Casal gay nega dinheiro a flanelinhas e tem carro arranhado com xingamento homofóbico Resposta

Ataque

Um casal homossexual se negou a pagar uma “taxa” cobrada por flanelinhas em Brasília e teve o carro arranhado com a palavra “viado”. O ataque homofóbico aconteceu em um estacionamento do Parque da Cidade.

Segundo o influenciador digital, Daniel Abem, dono do carro, os flanelinhas pediram R$ 5 para vigiar o carro. No entanto, nem ele, nem o seu marido, Felipe Abem, tinham dinheiro trocado.

“Não pagamos pois estávamos apenas com cartão e notas de 100 reais… Irritado, eles começaram a nos xingar”, disse Daniel, em sua conta no Instagram.

Depois de contar a história na internet, várias pessoas relataram ao casal terem passado por episódios semelhantes na cidade: situações que vão desde palavras riscadas em veículos até arrombamentos e outras depredações.

“Não podemos deixar que isso vire cultura na cidade, gente! Tenho recebido inúmeras mensagens de pessoas que passaram pela mesma coisa, extorsão, coação e constrangimento é o que temos hoje em diversos estacionamentos públicos da cidade. A orientação da polícia é que a gente não alimente esses bandidos e que a gente não pague!”, escreveu Daniel.

Rio sem homofobia capacita policiais para apoio à comunidade LGBT Resposta

Desde junho de 2013, mais de 3,2 mil policiais do Estado do Rio estão aprendendo a acolher melhor a comunidade LGBT tanto nas delegacias quanto nas ruas. O programa estadual Rio Sem Homofobia vem tentando mudar o perfil de atendimento a este público na Jornada Formativa de Segurança Pública e Cidadania LGBT. No total, até o fim do ano, cerca de 8 mil policiais vão passar pelo curso, que está sendo ministrado em todas as Áreas Integradas de Segurança Pública (AISPs), pelo coordenador do programa, Claudio Nascimento, além da equipe dos quatro Centros de Cidadania LGBT no Rio.

Esta é a segunda edição da jornada, que já foi realizada entre 2009 e 2011, e formou mais de quatro mil policiais. De acordo com Nascimento, a iniciativa pioneira no estado, que visa garantir os direitos dos homossexuais, surgiu da necessidade de melhorar a formação dos servidores públicos.

– Trabalhamos os direitos e a cidadania, as práticas respeitosas e cidadãs de atendimento, além das principais demandas do público – afirmou Nascimento.

São realizados, em média, seis encontros mensais da Jornada, nos batalhões e delegacias de todo o estado. Até dezembro, ainda serão realizados cerca de 70 encontros. Na Academia Estadual de Polícia (Acadepol), serão nove encontros. O aluno da Diogo Sobral Cunha acredita que o curso serve para ampliar e reforçar o conhecimento que os aspirantes a policiais civis já recebem nas aulas de direitos humanos durante seis meses.

– A minha turma tem 48 alunos e isso é unanimidade. Todos acham que essas aulas são muito importantes para garantir os direitos da comunidade LGBT. Nós já aprendemos muito nas aulas de direitos humanos – disse o aluno.

Fonte: O Fluminense

Agredida na UnB, estudante diz que foi vítima de homofobia 3

unb

Uma estudante do 5º semestre de Agronomia da Universidade de Brasília (UnB) foi à polícia nesta segunda-feira (18/2) e afirmou ter sido vítima de agressão corporal motivada por homofobia.

A mãe da jovem, Sílvia Rodrigues, afirma que a filha, que prefere não ser identificada, andava em direção ao carro no estacionamento do ICC Sul, por volta das 17h desta segunda, quando foi derrubada por um homem, aparentemente com idade entre 18 e 22 anos. O agressor teria desferido socos e chutes contra a estudante enquanto gritava “lésbica nojenta”. Sílvia Rodrigues diz que, após algum tempo, a filha conseguiu empurrar o homem, que fugiu.

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De acordo com a família da estudante, ela precisou de atendimento médico e teve a perna esquerda e o braço direito enfaixados. À noite, ela registrou ocorrência na 2ª delegacia de polícia, na Asa Norte.

A mãe da jovem diz não saber o que fazer. “Estou indignada e revoltada. A que ponto chega a homofobia? Qual o limite de uma pessoa que faz isso?” Sílvia Rodrigues afirma que a filha está com medo de voltar às aulas na universidade. “Ela está com medo de sofrer uma agressão de novo, pois parece que a pessoa já a conhecia.”

Procurada pelo G1, a Polícia Civil disse que, por enquanto, não se pronunciará sobre o caso. A UnB afirmou que não foi comunicada oficialmente e que repudia qualquer tipo de ato homofóbico. A instituição também disse que ainda não foi procurada pela aluna, mas que vai dar todo suporte necessário à estudante.

Fonte: G1

Ativistas LGBTs são agredidos e presos na Rússia Resposta

Protesto Rússia

Mais uma vez, a Rússia dá um show de homofobia e desrespeito aos direitos humanos.

Ativista dos direitos LGBT foram agredidos durante um protesto contra a aprovação de um projeto que proíbe  manifestação a favor dos LGBTs. Pessoas homofóbicas atiraram ovos nos manifestantes, que defendiam mais liberdade na Rússia. O protesto foi em frente à Duma (Parlamento), em Moscou. Além das agressões, vários ativistas foram presos. Os ativistas garantem que, mesmo com a proibição, os protestos vão continuar.

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SP: Homem gay é agredido e policial diz para ele não frequentar mais região em que o crime ocorreu 1

Gerente agredido teve ferimentono olho (Foto: Lívia Machado/G1)

Gerente agredido teve ferimento
no olho (Foto: Lívia Machado/G1)

Um gerente de tecnologia da informação de 35 anos foi agredido na Lapa, na Zona Oeste de São Paulo, na madrugada de domingo (16). A vítima, que pediu para não ser identificada e declara ser gay, foi agredida com barras de ferro, socos e chutes. Ele teve ferimentos no rosto e diz ter sido vítima de homofobia.

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Depois de deixar a boate The Week, o gerente conta que estacionou o carro para conversar com um amigo, por volta das 3h, quando quatro homens armados com barras de ferro desceram de dois carros.

“Eles já chegaram dando cavalo de pau e disseram: ‘Corre, seus veados, vamos matar vocês’. O motivo, com certeza, foi homofobia. Eles sabem que a região é frequentada por gays”, disse. Os dois amigos ainda correram, mas apenas um deles conseguiu escapar.

“Chegou uma hora em que eu não conseguia mais correr. Pelo menos dois deles me bateram, deram chutes na barriga. Durante a agressão, eu desacordei e não vi mais nada”, disse o gerente ao G1, por telefone.

A vítima, que já retomou sua rotina de trabalho, disse que passa bem. “Estávamos apenas conversando, não estava beijando ou abraçado. Não entendo por que tanto ódio a ponto da pessoa querer matar a outra por causa da sua opção sexual”, declarou.

Mesmo que estivesse beijando ou abraçado, não justifica a violência. Qualquer pessoa tem direito de beijar e abraçar quem quiser na rua!

Depois de ser agredido, um policial relatou que são comuns agressões desse tipo na região, segundo o gerente. “Ele me disse para não frequentar mais aquela região, porque estão acontecendo vários casos de agressão. Eles deveriam agir em cima desses agressores e prendê-los”, contou.

Parece piada: o policial deveria zelar pela segurança do cidadão e não aconselhá-lo a não frequentar certos lugares.

As estatísticas da Secretaria de Segurança Pública (SSP) apontam que 222 casos de agressão corporal dolosa – com intenção – foram registrados no 7º DP até o mês de outubro de 2012. No entanto, essas estatísticas não detalham o que teria motivado as agressões.

O gerente foi levado para o Hospital São Camilo. O caso de lesão corporal foi registrado no 7º Distrito Policial, na Lapa. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar o crime. O rapaz prestou depoimento na tarde desta terça-feira (19).

O delegado responsável pela investigação do caso, Rubens Barazal, defende que é cedo para classificar a agressão como homofobia. “Estamos em fase de coleta de informações. A condição de homossexualidade dele insinua que a agressão foi por esse motivo, mas ainda não podemos afirmar nada. Estamos buscando testemunhas e possíveis imagens do ocorrido para identificar os agressores”, disse.

Leitor e namorado são agredidos por casal homofóbico e polícia diz: “se vira” 4

Namorado de leitor foi agredido

O blog recebeu uma denúncia do leitor Lucas Sousa, 18, morador de Mogi Das Cruzes (SP), pelo email oblogentrenos@gmail.com. Ele e o namorado foram agredidos por um casal homofóbico e na hora de fazer o B.O., a polícia disse para eles se virarem. Um absurdo! Confira:

Leitor agredido

Meu nome é Lucas, tenho 18 anos e meu namorado Jair e tem 30. Anteontem (18/11) estávamos indo embora do Parque Centenário, um casal caçoou e veio para cima de nós. Nós nos defendemos. Eu caí no chão com a namorada do cara, que veio me agredir. Levei chutes na cabeça por parte da polícia. Depois de tudo isso, os policiais levaram os agressores para a estação de trem e eu pedi para fazer um B.O. e eles se recusaram, mandaram eu e meu namorado “nos virarmos”. 

Meu corpo só está dolorido demais, minha cabeça dói com dois calombos e minha boca inchada, mas quem sofreu agressão mais visível foi meu namorado, a foto é do olho dele.

Sou de Mogi das Cruzes, o fato foi ocorrido ao lado da faculdade UMC, no ponto de ônibus. Somos só mais dois de muitos que foram negligenciados.