“Moonlight”vence prêmio de associação LGBT Resposta

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Premiação de “Moonlight”

Depois de ganhar o Oscar 2017 de melhor filme, “Moonlight – Sob a Luz do Luar” segue colecionando prêmios. Agora, a produção recebeu a estatueta de Melhor Filme do GLAAD Media Awards, na noite deste sábado (1). A tradicional premiação é dedicada aos projetos que mais destacaram a comunidade LGBT nos EUA. As informações são do site The Hollywood Reporter.

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Cena de “Moonlight”

Produzido pela Vertical Entertainment, “Other People” recebeu o prêmio de Melhor Filme com Lançamento em Circuito Limitado, enquanto “Transparent” confirmou o favoritismo e ganhou entre as séries de comédia. “Shadowhunters” superou os conhecidos “Grey´s Anatomy”, “Orphan Black” e “How to Get Away With Murder” ao vencer em Melhor Série Dramática.

Queridinho do público de “Black Mirror”, “San Junipero” ganhou como Melhor Episódio de Série. Já “Eyewitness” recebeu o prêmio de Melhor Filme Para TV ou Minissérie. Neste ano, o GLAAD Media Awards chegou à 28a. edição em Los Angeles.

“Doctor Who”terá viajante lésbica Resposta

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Cena da nova temporada da série com Pearl Mackie e Peter Capaldi Imagem: reprodução BBC

 

A série “Doctor Who” retorna no próximo dia 15 de abril. Uma das principais novidades é que o personagem terá uma acompanhante lésbica pela primeira vez.

Bill Pots será interpretada pela atriz Pearl Mackie. “Sim, Bill é gay. E isso não deveria ser uma grande questão no século XXI. Já estava na hora, não estava?”, questionou Mackie. “Essa representação é importante. Lembro-me de assistir TV enquanto uma jovem menina de origem miscigenada e não ver muitas pessoas como eu. Então acho que ter uma oportunidade de se reconhecer na TV é importante”, disse a atriz.

A série já teve personagens gays em outras ocasiões, mas Posts será a primeira viajante abertamente gay.

Esta é a última temporada com Peter Capaldi.

Daniel Newman sai do armário Resposta

Daniel

Daniel Newman é gay

Daniel Newman resolveu sair do armário aos 35 anos por meio de sua conta no Twitter. O ator é responsável por dar vida a Daniel, membro do O Reino, na série da AMC “The Walking Dead”.

“Eu sou #OUTandPROUD #LGBT, amo vocês, tenham orgulho de serem vocês mesmos”, escreveu. Depois do anúncio, o ator recebeu vários comentários em seu apoio. “Nós precisamos de todos do jeito que você é! Eu conversarei com vocês”, completou.

E realmente, mais tarde, Newman voltou a falar sobre assumir-se gay. Ele postou um vídeo no YouTube se explicando melhor. “Eu cresci em uma casa muito conservadora do sul da Geórgia, e realmente não importava o que era a sua sexualidade – não era conversa aberta, era sempre ‘Não fale sobre sua vida privada’, então eu estava tão acostumado a isso”, revelou.

Bem-vindo ao clube, lindo!

Veja o vídeo:

Atriz de ‘House’ viverá lésbica em temporada de ‘Two and a half men’ Resposta

Amber Tamblyn viveu médica na série 'House' (Foto: Divulgação)

Amber Tamblyn viveu médica na série ‘House’
(Foto: Divulgação)

Amber Tamblyn, atriz que participou de House, vai interpretar uma personagem lésbica na próxima temporada da série de TV Two and a half men. De acordo com o site da revista The Hollywood Reporter, ela será Jenny, uma garota de 21 anos, descrita como “sexy, maravilhosa e gay”.

Jenny aparecerá na história como uma filha do falecido Charlie Harper, personagem de Charlie Sheen. Vinda de Nova York, ela vai chegar a Los Angeles em busca do pai, sem saber que ele morreu. Segundo o site, a jovem deverá se mudar para a casa de Alan (Jon Cryer) e Walden (Ashton Kutcher).

De acordo com o site da E! News, Jenny deverá aparecer com frequência na décima primeira temporada, que estreia nos Estados Unidos em 26 de setembro deste ano, com grandes chances de se tornar fixa no elenco. Tomara!

Transexuais invadem horário nobre da TV argentina Resposta

Transexuais em horário nobre argentino.

O seriado  La Viuda de Rafael (A Viúva de Rafael, em português), que estreou dia 13 na televisão argentina, retrata a luta dos transexuais pelo reconhecimento de seus direitos e para conseguir aprovar a lei do casamento igualitário.

Baseada no livro homônimo do escritor porto-riquenho Luis Daniel Santiago Estrada, a série com toques de comédia romântica, tem como protagonista Nina, uma travesti que, em um acidente, perde o amor de sua vida e, com isso, praticamente fica na rua.

“Nina vive como concubina de Rafael há mais de 15 anos. Mas, no primeiro capítulo, fica viúva porque Rafael sofre um acidente e morre. A família de Rafael tira tudo o que ela tinha e a deixam na rua”, conta à agência Efe Camila Sosa Villada, que dá vida a Nina. Assim começa para Nina ‘um roteiro não só para recuperar o que lhe corresponde como herança de Rafael, mas também para conseguir título de viúva”, relata a atriz.

A série, que tem 13 capítulos, é ambientada em 2009, antes da aprovação na Argentina da lei casamento igualitário, que não só permitiu as bodas entre pessoas do mesmo sexo, mas, além disso, reconheceu os direitos dos contraentes em caso de viuvez.

Camila destaca que sua personagem, antes de enviuvar, não era uma militante dos direitos dos transexuais, mas uma “princesa que vivia em uma caixa de vidro”. “Nina é quase a imagem burguesa de um transexual. É uma dona de casa, que ama  e vive para seu marido. Sofreu por não ter família e por isso pretende que os familiares de Rafael a aceitem. Mas se dá conta de que está sozinha no mundo, sai de seu conto de fadas e o enfrenta”.

A protagonista deve então se apoiar em suas três amigas transexuais, interpretadas por Maiamar Abrodos, atriz e militante pelos direitos dos transexuais, Gustavo Moro, ator transformista, e a atriz Jorgelina Vera.

A luta pela aprovação do casamento igualitário, ocorrida em 2010, é retratada em um dos capítulos do seriado.

“É uma comédia romântica, uma história de amor, que conta a luta de Nina para ser reconhecida como viúva e também  história de suas amigas transexuais, mas não a partir da marginalidade e sim dos seus problemas cotidianos”, disse à Efe, Laura Fernández, produtora executiva do programa.

Laura destacou que o programa também mostra como, a partir da aprovação da lei do casamento igualitário, Nina e suas amigas “podem começar a encontrar o seu lugar na vida”. “Acho que as pessoas vão se surpreender. Falamos de transexuais donas de casa”, comenta a produtora.

Produzida pela Atuel Producciones, a obra foi uma das ganhadoras do concurso organizado pelo Conselhor Interuniversitário Nacional e do Conselho Assessor do Sistema Argentino de Televisão Digital Terrestre para séries de prime time.

O projeto nasceu a partir de uma ideia do ator Tony Lestingi, que entrou em contato com Luis Daniel para adaptar seu romance para a TV.

Com direção de Estela Cristiani e roteiros do próprio Lestingi e de Marcelo Nacci, o elenco de La Viuda de Rafael também conta com Rita Cortese, Fabián Gianola, Luis Machín, e Alejo García Pintos.

O seriado é exibido em horário nobre pelo Canal 7 da TV pública argentina.