Alexandre Borges, sobre vídeo com travestis: “Ali ninguém está fazendo mal a ninguém” Resposta

Alexandre Borges

Foto: Keny Andrade/Folhapress

Em entrevista à jornalista Mônica Bergamo, Alexandre Borges falou sobre o vídeo em que ele aparece com duas travestis.

“Não entendi muito bem uma coisa assim ser um escândalo, vamos dizer assim. Era uma coisa de pessoas tomando uma cerveja. Eu estava me divertindo, me descontraindo, uma coisa supernatural. Nada pesado.”

Ali ninguém está fazendo mal a ninguém. Não tem desrespeito. Foi chegando gente, de repente tocou uma música, uma menina começou a dançar e gravaram”, diz. “Não me preocupei em saber que gênero era, que raça era, que partido era… Não tem isso”, emenda.
Lido com pessoas de todos os tipos. O que me interessa é o bem estar. É eu não criar um conflito, uma coisa que me deixe arrogante.”

Não me privo de nada. Vivo a minha vida normalmente”, afirma o ator. “Quero descobrir o que eu tenho de autêntico, o que é meu. Para o bem e para o mal.”

O episódio ocorreu em 2016, desde então, Alexandre não teve mais nenhum papel em novelas.

Alexandre estreia na sexta (16) a temporada paulistana do espetáculo “Palhaços”, no Centro Cultural Banco do Brasil. É a sua terceira peça como diretor desde que ele “meteu as caras” na função, em 2014.

Com o ex-Trapalhões Dedé Santana no elenco, “Palhaços” conta a história de um bufão que se encontra com um espectador em seu camarim. Os dois começam a refletir sobre a vida.

Para ler a entrevista completa, clique aqui.

Grindr cria gaymojis para usuários Resposta

gaymoji

O criador do Grindr, Joel Simkhai, resolveu disponibilizar 500 novos ícones que representam expressões e símbolos comuns entre a comunidade LGBT.

Segundo Joel, os símbolos hoje são bastante limitado (e são mesmo!) e não evoluíram com seus usuários (não mesmo!). “Se eu quero dizer alguma coisa relacionada a sair para dançar, eu preciso usar a mulher de vestido vermelho. Por que não existe uma cara dançando? Isso sempre foi estranho para mim”, explicou Simkhai

“O que está por trás dos emojis, ou gaymojis, é que eles tiram a pressão de ter que dizer alguma coisa em uma conversa online”, explicou a linguista Gretchen McCulloch, em uma conferência do festival SXSW, um dos maiores na área da tecnologia.

“É tipo: ‘Segue aqui uma imagem legal para eu não ter que criar uma frase espirituosa’. A pessoa não está tentando comunicar nada em particular mas quer deixar claro que deseja continuar a conversa. É como dizer: ‘Hey, ainda estou aqui!’”, disse McCulloch.

Doug Myers, professor do Departamento de Mulher, Gênero e Sexualidade da Universidade de Virgínia, alerta para o problema de se ter uma linguagem que não foi criada organicamente por uma minoria. “Ter gírias comuns pode beneficiar um grupo, mas também pode excluir pessoas, criando formas particulares e normativas de pensar sobre sexo”, disse ele ao “New York Times”.

Muito bacana a ideia!