Comunidade Homofobia Não refaz mapa do casamento gay pelo mundo. Veja como está 2

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O mapa do casamento gay no mundo: já já entram França e Inglaterra aí

 

Os meninos e meninas da comunidade Homofobia Não, do Facebook, refizeram o mapa do casamento gay no mundo após a aprovação da lei no Uruguai. Agora são doze países onde o casamento gay é permitido: Uruguai, Argentina, Canadá, Noruega, Dinamarca, Islândia, Bélgica, Holanda, Suécia, Portugal, Espanha, França e África do Sul.

O mapa também aponta para os países que possuem conquistas parciais (com Estados que aprovaram o casamento e outros que não, como Brasil e México): Estados Unidos, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Austrália, Nova Zelândia, Finlândia, Alemanha, República Tcheca, Suíça, Áustria, Hungria, Croácia, Sérvia, Eslováquia e Eslovênia.

Há ainda os países que proíbem por lei expressa tais uniões: Marrocos, Argélia, Líbia, Egito, Saara Ocidental, Sudão do Sul, Etiopia, Somalia, Quenia, Unganda, Tanzânia, Zâmbia, Moçambique, Zimbabwe, Malawi, Angola, Namíbia, Botswana, Suazilandia, Lesoto, Guiana, Malásia, Papua Nova Guiné, Afeganistão, Paquistão, Turquemenistão, Uzbequistão, Mianmar, Bangladesh e Butão.

E os que penalizam com morte atos homossexuais: Arábia Saudita, Iêmen, Emirados Árabes, Irã, Mauritânia, Nigéria e Sudão.

Número de casamentos gays quase triplica em SP no mês de março Resposta

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O número de casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo quase triplicou na cidade de São Paulo no primeiro mês após o início da norma que regulamenta a união gay em todo o estado. Segundo a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), desde o dia 1º de março, quando a nova lei entrou em vigor, 41 casamentos gays foram registrados na capital paulista.

Nos primeiros dois meses de 2013, os cartórios paulistas haviam realizado 22 casamentos homoafetivos – uma média de apenas 11 por mês. Ainda de acordo com Arpen-SP, o cartório de Santa Cecília é o que mais oficializa uniões do tipo.

Antes de a norma começar a valer, alguns processos de casamento gay em São Paulo precisavam ser submetidos ao juiz corregedor do cartório. Caso aprovada, a união era realizada. Muitos casais precisaram recorrer à segunda instância do Tribunal de Justiça (TJ). Agora, a concordância do magistrado não é mais necessária, assim como ocorre num casamento entre homem e mulher.

A pessoa que, sem motivo aparente, não conseguir registrar o pedido de casamento em qualquer um dos 832 cartórios espalhados pelo estado pode fazer uma denúncia à Corregedoria Geral da Justiça.

Fonte: G1