.mar
Com o acirramento das críticas, Feliciano divulga em sua conta na rede social Twitter um vídeo que chama de “rituais macabros” os atos contra a sua indicação para o cargo

20.mar
Na segunda reunião da comissão sob o comando de Feliciano, a sessão é suspensa após novos protestos de movimentos sociais

21.mar
O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), pressiona para que Feliciano renuncie à presidência da Comissão e dá prazo até terça-feira (26) para uma solução

26.mar
O PSC decide manter Feliciano na presidência da comissão

29.mar
Durante um culto num ginásio de Passos (348 km de BH), no sul de Minas Gerais, Feliciano afirma que a Comissão de Direitos Humanos era dominada pelo “Satanás” antes de sua chegada ao posto.

1º.abr
Ofendida com as declarações de Feliciano, a deputada Antônia Lúcia (PSC-AC) chegou a anunciar a iria renunciar ao cargo de vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Após conversar com o pastor, ela recuou da decisão.

Manifestante preso após protestar contra pastor Feliciano diz ter sofrido violência; polícia vai apurar se houve ‘abuso’ 1

O servidor Alysson Prata mostra hematoma; ele diz ter sido atingido pela Polícia Legislativa (Foto: Nathalia Passarinho / G1)

O servidor Alysson Prata mostra hematoma; ele diz ter sido atingido pela Polícia Legislativa (Foto: Nathalia Passarinho / G1)

O servidor público Allysson Prata, segundo manifestante a ser detido nesta quarta (27/3) durante tumulto na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, exibiu hematomas, afirmou que foi agredido e disse que vai prestar queixa contra a Polícia Legislativa.

Ele foi detido quando se manifestava contra o presidente da Comissão, pastor Marco Feliciano (PSC-SP), perto do gabinete do deputado.

A Polícia Legislativa da Câmara informou que vai investigar se houve abusos por parte dos agentes de segurança e dos manifestantes.

“Um dos seguranças apertou meu braço para que eu soltasse o gravador que eu estava carregando. Me machucou. Além disso, ele me trouxe para a delegacia andando pela pista, na rua, de uma forma violenta, como se eu fosse um bandido”, afirmou.

O jovem disse ainda que só recebeu o gravador de volta depois que terminou de prestar depoimento e que a gravação que tinha feito da manifestação foi apagada. “Vou entrar com processo pelos hematomas, e pela vergonha que passei na rua”.

Geraldo Martins, diretor de Coordenação de Polícia Judiciária, que integra a Polícia Legislativa da Câmara, afirmou que o caso será investigado.

“Vamos solicitar imagens para avaliar tanto a conduta dos nossos agentes quanto a dos manifestantes, para ver se o choque ou foi em razão do confronto ou direcionada a alguém”, disse Martins.

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Outro detido

O biólogo Marcelo Régis Pereira, detido porque chamou Feliciano de “racista”, afirmou que se sentiu “reprimido”. Ele assinou um “termo de declaração” na delegacia da Polícia Legislativa e foi liberado em seguida.

“Estou meramente como cidadão manifestando a minha indignação com relação à violação dos direitos humanos. Eu não imagino que eu tenha tido nenhum excesso, apenas me manifestei, pedi que o palestrante se retirasse da mesa e nos apoiasse na luta contra o racismo”, disse.

Régis Pereira afirmou que continuará a fazer manifestações pela saída de Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos.

“Eu estarei aqui na próxima quarta me manifestando. Peço aos cidadãos brasileiros para estarem aqui também junto conosco, negros, mulheres, homossexuais, pessoas de religiões de origem africana, que venham manifestar sua indignação. Sei que tem muitos cristãos que apóiam essa luta, porque não é uma luta contra o cristianismo, é contra o racismo e a homofobia.”

Fonte: G1

Grupo Copacabana Club protesta contra deputado Pastor Marco Feliciano no Lolla Palooza 1

A banda Copacabana Club faz protesto contra o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos, durante sua apresentação (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

A banda Copacabana Club faz protesto contra o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos, durante sua apresentação (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

O grupo brasileiro Copacabana Club aproveitou seu show, que aconteceu às 15h15 desta sexta (29/3) no Palco Alternativo, para fazer um protesto. Integrantes da banda subiram ao palco com cartazes contra o deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias.

Em entrevista ao portal G1, a vocalista do Copacabana Club, Camila Cornelsen, disse que tomou essa decisão logo depois de assistir a um show da Elza Soares, que também criticou o deputado durante sua performance. “Na verdade, toda essa história do Feliciano não passa na garganta. O Brasil precisa mudar algumas coisas, e essa com certeza é uma delas. É vergonhosa essa situação”, afirma. Camila diz que a banda tem um público muito diversificado e fiel, por isso o show é um momento “legal de demonstrar e se posicionar”. “Acho que a classe artística tem que se manifestar. É importante a gente poder fazer isso num festival como o Lolla”, afirma.

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A cantora conta que ela mesma comprou papéis, canetinha e preparou toda a ideia do protesto sozinha. “Eu pedi só para minha banda apoiar. Eu comprei o material durante esta semana. Eu fiz meia hora antes do show. A gente escreveu ‘Homofobia basta’, ‘Racismo chega’, ‘Mais amor, menos Feliciano’, e ‘Pró felicidade, não Feliciano’. Eu fiz sete cartazes, mas só entraram seis no palco”, diz a vocalista da banda.

Sobre a resposta do público, ela acha que foi ótima. “Na hora em que a gente começou a falar sobre isso no palco, o pessoal foi a loucura. No twitter, começaram a se manifestar também, recebi várias mensagens de amigos dando apoio, que estavam orgulhosos e que foi uma atitude bacana. Não ouvi nada negativo em relação a isso.”

Camila aproveitou a entrevista para se posicionar politicamente. “Eu espero que a gente consiga tirar ele de alguma forma. Acho que as pessoas que têm algum poder, que façam alguma coisa para tirá-lo. Como que uma pessoa que é racista, homofóbica e acha que mulher não pode trabalhar tem esse cargo? A gente não quer uma pessoa de cabeça tão fechada nos representando”, desabafa.

A vocalista do Copacabana afirma que este foi um “protesto superpacífico e super do bem”. “Eu não acho que o festival enxergue isso como um protesto negativo, de maneira alguma. Em todos os momentos, a gente prefere falar em amor, alegria e coisas de paz. E, em nenhum momento, falei o nome dele. Coloquei no cartaz, mas só falei que queria alguém que representasse a gente. Foi um protesto supereducado”, completa.

Desde sua indicação, Feliciano sofre pressão para deixar o posto por conta de declarações consideradas homofóbicas e racistas. A pressão se avolumou após o deputado ter divulgado vídeo que equipara as manifestações a “rituais macabros”. Nesta terça (27), no entanto, o PSC confirmou que Feliciano será mantido no comando da Comissão de Direitos Humanos, contrariando recomendação do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

“Conseguimos vencer uma barreira e mostramos que democracia é isso e, às vezes é preciso tomar medidas, não medidas austeras, mas à luz do regimento interno. Um parlamentar precisa ser respeitado, como todo ser humano precisa ser respeitado”, afirmou Feliciano durante audiência pública em Brasília.

Informações: G1

Uma medalha para Malafaia? Não! Resposta

Portia Simpson Miller

Está funcionando a campanha do All Out: quatro vereadores cariocas solicitaram a suspensão da medalha de honra dada a Silas Malafaia! Mas, para que a decisão volte a ser votada, eles precisarão que mais 12 vereadoras e vereadores apoiem a iniciativa – e eles só farão isso se perceberem que milhares de eleitores em potencial também são contra esse prêmio absurdo.

Mais de 10 mil pessoas já assinaram a petição. Você daria uma força e nos ajudaria a chegar a 12 mil assinaturas, mil pra cada um dos vereadores que podem mudar essa história? Compartilhe, tuíte, fale dessa campanha pra alguém.

Acesse http://bit.ly/14tWnpK e assine!

Entenda

A Câmara Municipal do Rio de Janeiro escolheu o pastor Silas Malafaia para receber a medalha Pedro Ernesto, “a principal homenagem que o Rio de Janeiro presta a quem mais se destaca na sociedade brasileira ou internacional”.

Malafaia é conhecido por suas declarações absurdas e pelas mentiras que usa para promover a discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

Não importa onde você mora: exija que a Câmara Municipal do Rio de Janeiro revogue essa homenagem agora!

Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, Marco Feliciano, pede prisão de manifestante que o chamou de racista Resposta

O clima tenso na reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara nesta quarta-feira (27/3), presidida pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP), já era esperado, mas a tensão chegou a seu ápice quando o presidente, foco de protestos por declarações consideradas racistas e homofóbicas, ordenou que a polícia da Casa prendesse um manifestante.

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“Aquele senhor de barba… Me chamou de racista… Vai sair preso daqui porque me chamou de racista”, disse o parlamentar, que também é pastor evangélico.

Feliciano forçou o início da sessão, tumultuada por gritos, apitos e frases de efeito de manifestantes pró e contra ele.

Os protestos impediam que o discurso do deputado fosse ouvido com clareza, mesmo com o uso de microfone.

“Eu vou pedir para os manifestantes manterem a calma”, iniciou Feliciano. “Eu não vou ceder à pressão. Vocês vão ficar sem voz”, afirmou, dirigindo-se aos ativistas.

O deputado tentou seguir a sessão –interrompida diversas vezes por gritos como “todo dia o racismo mata” e “todo dia homofobia mata”.

Um dos manifestantes gritou a um parlamentar que estava ao lado de Feliciano que ele estava sentado “ao lado de um racista”, referindo-se ao presidente da comissão, que imediatamente ordenou à segurança da Casa que detivesse o manifestante.

Não foi possível checar o nome do ativista, que foi levado por vários seguranças para fora do plenário da comissão.

Segundo um segurança da Casa, a praxe é interrogar a pessoa detida e depois liberá-la. Apenas após apuração dos fatos é que a pessoa pode ou não ser presa.

Inversão de valores total, não?

Com informações do Estadão

Pastor Marco Feliciano causa debandada de servidores da Comissão de Direitos Humanos, dos 19 só sete ficaram 1

Sete funcionários deixaram os cargos por diferenças ideológicas com Feliciano Andre Dusek/AE

Sete funcionários deixaram os cargos por diferenças ideológicas com Feliciano Andre Dusek/AE

A permanência do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na Comissão de Direitos Humanos e Minorias provocou uma debandada de servidores. Dos 19 funcionários que trabalhavam no colegiado, somente dois ficaram. Alguns foram dispensados, outros pediram para sair. As mudanças podem provocam um prejuízo de perda de “memória” do trabalho na comissão. Exercendo a presidência sob protestos, Feliciano será levado ao Conselho de Ética pelo PPS pela suspeita de uso de recursos da Casa em proveito próprio.

A assessoria do deputado do PSC afirmou que o processo de substituições é “natural”. Diz que alguns dos servidores pediram desligamento ao longo do mês e outros foram dispensados para que o deputado pudesse formar sua própria equipe. Dos 17 funcionários que saíram, 12 são efetivos da Casa e estão sendo realocados em outras atividades. Os dois servidores que ficaram pediram ao parlamentar para continuar.

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Servidores que atuaram na comissão contam que sete deles deixaram os cargos por diferenças ideológicas assim que Feliciano foi eleito. Outros continuaram na expectativa de uma renúncia do pastor, o que teria levado alguns aliados de Feliciano a tomá-los por “espiões”.

Ex-presidente da comissão, o deputado Domingos Dutra (PT-MA) relata que uma consequência da debandada é a perda da “memória” do trabalho realizado. “Esse é mais um capítulo dessa tragédia que se abateu sobre a comissão. As pessoas que estavam ali eram pessoas que estavam há muito tempo e tinham todo o conhecimento do que já foi feito”, disse. Para ele, o PSC, que não teria parlamentares ligados à causa, também não possui servidores com o perfil necessário para o trabalho. A assessoria de Feliciano sustenta que foi feita uma transição para se absorver o máximo possível de informações dos funcionários que deixaram os cargos.

Conselho de Ética

Na tentativa de retirar Feliciano do comando da comissão, uma vez que ele se recusa a renunciar, o PPS decidiu entrar na próxima terça-feira (2) com processo por quebra de decoro parlamentar contra o pastor no Conselho de Ética da Casa. O colegiado tem a possibilidade de decidir por um afastamento de Feliciano da função.

“Precisamos acabar de vez com a situação vexatória vivida na a Câmara desde a eleição do pastor para presidir o colegiado”, afirmou o deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA).

Para o PPS, além das acusações de racismo e homofobia, o pastor precisa explicar denúncias de uso irregular de verbas de sua cota na Câmara. Jordy alega que Feliciano paga com dinheiro público escritórios de advocacia que lhe defendem em processos de interesse pessoal. O pastor nega irregularidade. O deputado do PPS defendeu ainda como outra alternativa uma renúncia coletiva dos integrantes da comissão de Direitos Humanos, mas a ideia deve ser descartada pelos líderes porque a maioria do colegiado é composta por apoiadores do pastor.

Feliciano respondeu republicando nas redes sociais um vídeo que veio a público no ano passado em que Jordy estaria pedindo a uma namorada para realizar um aborto. Na ocasião, o deputado do PPS diz que apenas estava demonstrando cuidado com a gravidez, fruto de um relacionamento fortuito.

PPS entra com processo no Conselho de Ética contra Feliciano por quebra de decoro e sugere renúncia coletiva de Comissão 2

Deputado Arnaldo Jordy: “Precisamos acabar de vez com a situação vexatória vivida na a Câmara desde a eleição do pastor para presidir o colegiado”

Deputado Arnaldo Jordy: “Precisamos acabar de vez com a situação vexatória vivida na a Câmara desde a eleição do pastor para presidir o colegiado”

Para pôr fim ao clima de confronto que vem tumultuando os trabalhos da Câmara Federal, o PPS decidiu entrar com processo no Conselho de Ética contra o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), por quebra de decoro parlamentar e sugeriu a renúncia coletiva dos membros da Comissão de Direitos Humanos e Minoria. “Precisamos acabar de vez com a situação vexatória vivida na a Câmara desde a eleição do pastor para presidir o colegiado”, explicou o deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA).

A ideia, com a renúncia coletiva, é abrir novo processo de escolha do presidente da comissão e forçar o afastamento de Feliciano, eleito para o cargo no início do mês. Acusado de posições racistas e homofóbicas, o pastor tem sido alvo de uma onda de protesto de movimentos sociais e de artistas contra sua permanência no cargo. A representação no Conselho de Ética será protocolada na próxima terça-feira. No mesmo dia, o colégio de líderes dos partidos na Câmara fará uma última tentativa de convencer Feliciano a renunciar.

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Apoiado por seu partido, o PSC e pela frente parlamentar evangélica, Feliciano, todavia, já avisou que não renuncia “de jeito nenhum” e desafiou o colégio de líderes a retirá-lo do cargo. Diante da intransigência do pastor, o deputado informou que não há mais espaço para um acordo político que resolva a questão. “Nós temos instrumentos para resolver o imbróglio. A situação é insustentável, a ponto de o pastor mandar prender quem exerce o direito da livre manifestação. Passou do limite do admissível”, afirmou Jordy.

Ele explicou que a renúncia de metade e mais um dos membros da comissão forçaria uma nova composição do colegiado e uma nova eleição para a escolha do presidente. Além da acusação de racismo e homofobia, o pastor, segundo o PPS, precisa explicar denúncias de uso irregular de verbas de sua cota na Câmara. Jordy alega que Feliciano paga com dinheiro público escritórios de advocacia, em processos de interesse pessoal. O pastor nega a acusação.

O deputado insiste, na representação, que o advogado Rafael Novaes da Silva, que protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) a defesa de Feliciano em inquérito por homofobia, tem emprego e salário pago pela Câmara. O advogado é secretário parlamentar desde fevereiro de 2011 e respondeu à denúncia do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, no último dia 21, por meio de um documento com várias citações bíblicas. A representação deverá ser assinada pela liderança do PPS para ter valor.Os líderes partidários decidiram chamar o pastor para uma reunião na próxima semana com o argumento de que sua permanência no comando da Comissão é fonte de grande desgaste da Casa e vem atrapalhando os trabalhos regimentais. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), chegou anunciar uma solução para o caso para esta semana, mas falhou na tentativa de convencer Feliciano a renunciar. Alves pediu o reforço do colégio de líderes para a tarefa.

A opção pelo convite ao pastor para um debate com os líderes surgiu após mais de três horas de reunião, ontem, em que se chegou à conclusão de que não há caminho regimental para destituí-lo. Os partidos passaram os últimos dias analisando as saídas legais para o problema. A mais aceita é a da renúncia coletiva. Mas ainda assim há o risco de a bancada evangélica, sozinha, viabilizar o quorum e a realização das sessões da comissão.

Com informações do jornal Estadão

Câmara paga advogado que defende pastor Feliciano em inquérito por homofobia, que pode deixá-lo em cana por 3 anos 1

O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Ailton de Freitas / O Globo

O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Ailton de Freitas / O Globo

O advogado que protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) a defesa do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) em inquérito por homofobia tem emprego e salário pago pela Câmara. Feliciano é defendido por Rafael Novaes da Silva, seu secretário parlamentar desde fevereiro de 2011. O advogado respondeu à denúncia do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, no último dia 21/3, por meio de um documento com várias citações bíblicas.

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Rafael também deve acompanhar o pastor Marco Feliciano em interrogatório nas dependências do STF, no próximo dia 5/4, às 14h30m. O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias será questionado sobre outro processo, no qual é acusado de estelionato, por um juiz federal designado pelo ministro Ricardo Lewandowski, relator da ação. Nesse processo, Feliciano já é réu e tem como advogado o mesmo secretário parlamentar.

O salário de Silva divulgado no site da Câmara é de R$ 2,4 mil. O nível do cargo — SP-25 —, no entanto, tem uma remuneração mínima de R$ 6.470. Uma das estratégias de Rafael na defesa de Feliciano é arrolar testemunhas de defesa próximas ao deputado: pelo menos duas testemunhas são pastores amigos do parlamentar e que também exercem o cargo de secretário no gabinete.

Gurgel acusa Feliciano de homofobia pelo twitter, enquadra o deputado na lei que prevê crimes de preconceito de raça ou cor, e pede pena de um a três anos de prisão. Na defesa que rebate a denúncia, o secretário parlamentar diz que o deputado é “vítima de uma perseguição fria e calculista por conta de uma simples interpretação teológica que realizou de um trecho da Bíblia”.

Boa parte da defesa é dedicada a citações bíblicas, como os trechos do livro do Gênesis que remetem à maldição de Noé a descendentes africanos. “Como cristãos, cremos em bênçãos e, portanto, não podemos ignorar as maldições”, diz Rafael. Segundo ele, a maldição vem sendo “quebrada” por povos africanos. “Milhares de africanos têm devotado sua vida a Deus e por isso o peso da maldição tem sido retirado.” Com a alegação de imunidade parlamentar, liberdade de expressão de ideologia religiosa e atipicidade da conduta, Rafael pede a suspensão da denúncia.

Com informações do jornal O Globo

 

Em novo ato contra Feliciano, deputados pressionam por sua renúncia 1

O líder do PT na Câmara, deputado José Guimarães, fala durante reunião da frente parlamentar dos Direitos Humanos Givaldo Barbosa / O Globo

O líder do PT na Câmara, deputado José Guimarães, fala durante reunião da frente parlamentar dos Direitos Humanos Givaldo Barbosa / O Globo

Dezenas de parlamentares de vários partidos realizaram nesta quarta-feira (21/3) um novo ato contra a manutenção do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) à frente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara. Esses deputados criaram uma frente em defesa dessa causa e de oposição a Feliciano. O líder do PT na Câmara, José Guimarães (CE), discursou no ato e disse que Feliciano deve deixar o colegiado.

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— A comissão precisa ser reconstituída. Não pode retroceder. A presença do deputado ali é no mínimo muito delicado. Deveria sair — disse José Guimarães.

O líder do PSOL, Ivan Valente (SP), criticou duramente o parlamentar.

— Colocaram um deputado lá que ofende e atenta contra os direitos humanos. Que usa o cargo para ganhar dinheiro e projeção política — disse Valente.

Raul Henry (PMDB-PE) afirmou que Feliciano gera um desgaste imenso para a Câmara.

— Foi escolhido para presidir a comissão um deputado que simboliza a intolerância, a homofobia, o fundamentalismo e o racismo — disse Henry.

A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) anunciou que retirou da Comissão de Direitos Humanos o grupo que criou — Comissão de Verdade, Memória e Justiça — e o transferiu para funcionar dentro da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Um representante do governo — Paulo Abrão, presidente da Comissão de Anistia e Secretário Nacional de Justiça — participou do ato.

Fonte: O Globo

PSC mantém Feliciano em comissão, mas promete solução ‘respeitosa’ nos próximos dias 1

O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) ao lado do assessor do Ministério da Saúde, na área de saúde Mental, Aldo Zaiden, deixa a reunião da Comissão dos Direitos Humanos sobre protestos dos manifestantes Givaldo Barbosa / O Globo

O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) ao lado do assessor do Ministério da Saúde, na área de saúde Mental, Aldo Zaiden, deixa a reunião da Comissão dos Direitos Humanos sobre protestos dos manifestantes Givaldo Barbosa / O Globo

Após encontro do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), com o líder do PSC, André Moura, e o vice-presidente do partido, Everaldo Pereira, Henrique Alves informou nesta quarta-feira (20/3) que Marco Feliciano continua no comando da Comissão dos Direitos Humanos e que aguarda uma decisão para os próximos dias.

— Tive uma conversa, fiz um pedido ao líder do PSC (sobre o destino de Feliciano) em razão das dificuldades que estão ocorrendo na Comissão de Direitos Humanos que o Brasil inteiro acompanha. Foi uma conversa muito séria, e obtive do PSC que será apresentada nos próximos dias uma solução respeitosa para todos. Esse assunto tem que haver maturidade, acredito no entendimento e vamos respeitar o tempo — disse Henrique Alves. André Moura apenas afirmou que a bancada vai se reunir para discutir o assunto.

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Está cada vez mais delicada a situação do deputado Feliciano à frente da comissão. Após nova confusão na sessão desta quarta-feira da comissão, Henrique Alves pediu para se reunir com ele no início da noite.

Alves se encontrou mais cedo com o líder André Moura (SE), e cobrou uma solução para o problema. Na sessão de hoje, Feliciano apenas abriu a reunião e deixou o plenário logo em seguida, após vaias, protestos e faixas de integrantes de movimentos LGBT. Parlamentares de vários partidos lançaram ontem a Frente Parlamentar de Direitos Humanos contra a permanência do pastor na comissão.

– Até o final do dia de hoje será tomada uma decisão que respeite a Casa – disse Eduardo Alves, que tem reunião marcada com Feliciano no fim da tarde.

O vídeo exibido na terça-feira no Twitter de Feliciano, com críticas aos deputados que se opuseram à sua indicação, foi a gota d´água para Henrique Alves. Nesta quarta-feira, O GLOBO mostrou também que o deputado é contra a emancipação das mulheres, o que considera um “estimulo ao homossexualismo”.

Um dos deputados com os quais o presidente da Câmara falou hoje foi Chico Alencar (PSOL-RJ).

— O presidente da Câmara conversou comigo e disse que achou o vídeo altamente ofensivo. E que o deputado Feliciano não atendeu ao seu pedido de moderação. E disse que se empenharia em uma solução — disse Chico Alencar ao GLOBO. O diálogo entre os dois ocorreu na noite de ontem.

Na comissão, hoje, além dos bate-bocas, houve uma situação inusitada. Convidado como expositor na audiência pública sobre transtorno mental, Aldo Zaiden, assessor da área de Saúde Mental do Ministério da Saúde, fez um discurso se referindo à polêmica gerada desde que Feliciano assumiu a comissão.

— Os direitos humanos vivem um retrocesso — disse Zaiden, que foi interrompido pela confusão.

Quando a palavra iria voltar para ele, foi ameaçado por Jair Bolsonaro (PP-RJ).

— O senhor se restrinja ao tema da audiência pública. Não faça discurso — disse Bolsonaro ao assessor, que se rebelou.

— Fui proibido de falar pelo deputado Bolsonaro. Não tenho o que fazer aqui — disse Zaiden, que levantou-se e foi embora, aplaudido pelos manifestantes contrários a Feliciano. A sessão foi encerrada.

Líder pede a Feliciano reavaliar permanência na comissão

O líder do PSC, André Moura (SE), afirmou que fez novo apelo ao deputado Marco Feliciano (PSC-SP) para deixar a presidência da comissão. Moura disse que aguarda uma resposta do parlamentar. Para o líder, a situação é “muito preocupante”.

– Pedimos, a bancada, para o deputado Feliciano fazer uma reavaliação e levar em conta todas essas manifestações. Acredito no bom senso. A situação é muito preocupante. Estou no aguardo de uma resposta dele – disse André Moura, que reuniu-se hoje à tarde com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

– O presidente da Câmara mostrou sua preocupação com a imagem da Casa com tudo isso que está acontecendo. E ele está correto. Mas não falou em renúncia do deputado Feliciano – disse André Moura.

No plenário, Feliciano conversava com o líder do PR, Anthony Garotinho (RJ) e o pastor Silas Câmara (PSD-AM). Garotinho deu alguns conselhos a Feliciano. Primeiro, o deputado fluminense sugeriu a Feliciano a criar um gabinete de crise e discutir a situação. Depois, Garotinho sugeriu que ele renunciasse, mas que saísse por cima.

Fonte: O Globo

Marco Feliciano diz que direitos das mulheres atingem a família 1

Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) no plenário da Câmara Ailton de Freitas / Agência O Globo© 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) no plenário da Câmara Ailton de Freitas / Agência O Globo

As críticas do atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), avançam também em outra direção: o direito das mulheres. Em entrevista para o livro “Religiões e política; uma análise da atuação dos parlamentares evangélicos sobre direitos das mulheres e LGBTs no Brasil”, ao qual O Globo teve acesso, o deputado-pastor critica as reivindicações do movimento feminista e afirma ser contra as suas lutas porque elas podem conduzir a uma sociedade predominantemente homossexual.

“Quando você estimula uma mulher a ter os mesmos direitos do homem, ela querendo trabalhar, a sua parcela como mãe começa a ficar anulada, e, para que ela não seja mãe, só há uma maneira que se conhece: ou ela não se casa, ou mantém um casamento, um relacionamento com uma pessoa do mesmo sexo, e que vão gozar dos prazeres de uma união e não vão ter filhos. Eu vejo de uma maneira sutil atingir a família; quando você estimula as pessoas a liberarem os seus instintos e conviverem com pessoas do mesmo sexo, você destrói a família, cria-se uma sociedade onde só tem homossexuais, você vê que essa sociedade tende a desaparecer porque ela não gera filhos”, diz ele na página 155, em declaração dada em junho de 2012.
Para o pesquisador Paulo Victor Lopes Leite, do Instituto de Estudos da Religião (Iser), um dos autores do estudo, a posição de Feliciano não é exceção: reflete o pensamento majoritário defendido pelos integrantes da Frente Parlamentar Evangélica.

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— Constatamos que os parlamentares evangélicos trabalham com a ideia de pânico moral, que se manifesta sempre que qualquer atitude ou comportamento se mostra diferente do conceito de família patriarcal, com pai, mãe e filhos. É a ideia de pânico moral que faz com que rejeitem qualquer transformação natural da sociedade, como o casamento igualitário e a necessidade de se discutir a legalização do aborto — avalia.
As afirmações de Feliciano causaram revolta nos movimentos feministas. Para Hildete Pereira de Melo, professora da UFF e pesquisadora de relações de gênero e mercado de trabalho, as convicções do parlamentar são atrasadas porque não acompanham as necessidades da sociedade.
— Ele é misógino e homofóbico. Desde a invenção da pílula anticoncepcional, os casais heterossexuais podem manter vida sexual ativa sem que a gravidez ocorra. Atribuir aos homossexuais a responsabilidade pela destruição da família é um delírio. A destruição tem como culpado o homem, que sai de casa e abandona os filhos quando o relacionamento termina. É preciso entender que os filhos são responsabilidade do casal, e não apenas da mulher — critica.